<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845</id><updated>2012-01-11T23:17:38.210-02:00</updated><title type='text'>ABIBONDS NUMISMÁTICA &amp; SCRIPOPHILIA</title><subtitle type='html'>Este blog é mantido pelo Numismata profissional João Gualberto Abib, de Curitiba, Paraná, Brasil. Membro da SNB - Sociedade Numismática Brasileira e Membro de outras Sociedades Numismáticas. Pretende-se com este, a divulgação cultural sobre matérias numismáticas em geral e especialmente a brasileira.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>53</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-4884967818966902823</id><published>2011-03-03T10:45:00.001-03:00</published><updated>2011-03-08T22:25:52.690-03:00</updated><title type='text'>CÉDULAS DO IMPÉRIO DO BRASIL DO ANO 1856 COM SUAS ASSINATURAS E OU AUTÓGRAFOS.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amigos e amantes da Numismática Brasileira, o que hoje tenho a apresentar é uma descoberta que para alguns, seja já de conhecimento, ou até, para todos, de total desconhecimento. Ocorre que tal descoberta, pode mudar por completo a forma de como se colecionam as cédulas do Império do Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já ouvi de vários colecionadores, que as assinaturas (autógrafos) que se aplicavam em cima das notas do Império do Brasil eram aleatórias e dadas pelos agentes financeiros das casas bancárias na hora da distribuição das referidas cédulas. Esta descoberta ora divulgada, veio a sanar em definitivo estas dúvidas. Venho salientar, que talvez, alguns colecionadores mais avançados já tinham este conhecimento, embora pouco ou nada divulgado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fica claro, agora, que estas assinaturas (autógrafos) seguiam um rigoroso controle por parte da Caixa de Amortização no período do Império do Brasil, divulgando-se&amp;nbsp;os nomes dos agentes que tinham assinado&amp;nbsp;tais cédulas e em quais quantidades e em qual ordem de numeração. Eram publicados editais dando este ordenamento de assinaturas ocorridas destes agentes, todos os anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confesso que para meus parcos conhecimentos sobre a matéria, foi de uma descoberta ímpar e vejo até, que com a divulgação para todos, poderá haver uma mudança na forma que se colecionam tais cédulas, assim, como já se faz, nas moedas, onde a divulgação de que determinada moeda tenha sido cunhada em pequena quantidade, atinge valor maior em relação daquelas que existem em grande quantidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estes editais eram distribuídos para todas as casas bancárias, com assinatura do Inspetor Geral da Caixa de Amortização, pois, quando aparecessem tais cédulas em circulação poderia haver conferência sobre a numeração e a conseqüente assinatura ( autógrafo). Embora, esta divulgação se dava por edital somente no ano subsequente, das cédulas que entravam em circulação e com suas assinaturas ( autógrafos). Era um avanço e tanto para os contrôles da época. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O edital que divulgo agora do ano de 1857, impresso pela TYPOGRAFIA NACIONAL no Rio de Janeiro, divulgando os dados de 1856&amp;nbsp;e devidamente assinado pelo Inspetor Geral Interino, o Comendador Miguel Cordeiro da Silva Torres Alvim, que foi Contador da Caixa de Amortização e nesta ocasião assinou como Inspetor Interino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acabei me aprofundando um pouco mais em minhas pesquisas, pois no sítio da INTERNET, divulgado pelo Ministério da Fazenda, traz os nomes dos Inspetores Gerais da Caixa de Amortização e lá, não relaciona o nome do Comendador Miguel Cordeiro da Silva Torres Alvim, como Inspetor Geral, mesmo interino, naquele período.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aí consegui descobrir que o nome de Miguel Cordeiro da Silva Torres, estava também na relação dos agentes da Caixa de Amortização, que assinavam tais cédulas do Império. Descobri também que o cidadão era filho do Visconde de Jerumirim, cujo Visconde foi Ministro de Guerra do Brasil entre 1824 e 1828. Descobri que o mesmo foi Contador da Caixa de Amortização e tinha um título nobiliárquico de Comendador, e que indubitavelmente, o mesmo veio a assinar tal edital como Inspetor Geral Interino, mesmo que não conste oficialmente no site do Ministério como tal, pois, era funcionário de carreira daquela instituição e plausível de que na falta do Inspetor Geral, tenha assinado como Interino, como o fez, assinando tal edital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto: João Gualberto Abib &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-zhrf8BM-H0o/TW-ZSGBFpCI/AAAAAAAAANQ/TSjA6bAdlmE/s1600/DOC+JO%C3%83O+100.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" l6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-zhrf8BM-H0o/TW-ZSGBFpCI/AAAAAAAAANQ/TSjA6bAdlmE/s640/DOC+JO%25C3%2583O+100.jpg" width="471" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-Rks-v8XBQtk/TW-ZgKPE3rI/AAAAAAAAANU/femfn6nGRGk/s1600/DOC+JO%C3%83O+101.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" l6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-Rks-v8XBQtk/TW-ZgKPE3rI/AAAAAAAAANU/femfn6nGRGk/s640/DOC+JO%25C3%2583O+101.jpg" width="470" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-3GAXlbqFDqU/TW-ZsIn4yZI/AAAAAAAAANY/PPufO_NpYXQ/s1600/DOC+JO%C3%83O+102.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" l6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-3GAXlbqFDqU/TW-ZsIn4yZI/AAAAAAAAANY/PPufO_NpYXQ/s640/DOC+JO%25C3%2583O+102.jpg" width="462" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-tz2T30hlQ0I/TW-Z4zpMiCI/AAAAAAAAANc/f2Ve7dxO0Jc/s1600/DOC+JO%C3%83O+103.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" l6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-tz2T30hlQ0I/TW-Z4zpMiCI/AAAAAAAAANc/f2Ve7dxO0Jc/s640/DOC+JO%25C3%2583O+103.jpg" width="468" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-1Z5AuS2pK-M/TW-aDTkr3lI/AAAAAAAAANg/IgNW4Nh9EEs/s1600/DOC+JO%C3%83O+104.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" l6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-1Z5AuS2pK-M/TW-aDTkr3lI/AAAAAAAAANg/IgNW4Nh9EEs/s640/DOC+JO%25C3%2583O+104.jpg" width="468" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-Paq2am_Nz8E/TW-aUaM0o0I/AAAAAAAAANk/Oypk6ZqFc1U/s1600/DOC+JO%C3%83O+105.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" l6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-Paq2am_Nz8E/TW-aUaM0o0I/AAAAAAAAANk/Oypk6ZqFc1U/s640/DOC+JO%25C3%2583O+105.jpg" width="466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-JnINCiTWMRY/TW-aY8-oooI/AAAAAAAAANo/NaWi8QUKpo8/s1600/DOC+JO%C3%83O+106.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="228" l6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-JnINCiTWMRY/TW-aY8-oooI/AAAAAAAAANo/NaWi8QUKpo8/s640/DOC+JO%25C3%2583O+106.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Este Edital original do ano de 1856/1857 está a venda por R$ 2.500,00 Reais. Quem quiser ter esta raridade em suas mãos, entre em contato por e-mail &lt;a href="mailto:abibonds@onda.com.br"&gt;abibonds@onda.com.br&lt;/a&gt; e se comunique com João Gualberto Abib&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-4884967818966902823?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/4884967818966902823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2011/03/cedulas-do-imperio-do-brasil-do-ano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/4884967818966902823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/4884967818966902823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2011/03/cedulas-do-imperio-do-brasil-do-ano.html' title='CÉDULAS DO IMPÉRIO DO BRASIL DO ANO 1856 COM SUAS ASSINATURAS E OU AUTÓGRAFOS.'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-zhrf8BM-H0o/TW-ZSGBFpCI/AAAAAAAAANQ/TSjA6bAdlmE/s72-c/DOC+JO%25C3%2583O+100.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-159053444050056653</id><published>2011-02-03T10:22:00.018-02:00</published><updated>2011-02-03T10:47:54.994-02:00</updated><title type='text'>PARNAGUÁ NÃO É PARANAGUÁ NO PARANÁ E SIM NO PIAUÍ.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Obs. Texto publicado originariamente no Boletim da Sociedade Numismática Paranaense de nº 44&amp;nbsp; de janeiro de 2011 - folhas&amp;nbsp;31 a&amp;nbsp;33.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PARNAGUÁ não é PARANAGUÁ, assim como o Barão de Paranaguá, e depois, Marquês de Paranaguá, João Lustosa da Cunha Paranaguá, não tinha nada de ligação com a cidade de Paranaguá no estado do Paraná. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TUqicXaPJYI/AAAAAAAAANI/riS7bZIWU_c/s1600/carimbo+paranagua.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TUqicXaPJYI/AAAAAAAAANI/riS7bZIWU_c/s1600/carimbo+paranagua.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Vejam abaixo, a pesquisa extraída da Wikipédia:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Parnaguá é um município brasileiro do estado do Piauí. Localiza-se a uma latitude 10º13'39" sul e a uma longitude 44º38'21" oeste, estando a uma altitude de 334 metros. Sua população estimada em 2004 era de 9 719 habitantes. Possui uma área de 3282,7 km². Cidade histórica, considerada um dos municípios mais antigos do Piauí. No passado, era chamada de "Vila de Nossa Senhora do Livramento de Paranaguá", elevada à município, foi rebatizada com o nome de Parnaguá - havendo assim uma pequena alteração no seu nome final de Paranaguá para Parnaguá.Terra natal de João Lustosa da Cunha Paranaguá (Marquês de Paranaguá), figura ilustre e de destaque no cenário nacional, do Brasil Império, bem como de seus irmãos: Barão de Paraim e o Barão de Santa Filomena. O Marquês acrescentou o Paranaguá como seu último sobrenome, em homenagem a localidade, passando a chamar-se João Lustosa da Cunha Paranaguá. Nesse município se localiza a maior e mais bela lagoa de todo o estado do Piauí, a lagoa de Parnaguá.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque faço este esclarecimento?? Porque no número anterior do Boletim da Sociedade Numismática Paranaense, que leva o número 43 de Outubro de 2010, às folhas 47, . com o título ANO 1851 – NOME DO FABRICANTE E OU INTRODUTOR DE MOEDA FALSA, NO IMPÉRIO DO BRASIL, relatei um documento histórico onde dava o nome do falsificador de moeda falsa, no caso o Sr. José da Rocha Medrado, como sendo de PARANAGUÁ, do Paraná, mas na verdade, é de PARNAGUÁ, no Piauí.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Peço desculpas ao leitores daquele texto publicado, onde atribuí sendo o cidadão da cidade de PARANAGUÁ, mas não me ative a observar melhor o documento e fazer as pesquisas devidas e descobrir que tratava-se do Piauí e não do Paraná. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas continuando a história, divulgo a imagem de outro documento, também acerca do FALSIFICADOR SR. MEDRADO, de PARNAGUÁ do PIAUÍ, agora do ano de 1850, assinado pelo Ministro dos Negócios da Justiça em 22 de Julho, onde pede ao Presidente da Província do Piauí, em caráter RESERVADÍSSIMO, como se observa no documento acima à esquerda::&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“ Remeto a V. Excia. para sua inteligência e governo a cópia inclusa do aviso desta data dirigido ao Vice-Presidente da Bahia, acerca do MEDRADO, indiciado como fabricante e introdutor de moeda falsa de ouro. Verá V.Excia o que também se determina acerca de ..........esperando o governo que V,Excia aplicará o maior cuidado e diligência sobre o assunto. Como MEDRADO tem passado a mesma moeda em PARNAGUÁ, o Juiz de Direito desta Comarca está autorizado para processá-lo, se de fato a introdução de tal moeda tiver sido feita na mesma Comarca, embora resida ele em outra Província, e convém que isto faça tanto mais que o Julgamento desse crime não depende hoje do Júri, e sim do Juiz de Direito pela Lei de 2 de Julho corrente. ass. Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara – Ministro dos Negócios da Justiça 22 de Julho de 1850.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TUqhMJOg42I/AAAAAAAAANE/Wz249VVQmx8/s1600/TAL+DO+MEDRADO.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TUqhMJOg42I/AAAAAAAAANE/Wz249VVQmx8/s320/TAL+DO+MEDRADO.jpg" width="252" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;(vejam a imagem do 8º documento)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto e pesquisa de João Gualberto Abib.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-159053444050056653?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/159053444050056653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2011/02/parnagua-nao-e-paranagua-no-parana-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/159053444050056653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/159053444050056653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2011/02/parnagua-nao-e-paranagua-no-parana-e.html' title='PARNAGUÁ NÃO É PARANAGUÁ NO PARANÁ E SIM NO PIAUÍ.'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TUqicXaPJYI/AAAAAAAAANI/riS7bZIWU_c/s72-c/carimbo+paranagua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-8541562240133445191</id><published>2011-02-03T10:18:00.004-02:00</published><updated>2011-02-03T10:48:45.731-02:00</updated><title type='text'>ANO DE 1834 CHEGADA DAS CÉDULAS PARA O TROCO DO COBRE NA PROVÍNCIA DO PIAUÍ ( e não 1837)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obs. Texto publicado originariamente no Boletim da Sociedade Numismática Paranaense de nº 44&amp;nbsp; de janeiro de 2011 - folhas 29 a&amp;nbsp;31.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No número anterior do Boletim da Sociedade Numismática Paranaense, que leva o número 43 de Outubro de 2010, às folhas 39 a 52, fiz publicar uma série de 6 documentos históricos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e 1854, os quais tratam de assuntos relacionados com cédulas e moedas daqueles períodos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, o primeiro dos documentos relatados, o de 1837, relatei sobre a possibilidade de que embora o primeiro ano das primeiras cédulas brasileiras foi o ano de 1833, (cédulas para o troco do cobre), talvez, a primeira remessa deu-se somente no ano de 1837 na Província do Piauí, com quatro anos de atraso. Por aquele documento divulgado, também deixei em aberto no último parágrafo (folhas 41) “ Aqui perdurará uma dúvida, para que no futuro, pesquisadores e estudiosos da Numismática Brasileira venham a elucidar esta questão.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois bem, ocorreu que a vontade de descobrir uma resposta foi tanta, que continuando minhas pesquisas em documentos históricos, acabei encontrando outro documento, agora do ano de 1834, assinado também pelo Barão da Parnaíba, como Presidente da Província do Piauí, enviado para o Vice-Presidente da Província do Maranhão Exmo. Sr. Raimundo Filippe Lobato, informando o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“ Em resposta ao oficio de V. Excia, sob número 23 na data de 4 de junho último, remetendo-me em conformidade das Imperiais Ordens pelo intermédio do Juiz de Direito da Comarca de Aldeyas Altas um Caixote com Cédulas, e conhecimentos para o troco da moeda de cobre nesta Província, tenho a honra fazer certo a V. Excia, da recepção da recepção do dito Caixote, que acompanhado de ofício do referido Juiz de Direito me foi entregue por Ernesto José Baptista, que desta Província havia ido a Caxias; não se me havendo comunicado por ora, despesa alguma feita com semelhante condução.” Oeiras, 11 de Agosto de 1834. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TUqgYLSK1uI/AAAAAAAAANA/MNI3gJOH1FU/s1600/TROCO+DO+COBRE.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" s5="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TUqgYLSK1uI/AAAAAAAAANA/MNI3gJOH1FU/s320/TROCO+DO+COBRE.jpg" width="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(vejam a imagem do 7º documento) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, com a descoberta deste documento, fica esclarecida a chegada das primeiras cédulas para o troco do cobre, na Província do Piauí. Mas, encurtado o tempo da chegada, pelo artigo publicado no Boletim anterior, de quatro para apenas um ano ou até menos, pois, se enviado no dia 04 de junho de 1834 e chegou em 11 de agosto de 1834, e como a cédula foi criada no ano de 1833, não se sabe direito o mês, mas caso tenha sido fabricada em dezembro de 1833, estas, certamente, chegaram em sete ou oito meses da data da suposta fabricação das cédulas. Dá inclusive para apostar que esta seria a primeira remessa destas cédulas, pois o documento diz numa parte “ .....e conhecimentos para o troco da moeda de cobre nesta Província.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com estas revelações, o título daquela matéria então publicada, deveria ser ANO DE 1834 – CHEGADA DAS CÉDULAS PARA O TROCO DO COBRE NA PROVÍNCIA DO PIAUÍ. ( e não 1837). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma descoberta e tanto para a Numismática Brasileira. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto e Pesquisa de João Gualberto Abib.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-8541562240133445191?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/8541562240133445191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2011/02/ano-de-1834-chegada-das-cedulas-para-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/8541562240133445191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/8541562240133445191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2011/02/ano-de-1834-chegada-das-cedulas-para-o.html' title='ANO DE 1834 CHEGADA DAS CÉDULAS PARA O TROCO DO COBRE NA PROVÍNCIA DO PIAUÍ ( e não 1837)'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TUqgYLSK1uI/AAAAAAAAANA/MNI3gJOH1FU/s72-c/TROCO+DO+COBRE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1718434289996687779</id><published>2010-12-24T09:50:00.001-02:00</published><updated>2011-02-03T09:54:47.925-02:00</updated><title type='text'>Mensagem de NATAL de ABIBONDS - JOÃO GUALBERTO ABIB - CONSULTAC</title><content type='html'>Prezados Amigos, Clientes e Amantes da Numismática e da Filatelia Brasileira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensei muito sobre o que dizer aos amigos, neste período de Natal. Depois de inúmeras reflexões sobre a vida, vejo o quanto é difícil dizer algo que nada tenha sido dito pelas milhares de mensagens recebidas neste período, por e-mail. Mas nem por isto, vou deixar passar em branco. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desejo a todos os amigos, familiares e clientes da numismática e filatelia, que Deus nos dê forças nos momentos difíceis, que nos dê a devida compreensão dos fatos, que transformemo-nos em mágicos na operação de nossas vidas aqui na terra. Que esta fração de existência de todos, não seja em vão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que como condutores e construtores de nossas vidas, sempre pela grandeza de nossas almas, vejamos esperança naquilo que não há esperança, que transformemos descida em subida, prejuízo em lucro, tristeza em alegria, que vejamos algum sentido naquilo que não há nenhum sentido e, principalmente, nos dê força e saúde para enfrentarmos nossos medos e na construção das coisas a que nos propomos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Afinal esta é a vida. Empreendemos as atividades pessoais e profissionais, cotidianamente e nem por isto todos terão sucesso material, mas com certeza, muitos apreendem seu lado espiritual. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos se iniciam de diversos ângulos, mas, com resultados diferentes. Entretanto, somos sabedores que o sucesso depende de nosso estado de espírito inicial. Mudar isto para melhor, é se voltar para nós mesmos, dando valor as pequenas coisas em nossa volta, como perceber as cores, o cheiro, o sabor, o verde das plantas, o canto dos pássaros, o barulho ou o silêncio e outras inúmeras coisas singelas e, especialmente, a alegria da alma das pessoas ao nosso redor. Nestas pequenas observações é que surgem idéias e oportunidades, para isto, temos que estar preparados espiritualmente e desarmados de quaisquer fraquezas que prejudiquem nosso crescimento, seja material e ou espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Natal é isto, é fazer com que reflitamos sobre nossa existência, é o período que vemos nossos familiares mais pertos, neste convívio mais próximo, que nos recarregaremos de energia para enfrentarmos, afinal, tudo de novo, no próximo ano. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, construímos nosso futuro e a esperança em nossos semelhantes. Uma das formas de ver sentido naquilo que não parece ter sentido nenhum. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;È a VIDA que nos impulsiona.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO A TODOS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 de Dezembro de 2010 –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Gualberto Abib – ABIBONDS – CONSULTAC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1718434289996687779?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/1718434289996687779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/12/mensagem-de-natal-de-abibonds-joao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1718434289996687779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1718434289996687779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/12/mensagem-de-natal-de-abibonds-joao.html' title='Mensagem de NATAL de ABIBONDS - JOÃO GUALBERTO ABIB - CONSULTAC'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-9107565888648910144</id><published>2010-08-25T15:58:00.002-03:00</published><updated>2010-08-25T16:28:18.552-03:00</updated><title type='text'>DESCOBERTA DE "FABULOSO TESOURO" EM CURITIBA.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos&amp;nbsp;domingos, como de costume, frequento o Largo da Ordem em Curitiba e sempre atento as coisas da numismática. Relatei&amp;nbsp;aos amigos presentes, que no dia anterior, &amp;nbsp;dia 21 de agosto de 2010, estive no encontro promovido pela Sociedade Numismática Brasileira e lá, o grande burburinho do momento, era a descoberta ocorrida em Salvador, na Bahia, das moedas de ouro de 6.400 Réis e o 600 Réis série "J" em prata, ambas do ano 1758 da casa monetária "B", em estado "flôr de cunho".&amp;nbsp; Dentre estes amigos presentes,&amp;nbsp;o amigo Ernâni&amp;nbsp;Costa Straube&amp;nbsp;fez lembrar da descoberta do Tesouro em Curitiba no ano de 1957,&amp;nbsp;e assim, publico abaixo, para apreciação dos leitores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;DESCOBERTA DE "FABULOSO TESOURO" EM CURITIBA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ernâni Costa Straube – Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, texto originariamente publicado no Boletim do IHGPR – Vol LIX – 2008. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No sábado, 19 de outubro de 1957, os operários contratados pela firma "Dias Martins S.A.", proprietária de um armazém na Rua Visconde de Guarapuava, 2807, em Curitiba, procediam à demolição de um prédio residencial de alvenaria, de um pavimento e sótão, adquirido em 1955 e localizado na Rua André de Barros, n.° 720, para a construção de novo edifício.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo corria normal e tranqüilamente quando, ao retirarem o forro do andar térreo, depararam com um pacote de apreciável dimensão, envolto em papel de jornal bastante amarelado. Com curiosidade e avidez, desembrulharam o pacote, em cujo interior encontraram 880 libras esterlinas "de ouro".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A libra esterlina era e é a moeda circulante no Reino Unido (Inglaterra, etc.) e tem alto valor monetário, superior ao dólar americano. Considerada a quantidade de moedas, evidentemente, isso causou um frenesi nos operários. Imediatamente vislumbraram a oportunidade de aquisição de casa própria, bens de consumo e os sonhos foram às alturas...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Três dos operários, Antônio D.S., Manoel J. S. e ildefonso G., que encontraram o embrulho, procuraram dividir o achado em partes iguais, sem beneficiar os demais que ali trabalhavam, afastando-se da obra e tomando destino desconhecido. Os demais operários, inconformados com essa divisão, imediatamente procuraram o mestre de obras tendo este levado quatro moedas ao gerente da firma, Sr. Júlio dos Santos, que por sua vez dirigiu-se à Central de Polícia, na Rua Barão do Rio Branco e lá, junto ao Delegado, Dr. José de Almeida Pimpão, titular da Delegacia de Falsificações e Defraudações em Geral, formulou queixa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O gerente, defendendo os interesses da firma, questionava o direito da "Dias Martins", na metade do "tesouro". A polícia imediatamente determinou a procura dos três operários, cujos endereços foram fornecidos pelo gerente. Não foram encontrados, pois provavelmente tinham entrado em "férias" do serviço e achavam-se festejando a sorte grande.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns dias depois, dia 24, os três operários compareceram à Delegacia e entregaram as 880 moedas de libras esterlinas. Na ocasião, justificando o procedimento que tomaram, alegaram desconhecer a obrigação de dar metade das moedas para a firma para a qual trabalhavam e proprietária do imóvel em demolição e que ao se aperceberem da importância do achado, pensaram em aquinhoar os demais companheiros com algumas moedas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O achado, segundo entendidos e a imprensa divulgou, teria o valor aproximado, na época, de um milhão de cruzeiros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falando à reportagem dos jornais "A Tribuna" e "Estado do Paraná", o carpinteiro Antônio declarou que, não tendo casa própria, iria adquirir um imóvel para a família; o pedreiro Manoel manifestou a intenção de construir sua casa e Ildefonso, desejava permutar sua casa por outra mais confortável, além da aquisição de outros bens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na presença da autoridade policial, foi procedida a divisão, cabendo metade à firma "Dias Martins" e a outra metade aos três felizardos descobridores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imediatamente, correu na cidade o boato de que as moedas eram falsas. O Museu Paranaense, na pessoa do Dr. Júlio Moreira, foi procurado para dar seu parecer, sendo constatada a procedência do boato. De posse das moedas destinadas à firma, um dos diretores da "Dias Martins" dirigiu-se à capital de São Paulo, com o intuito de verificar a autenticidade das moedas e eventualmente vendê-las.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Naquela capital, ao serem minuciosamente examinadas por especialistas, foi constatado serem efetivamente falsas, cessando assim o interesse dos possuidores do "tesouro"; e os sonhos de ouro se desfizeram...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Curitiba, surgiram pelas esquinas vendedores de "libras esterlinas", presumivelmente as encontradas no casarão, pois não era corrente e comum a existência desse tipo de moeda na cidade. Esse foi certamente o clímax apropriado para os malandros entrarem em ação, enganando não só pessoas honestas como casas de crédito, vendendo-as abaixo do valor real. No exame superficial das características e do peso de cada moeda, podia-se verificar não corresponderem às libras verdadeiras. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Evidentemente, a polícia foi acionada para coibir o golpe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos agora à verdade histórica... Em 1888, Militão José da Costa, adquiriu de Joaquim Ventura de Almeida Torres (Juca Tamanqueiro), por três contos de réis, um terreno com cento e vinte palmos, com uma casa de madeira nos fundos, na Rua da Misericórdia n.° 3, onde passou a residir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Posteriormente, essa casa foi demolida e construída outra de material no alinhamento da rua, sob n.° 31, e a partir de 1923, designada como Rua André de Barros, número 259-e na época da venda, n.° 720. A casa, com frente para Rua André de Barros, ficava à direita&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;do rio lvo que por ali ainda passa e o terreno sujeito a inundações freqüentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, canalizado, o rio Ivo acha-se na Travessa da Lapa, por onde trafegam os ônibus e no local da residência foi construído o prédio adquirido posteriormente pelo SENAC.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Militão, nascido em Curitiba em 1846, casado com Balbina Baptista Ribeiro, exerceu diversas atividades profissionais, inclusive políticas. Foi alferes da Guarda Nacional de Rio Negro, como Vereador em Rio Negro assinou a ata de instalação do município, em 15 de novembro de 1870, Presidente e Procurador da referida Câmara, agente do correio naquela cidade, fiscal da Câmara Municipal de Curitiba e também em Curitiba, exerceu o cargo de Secretário da Instrução Pública, cargo em que aposentou-se.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na data comemorativa das bodas de prata do casal, com a festa pronta, Militão veio a falecer em 31 de maio de 1895, sendo velado na casa ainda por receber a pintura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por registro familiar, sabe-se que Militão, possuindo certa quantia de poupança, resolvera permutar os mil réis por libras esterlinas. Sabedor que um determinado industrial curitibano teria condições de efetuar essa transação, fez a troca. Posteriormente, veio a descobrir que as moedas eram de fabricação caseira do referido industrial e a fim de não ser taxado de vítima de um golpe, comprometendo sua honradez e respeitabilidade, embrulhou as libras, retirou o espelho da escada que levava ao andar superior e lançou o pacote à distância, entre o forro e o piso do sótão, onde fora encontrado. Sua mulher Balbina, falecida em 1928, e os filhos tinham conhecimento de que Militão teria enterrado as moedas no quintal da propriedade, em local desconhecido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o "tesouro" ficou esquecido, por muitos anos, por desconhecimento dos familiares de sua localização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O imóvel foi transferido para seu filho, Professor Brasílio Ovídio da Costa, e após seu falecimento em 1946, para os herdeiros. No ano de 1955, a propriedade foi vendida para a referida firma "Dias Martins" que construiu um prédio de dois pavimentos onde se instalou e atualmente sedia o "SENAC".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na ocasião do fato relatado, o filho de Brasílio Ovídio, o advogado Brasílio de França Costa, procurou o Delegado de Falsificações e Defraudações esclarecendo o que a família sabia a respeito, acreditando-se inclusive que esse dinheiro tivesse sido enterrado no quintal da casa e assim encerrou-se esse episódio da descoberta de um "tesouro" em Curitiba que agitou toda a cidade, tomando as manchetes dos jornais locais e foi motivo de muitas conversas nos cafés na década de cinqüenta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-9107565888648910144?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/9107565888648910144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/08/descoberta-de-fabuloso-tesouro-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/9107565888648910144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/9107565888648910144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/08/descoberta-de-fabuloso-tesouro-em.html' title='DESCOBERTA DE &quot;FABULOSO TESOURO&quot; EM CURITIBA.'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1499150915145090588</id><published>2010-07-25T20:15:00.003-03:00</published><updated>2010-07-25T20:22:28.707-03:00</updated><title type='text'>ANO 1854  - MAIS UM FALSÁRIO DE CÉDULAS DO THESOURO APORTA NO BRASIL.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEzGoGAg6JI/AAAAAAAAAMk/Sj3cGtQT3XM/s1600/falsas.1854.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497987637222369426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 313px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEzGoGAg6JI/AAAAAAAAAMk/Sj3cGtQT3XM/s400/falsas.1854.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ministro dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, José Tomás Nabuco de Araújo Filho, Rio de Janeiro, 22 de Agosto de 1854, comunica ao Presidente da Província do Piauhy, (em caráter reservado), “ Constando que José Maria da Costa ou José Maria Leite, subdito Portugues, tendo-se evadido da torre de São Julião em Portugal, procurava terras do Império para refugiar-se, e tendo certo que esse indivíduo, quando morador em Barcelos, Província do Minho, falsificava notas do Banco de Lisboa, e também do Thesouro do Brasil, manda o Governo Imperial, que V. Excia, expeça as ordens convenientes para descobrir, se ele, se acha nesta Província, e ser vigiado escrupulosamente e seu procedimento, convindo que, no caso de retirar-se para outra, V. Excia, comunique ao respectivo Presidente. Em tempo lhe serão enviados os sinais do referido José Maria da Costa ou José Maria Leite ”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam amigos leitores deste BLOG, em 1854, mais falsários de cédulas, tanto portuguesas, como as brasileiras, aportavam no Brasil, e o Governo Imperial, não media esforços para vigiá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por este documento, mais um nome, neste caso, de um cidadão de origem Portuguesa, se divulga, para o conhecimento dos amantes da numismática Brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam com atenção o documento histórico de 1854, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preço deste documento que o possuidor autorizou vendê-lo, separadamente do conjunto, exatamente este da imagem divulgada, antes que me perguntem, é de R$ 2.500,00 Reais, e logicamente, já está incluída minha comissão.&lt;br /&gt;Boa Leitura a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Gualberto Abib&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:abibonds@onda.com.br"&gt;abibonds@onda.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Tomás Nabuco de Araújo Filho&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Biografia - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;José Tomás Nabuco de Araújo Filho (&lt;a title="Salvador (Bahia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_(Bahia)"&gt;Salvador&lt;/a&gt;, &lt;a title="14 de março" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_marÃ§o"&gt;14 de março&lt;/a&gt; de &lt;a title="1813" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1813"&gt;1813&lt;/a&gt; — &lt;a title="19 de março" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/19_de_marÃ§o"&gt;19 de março&lt;/a&gt; de &lt;a title="1878" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1878"&gt;1878&lt;/a&gt;) foi um &lt;a title="Magistrado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Magistrado"&gt;magistrado&lt;/a&gt; e &lt;a title="Política" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PolÃ&amp;shy;tica"&gt;político&lt;/a&gt; &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;brasileiro&lt;/a&gt;. Era filho do também senador &lt;a title="José Tomás Nabuco de Araújo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_TomÃ¡s_Nabuco_de_AraÃºjo"&gt;José Tomás Nabuco de Araújo&lt;/a&gt; e pai do historiador, diplomata e político abolicionista &lt;a title="Joaquim Nabuco" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Nabuco"&gt;Joaquim Nabuco&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Foi deputado geral, presidente de província, &lt;a title="Ministro da Justiça" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ministro_da_JustiÃ§a"&gt;ministro da Justiça&lt;/a&gt; e &lt;a title="Senado Federal do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Senado_Federal_do_Brasil"&gt;senador&lt;/a&gt; do &lt;a title="Brasil Império" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_ImpÃ©rio"&gt;Império do Brasil&lt;/a&gt; de &lt;a title="1858" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1858"&gt;1858&lt;/a&gt; a &lt;a title="1878" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1878"&gt;1878&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como jurisconsulto, foi-lhe confiada pelo Governo Imperial, em &lt;a title="1872" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1872"&gt;1872&lt;/a&gt;, a incumbência estafante de organizar um projeto de Código Civil para o país, já que o projeto de &lt;a title="Teixeira de Freitas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teixeira_de_Freitas"&gt;Teixeira de Freitas&lt;/a&gt; não teve o êxito adequado. Seu Código, segundo ele mesmo, não seria criação de um puro filósofo e, sim de um estadista, pois mais se preocupava do efeito prático da legislação, do seu alcance social, da clareza, compreensão e vastidão da lei, do que da metafísica do Direito. Por essa e outras razões, sua obra, de codificador, seria diferente da de &lt;a title="Teixeira de Freitas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teixeira_de_Freitas"&gt;Teixeira de Freitas&lt;/a&gt;, pois Nabuco de Araújo jamais se isolara do Direito, considerando-o sempre como uma relatividade social, subordinada à existência da comunhão. Sua morte, contudo, impediu-o de realizar tal designação. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_TomÃ¡s_Nabuco_de_AraÃºjo_Filho#cite_note-codificador-0#cite_note-codificador-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seu filho consagrou-lhe o livro Um estadista do Império, considerado uma das grandes obras de referência para se conhecer a história da política brasileira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Anexo:Lista de ministros da Justiça do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_ministros_da_JustiÃ§a_do_Brasil"&gt;Ministro da Justiça do Brasil&lt;/a&gt;&lt;a title="1853" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1853"&gt;1853&lt;/a&gt; — &lt;a title="1857" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1857"&gt;1857&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sucedido por&lt;a title="Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Diogo_Pereira_de_Vasconcelos"&gt;Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Precedido por&lt;a title="Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Diogo_Pereira_de_Vasconcelos"&gt;Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Anexo:Lista de ministros da Justiça do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_ministros_da_JustiÃ§a_do_Brasil"&gt;Ministro da Justiça do Brasil&lt;/a&gt;&lt;a title="1858" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1858"&gt;1858&lt;/a&gt; — &lt;a title="1859" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1859"&gt;1859&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sucedido por&lt;a title="Manuel Vieira Tosta" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Vieira_Tosta"&gt;Manuel Vieira Tosta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Precedido por&lt;a title="Francisco José Furtado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_JosÃ©_Furtado"&gt;Francisco José Furtado&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Anexo:Lista de ministros da Justiça do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_ministros_da_JustiÃ§a_do_Brasil"&gt;Ministro da Justiça do Brasil&lt;/a&gt;&lt;a title="1865" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1865"&gt;1865&lt;/a&gt; — &lt;a title="1866" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1866"&gt;1866&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sucedido por&lt;a title="João Lustosa da Cunha Paranaguá" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JoÃ£o_Lustosa_da_Cunha_ParanaguÃ¡"&gt;João Lustosa da Cunha Paranaguá&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1499150915145090588?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/1499150915145090588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/ano-1854-mais-um-falsario-de-cedulas-do.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1499150915145090588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1499150915145090588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/ano-1854-mais-um-falsario-de-cedulas-do.html' title='ANO 1854  - MAIS UM FALSÁRIO DE CÉDULAS DO THESOURO APORTA NO BRASIL.'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEzGoGAg6JI/AAAAAAAAAMk/Sj3cGtQT3XM/s72-c/falsas.1854.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-8305234007445301525</id><published>2010-07-25T16:52:00.003-03:00</published><updated>2010-07-25T20:24:57.473-03:00</updated><title type='text'>Ano 1852 Moedas Falsas de Portugal, Espanha e Inglaterra vindo ao Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEyWnOX_XwI/AAAAAAAAAMc/49Wd1U97xMY/s1600/falsas.1852b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497934845730316034" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 308px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEyWnOX_XwI/AAAAAAAAAMc/49Wd1U97xMY/s400/falsas.1852b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ministro dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, José Ildefonso de Sousa Ramos, Barão das Três Barras, Rio de Janeiro, 13 de Agosto de 1852, comunica ao Presidente da Província do Piauhy, (em caráter reservado), “ Por comunicação da Legação Imperial em Portugal, teve o Governo, notícia de se terem descoberto na cidade do Porto, vários cunhos de moeda Portuguesa, Inglesa e Espanhola, todos perfeitos, sendo porem da maior perfeição os de soberanos ingleses, também se descobriu e apreendeu, uma porção de moedas falsas já cunhadas. Cumpre, pois, que V. Excia, tome as necessárias providências para prevenir a entrada de tais moedas, nessa Província, e igualmente, para fazer capturar os introdutores.”&lt;br /&gt;Vejam amigos leitores, mais notícias sobre falsificação de moedas, agora as de Portugal, Espanha e Inglaterra, vindo ao Brasil em 1852. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vejam com atenção o documento histórico de 1852, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil,  versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preço deste documento que o possuidor autorizou vendê-lo, separadamente do conjunto,  exatamente este da imagem divulgada, antes que me perguntem, é de R$ 2.500,00 Reais, e logicamente, já está incluída minha comissão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Boa Leitura a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Gualberto Abib&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:abibonds@onda.com.br"&gt;abibonds@onda.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Biografia extraída da WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;José Ildefonso de Sousa Ramos, barão das Três Barras e 2.º &lt;a title="Visconde de Jaguari" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Visconde_de_Jaguari"&gt;visconde com grandeza de Jaguari&lt;/a&gt;, (&lt;a title="Baependi" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Baependi"&gt;Baependi&lt;/a&gt;, &lt;a title="28 de setembro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/28_de_setembro"&gt;28 de setembro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1812" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1812"&gt;1812&lt;/a&gt; — &lt;a title="23 de julho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/23_de_julho"&gt;23 de julho&lt;/a&gt; de &lt;a title="1883" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1883"&gt;1883&lt;/a&gt;) foi um &lt;a title="Advogado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Advogado"&gt;advogado&lt;/a&gt; e &lt;a title="Política" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PolÃ&amp;shy;tica"&gt;político&lt;/a&gt; &lt;a title="Brasileiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasileiro"&gt;brasileiro&lt;/a&gt;. Formou-se na &lt;a title="Faculdade de Direito de São Paulo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Faculdade_de_Direito_de_SÃ£o_Paulo"&gt;Faculdade de Direito de São Paulo&lt;/a&gt; em &lt;a title="1834" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1834"&gt;1834&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Foi deputado geral, presidente das províncias de &lt;a title="Piauí" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PiauÃ&amp;shy;"&gt;Piauí&lt;/a&gt;, &lt;a title="Minas Gerais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Minas_Gerais"&gt;Minas Gerais&lt;/a&gt; e &lt;a title="Pernambuco" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pernambuco"&gt;Pernambuco&lt;/a&gt;, &lt;a title="Ministro da Justiça" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ministro_da_JustiÃ§a"&gt;ministro da Justiça&lt;/a&gt; e &lt;a title="Senado Federal do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Senado_Federal_do_Brasil"&gt;senador&lt;/a&gt; do &lt;a title="Brasil Império" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_ImpÃ©rio"&gt;Império do Brasil&lt;/a&gt; de &lt;a title="1853" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1853"&gt;1852&lt;/a&gt; a &lt;a title="1883" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1883"&gt;1883&lt;/a&gt;. Foi também conselheiro da seção de justiça do Conselho de Estado em &lt;a title="1872" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1872"&gt;1872&lt;/a&gt;, emitindo parecer pela cessação da escravidão nos casos de graça imperial para crimes com prisão perpétua.&lt;br /&gt;Filho de Tomé Venâncio Ramos e de Ana Leonor de Sousa, casou-se com Henriqueta Carolina de Sousa Ramos. Cavaleiro e grã-cruz da &lt;a title="Imperial Ordem da Rosa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imperial_Ordem_da_Rosa"&gt;Imperial Ordem da Rosa&lt;/a&gt; e comendador e grã-cruz da &lt;a title="Imperial Ordem de Cristo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imperial_Ordem_de_Cristo"&gt;Imperial Ordem de Cristo&lt;/a&gt;, recebeu o baronato por decreto imperial de &lt;a title="19 de outubro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/19_de_outubro"&gt;19 de outubro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1867" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1867"&gt;1867&lt;/a&gt;, cujo nome provém de sua fazenda em &lt;a title="Valença (Rio de Janeiro)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ValenÃ§a_(Rio_de_Janeiro)"&gt;Valença&lt;/a&gt;, e o viscondado com grandezas por decreto imperial de &lt;a title="15 de outubro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_outubro"&gt;15 de outubro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1872" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1872"&gt;1872&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-8305234007445301525?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/8305234007445301525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/ano-1852-moedas-falsas-de-portugal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/8305234007445301525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/8305234007445301525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/ano-1852-moedas-falsas-de-portugal.html' title='Ano 1852 Moedas Falsas de Portugal, Espanha e Inglaterra vindo ao Brasil'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEyWnOX_XwI/AAAAAAAAAMc/49Wd1U97xMY/s72-c/falsas.1852b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-4532870703092755998</id><published>2010-07-25T16:23:00.004-03:00</published><updated>2010-07-25T20:26:48.927-03:00</updated><title type='text'>ANO 1851  - NOME DO FABRICANTE E OU INTRODUTOR DE MOEDA FALSA, NO IMPÉRIO DO BRASIL.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEyPq_tWbyI/AAAAAAAAAMU/JcjnuXcpFxs/s1600/falsas.1851.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497927213931458338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 303px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEyPq_tWbyI/AAAAAAAAAMU/JcjnuXcpFxs/s400/falsas.1851.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ministro dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara, Rio de Janeiro, 03 de janeiro de 1851, comunica ao Presidente da Província do Piauhy, (em caráter reservado), “ que constando por ofício que foi dirigido pelo Presidente da Província da Bahia, que muito difícil se tornou capturar naquela Província, o indivíduo de nome José da Rocha Medrado, fabricante ou introdutor de moeda falsa e ainda possível e até mesmo provável, que o mesmo José da Rocha Medrado, apareça em Paranaguá, ou para visitar a família, ou a negócios, como V. Excia, comunicou ao Presidente da Província da Bahia, muito convém e recomenda a V. Excia, que todas as providências para que seja preciso, seja efetuada, se o dito Medrado aparecer no termo de Paranaguá, ou em outro qualquer desta Província”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam amigos leitores deste BLOG, em 1851, agora temos um nome, de uma pessoa que talvez fosse residente na cidade de Paranaguá, e que, estava sendo capturado a pedido do Ministro dos Negócios da Justiça do Imperio do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este, até agora, foi o primeiro documento de que trata de moeda falsa e divulga um nome de um provável falsificador. Os demais documentos, falam em moedas falsas, mas não divulgam nenhum nome. Sem dúvida, um documento valioso e importante para o estudo da numismática Brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez e provavelmente, este é o primeiro nome divulgado, de um provável falsificador e ou introdutor de moeda no Brasil, isto no ano de 1851.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam com atenção o documento histórico de 1851, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil,  versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preço deste documento que o possuidor autorizou vendê-lo, separadamente do conjunto,  exatamente este da imagem divulgada, antes que me perguntem, é de R$ 2.500,00 Reais, e logicamente, já está incluída minha comissão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Boa Leitura a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Gualberto Abib&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:abibonds@onda.com.br"&gt;abibonds@onda.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo a Biografia obtida através da WIKIPEDIA, a enciclopédia Livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EusÃ©bio_de_QueirÃ³s#cite_note-1"&gt;[2]&lt;/a&gt; (&lt;a title="São Paulo de Luanda" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ£o_Paulo_de_Luanda"&gt;São Paulo de Luanda&lt;/a&gt;, &lt;a title="1812" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1812"&gt;1812&lt;/a&gt; — &lt;a title="Rio de Janeiro (cidade)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(cidade)"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt;, &lt;a title="7 de maio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/7_de_maio"&gt;7 de maio&lt;/a&gt; de &lt;a title="1868" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1868"&gt;1868&lt;/a&gt;) foi um &lt;a title="Magistrado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Magistrado"&gt;magistrado&lt;/a&gt; e &lt;a title="Política" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PolÃ&amp;shy;tica"&gt;político&lt;/a&gt; &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;brasileiro&lt;/a&gt;. Foi ministro da Justiça (&lt;a title="1848" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1848"&gt;1848&lt;/a&gt;-&lt;a title="1852" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1852"&gt;1852&lt;/a&gt;) e, neste cargo, foi o autor de uma das mais importantes leis do &lt;a title="Brasil Império" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_ImpÃ©rio"&gt;império&lt;/a&gt;, a &lt;a title="Lei Eusébio de Queirós" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_EusÃ©bio_de_QueirÃ³s"&gt;Lei Eusébio de Queirós&lt;/a&gt;, que reprimia o &lt;a title="Tráfico negreiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/TrÃ¡fico_negreiro"&gt;tráfico negreiro&lt;/a&gt; e estabelecia sua posterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era filho de &lt;a title="Eusébio de Queirós Coutinho da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EusÃ©bio_de_QueirÃ³s_Coutinho_da_Silva"&gt;Eusébio de Queirós Coutinho da Silva&lt;/a&gt; e Catarina Matoso de Queirós Câmara. Seu pai, assim com seu avô, exerceram o cargo de ouvidor-geral da comarca de &lt;a title="Angola" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Angola"&gt;Angola&lt;/a&gt;.Quando tinha apenas três anos de idade, sua família mudou-se para o &lt;a title="Rio de Janeiro (cidade)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(cidade)"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt;, cidade onde estava a corte do Príncipe Regente de Portugal, futuro rei &lt;a title="João VI de Portugal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JoÃ£o_VI_de_Portugal"&gt;D. João VI&lt;/a&gt;. Seu pai, depois de exercer diversos cargos de juiz, foi eleito representante de &lt;a title="Angola" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Angola"&gt;Angola&lt;/a&gt; às Cortes Portuguesas em &lt;a title="1821" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1821"&gt;1821&lt;/a&gt;, mas logo aderiu ao movimento de &lt;a title="Independência do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IndependÃªncia_do_Brasil"&gt;Independência do Brasil&lt;/a&gt; e fez parte do primeiro corpo de ministros do &lt;a title="Supremo Tribunal Federal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Supremo_Tribunal_Federal"&gt;Supremo Tribunal de Justiça&lt;/a&gt; do Brasil.Casou-se com Maria Custódia Ribeiro de Oliveira Queirós que era filha do rico capitalista e comendador Manuel José Ribeiro de Oliveira e de &lt;a title="Engrácia Maria da Costa Ribeiro Pereira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EngrÃ¡cia_Maria_da_Costa_Ribeiro_Pereira"&gt;Engrácia Maria da Costa Ribeiro Pereira&lt;/a&gt;, futura &lt;a title="Condessa da Piedade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Condessa_da_Piedade"&gt;condessa da Piedade&lt;/a&gt; (casada, em segundas núpcias, com &lt;a title="José Clemente Pereira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_Clemente_Pereira"&gt;José Clemente Pereira&lt;/a&gt;).Seu filho Eusébio de Queirós Matoso Ribeiro casou com uma filha do seu aliado político &lt;a title="José Carneiro da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_Carneiro_da_Silva"&gt;José Carneiro da Silva&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EusÃ©bio_de_QueirÃ³s#cite_note-MarcoPolo-2"&gt;[3]&lt;/a&gt; o primeiro barão e primeiro visconde de Araruama, líder do &lt;a title="Partido conservador" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_conservador"&gt;partido conservador&lt;/a&gt; do &lt;a title="Rio de Janeiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt;. Seu outro filho, Manuel de Queirós Matoso Ribeiro, casou com uma filha de &lt;a title="Manuel Carneiro da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Carneiro_da_Silva"&gt;Manuel Carneiro da Silva&lt;/a&gt;, o segundo barão e visconde de Ururaí, a qual também era neta de &lt;a title="José Carneiro da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_Carneiro_da_Silva"&gt;José Carneiro da Silva&lt;/a&gt;, o primeiro barão e visconde de Araruama, e do &lt;a title="Duque de Caxias" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Duque_de_Caxias"&gt;duque de Caxias&lt;/a&gt;.&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EusÃ©bio_de_QueirÃ³s#cite_note-MarcoPolo-2"&gt;[3]&lt;/a&gt; Sua filha Catarina Matoso da Câmara casou com o conselheiro &lt;a title="Rodrigo Augusto da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodrigo_Augusto_da_Silva"&gt;Rodrigo Augusto da Silva&lt;/a&gt;, filho do aliado político &lt;a title="José Manuel da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_Manuel_da_Silva"&gt;José Manuel da Silva&lt;/a&gt;, o barão de Tietê, líder do &lt;a title="Partido conservador" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_conservador"&gt;partido conservador&lt;/a&gt; de &lt;a title="São Paulo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ£o_Paulo"&gt;São Paulo&lt;/a&gt;. O conselheiro &lt;a title="Rodrigo Augusto da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodrigo_Augusto_da_Silva"&gt;Rodrigo Augusto da Silva&lt;/a&gt; foi autor e co-assinante da &lt;a title="Lei Áurea" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_Ãurea"&gt;lei Áurea&lt;/a&gt;.Foi bisavô de &lt;a title="Eusébio Matoso" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EusÃ©bio_Matoso"&gt;Eusébio Matoso&lt;/a&gt;, empreendedor da &lt;a title="Capital paulista" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capital_paulista"&gt;capital paulista&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;QUANTO A PESQUISA DA GRAFIA DA ASSINATURA, ele assinava Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. Errou o senado Federal e errou a Wikipédia.&lt;br /&gt;Olhem os links abaixos: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;· &lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=InoYAAAAYAAJ&amp;amp;pg=PA112&amp;amp;lpg=PA112&amp;amp;dq=%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=AnsY249kry&amp;amp;sig=HzzImzYBtVgpwRnvgYFWDuQ8-8U&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ei=qWlMTJMyyYy4B83MnLoN&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=3&amp;amp;ved=0CBsQ6AEwAg"&gt;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - Resultado da Pesquisa de livros do Google&lt;/a&gt;Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro ... - 1839 - ArtEusebio de Queirós Coitinho Mattoso Camara: — «Que so convidem os Srs. Joaquim Gonçalves Ledo, Jose Clemente Pereira e Januario da Cunha Barbosa, ...books.google.com.br/books?id=InoYAAAAYAAJ... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;· &lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=O57NR2rbWeAC&amp;amp;pg=PA358&amp;amp;lpg=PA358&amp;amp;dq=%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=e5X_2XwKk4&amp;amp;sig=S3NCcM5aoBpQlQd-5Nz5Gj9mY6E&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ei=qWlMTJMyyYy4B83MnLoN&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=4&amp;amp;ved=0CB0Q6AEwAw"&gt;Policing Rio de Janeiro: repression and resistance in a ... - Resultado da Pesquisa de livros do Google&lt;/a&gt;Thomas H. Holloway - 1993 - History - 369 páginasros Eusébio de Queirós Coitinho da Silva e Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. Rio de Janeiro, 1885. Richardson, James F. ...books.google.com.br/books?isbn=0804720568...· [PDF] &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/569InaraGarcia.pdf"&gt;“CERTAME DE ATLETAS VIGOROSOS”: UMA ANÁLISE DOS PROCESSOS DE ...&lt;/a&gt;Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - &lt;a href="http://docs.google.com/viewer?a=v&amp;amp;q=cache:hw1c22gCYN8J:www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/569InaraGarcia.pdf+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;gl=br&amp;amp;pid=bl&amp;amp;srcid=ADGEESgy67mPDWExkGtlNEX01t-2i4lBeQ5A7cacZZ9kO6LTg1_0p_gYzDPSM6r2NvKDl1eb5Ahg233wFGZrjf0MZswchOoCoGLsV3wjdYqJktHq0Cm2QKWek-9jWwJjFjvaLgGQuvvl&amp;amp;sig=AHIEtbQMbo7ydn3sTnYVVzUmWcrglK91fQ"&gt;Visualização rápida&lt;/a&gt;(2002) Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Câmara (Verbete). Dicionário de Educadores no Brasil. Da Colônia aos Dias Atuais. FÁVERO E BRITO (Orgs). 2ª ...www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/569InaraGarcia.pdf· [PDF] &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/478AngelicaBorges_DimasNeves.pdf"&gt;DISPOSITIVOS DISCIPLINARES NA CORTE IMPERIAL E EM MATO GROSSO: A ...&lt;/a&gt;Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - &lt;a href="http://docs.google.com/viewer?a=v&amp;amp;q=cache:3Bz4FbY-DNgJ:www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/478AngelicaBorges_DimasNeves.pdf+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;gl=br&amp;amp;pid=bl&amp;amp;srcid=ADGEESg_XiqKJI6cyaDMlsBF1q5CY7EWGjo4TNr1Low-dZRMIgFtotMoe--OJeudcmE7GHAcEji6sxf-itXrZMLoK-kygip9Vl1RxDrjRD4ikW45p75L9lDW_q8AJjUZMRybDIvw5Q0u&amp;amp;sig=AHIEtbSsGGBkenzpBsXiCkWmLOhEUfImYw"&gt;Visualização rápida&lt;/a&gt;Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. In: FÁVERO, M.L.A.; BRITO J.M. (2002). 2ª ed. Dicionário dos educadores no Brasil: da colônia aos dias atuais. ...www.faced.ufu.br/.../anais/.../478AngelicaBorges_DimasNeves.pdf - &lt;a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;amp;q=related:www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/478AngelicaBorges_DimasNeves.pdf+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;tbo=1&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=qWlMTJMyyYy4B83MnLoN&amp;amp;ved=0CCUQHzAF"&gt;Similares&lt;/a&gt;· &lt;a href="http://www.familysearch.org/Eng/Search/ancestorsearchresults.asp?last_name=De%20Camara"&gt;All Resources Search Results&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;EUSEBIO DE QUEIROS COITINHO MATTOSO CAMARA - International Genealogical Index / AF Gender: Male Birth: 27 DEC 1812 Sao Paulo De Loanda, Luanda, Angola ...www.familysearch.org/Eng/.../ancestorsearchresults.asp?last... - &lt;a href="http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:cPVRD8-hG2sJ:www.familysearch.org/Eng/Search/ancestorsearchresults.asp%3Flast_name%3DDe%2520Camara+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;cd=7&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;gl=br"&gt;Em cache&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;· &lt;a href="http://sistemas3.usp.br/tycho/curriculoLattesMostrar?codpes=6064292"&gt;Currículo do Sistema de Currículos Lattes (Inára de Almeida Garcia ...&lt;/a&gt;Verbete de Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. Dicionário de Educadores do Brasil da Colõnia Aos Dias Atuais, Rio De Janeiro, p. 316-325, 2002. ...sistemas3.usp.br/tycho/curriculoLattesMostrar?... - &lt;a href="http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:1LLBLIb_PyMJ:sistemas3.usp.br/tycho/curriculoLattesMostrar%3Fcodpes%3D6064292+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;cd=8&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;gl=br"&gt;Em cache&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;amp;q=related:sistemas3.usp.br/tycho/curriculoLattesMostrar%3Fcodpes%3D6064292+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;tbo=1&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=qWlMTJMyyYy4B83MnLoN&amp;amp;ved=0CC4QHzAH"&gt;Similares&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-4532870703092755998?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/4532870703092755998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/ano-1851-nome-de-fabricante-ou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/4532870703092755998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/4532870703092755998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/ano-1851-nome-de-fabricante-ou.html' title='ANO 1851  - NOME DO FABRICANTE E OU INTRODUTOR DE MOEDA FALSA, NO IMPÉRIO DO BRASIL.'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEyPq_tWbyI/AAAAAAAAAMU/JcjnuXcpFxs/s72-c/falsas.1851.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-84654098957391455</id><published>2010-07-24T22:25:00.009-03:00</published><updated>2010-07-25T20:28:22.766-03:00</updated><title type='text'>Ano 1850 Moedas Falsas de Ouro na Bahia e Piauhy</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEuVSWvMZeI/AAAAAAAAAMM/0w8JKIMfk_Q/s1600/falsas.1850a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497651912709531106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 312px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEuVSWvMZeI/AAAAAAAAAMM/0w8JKIMfk_Q/s400/falsas.1850a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Ministro dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara, Rio de Janeiro, 17 de junho de 1850, comunica ao Presidente da Província do Piauhy, (em caráter reservado) que ficou inteirado das providencias que fora dado e reclamado da Presidência da Província da Bahia, para facilitar a prisão de falsificadores e introdutores de moeda de ouro, que se estabeleceram nos limites das Províncias da Bahia e Piauhy, e em resposta tem a significar que só não aprovou tais medidas, como louvou o zêlo com que se promove a perseguição de criminosos tão importantes, restando recomendar que se prossiga com as diligencias, encarregando as pessoas em bem compreender o alcance das medidas tomadas, certo de que serão aprovadas as despesas que se fizer e forem necessárias para o bom resultado destas diligencias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se vê meus amigos leitores deste BLOG, também se falsificavam moedas de ouro naquela época, e a prova, está no texto ora reproduzido com atualizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou nas bibliotecas me aprofundar mais sobre este documento, pois a assinatura está com a grafia EUSÉBIO DE QUEIRÓS COITINHO MATTOSO CAMARA, e algo está errado, pois seria COUTINHO e não COITINHO, e o MATTOSO está com dois “T” e não somente com um “T”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vou me aprofundar melhor, sobre a grafia da assinatura deste documento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;( Obs. Resultado da pesquisa já feita, em 25/07/2010, olhe ao final do trabalho.) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vejam com atenção o documento histórico de 1850, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil,  versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preço deste documento que o possuidor autorizou vendê-lo, separadamente do conjunto,  exatamente este da imagem divulgada, antes que me perguntem, é de R$ 2.500,00 Reais, e logicamente, já está incluída minha comissão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Boa Leitura a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Gualberto Abib&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:abibonds@onda.com.br"&gt;abibonds@onda.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo a Biografia obtida através da WIKIPEDIA, a enciclopédia Livre.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EusÃ©bio_de_QueirÃ³s#cite_note-1"&gt;[2]&lt;/a&gt; (&lt;a class="mw-redirect" title="São Paulo de Luanda" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ£o_Paulo_de_Luanda"&gt;São Paulo de Luanda&lt;/a&gt;, &lt;a title="1812" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1812"&gt;1812&lt;/a&gt; — &lt;a title="Rio de Janeiro (cidade)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(cidade)"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt;, &lt;a title="7 de maio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/7_de_maio"&gt;7 de maio&lt;/a&gt; de &lt;a title="1868" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1868"&gt;1868&lt;/a&gt;) foi um &lt;a title="Magistrado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Magistrado"&gt;magistrado&lt;/a&gt; e &lt;a title="Política" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PolÃ&amp;shy;tica"&gt;político&lt;/a&gt; &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;brasileiro&lt;/a&gt;. Foi ministro da Justiça (&lt;a title="1848" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1848"&gt;1848&lt;/a&gt;-&lt;a title="1852" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1852"&gt;1852&lt;/a&gt;) e, neste cargo, foi o autor de uma das mais importantes leis do &lt;a class="mw-redirect" title="Brasil Império" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_ImpÃ©rio"&gt;império&lt;/a&gt;, a &lt;a title="Lei Eusébio de Queirós" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_EusÃ©bio_de_QueirÃ³s"&gt;Lei Eusébio de Queirós&lt;/a&gt;, que reprimia o &lt;a title="Tráfico negreiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/TrÃ¡fico_negreiro"&gt;tráfico negreiro&lt;/a&gt; e estabelecia sua posterior.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era filho de &lt;a title="Eusébio de Queirós Coutinho da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EusÃ©bio_de_QueirÃ³s_Coutinho_da_Silva"&gt;Eusébio de Queirós Coutinho da Silva&lt;/a&gt; e Catarina Matoso de Queirós Câmara. Seu pai, assim com seu avô, exerceram o cargo de ouvidor-geral da comarca de &lt;a title="Angola" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Angola"&gt;Angola&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Quando tinha apenas três anos de idade, sua família mudou-se para o &lt;a title="Rio de Janeiro (cidade)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(cidade)"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt;, cidade onde estava a corte do Príncipe Regente de Portugal, futuro rei &lt;a title="João VI de Portugal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JoÃ£o_VI_de_Portugal"&gt;D. João VI&lt;/a&gt;. Seu pai, depois de exercer diversos cargos de juiz, foi eleito representante de &lt;a title="Angola" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Angola"&gt;Angola&lt;/a&gt; às Cortes Portuguesas em &lt;a title="1821" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1821"&gt;1821&lt;/a&gt;, mas logo aderiu ao movimento de &lt;a title="Independência do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IndependÃªncia_do_Brasil"&gt;Independência do Brasil&lt;/a&gt; e fez parte do primeiro corpo de ministros do &lt;a title="Supremo Tribunal Federal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Supremo_Tribunal_Federal"&gt;Supremo Tribunal de Justiça&lt;/a&gt; do Brasil.&lt;br /&gt;Casou-se com Maria Custódia Ribeiro de Oliveira Queirós que era filha do rico capitalista e comendador Manuel José Ribeiro de Oliveira e de &lt;a title="Engrácia Maria da Costa Ribeiro Pereira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EngrÃ¡cia_Maria_da_Costa_Ribeiro_Pereira"&gt;Engrácia Maria da Costa Ribeiro Pereira&lt;/a&gt;, futura &lt;a class="mw-redirect" title="Condessa da Piedade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Condessa_da_Piedade"&gt;condessa da Piedade&lt;/a&gt; (casada, em segundas núpcias, com &lt;a title="José Clemente Pereira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_Clemente_Pereira"&gt;José Clemente Pereira&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;Seu filho Eusébio de Queirós Matoso Ribeiro casou com uma filha do seu aliado político &lt;a title="José Carneiro da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_Carneiro_da_Silva"&gt;José Carneiro da Silva&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EusÃ©bio_de_QueirÃ³s#cite_note-MarcoPolo-2"&gt;[3]&lt;/a&gt; o primeiro barão e primeiro visconde de Araruama, líder do &lt;a class="mw-redirect" title="Partido conservador" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_conservador"&gt;partido conservador&lt;/a&gt; do &lt;a title="Rio de Janeiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt;. Seu outro filho, Manuel de Queirós Matoso Ribeiro, casou com uma filha de &lt;a title="Manuel Carneiro da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Carneiro_da_Silva"&gt;Manuel Carneiro da Silva&lt;/a&gt;, o segundo barão e visconde de Ururaí, a qual também era neta de &lt;a title="José Carneiro da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_Carneiro_da_Silva"&gt;José Carneiro da Silva&lt;/a&gt;, o primeiro barão e visconde de Araruama, e do &lt;a title="Duque de Caxias" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Duque_de_Caxias"&gt;duque de Caxias&lt;/a&gt;.&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EusÃ©bio_de_QueirÃ³s#cite_note-MarcoPolo-2"&gt;[3]&lt;/a&gt; Sua filha Catarina Matoso da Câmara casou com o conselheiro &lt;a title="Rodrigo Augusto da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodrigo_Augusto_da_Silva"&gt;Rodrigo Augusto da Silva&lt;/a&gt;, filho do aliado político &lt;a title="José Manuel da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_Manuel_da_Silva"&gt;José Manuel da Silva&lt;/a&gt;, o barão de Tietê, líder do &lt;a class="mw-redirect" title="Partido conservador" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_conservador"&gt;partido conservador&lt;/a&gt; de &lt;a title="São Paulo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ£o_Paulo"&gt;São Paulo&lt;/a&gt;. O conselheiro &lt;a title="Rodrigo Augusto da Silva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodrigo_Augusto_da_Silva"&gt;Rodrigo Augusto da Silva&lt;/a&gt; foi autor e co-assinante da &lt;a title="Lei Áurea" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_Ãurea"&gt;lei Áurea&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Foi bisavô de &lt;a title="Eusébio Matoso" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EusÃ©bio_Matoso"&gt;Eusébio Matoso&lt;/a&gt;, empreendedor da &lt;a class="mw-redirect" title="Capital paulista" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capital_paulista"&gt;capital paulista&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUANTO A PESQUISA DA GRAFIA DA ASSINATURA, ele assinava Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. Errou o senado Federal e errou a Wikipédia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Olhem os links abaixos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;· &lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=InoYAAAAYAAJ&amp;amp;pg=PA112&amp;amp;lpg=PA112&amp;amp;dq=%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=AnsY249kry&amp;amp;sig=HzzImzYBtVgpwRnvgYFWDuQ8-8U&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ei=qWlMTJMyyYy4B83MnLoN&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=3&amp;amp;ved=0CBsQ6AEwAg"&gt;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - Resultado da Pesquisa de livros do Google&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro ... - 1839 - ArtEusebio de Queirós Coitinho Mattoso Camara: — «Que so convidem os Srs. Joaquim Gonçalves Ledo, Jose Clemente Pereira e Januario da Cunha Barbosa, ...books.google.com.br/books?id=InoYAAAAYAAJ...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;· &lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=O57NR2rbWeAC&amp;amp;pg=PA358&amp;amp;lpg=PA358&amp;amp;dq=%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=e5X_2XwKk4&amp;amp;sig=S3NCcM5aoBpQlQd-5Nz5Gj9mY6E&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ei=qWlMTJMyyYy4B83MnLoN&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=4&amp;amp;ved=0CB0Q6AEwAw"&gt;Policing Rio de Janeiro: repression and resistance in a ... - Resultado da Pesquisa de livros do Google&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Thomas H. Holloway - 1993 - History - 369 páginasros Eusébio de Queirós Coitinho da Silva e Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. Rio de Janeiro, 1885. Richardson, James F. ...books.google.com.br/books?isbn=0804720568...&lt;br /&gt;· [PDF] &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/569InaraGarcia.pdf"&gt;“CERTAME DE ATLETAS VIGOROSOS”: UMA ANÁLISE DOS PROCESSOS DE ...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - &lt;a href="http://docs.google.com/viewer?a=v&amp;amp;q=cache:hw1c22gCYN8J:www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/569InaraGarcia.pdf+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;gl=br&amp;amp;pid=bl&amp;amp;srcid=ADGEESgy67mPDWExkGtlNEX01t-2i4lBeQ5A7cacZZ9kO6LTg1_0p_gYzDPSM6r2NvKDl1eb5Ahg233wFGZrjf0MZswchOoCoGLsV3wjdYqJktHq0Cm2QKWek-9jWwJjFjvaLgGQuvvl&amp;amp;sig=AHIEtbQMbo7ydn3sTnYVVzUmWcrglK91fQ"&gt;Visualização rápida&lt;/a&gt;(2002) Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Câmara (Verbete). Dicionário de Educadores no Brasil. Da Colônia aos Dias Atuais. FÁVERO E BRITO (Orgs). 2ª ...www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/569InaraGarcia.pdf&lt;br /&gt;· [PDF] &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/478AngelicaBorges_DimasNeves.pdf"&gt;DISPOSITIVOS DISCIPLINARES NA CORTE IMPERIAL E EM MATO GROSSO: A ...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - &lt;a href="http://docs.google.com/viewer?a=v&amp;amp;q=cache:3Bz4FbY-DNgJ:www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/478AngelicaBorges_DimasNeves.pdf+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;gl=br&amp;amp;pid=bl&amp;amp;srcid=ADGEESg_XiqKJI6cyaDMlsBF1q5CY7EWGjo4TNr1Low-dZRMIgFtotMoe--OJeudcmE7GHAcEji6sxf-itXrZMLoK-kygip9Vl1RxDrjRD4ikW45p75L9lDW_q8AJjUZMRybDIvw5Q0u&amp;amp;sig=AHIEtbSsGGBkenzpBsXiCkWmLOhEUfImYw"&gt;Visualização rápida&lt;/a&gt;Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. In: FÁVERO, M.L.A.; BRITO J.M. (2002). 2ª ed. Dicionário dos educadores no Brasil: da colônia aos dias atuais. ...www.faced.ufu.br/.../anais/.../478AngelicaBorges_DimasNeves.pdf - &lt;a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;amp;q=related:www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/478AngelicaBorges_DimasNeves.pdf+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;tbo=1&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=qWlMTJMyyYy4B83MnLoN&amp;amp;ved=0CCUQHzAF"&gt;Similares&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;· &lt;a href="http://www.familysearch.org/Eng/Search/ancestorsearchresults.asp?last_name=De%20Camara"&gt;All Resources Search Results&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;EUSEBIO DE QUEIROS COITINHO MATTOSO CAMARA - International Genealogical Index / AF Gender: Male Birth: 27 DEC 1812 Sao Paulo De Loanda, Luanda, Angola ...www.familysearch.org/Eng/.../ancestorsearchresults.asp?last... - &lt;a href="http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:cPVRD8-hG2sJ:www.familysearch.org/Eng/Search/ancestorsearchresults.asp%3Flast_name%3DDe%2520Camara+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;cd=7&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;gl=br"&gt;Em cache&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;· &lt;a href="http://sistemas3.usp.br/tycho/curriculoLattesMostrar?codpes=6064292"&gt;Currículo do Sistema de Currículos Lattes (Inára de Almeida Garcia ...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Verbete de Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. Dicionário de Educadores do Brasil da Colõnia Aos Dias Atuais, Rio De Janeiro, p. 316-325, 2002. ...sistemas3.usp.br/tycho/curriculoLattesMostrar?... - &lt;a href="http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:1LLBLIb_PyMJ:sistemas3.usp.br/tycho/curriculoLattesMostrar%3Fcodpes%3D6064292+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;cd=8&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;gl=br"&gt;Em cache&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;amp;q=related:sistemas3.usp.br/tycho/curriculoLattesMostrar%3Fcodpes%3D6064292+%22EUS%C3%89BIO+DE+QUEIR%C3%93S+COITINHO+MATTOSO+CAMARA%22&amp;amp;tbo=1&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=qWlMTJMyyYy4B83MnLoN&amp;amp;ved=0CC4QHzAH"&gt;Similares&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-84654098957391455?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/84654098957391455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/ano-1850-moedas-falsas-de-ouro-na-bahia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/84654098957391455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/84654098957391455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/ano-1850-moedas-falsas-de-ouro-na-bahia.html' title='Ano 1850 Moedas Falsas de Ouro na Bahia e Piauhy'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEuVSWvMZeI/AAAAAAAAAMM/0w8JKIMfk_Q/s72-c/falsas.1850a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-538759521058984528</id><published>2010-07-24T21:34:00.004-03:00</published><updated>2010-07-25T20:30:31.997-03:00</updated><title type='text'>ANO 1845 - CÉDULAS FALSAS PARA O TROCO DO COBRE NA PROVÍNCIA DO PIAUHY</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEuIsy8vtsI/AAAAAAAAAME/_-EkP_HZ1bg/s1600/falsas.1845.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497638073308001986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 304px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEuIsy8vtsI/AAAAAAAAAME/_-EkP_HZ1bg/s400/falsas.1845.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 8 de fevereiro de 1845, o Conde do Rio Pardo, Presidente da Província do Pauhy, comunica ao Sr. Angelo Carlos Muniz, então Vice-Presidente da Província do Maranhão, - “.....que entrou em circulação no giro daquela Província de uma grande porção de notas de 20$000Réis da 1ª e 2ª Série da 2ª Estampa, e de 100$000 Réis, também da 2ª Estampa e haver-se encontrado nos cofres da Thesouraria a avultada quantia de 21:400$000 Réis das primeiras e muitas das segundas, entre a quantia de 49:700$000 Réis, as quais segundo os exames procedidos constantes dos impressos, que acompanharão o dito ofício, são suspeitas de falsidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se observa, meus amigos leitores deste BLOG, trata-se de falsidade das cédulas para o Troco do Cobro, do ano de 1833. Depois de 12 anos da emissão das primeiras cédulas brasileiras, já havia peças falsas circulando, isto no ano de 1845 na Província do Piauhy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso, vejam com atenção ao documento histórico de 1845, cujo documento faz parte de um acervo de vários documentos que tratam sobre cédulas e moedas e falsidades destas, que serão todas divulgadas com imagens e textos como este, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam com atenção o documento histórico de 1845, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil,  versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preço deste documento que o possuidor autorizou vendê-lo, separadamente do conjunto,  exatamente este da imagem divulgada, antes que me perguntem, é de R$ 2.500,00 Reais, e logicamente, já está incluída minha comissão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Boa Leitura a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Gualberto Abib&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:abibonds@onda.com.br"&gt;abibonds@onda.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Resumo da Biografia do Conde do Rio Pardo, que assina tal documento, como Presidente da Província - dados extraidos da WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tomás Joaquim Pereira Valente, 1.º &lt;a title="Barão de Rio Pardo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BarÃ£o_de_Rio_Pardo"&gt;barão&lt;/a&gt; e Conde de Rio Pardo (&lt;a title="Porto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto"&gt;Porto&lt;/a&gt;, &lt;a title="1790" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1790"&gt;1790&lt;/a&gt; — &lt;a title="Rio de Janeiro (cidade)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(cidade)"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt;, &lt;a title="30 de agosto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/30_de_agosto"&gt;30 de agosto&lt;/a&gt; de &lt;a title="1849" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1849"&gt;1849&lt;/a&gt;) foi um &lt;a title="Militar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Militar"&gt;militar&lt;/a&gt; e &lt;a title="Político" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PolÃ&amp;shy;tico"&gt;político&lt;/a&gt; nascido em &lt;a title="Portugal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal"&gt;Portugal&lt;/a&gt; e &lt;a class="mw-redirect" title="Naturalizado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Naturalizado"&gt;naturalizado&lt;/a&gt; &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;brasileiro&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Participou da &lt;a title="Guerra Peninsular" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Peninsular"&gt;Guerra Peninsular&lt;/a&gt;, chegando a &lt;a title="Major" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Major"&gt;sargento-mor&lt;/a&gt;, em &lt;a title="1813" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1813"&gt;1813&lt;/a&gt;. Em &lt;a title="1817" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1817"&gt;1817&lt;/a&gt; foi transferido para o 3° Batalhão de Caçadores, que foi transferido para o &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, chegando em &lt;a title="1818" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1818"&gt;1818&lt;/a&gt;, ficando sob o comando do &lt;a title="Marquês de Angeja" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MarquÃªs_de_Angeja"&gt;Marquês de Angeja&lt;/a&gt;. Logo em seguida foi promovido a &lt;a title="Tenente-coronel" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tenente-coronel"&gt;tenente-coronel&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Em &lt;a title="21 de abril" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/21_de_abril"&gt;21 de abril&lt;/a&gt; de &lt;a title="1821" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1821"&gt;1821&lt;/a&gt; foi nomeado para governar a &lt;a title="Capitania" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitania"&gt;capitania&lt;/a&gt; de &lt;a title="Santa Catarina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Catarina"&gt;Santa Catarina&lt;/a&gt;, assumindo o governo em &lt;a title="20 de julho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/20_de_julho"&gt;20 de julho&lt;/a&gt; de &lt;a title="1821" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1821"&gt;1821&lt;/a&gt;, permanecendo no cargo até &lt;a title="22 de maio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/22_de_maio"&gt;22 de maio&lt;/a&gt; de &lt;a title="1822" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1822"&gt;1822&lt;/a&gt;, foi o último governador colonial de Santa Catarina.&lt;br /&gt;Agraciado barão em &lt;a title="18 de outubro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/18_de_outubro"&gt;18 de outubro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1825" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1825"&gt;1825&lt;/a&gt; e a conde em &lt;a title="12 de outubro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/12_de_outubro"&gt;12 de outubro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1828" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1828"&gt;1828&lt;/a&gt;. No mesmo ano foi nomeado governador das armas da corte e do Rio de Janeiro, cargo que exerceu até &lt;a title="4 de dezembro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/4_de_dezembro"&gt;4 de dezembro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1829" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1829"&gt;1829&lt;/a&gt;, quando foi empossado &lt;a title="Ministério da Guerra (Brasil)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MinistÃ©rio_da_Guerra_(Brasil)"&gt;Ministro da Guerra&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Em &lt;a title="19 de março" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/19_de_marÃ§o"&gt;19 de março&lt;/a&gt; de &lt;a title="1831" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1831"&gt;1831&lt;/a&gt; foi dispensado do cargo. Passou a residir no &lt;a title="Rio Grande do Sul" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Sul"&gt;Rio Grande do Sul&lt;/a&gt; em outubro de &lt;a title="1833" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1833"&gt;1833&lt;/a&gt;. Lá chegando, fundou uma filial da &lt;a title="Sociedade Militar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_Militar"&gt;Sociedade Militar&lt;/a&gt;, um clube com simpatia pelo Império, e até mesmo suspeito de simpatizar com a restauração de &lt;a title="Pedro I do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_I_do_Brasil"&gt;D. Pedro I&lt;/a&gt;. A criação da Sociedade acirrou os ânimos locais, já em vias de estourar na &lt;a class="mw-redirect" title="Revolução Farroupilha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RevoluÃ§Ã£o_Farroupilha"&gt;Revolução Farroupilha&lt;/a&gt;, os estancieiros rio-grandenses não a viram com bons olhos, pedindo que o governo provincial a colocasse na ilegalidade.&lt;br /&gt;Retornou a corte em &lt;a title="15 de janeiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_janeiro"&gt;15 de janeiro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1839" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1839"&gt;1839&lt;/a&gt;, voltando à provincia em outubro do mesmo ano. Fo nomeado comandante em chefe do exército em operações no Rio Grande do Sul em &lt;a title="24 de março" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/24_de_marÃ§o"&gt;24 de março&lt;/a&gt; de &lt;a title="1841" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1841"&gt;1841&lt;/a&gt;, dois dias depois é promovido a &lt;a title="Marechal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marechal"&gt;marechal&lt;/a&gt;. Tinha a seu comando somente 5000 homens, número que achava insuficiente para combater os republicanos na &lt;a class="mw-redirect" title="Revolução Farroupilha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RevoluÃ§Ã£o_Farroupilha"&gt;Revolução Farroupilha&lt;/a&gt;, necessitando pelo menos 12 000 homens para formar três colunas. Neste período ocorreram poucas vitórias, normalmente comandadas por &lt;a class="mw-redirect" title="Chico Pedro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Pedro"&gt;Chico Pedro&lt;/a&gt;. Nunca foi a campanha, sendo finalmente demitido em maio de &lt;a title="1842" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1842"&gt;1842&lt;/a&gt;, tendo então se retirado para a corte.&lt;br /&gt;Em &lt;a title="1844" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1844"&gt;1844&lt;/a&gt; foi nomeado presidente da província do &lt;a title="Piauí" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PiauÃ&amp;shy;"&gt;Piauí&lt;/a&gt;, permanecendo no cargo de &lt;a title="9 de setembro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/9_de_setembro"&gt;9 de setembro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1844" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1844"&gt;1844&lt;/a&gt; a &lt;a title="20 de junho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/20_de_junho"&gt;20 de junho&lt;/a&gt; de &lt;a title="1845" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1845"&gt;1845&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Naturalizado brasileiro após a independência, foi promovido a &lt;a title="Coronel" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coronel"&gt;coronel&lt;/a&gt;. Recebeu o título de &lt;a title="Conde de Rio Pardo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_de_Rio_Pardo"&gt;Conde de Rio Pardo&lt;/a&gt;, foi &lt;a title="Ministério da Guerra (Brasil)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MinistÃ©rio_da_Guerra_(Brasil)"&gt;ministro da Guerra&lt;/a&gt; de &lt;a title="1829" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1829"&gt;1829&lt;/a&gt; a &lt;a title="1831" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1831"&gt;1831&lt;/a&gt;. Grande dignitário da &lt;a title="Imperial Ordem da Rosa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imperial_Ordem_da_Rosa"&gt;Imperial Ordem da Rosa&lt;/a&gt;, comendador da &lt;a title="Ordem de Cristo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_de_Cristo"&gt;Ordem de Cristo&lt;/a&gt; e da &lt;a title="Ordem de Avis" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_de_Avis"&gt;Ordem de São Bento de Avis&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-538759521058984528?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/538759521058984528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/cedulas-falsas-para-o-troco-do-cobre-em.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/538759521058984528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/538759521058984528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/cedulas-falsas-para-o-troco-do-cobre-em.html' title='ANO 1845 - CÉDULAS FALSAS PARA O TROCO DO COBRE NA PROVÍNCIA DO PIAUHY'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEuIsy8vtsI/AAAAAAAAAME/_-EkP_HZ1bg/s72-c/falsas.1845.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-8913862519169400005</id><published>2010-07-24T19:37:00.017-03:00</published><updated>2010-08-15T20:02:36.196-03:00</updated><title type='text'>ANO 1837 - CHEGADA DAS CÉDULAS PARA O TROCO DO COBRE NA PROVÍNCIA DO PIAUHY</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEt21D_n97I/AAAAAAAAAL8/g0tDjMbA89g/s1600/falsas.1837.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 298px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497618424113133490" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEt21D_n97I/AAAAAAAAAL8/g0tDjMbA89g/s400/falsas.1837.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Embora o primeiro ano das primeiras cédulas brasileiras, fosse o ano de 1833, certamente, pelo documento abaixo divulgado, elas chegaram somente no ano de 1837, na Província do Piauhy. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não, o documento assinado pelo Barão de Parnaíba, então Presidente da Província do Piauhy, em data de 8 de Julho de 1837, não afirma isso, mas pela simples leitura, pode ser que isto seja verdade, que chegou somente em 1837, ou até que esta, era uma remessa posterior do mesmo modelo de cédulas do ano de 1833, distribuidas para todas as Províncias anteriormente. Pelo sim, pelo não, o fato é que chegou pelas mãos do soldado Patrício Antonio, do Batalhão de Caçadores nº 4 da 1ª Linha do Exército e que veio acompanhando o ajudante Gregório Lopes Pereira, condutor do "caixão das cédulas do novo padrão" no ano de 1837. Documento assinado pelo então Presidente da Província do Piauhy, informando ao Presidente da Província do Maranhão sobre o ocorrido. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estas cédulas ficaram conhecidas, como cédulas para o troco do cobre e foram confeccionadas para coibir as moedas de cobre falsas, que circulavam em abundância, e apareciam em todas as províncias do Império do Brasil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já desde o ano de 1827, em virtude das falsificações das moedas falsas de cobre que circulavam na Província da Bahia, levou o Governo Imperial a determinar a emissão, já pelo então criado "THESOURO NACIONAL", com a finalidade de distribuir as cédulas então criadas e recolher o máximo de moedas, evitando assim, um desequilíbrio nas economias financeiras das Províncias. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, certamente, pelas distâncias entre as Províncias naquela época, as cédulas do Novo Padrão, poderiam ter chegado na Província do Piauhy no ano de 1837, ou neste ano, talvez, tenha chegado uma nova remessa destas mesmas cédulas do mesmo padrão. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vejam com atenção o documento histórico de 1837, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preço deste documento que o possuidor autorizou vendê-lo, separadamente do conjunto, exatamente este da imagem divulgada, antes que me perguntem, é de R$ 2.500,00 Reais, e logicamente, já está incluída minha comissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa Leitura a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;João Gualberto Abib&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:abibonds@onda.com.br"&gt;abibonds@onda.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo: resumo biográfico do Barão da Parnaíba, que assinou tal documento em 1837.&lt;br /&gt;Pesquisa extraída de wikipedia site livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel de Sousa Martins&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_de_Sousa_Martins#cite_note-0#cite_note-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;, primeiro &lt;a title="Barão da Parnaíba" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BarÃ£o_da_ParnaÃ&amp;shy;ba"&gt;barão&lt;/a&gt; e &lt;a title="Visconde da Parnaíba" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Visconde_da_ParnaÃ&amp;shy;ba"&gt;visconde com grandeza da Parnaíba&lt;/a&gt;, (&lt;a title="Oeiras (Piauí)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oeiras_(PiauÃ&amp;shy;)"&gt;Oeiras&lt;/a&gt;, &lt;a title="8 de dezembro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/8_de_dezembro"&gt;8 de dezembro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1767" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1767"&gt;1767&lt;/a&gt; — &lt;a title="20 de fevereiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/20_de_fevereiro"&gt;20 de fevereiro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1856" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1856"&gt;1856&lt;/a&gt;) foi um &lt;a title="Militar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Militar"&gt;militar&lt;/a&gt; e &lt;a title="Político" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PolÃ&amp;shy;tico"&gt;político&lt;/a&gt; &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;brasileiro&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Foi uma importante personagem da independência da província do &lt;a title="Piauí" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PiauÃ&amp;shy;"&gt;Piauí&lt;/a&gt;, tendo presidido a &lt;a title="Junta governativa piauiense de 1823-1824" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Junta_governativa_piauiense_de_1823-1824"&gt;junta governativa piauiense de 1823-1824&lt;/a&gt;, de &lt;a title="24 de janeiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/24_de_janeiro"&gt;24 de janeiro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1823" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1823"&gt;1823&lt;/a&gt; a &lt;a title="20 de setembro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/20_de_setembro"&gt;20 de setembro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1824" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1824"&gt;1824&lt;/a&gt;, tendo sido seu primeiro governante, de &lt;a title="20 de setembro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/20_de_setembro"&gt;20 de setembro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1824" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1824"&gt;1824&lt;/a&gt; a &lt;a title="9 de dezembro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/9_de_dezembro"&gt;9 de dezembro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1828" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1828"&gt;1828&lt;/a&gt;, tendo sido presidente da província outras duas vezes, de &lt;a title="13 de fevereiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/13_de_fevereiro"&gt;13&lt;/a&gt; a &lt;a title="15 de fevereiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_fevereiro"&gt;15 de fevereiro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1829" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1829"&gt;1829&lt;/a&gt; e de &lt;a title="7 de fevereiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/7_de_fevereiro"&gt;7 de fevereiro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1831" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1831"&gt;1831&lt;/a&gt; a &lt;a title="30 de dezembro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/30_de_dezembro"&gt;30 de dezembro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1843" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1843"&gt;1843&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Presidência do Piauí (1831 a 1843)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-8913862519169400005?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/8913862519169400005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/1837-ano-da-chegada-das-cedulas-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/8913862519169400005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/8913862519169400005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/1837-ano-da-chegada-das-cedulas-do.html' title='ANO 1837 - CHEGADA DAS CÉDULAS PARA O TROCO DO COBRE NA PROVÍNCIA DO PIAUHY'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEt21D_n97I/AAAAAAAAAL8/g0tDjMbA89g/s72-c/falsas.1837.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1173275291100939001</id><published>2010-07-24T15:30:00.015-03:00</published><updated>2010-07-27T12:03:59.293-03:00</updated><title type='text'>"CONJUNTO" DE NUMISMAS BRASILEIROS REGISTRADO EM LIVRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEtA3Kc1KrI/AAAAAAAAALs/0QtukuGrvRY/s1600/Livro05.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 230px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497559086578084530" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEtA3Kc1KrI/AAAAAAAAALs/0QtukuGrvRY/s320/Livro05.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEtA25BL-oI/AAAAAAAAALk/0Wg58nSgX0Y/s1600/Livro04.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 238px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497559081898736258" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEtA25BL-oI/AAAAAAAAALk/0Wg58nSgX0Y/s320/Livro04.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEtA2aYRewI/AAAAAAAAALc/V_pr5vrdw9I/s1600/Livro03.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 239px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497559073674066690" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEtA2aYRewI/AAAAAAAAALc/V_pr5vrdw9I/s320/Livro03.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEtA2NYjevI/AAAAAAAAALU/7bHkf6hExmE/s1600/Livro02.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 243px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497559070185585394" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEtA2NYjevI/AAAAAAAAALU/7bHkf6hExmE/s320/Livro02.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEtA1t3C9HI/AAAAAAAAALM/fysLAmS-7c4/s1600/Livro01.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497559061723542642" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEtA1t3C9HI/AAAAAAAAALM/fysLAmS-7c4/s320/Livro01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este Blogueiro, teve a satisfação de receber o texto abaixo, sobre a edição do Catálogo de Coleção, do R.L.M. edição do Autor, cuja edição já nasceu rara, com apenas 30 exemplares, cujo texto abaixo é de autoria do amigo, Claudio Schroeder de Porto Alegre - RS, comentando sobre esta valiosa e importante publicação. Lembro-me, que edição semelhante, foi publicada pelo reconhecido colecionador Dr. Guilherme Guinle em 1949 e aquela edição teve, somente, 30 exemplares, também, numerados e rubricados de 1 a 30. Mas o blogueiro confessa que possui o nº 01 daquela edição de 1949, ( Livro RARÍSSIMO), mas esta do R.L.M., deste ano de 2010, não teve a felicidade de receber, ainda, um exemplar para sua coleção. Quem sabe, com carinho, respeito, pleito, amizade e leve insistência, consiga também um exemplar? Vocês sabem, a esperança, também neste meio, é a ultima que morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa leitura aos amigos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“CONJUNTO” DE NUMISMAS BRASILEIROS REGISTRADO EM LIVRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conjunto de Moedas, Barras e Medalhas – RLM. Edição do Autor, Campo Grande, 2010. Capa dura, 21x30 cm, n p (95 páginas, papel couche, completamente ilustradas a cores), tiragem de 30 exemplares numerados e rubricados pelo Autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Schroeder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A História do Brasil registra que desde o passado os pioneiros da conhecida Terra dos Bandeirantes foram importantes para o desenvolvimento do nosso país. Isso se confirma, atualmente sendo esse Estado o principal referencial de desenvolvimento entre os demais Estados do Brasil. Desenvolvimento esse em diversas áreas e especialmente na numismática contando com algumas das principais coleções públicas e particulares. O colecionador RLM, o atual sócio mais antigo da Sociedade Numismática Brasileira, resgata o espírito dos pioneiros colecionadores do passado - divulgar a sua grandiosa e importante coleção - com a publicação desse livro. O Autor desde 1954, com dedicação, procura e bom gosto, vem mantendo esse “conjunto” de numismas brasileiros seguindo o exemplo dos colecionadores do passado (entre outros cito: Julius Meili 1839-1907, Souza Lobo 1852-1922, Viscondessa de Cavalcanti 1852-1946, Guilherme Guinle 1882-1960, Kurt Prober 1909-2008) e atualmente Carlos Marques da Costa. Seguindo a seqüência cronológica dos períodos da história brasileira, Colônia, Reino Unido, Império e República, a publicação, por meio de ótimas fotografias, registra para as futuras gerações um belíssimo e rico “conjunto” de moedas e medalhas relacionadas com o Brasil. A obra inicia com exemplares de moedas, somente de ouro, dos diferentes períodos da história do Brasil. São ilustradas quase todas as principais peças, algumas com detalhes aumentados. Em especial cito a Peça da Coroação e a sua prova em cobre, cinco barras sendo uma acompanhada com a guia datada de 1812 e o 10.000 réis de 1922. Em vez de descrever as demais peças repito aquela frase clássica: Uma foto vale por mil palavras. A segunda parte do livro trata de medalhas relacionadas com a História do Brasil e reforça ainda mais o seu pioneirismo citado anteriormente. Seguindo a seqüência cronológica da nossa História são ilustradas as principais peças então conhecidas e algumas inéditas. Aqui repito aquela frase clássica outra vez: Uma foto vale por mil palavras. Desde 1910 esse é o principal registro a tratar, com belíssimas imagens atualizadas, as medalhas relacionadas com o Brasil. Para terminar essa nota faço uma única ressalva ao livro, uma crítica construtiva, que, com todo o respeito, já foi comentada com o autor: A tiragem dessa edição é pequena. Registro que os trinta exemplares dessa obra, que já é uma fonte de referencia importante, foram distribuídos graciosamente pelo autor para as principais entidades relacionadas com a numismática no Brasil e no Exterior. RLM repete outro ato dos antigos e pioneiros colecionadores: visando ampliar a divulgação da numismática brasileira divulga informação que vai aumentar o conhecimento das atuais e futuras gerações de colecionadores. Segue algumas imagens da publicação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs. Imagens acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO: Por respeito, ao grande colecionador e editor do livro que apresenta a sua coleção particular, amealhada, certamente, no decorrer de meio século ou mais, e como o tenho na mais alta e profunda admiração e respeito, achei por bem, em não divulgar seu nome completo, se ele, autor do livro apenas colocou suas iniciais, R.L.M., assim o será. Tive o prazer de recebê-lo por mais de uma vez em minha mesa nos encontros da SNB, Sociedade Numismática Brasileira, e ainda, que nestes encontros, ele demonstrou já ter apreciado alguns textos por mim publicados nos Boletins da Sociedade Numismática do Paraná, o que me engrandece como numismata que sou. Havido estes contatos e em nossas discussões sobre o futuro dos estudos numismáticos no Brasil, pelo fato do falecimento do venerável, Kurt Prober, vislumbrava ele, a falta de novos estudiosos sobre o asssunto no Brasil. Naquela ocasião, já enaltecia o trabalho do estudioso e amigo Cláudio Schroeder, o que concordo, em gênero, número e grau. Nesta ocasião, também, declarei a ele que tinha o Livro do Guilherme Guinle, o número 01 de 30 exemplares somente, e ele havia comentado, que talvez, tivesse o de número 30. Assim, tive o prazer de conhecê-lo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABRAÇOS E PARABÉNS AO AMIGO R.L.M. PELA EDIÇÃO DE SEU LIVRO, E AGRADECIMENTOS AO CLAUDIO SCHROEDER , PELO TEXTO QUE VEIO ABRILHANTAR ESTE BLOG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E AINDA, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;AGRADECIMENTOS ESPECIAIS AOS QUE VISITAM E LÊEM ESTE BLOG. ( QUE FOI O 1º BLOG NUMISMÁTICO NO BRASIL).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;JOÃO GUALBERTO ABIB&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1173275291100939001?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/1173275291100939001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/conjunto-de-numismas-brasileiros.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1173275291100939001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1173275291100939001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/07/conjunto-de-numismas-brasileiros.html' title='&quot;CONJUNTO&quot; DE NUMISMAS BRASILEIROS REGISTRADO EM LIVRO'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/TEtA3Kc1KrI/AAAAAAAAALs/0QtukuGrvRY/s72-c/Livro05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-8408010767102546017</id><published>2010-05-02T16:46:00.009-03:00</published><updated>2010-05-02T19:59:08.638-03:00</updated><title type='text'>CASA DE FUNDIÇÃO DE OURO EM PARANAGUÁ</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nós, os numismatas residentes no Estado do Paraná, quando adentramos para este mundo fantástico do conhecimento numismático, sempre ouvimos falar, em casa de fundição de moeda de Paranaguá, e alguns, até, pensavam existir alguma moeda e ou alguma barra de ouro fundida da casa de fundição de Paranaguá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o certo, é que até hoje, nunca apareceu alguma peça numismática, seja em moeda e ou em barra de ouro, que corroborasse como prova destas afirmativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi pesquisar mais sobre o assunto, e lendo um livro de autoria do já reconhecido historiador Francisco de Paula Negrão ( nascido em 13/08/1871 e falecido em 11/09/1937) publicado no ano de 1934 com o título " MEMÓRIA HISTÓRICA PARANAENSE - AS MINAS DA CAPITANIA DE PARANAGUÁ, publicado pela Impressora Paranaense, em suas páginas 115, fala sobre a oficina de fundição de ouro de Paranaguá, cujo texto reproduzo abaixo, sem modificações de escrita da época, para leitura dos amigos que visitam este BLOG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“OFFICINA DE FUNDIÇÃO DE OURO”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 7 de Setembro de 1702 foram creadas diversas Casas de Moedas e Officinas de fundição de ouro no Brasil, sendo em Paranaguá, creada uma CASA DOS QUINTOS, onde era fundido o ouro em pó e em folhetas, formando-se barras, que eram enviadas à Casa da Moeda do Rio de Janeiro, que as amoedava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1720 o Ouvidor Pardinho encontrou fechadas as officinas de fundição de Paranaguá, pelo que providenciou sobre a arrecadação dos cunhos, e nomeou a Diogo da Paz Caria, para Provedor, e ao Capitão-Mór André Gonçalves Pinheiro, para Thesoureiro e para Escrivão a Antonio Esteves Freire, recommendando-lhes que tratassem da arrecadação de algum ouro, ainda que pouco, que se tirava das minas e lavras velhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1730 o Capitão-Mór André Gonçalves Pinheiro, já Provedor das Minas, demonstrava a El-Rey a esperança de novas descobertas de ouro, esperanças que não foram confirmadas, tanto que o ouvidor Antonio dos Santos Soares, por Provisão de 1733, declarou " livre a qualquer pessoa minerar nas cattas e faisqueiras velhas que houverem no termo e comarca de Paranaguá, visto que se acharem ellas abandonadas."&lt;br /&gt;Por Carta Régia de 16 de Novembro de 1734, D. João péde informações a respeito deste provimento ao Conde de Sarzedas, ordenando-lhe que ouça o Guarda-Mór das referidas minas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observem amigos da Numismática, que no segundo parágrafo do texto acima, o Ouvidor Pardinho em 1720.....providenciou sobre " ARRECADAÇÃO DOS CUNHOS", o que nos leva a crer, que houvera peças numismáticas cunhadas nesta CASA DOS QUINTOS, em Paranaguá. O mais provável, barras de ouro, mas que até hoje, não se têm conhecimento da existência de alguma peça que prove esta afirmativa, embora, tenha havido esta possibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no primeiro parágrafo diz: "....onde era fundido o ouro em pó e em folhetas, formando-se barras, que eram enviadas à Casa da Moeda do Rio de Janeiro, que as amoedava."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, amigos leitores deste BLOG, fica bem claro que naquele período, várias das moedas de ouro da numismática brasileira, cunhadas pela casa da Moeda do Rio de Janeiro, certamente, grande parte delas, foram cunhadas com ouro proveniente da CASA DOS QUINTOS de Paranaguá, no período compreendido de 1702 a 1720 e talvez, até 1730.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já, em relação às barras de ouro, as quais eram enviadas à casa de moeda do Rio de Janeiro para que se cunhassem as moedas, seria de uma extrema raridade, que num futuro, aparecesse uma peça destas, em barra, para ficar provado em definitivo, a importância da Casa dos Quintos de Paranaguá, na contribuição histórica desta cidade e do povo Paranaense, para a numismática brasileira. Entretanto, esta importância já está patente, pela simples leitura destes fatos históricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto de autoria de João Gualberto Abib, Membro da Sociedade Numismática Brasileira e de inúmeras outras, sediadas em vários estados da Federação Brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-8408010767102546017?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/8408010767102546017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/05/casa-de-fundicao-de-ouro-em-paranagua.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/8408010767102546017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/8408010767102546017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/05/casa-de-fundicao-de-ouro-em-paranagua.html' title='CASA DE FUNDIÇÃO DE OURO EM PARANAGUÁ'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1933248433834281305</id><published>2010-04-23T22:06:00.012-03:00</published><updated>2010-05-02T16:38:37.881-03:00</updated><title type='text'>MOEDAS DO IMPÉRIO DO BRASIL PROIBIDA A VENDA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;PREZADOS AMIGOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o ano passado, o site MERCADO LIVRE, proibe a venda de moedas com data anterior ao ano de 1900, com a simples alegação de que é de interesse do Patrimônio Histórico Nacional. Vejam, os especialistas do Mercado Livre sabem o que é e o que não é de interesse do Patrimônio Histórico Nacional. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, explicar aos seus clientes, quais critérios norteam estas escolhas, e como chegaram à conclusão de que uma peça Numismática, seja, moeda, cédula e ou medalha, é ou não é de interesse do Patrimônio Histórico Nacional, até hoje, não obtive uma resposta plausível, lógica, fundamentada e convincente. Sempre tive respostas, mas nenhuma que legalmente estivesse enquadrada numa lei, e esta, sendo aplicada suficientemente para darem baixa em meus produtos. Já tive num exato momento, baixa de + de 400 produtos simultaneamente, no caso em especial, as moedas de cobre do Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só sei, que na prática, se eu anuncio os patacões, conhecidos como 960 réis, as moedas de cobre, as moedas de níquel e cupro-níquel, do Império do Brasil, todas são baixadas, com a alegação de que é proibido o anúncio, por fazer parte de interesse do Patrimônio Histórico Nacional. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É uma grande resposta, para não esclarecer nada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já fiz inúmeras reclamações, fiz grandes desabafos,  disse um monte de desaforos, sim, fui muito, mas muito, grosseiro com eles e depois destas inúmeras brigas, logo agora, quando conquistei o título de "MERCADO LIDER PLATINUM", com e-shop no mercado livre ativo e com mais de 5.000 ítens anunciados, no &lt;a href="http://eshops.mercadolivre.com.br/abibonds/"&gt;http://eshops.mercadolivre.com.br/abibonds/&lt;/a&gt; consegui, finalmente, mais uma resposta, num canal exclusivo para grandes vendedores, expus, novamente a questão e obtive uma resposta, acabaram me citando que estavam cumprindo a LEI 3.924 de 26 de Julho de 1961.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas confesso que mais de uma vez, decepcionei-me com a resposta, pois, esta  citada lei, nem de longe, pode ser aplicada para proibir a venda destas peças no mercado livre, o artigo da lei que mais se aproxima no caso da numismática é no capítulo V - artº 20 e 21, e só se aplica em alguns casos, quando as peças são vendidas ao exterior.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sendo assim, resolvi publicar esta questão, para que alguém possa ajudar a decifrar  o real motivo destas proibições, imposta aos usuários vendedores do site Mercado Livre, pois, nos encontros das Sociedades Numismáticas, do calendário nacional de encontros dos eventos promovidos por estas sociedades, em diversas unidades da federação brasileira, das quais, em algumas delas eu participo, estas proibições não alcançam, bem como a comercialização está normal em feiras livres, em barracas de numismática, em lojas especializadas do ramo, em sites destas lojas, em nenhuma delas, existe esta proibição.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E ainda, como o grande parceiro Mercado Livre, através de seus especialistas de plantão, mostraram que não sabem explicar, e ou não querem ou não sabem explicar, se é que tenha alguma explicação legal, aos seus clientes ( clientes sim, pois eles, prestam serviços) de qual legislação que seguem o cumprimento para continuar proibindo os anúncios de nossas moedas brasileiras, do período do Brasil Colònia e do Brasil Império, só me resta esta alternativa a do debate público, com os interessados do mundo numismático, que lêem este BLOG. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;att. João Gualberto Abib - Colecionador de Numismática e Membro da Sociedade Numismática Brasileira e de inúmeras outras sociedades em diversos estados da Federação, que costuma renovar suas coleções através do site Mercado Livre. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se quiserem passar um e-mail :  &lt;a href="mailto:abibonds@onda.com.br"&gt;abibonds@onda.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja a íntegra da Lei Abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI No 3.924, DE 26 DE JULHO DE 1961.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sôbre os monumentos arqueológicos e pré-históricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 1º Os monumentos arqueológicos ou pré-históricos de qualquer natureza existentes no território nacional e todos os elementos que nêles se encontram ficam sob a guarda e proteção do Poder Público, de acôrdo com o que estabelece o art. 175 da Constituição Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. A propriedade da superfície, regida pelo direito comum, não inclui a das jazidas arqueológicas ou pré-históricas, nem a dos objetos nelas incorporados na forma do art. 152 da mesma Constituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 2º Consideram-se monumentos arqueológicos ou pré-históricos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) as jazidas de qualquer natureza, origem ou finalidade, que representem testemunhos de cultura dos paleoameríndios do Brasil, tais como sambaquis, montes artificiais ou tesos, poços sepulcrais, jazigos, aterrados, estearias e quaisquer outras não espeficadas aqui, mas de significado idêntico a juízo da autoridade competente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) os sítios nos quais se encontram vestígios positivos de ocupação pelos paleoameríndios tais como grutas, lapas e abrigos sob rocha;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) os sítios identificados como cemitérios, sepulturas ou locais de pouso prolongado ou de aldeiamento, "estações" e "cerâmios", nos quais se encontram vestígios humanos de interêsse arqueológico ou paleoetnográfico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) as inscrições rupestres ou locais como sulcos de polimentos de utensílios e outros vestígios de atividade de paleoameríndios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 3º São proibidos em todo o território nacional, o aproveitamento econômico, a destruição ou mutilação, para qualquer fim, das jazidas arqueológicas ou pré-históricas conhecidas como sambaquis, casqueiros, concheiros, birbigueiras ou sernambis, e bem assim dos sítios, inscrições e objetos enumerados nas alíneas b, c e d do artigo anterior, antes de serem devidamente pesquisados, respeitadas as concessões anteriores e não caducas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 4º Tôda a pessoa, natural ou jurídica que, na data da publicação desta lei, já estiver procedendo, para fins econômicos ou outros, à exploração de jazidas arqueológicas ou pré-históricas, deverá comunicar à Diretoria do Patrimônio Histórico Nacional, dentro de sessenta (60) dias, sob pena de multa de Cr$10.000,00 a Cr$50.000,00 (dez mil a cinqüenta mil cruzeiros), o exercício dessa atividade, para efeito de exame, registro, fiscalização e salvaguarda do interêsse da ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 5º Qualquer ato que importe na destruição ou mutilação dos monumentos a que se refere o art. 2º desta lei, será considerado crime contra o Patrimônio Nacional e, como tal, punível de acôrdo com o disposto nas leis penais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 6º As jazidas conhecidas como sambaquis, manifestadas ao govêrno da União, por intermédio da Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, de acôrdo com o art. 4º e registradas na forma do artigo 27 desta lei, terão precedência para estudo e eventual aproveitamento, em conformidade com o Código de Minas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 7º As jazidas arqueológicas ou pré-históricas de qualquer natureza, não manifestadas e registradas na forma dos arts. 4º e 6º desta lei, são consideradas, para todos os efeitos bens patrimoniais da União.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO II&lt;br /&gt;Das escavações arqueológicas realizadas por particulares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 8º O direito de realizar escavações para fins arqueológicos, em terras de domínio público ou particular, constitui-se mediante permissão do Govêrno da União, através da Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, ficando obrigado a respeitá-lo o proprietário ou possuidor do solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 9º O pedido de permissão deve ser dirigido à Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, acompanhado de indicação exata do local, do vulto e da duração aproximada dos trabalhos a serem executados, da prova de idoneidade técnico-científica e financeira do requerente e do nome do responsável pela realização dos trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. Estando em condomínio a área em que se localiza a jazida, sòmente poderá requerer a permissão o administrador ou cabecel, eleito na forma do Código Civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 10. A permissão terá por título uma portaria do Ministro da Educação e Cultura, que será transcrita em livro próprio da Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, e na qual ficarão estabelecidas as condições a serem observadas ao desenvolvimento das escavações e estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 11. Desde que as escavações e estudos devam ser realizados em terreno que não pertença ao requerente, deverá ser anexado ao seu pedido o consentimento escrito do proprietário do terreno ou de quem esteja em uso e gôzo desse direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 1º As escavações devem ser necessàriamente executadas sob a orientação do permissionário, que responderá, civil, penal e administrativamente, pelos prejuízos que causar ao Patrimônio Nacional ou a terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2º As escavações devem ser realizadas de acôrdo com as condições estipuladas no instrumento de permissão, não podendo o responsável, sob nenhum pretexto, impedir a inspeção dos trabalhos por delegado especialmente designado pela Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, quando fôr julgado conveniente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 3º O permissionário fica obrigado a informar à Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, trimestralmente, sôbre o andamento das escavações, salvo a ocorrência de fato excepcional, cuja notificação deverá ser feita imediatamente, para as providências cabíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 12. O Ministro da Educação e Cultura poderá cassar a permissão, concedida, uma vez que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) não sejam cumpridas as prescrições da presente lei e do instrumento de concessão da licença;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) sejam suspensos os trabalhos de campo por prazo superior a doze (12) meses, salvo motivo de fôrça maior, devidamente comprovado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) no caso de não cumprimento do § 3º do artigo anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. Em qualquer dos casos acima enumerados, o permissionário não terá direito à indenização alguma pelas despesas que tiver efetuado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das escavações arqueológicas realizadas por instituições, científicas especializadas da União dos Estados e dos Municípios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 13. A União, bem como os Estados e Municípios mediante autorização federal, poderão proceder a escavações e pesquisas, no interêsse da arqueologia e da pré-história em terrenos de propriedade particular, com exceção das áreas muradas que envolvem construções domiciliares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. À falta de acôrdo amigável com o proprietário da área onde situar-se a jazida, será esta declarada de utilidade pública e autorizada a sua ocupação pelo período necessário à execução dos estudos, nos têrmos do art. 36 do Decreto-lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 14. No caso de ocupação temporária do terreno, para realização de escavações nas jazidas declaradas de utilidade pública, deverá ser lavrado um auto, antes do início dos estudos, no qual se descreva o aspecto exato do local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 1º Terminados os estudos, o local deverá ser restabelecido, sempre que possível, na sua feição primitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2º Em caso de escavações produzirem a destruição de um relêvo qualquer, essa obrigação só terá cabimento quando se comprovar que, dêsse aspecto particular do terreno, resultavam incontestáveis vantagens para o proprietário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 15. Em casos especiais e em face do significado arqueológico excepcional das jazidas, poderá ser promovida a desapropriação do imóvel, ou parte dêle, por utilidade pública, com fundamento no art. 5º, alíneas K e L do Decreto-lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 16. Nenhum órgão da administração federal, dos Estados ou dos Municípios, mesmo no caso do art. 28 desta lei, poderá realizar escavações arqueológicas ou pré-históricas, sem prévia comunicação à Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, para fins de registro no cadastro de jazidas arqueológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. Dessa comunicação deve constar, obrigatòriamente, o local, o tipo ou a designação da jazida, o nome do especialista encarregado das escavações, os indícios que determinaram a escolha do local e, posteriormente, uma súmula dos resultados obtidos e do destino do material coletado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO IV&lt;br /&gt;Das descobertas fortuitas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 17. A posse e a salvaguarda dos bens de natureza arqueológica ou pré-histórica constituem, em princípio, direito imanente ao Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 18. A descoberta fortuita de quaisquer elementos de interêsse arqueológico ou pré-histórico, histórico, artístico ou numismático, deverá ser imediatamente comunicada à Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, ou aos órgãos oficiais autorizados, pelo autor do achado ou pelo proprietário do local onde tiver ocorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. O proprietário ou ocupante do imóvel onde se tiver verificado o achado, é responsável pela conservação provisória da coisa descoberta, até pronunciamento e deliberação da Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 19. A infringência da obrigação imposta no artigo anterior implicará na apreensão sumária do achado, sem prejuízo da responsabilidade do inventor pelos danos que vier a causar ao Patrimônio Nacional, em decorrência da omissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO V&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da remessa, para o exterior, de objetos de interêsse arqueológico ou pré-histórico, histórico, numismático ou artístico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 20. Nenhum objeto que apresente interêsse arqueológico ou pré-histórico, numismático ou artístico poderá ser transferido para o exterior, sem licença expressa da Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, constante de uma "guia" de liberação na qual serão devidamente especificados os objetos a serem transferidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 21. A inobservância da prescrição do artigo anterior implicará na apreensão sumária do objeto a ser transferido, sem prejuízo das demais cominações legais a que estiver sujeito o responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. O objeto apreendido, razão dêste artigo, será entregue à Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO VI&lt;br /&gt;Disposições Gerais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 22. O aproveitamento econômico das jazidas, objeto desta lei, poderá ser realizado na forma e nas condições prescritas pelo Código de Minas, uma vez concluída a sua exploração científica, mediante parecer favorável da Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ou do órgão oficial autorizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. De tôdas as jazidas será preservada sempre que possível ou conveniente, uma parte significativa, a ser protegida pelos meios convenientes, como blocos testemunhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 23. O Conselho de Fiscalização das Expedições Artísticas e Científicas encaminhará à Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional qualquer pedido de cientista estrangeiro, para realizar escavações arqueológicas ou pré-históricas, no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 24. Nenhuma autorização de pesquisa ou de lavra para jazidas, de calcáreo de concha, que possua as características de monumentos arqueológicos ou pré-históricos, poderá ser concedida sem audiência prévia da Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 25. A realização de escavações arqueológicas ou pré-históricas, com infringência de qualquer dos dispositivos desta lei, dará lugar à multa de Cr$5.000,00 (cinco mil cruzeiros) a Cr$50.000,00 (cinqüenta mil cruzeiros), sem prejuízo de sumária apreensão e conseqüente perda, para o Patrimônio Nacional, de todo o material e equipamento existentes no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 26. Para melhor execução da presente lei, a Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional poderá solicitar a colaboração de órgãos federais, estaduais, municipais, bem como de instituições que tenham, entre os seus objetivos específicos, o estudo e a defesa dos monumentos arqueológicos e pré-históricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 27. A Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional manterá um Cadastro dos monumentos arqueológicos do Brasil, no qual serão registradas tôdas as jazidas manifestadas, de acôrdo com o disposto nesta lei, bem como das que se tornarem conhecidas por qualquer via.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 28. As atribuições conferidas ao Ministério da Educação e Cultura, para o cumprimento desta lei, poderão ser delegadas a qualquer unidade da Federação, que disponha de serviços técnico-administrativos especialmente organizados para a guarda, preservação e estudo das jazidas arqueológicas e pré-históricas, bem como de recursos suficientes para o custeio e bom andamento dos trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. No caso dêste artigo, o produto das multas aplicadas e apreensões de material legalmente feitas, reverterá em benefício do serviço estadual organizado para a preservação e estudo dêsses monumentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 29. Aos infratores desta lei serão aplicadas as sanções dos artigos 163 a 167 do Código Penal, conforme o caso, sem prejuízo de outras penalidades cabíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 30. O Poder Executivo baixará, no prazo de 180 dias, a partir da vigência desta lei, a regulamentação que fôr julgada necessária à sua fiel execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 31. Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, em 26 de julho de 1961; 140º da Independência e 73º da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JÂNIO QUADROS&lt;br /&gt;Brígido Tinoco&lt;br /&gt;Oscar Pedroso Horta&lt;br /&gt;Clemente Mariani&lt;br /&gt;João Agripino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este texto foi publicado no D.O.U. de 27.7.1961 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1933248433834281305?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/1933248433834281305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/04/moedas-do-imperio-do-brasil-proibida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1933248433834281305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1933248433834281305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/04/moedas-do-imperio-do-brasil-proibida.html' title='MOEDAS DO IMPÉRIO DO BRASIL PROIBIDA A VENDA'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-54996260846376284</id><published>2010-04-23T21:04:00.005-03:00</published><updated>2010-07-24T15:28:30.245-03:00</updated><title type='text'>AS IMITAÇÕES E SUAS CONSEQUÊNCIAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O texto abaixo é do exímio gravador, Sr. Pedro Pinto Balsemão. Recebido neste final de semana por e-mail, onde me encontrava, em Cuiabá - MT., a trabalho. Li e reli a matéria e atribuo ser muito interessante a abordagem do mesmo, em relação ao assunto. Solicitei no mesmo instante, logo após a leitura, ao Mestre Gravador, autorização para publicá-lo neste BLOG. Versa sobre o seu pensamento e sua posição, sobre o assunto tão em voga, das "réplicas chinesas". Como fui autorizado, dei o mesmo título da matéria, escolhida pelo amigo Balsemão e o texto foi reproduzido abaixo:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS IMITAÇÕES E SUAS CONSEQUÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há poucos dias atrás, li em algum lugar sobre um expert que foi enganado ao identificar uma peça rara em uma loja de antiguidades na Europa. O cara “pagou o mico” junto à dona da loja. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há quinze anos, quando comecei a fazer as minhas primeiras réplicas, tratei desde logo de identifica-las para não ter problemas no futuro. O tempo foi passando e com muito afinco e coragem segui fazendo novas e mais perfeitas réplicas que eu enviava aos meus colegas e amigos para obter opiniões sobre meu trabalho. Recebi inúmeras manifestações de todo o território brasileiro e em todas tive o apoio e incentivo para continuar. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas, afinal – ao que exatamente eu estava me propondo? Qual o meu objetivo? Estaria eu pensando em ganhar dinheiro com isso? Não. Nada disto. Minha intenção era divulgar, estimular o colecionismo de moedas, chamar a atenção das pessoas para a beleza e a importância de nossas moedas, que contam um pouco da história de nosso país. Minha primeira réplica que julgo importante foi a “Peça da Coroação” – D. Pedro I, 1822R. Em seguida fiz o 960 réis 1809R, peça única conhecida. Logo adiante dentre muitas outras, fiz também réplica das “Três Cabeças” da República (1891/1896/1897). Com estas, fui projetado nacionalmente no meio numismático a ponto de receber correspondência dos mais ilustres expoentes da numismática brasileira, (alguns, infelizmente já falecidos) cumprimentando-me pela perfeição do trabalho. Embora a aprovação para o meu trabalho não tenha sido unânime, pois algumas pessoas manifestaram-se, ainda que timidamente, contra, não desisti do meu projeto. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, felizmente, sou reconhecido e respeitado no meio numismático, entretanto, algumas observações “espirituosas ou não”, muitas vezes são colocadas numa roda de conversa entre companheiros. Por exemplo: “Se o Balsemão tivesse más intenções com suas réplicas, causaria sérias controvérsias no meio numismático” ou “Como todo o bom artista, este gravador ficará famoso, mas, naturalmente, após a sua partida, deixando suas peças serem disputadas pelos ávidos comerciantes, que aí sim tratarão de valoriza-las ao máximo”. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vale ainda esclarecer: Porquê réplica de tal ou qual peça? Qual o critério adotado para fazer este trabalho? As peças que me proponho a replicar são, muitas vezes, únicas ou raras, que se não estão em mãos de alguns colecionadores, poderão ser vistas apenas em museus ou em fotografias. A réplica tem o propósito de aproximarem-se o mais possível da peça original, porém sem qualquer comprometimento, pois elas são, invariavelmente, identificadas em seu propósito. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Agora vamos tratar de outras imitações; aquelas que são feitas com o sentido iminente de enganar, tirar proveito – vejam que não menciono falsificações e sim imitações. São peças de todos os tipos, de marcas e grifes famosas – desde porcelanas, cristais, marfins, biscuit, até roupas, calçados, etc. Agora, chegou a vez das moedas. Vindas do exterior, estão causando verdadeiro estardalhaço nos meios numismáticos. Há um ano atrás, comprei de um comerciante, duas peças de “prata” – 2.000 réis 1867/1886, oferecidas esclarecidamente como “falsas”. Comprei sabendo. Queria comparar e ver a que ponto poderia chegar a semelhança com uma original. É de assombrar a perfeição da imitação. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Recentemente um amigo esteve nos Estados Unidos e de lá me trouxe um 4.000 réis de 1900, famosa peça comemorativa de nossa numismática. Linda e perfeita imitação.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Alguns dias mais tarde, em nosso Encontro Numismático em Porto Alegre, eis que vejo algo estarrecedor em matéria de imitação: mais um 4.000 réis e os dólares norte americanos dos séculos XVIII e XIX, com a coleção inteirinha num belo álbum cuja capa também era de uma imitação perfeita de couro, que faria “Luster babar”, pois o estojo referido talvez valesse mais ainda do que as próprias peças. As especificações escritas, evidentemente em inglês e garantindo serem as peças em prata 900. Não tive dúvida: de posse de uma peça de 4.000 réis 1900 fui à procura, ali mesmo próximo ao encontro, de um chaveiro que pudesse corta-la ao meio. O chaveiro não queria fazer o serviço, com pena de estragar uma peça “tão bonita e cara”. Tive que argumentar muito e então ele concordou em cortar a peça e assim pudemos confirmar o que eu já suspeitava: Não se tratava de prata coisa nenhuma e sim de um latão (cobre + zinco) ali debaixo daquele “prateado”. Então todos os presentes ao evento puderam constatar o “blefe”. Se estas peças vêm da China, eu não sei, só sei que são tão perfeitas que podem enganar aos menos avisados, portanto... E o preço é ainda mais estarrecedor. Segundo os participantes do “Mercado Livre”, estas peças podem ser adquiridas por bagatelas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E agora, o que fazer? Processar os imitadores? Apelar para a “Corte Internacional”ou irritarmo-nos? Não, nada disto. Vamos encarar estes fatos com naturalidade, sabendo que jamais poderemos impedir esta prática no mercado. Vamos sim, ficarmos atentos e chamar a atenção de todos os interessados para terem cuidado, pois o trabalho é tão perfeito que pode enganar a qualquer um. Entretanto, alguns detalhes podem ser o “divisor de águas”: O peso da peça será exatamente igual ao peso da peça original? O preço oferecido é o praticado no meio numismático? Há um consenso na média de preços? Às vezes nem pelo peso é possível decifrar uma verdadeira de uma falsa. A peça que adquiri, ciente de que era falsa, tem o peso muito aproximado da verdadeira. A imitação é tão “perfeita” que a criatividade dos “inventores” vai desde uma moeda BG, UG, BC e aí por diante. Não foi esquecida nem mesmo a pátina...&lt;br /&gt;Então, nós, que nos consideramos verdadeiros numismatas temos o dever de reconhecer uma peça falsificada, imitada ou replicada.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em breve, voltarei ao assunto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pedro Pinto Balsemão&lt;br /&gt;Gravador e colecionador&lt;br /&gt;Estudioso da numismática brasileira&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O TEXTO ABAIXO, FOI ENVIADO EM 24 DE SETEMBRO DE 2010, PELO AMIGO PEDRO PINTO BALSEMÃO, O QUAL REPRODUZO ABAIXO:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;OBS. EM RAZÃO DO COMENTÁRIO INCLUIDO PELO SR. FRANCISCO PARTOS, DE PORTO ALEGRE, SOBRE O TEXTO ACIMA.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um comentário de mau gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado companheiro de colecionismo João Gualberto Abib.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá se vão dois meses desde a publicação em seu blog de um maldoso comentário feito pelo sr. Francisco Partos de Porto Alegre. Diz ele entre outras maldades: “As peças que o Balsemão produz é um desserviço a numismática”. Discordo literalmente; ao contrário: estou isto sim, prestando um serviço aos colecionadores de moedas brasileiras dando a oportunidade de conhecer de como eram as peças raras de nossa coleção.&lt;br /&gt;Diz mais: “ um minúsculo “B” escondido em algum canto .. é um convite a falcatrua”.&lt;br /&gt;Ora, meu caro João. Não vou me responsabilizar se algum mal intencionado vier a apaga-lo, muito embora, continue essa peça, a ser uma réplica.&lt;br /&gt;Diz ainda: “ colocar de maneira explicita tratar-se de uma cópia, etc..” – Só não vê quem não quer, pois mesmo que sejam perfeitas cópias, sempre serão cópias.&lt;br /&gt;“Obrigação de um numismata responsável...” – Sabem muito bem, meu prezado amigo, todos que me conhecem, que tive o cuidado de publicar um catálogo, onde narro todo o meu trabalho, explicando inclusive, como o executo. Ali estão registradas todas as cunhagens feitas até o ano de 2005, pois de lá para cá, só gravei algumas medalhas, pedidas por amigos e entidades numismáticas.&lt;br /&gt;Tenho um nome a zelar, pois sou estabelecido há 58 anos com uma empresa de gravuras em metais, sendo esta atividade secundária em gravar réplicas de moedas e medalhas, apenas um hobbie, que passei a realizar a partir de 2005/2006, por pura dedicação, gosto e alegria.&lt;br /&gt;Minhas tiragens, nunca passam de 50 peças, devidamente identificadas. Isto é uma regra a ser cumprida, pois pretendo deixar minha marca como gravador profissional nestas figuras expressivas da história do nosso pais.&lt;br /&gt;Pedi ao Sr. F. Partos, através de correspondência pessoal que reconsiderasse suas observações a respeito de meu trabalho. Não obtive resposta. Assim, achei por bem utilizar o mesmo meio de comunicação para tornar pública a minha indignação pela maneira leviana com que este senhor comentou o artigo que publiquei, pois na verdade, não tem nada a ver o texto de “As imitações e suas conseqüências” com trabalho que desenvolvo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;PEDRO PINTO BALSEMÃO.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nota do Blogueiro: Como se diz: em briga de Gaúchos, Paranaense não bota a colher. O que se espera no final, é que ambos os guerreiros, me convidem para um bom churrasco ou um bom chimarrão. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Abraços aos amigos, tanto ao colecionador e comerciante de numismática, FRANCISCO PARTOS como para o amigo, gravador respeitadíssmo, PEDRO PINTO BALSEMÃO.  Ambos têm a sua história já registrada no meio numismático brasileiro, e dispensa qualquer comentário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-54996260846376284?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/54996260846376284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/04/as-imitacoes-e-suas-consequencias.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/54996260846376284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/54996260846376284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/04/as-imitacoes-e-suas-consequencias.html' title='AS IMITAÇÕES E SUAS CONSEQUÊNCIAS'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-560719086400979320</id><published>2010-02-16T09:46:00.002-02:00</published><updated>2010-02-16T17:19:35.800-02:00</updated><title type='text'>RÉPLICAS CHINESAS DE 2.000 RÉIS 1859 – 1866 – 1867 e 1886</title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#29303b;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#29303b;"&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Fui um dos primeiros a alertar os colegas e outros colecionadores, sobre a oferta de moedas Brasileiras falsas, na verdade, réplicas, produzidas na China. Praticamente, moedas de todos os Países desde aquela época, há dois anos atrás, já eram replicadas e oferecidas a quem tivesse interesse, principalmente, as moedas com as datas mais raras. &lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Para tanto, minha primeira experiência com estas moedas, deu-se no mês de janeiro de 2008. Já naquele ano, foi publicado um texto sobre o assunto, no Boletim n° 34 da Sociedade Numismática Paranaense, de abril de 2008 nas páginas 07 a 12, e depois, o texto foi republicado neste BLOG em data de 11 de agosto de 2008.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Veja o texto então publicado, no link abaixo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;a href="http://abibonds.blogspot.com/2008/08/2000-ris-1867-e-1886-falsos-da-china.html"&gt;http://abibonds.blogspot.com/2008/08/2000-ris-1867-e-1886-falsos-da-china.html&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Logo em seguida, no mesmo dia de 11 de agosto de 2008, escrevi outro artigo, informando sobre o destino, e quem acabou adquirindo para sua coleção e, principalmente, para seu estudo, aquelas moedas então relatadas. Logicamente, só divulguei o nome do comprador com anuência do mesmo. Afinal estava divulgando de quem eu comprei e para quem eu vendi. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;Veja o texto então publicado, no link abaixo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;a href="http://abibonds.blogspot.com/2008/08/afinal-quem-comprou-os-2000-ris-1867-e.html"&gt;http://abibonds.blogspot.com/2008/08/afinal-quem-comprou-os-2000-ris-1867-e.html&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Desta minha experiência, passei a monitorar nos encontros numismáticos, dos quais eu participei, desde então, o oferecimento destas moedas. Ficava atento em minha mesa de negociação, para ver quem oferecia o que, e para quem, até que um dia, deparei-me com uma pessoa em minha mesa, oferecendo uma peça de 2.000 Réis do ano de 1867, como sendo verdadeira. Veio aquela conversa tradicional, tenho há muitos anos em minha coleção. Quem me vendeu já era colecionador... e outras alegações, que com um simples ato de colocar a balança em cima de mesa, logo, o resultado do peso da moeda, jogava por&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;terra todas as alegações da origem da mesma. Falei de pronto: - ESTA MOEDA É FALSA, o peso não bate. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;O vendedor,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; se &lt;/span&gt;levantou a contra gosto de minha mesa, não convencido do resultado que queria ouvir e foi procurar outros compradores. Deve ter ouvido de uns cinco grandes comerciantes, o mesmo veredicto: - a moeda é falsa. Mesmo assim, continuei acompanhando a trajetória deste cidadão no salão, até que para minha surpresa, sentou na mesa de um colecionador com mais de 30 anos de experiência e que nem se deu ao trabalho de pesar a moeda que lhe era oferecida e acabou pagando R$ 1.000,00 na hora ao vendedor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Fiquei numa situação muito embaraçosa, pois, tinha eu então, menos de 5 anos de numismática profissional, e como me atreveria a alertar um colecionador com mais de 30 anos de experiência no ramo, que faz as vezes o papel também de comerciante, que aquela moeda comprada por ele era falsa??? Fiquei na minha e relatei o episódio a uns quatro grandes comerciantes sobre o ocorrido, e pelas conversas, todos não se sentiriam à vontade para alertar um tão experiente colecionador sobre o ocorrido. Nesta situação o silêncio prosperou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Cheguei a conclusão, que o problema era cultural, e que problemas assim, somente com educação poderiam ser solucionados, mas de que forma eu, um simples mortal, poderia contribuir para que rapidamente e com êxito, todos se espertassem sobre estas moedas falsas que estavam infestadas no mercado e sempre faziam incautos a perderem um bom dinheiro, deixassem de ser vendidas como VERDADEIRAS e ficassem apenas circulando como RÉPLICAS?? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Desde este dia, então, fiquei pensando, o que eu poderia fazer para alertar o mercado de uma forma elegante, menos trágica e de que moeda RARA, deve sempre ser analisada de todas as formas, o metal, o barulhinho característico da prata, a serrilha, o peso que deve bater na balança de precisão e outros detalhes mais, que devem ser observados, na hora da compra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Aí pensei, se eu conseguisse comprar um lote grande de RÉPLICAS, a preços módicos e vendesse a preços compatíveis com o de uma réplica e fizesse isto de uma forma EDUCATIVA, eu teria um LUCRINHO para não PERDER O COSTUME e ainda estaria ALERTANDO a todos para rever em suas coleções o que possuem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Ficaria com a alma limpa, pois, assim despertaria em todos o senso crítico que certamente apareceria em todo bom Numismata, e daí por diante, ninguém mais cairia no conto da moeda RARA, sem antes analisar o que deve sempre ser analisado quando se compra uma moeda deste tipo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Foi com este INTUÍTO, o EDUCATIVO, que coloquei a venda + de 100 Réplicas de moedas RARAS, de 2.000 Réis dos anos de 1859 – 1866 – 1867 e 1886 e para minha surpresa, vendi já na primeira semana, mais de 50 moedas destas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Estas moedas, podem ser encontradas no site do MERCADO LIVRE.COM.BR, &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;onde estão anunciadas em meu e-shop, anunciadas como Réplicas, e ainda, aproveitei a oportunidade e disponibilizei outras raridades, também réplicas, de moedas de outros Paises, como USA,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;GRÉCIA, CHILE e INGLATERRA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Vejam as réplicas oferecidas no mercado livre, no link abaixo: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;a href="http://eshops.mercadolivre.com.br/abibonds/lista/R%C3%A9plicas_Desde_1"&gt;http://eshops.mercadolivre.com.br/abibonds/lista/R%C3%A9plicas_Desde_1&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Se desejar continuar suas pesquisas de outros produtos no e-shop, entre no link abaixo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;a href="http://eshops.mercadolivre.com.br/abibonds/"&gt;http://eshops.mercadolivre.com.br/abibonds/&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 15.6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#29303b;"&gt;Só para continuar, nos meus anúncios no mercado livre, você vai ler em alguns itens de réplicas a seguinte explicação no texto descritivo do produto, no caso abaixo, sobre o anuncio de uma moeda de 2000 réis do ano de 1886.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:9;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;37 MM. DE DIÂMETRO, COM SERRILHA IGUAL DA ORIGINAL E 22,5 GRAMAS DE PESO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RÉPLICA DA MOEDA DE 2.000 RÉIS DO ANO DE 1886, ( DATA RARA) MARCA EM CATÁLOGO + DE R$ 1.000,00, MAS QUE NOS ÚLTIMOS ANOS, TEM APARECIDO MUITAS MOEDAS "RÉPLICAS" FEITAS NA CHINA, QUE LÁ SÃO COMPRADAS COMO RÉPLICAS E ALGUNS PSEUDO NUMISMATAS DAQUI DO BRASIL, QUE SÓ VISAM O LUCRO FÁCIL, ACABAM VENDENDO A COLECIONADORES POUCO OBSERVADORES E SEM NENHUM SENSO CRÍTICO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JÁ VI EM VÁRIAS COLEÇÕES, MOEDAS FALSAS, PRINCIPALMENTE AS DATAS MAIS RARAS E OS SEUS POSSUIDORES NEM SABEM SOBRE SUA ORIGINALIDADE OU NÃO. ALGUMAS RÉPLICAS OBSERVADAS, ATÉ O PESO EXATO COINCIDE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMO NUMISMATA, E ADEPTO DA VERDADE NUMISMÁTICA, OFEREÇO VÁRIAS RÉPLICAS A VENDA, NÃO SÓ DE MOEDAS BRASILEIRAS, MAS DE OUTROS PAISES TAMBÉM. SÓ ASSIM, PARA EDUCAR OS COLECIONADORES A EXERCITAR O SENSO CRÍTICO E AFERIR DE VERDADE, SE POSSUEM EM SUAS COLEÇÕES, MOEDAS FALSAS, RÉPLICAS, OU MOEDAS ORIGINAIS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTA FORMA, SE FARÁ JUS A INTERPRETAÇÃO REAL DA PALAVRA NUMISMÁTICA, QUE ANTES DE TUDO É UMA CIÊNCIA E COMO TAL, DEVE SEMPRE SER ESTUDADA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O METAL DA RÉPLICA É INTERESSANTE, É UMA LIGA DE METAL, COM UM BANHO DE PRATA E PÁTINA ARTICIAL, ONDE CHEGA-SE A PERFEIÇÃO NA APARENCIA, COMO A ORIGINAL.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;RESULTADO DEPOIS DA PRIMEIRA SEMANA DE VENDA DAS RÉPLICAS:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Já, depois da primeira semana de venda, um dos compradores, já desperto pela compra que fez, foi comparar a sua moeda adquirida há mais de 1 ano e descobriu que aquela que ele julgou ser verdadeira, é falsa também, ou seja, é uma réplica, só passou a ser falsa a partir do momento que acreditou ser verdadeira. Na verdade sempre foi uma réplica.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Pois bem, já acionou o vendedor, um veterano comerciante de numismática, e este, já prometeu devolver o dinheiro integralmente pago. Diz que este, também, fora enganado por ocasião da compra.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;ISTO QUE EU CHAMO DE NUMISMÁTICA, OU MELHOR, DE EDUCAÇÃO NUMISMÁTICA, o exercício do senso crítico, onde há estudo, não há incautos. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Repito:&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;ONDE HÁ ESTUDO, NÃO HÁ INCAUTOS.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Esperteza neste mercado, agora ficou um pouco mais difícil. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Diferentemente do que pensam alguns, pois, tenho que ouvir de alguns, que estas réplicas, vão atrapalhar&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;os negócios e o mercado em geral, fica uma pergunta:&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;– Quais&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;negócios que vai atrapalhar??? E que mercado???&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Certamente que das moedas autenticas, não vai atrapalhar, pois quem desembolsa + de R$ 1.000,00 Reais, daqui por diante, vai ficar esperto. Vai analisar o que está comprando e, certamente, certificar-se de que a moeda é boa e vai acabar comprando. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Há ainda, a grande chance daquele que descobrir já ter comprado gato por lebre, de ter uma esperança de desfazer o negócio com o vendedor, &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;e alguns, até de ter êxito em receber o dinheiro de volta, como do caso anteriormente relatado. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Agora, que sem dúvida alguma, &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;vai atrapalhar a vida dos PSEUDO NUMISMATAS, aqueles que visam o lucro fácil, vendendo gato por lebre, este tipo de mercado e de comércio, sim, &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;vai atrapalhar bastante, pois, fatalmente, estes, terão que achar outra coisa para fazer.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;O que não quero mais, é ver&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;alguém comprando uma moeda falsa num encontro numismático e pagar um preço exorbitante por uma moeda que vale no máximo 50,00 Reais, preço de uma réplica, &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;já com frete incluso. Mesmo que seja para um veterano da numismática, com mais de 30 anos de experiência, e por um descuido, um pequeno vacilo e&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;por boa fé, acreditou estar levando uma moeda autêntica e era na verdade, uma simples réplica. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Texto de autoria do Numismata, João Gualberto Abib, de Curitiba – PR, com fone 41-9127-9766&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;e se alguém quiser mandar uma correspondência, CAIXA POSTAL 10.331 AC/BIGORRILHO em CURITIBA – PR – CEP. 80.730-380&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Vende produtos numismáticos no Mercado Livre,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;visite seu e-shop&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;no link abaixo:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://eshops.mercadolivre.com.br/abibonds/"&gt;http://eshops.mercadolivre.com.br/abibonds/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Se quiser passar um e-mail:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="mailto:abibonds@onda.com.br"&gt;abibonds@onda.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-560719086400979320?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/560719086400979320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/02/replicas-chinesas-de-2000-reis-1859.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/560719086400979320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/560719086400979320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/02/replicas-chinesas-de-2000-reis-1859.html' title='RÉPLICAS CHINESAS DE 2.000 RÉIS 1859 – 1866 – 1867 e 1886'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-2157086964537094787</id><published>2010-02-15T16:58:00.009-02:00</published><updated>2010-02-15T17:39:15.473-02:00</updated><title type='text'>A INCRÍVEL HISTÓRIA DA MOEDA DE OURO DE Us$ 20 “ DOUBLE EAGLE” DE 1933 - Continua parte I e II</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Já faz mais de 1 ano, ou melhor e mais exato: 15 meses completará amanhã, dia 16 de Fevereiro de 2010, da data da última postagem em meu Blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso, que neste período, em vista de vários fatores que ocorreram, e até pela minha decisão de me afastar da Diretoria da SNP, e posteriormente, por atitudes daquela diretoria, que me desagradaram e culminaram com minha decisão de pedir o afastamento em definitivo, daquela sociedade, deu-me um ar de desânimo e falta de interesse pessoal em continuar a escrever neste Blog, mas este fato está superado. Afinal, neste período, aprendi a andar separado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisava na verdade de um START, um pequeno empurrão, uma luz, para que eu viesse novamente a postar matérias numismáticas neste BLOG e até terminar algumas matérias iniciadas e não terminadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, hoje de manha esta LUZ apareceu, pois recebi um e-mail de meu fraterno amigo e antigo colaborador da labuta numismática, o qual escreveu vários textos em parceria comigo, fruto de muitas pesquisas, falo de Roberto Keller, que hoje mora em S. Paulo e enviou-me um e-mail, lembrando sobre a matéria que fizemos pesquisa em 2007, e que acabou sendo divulgada no texto, “ A INCRÍVEL HISTÓRIA DA MOEDA DE OURO DE Us$ 20 “ DOUBLE EAGLE” DE 1933” matéria publicada, inicialmente, no Boletim da SNP nº 32 de Setembro de 2007 e republicada em 30 de Julho de 2008 neste Blog sob o título acima.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://abibonds.blogspot.com/2008/07/incrvel-histria-da-moeda-de-ouro-de-us.html"&gt;http://abibonds.blogspot.com/2008/07/incrvel-histria-da-moeda-de-ouro-de-us.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://abibonds.blogspot.com/2008/07/incrvel-histria-da-moeda-de-ouro-de-us.html"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Logo, pela indicação de meu amigo, li e reli o texto por ele sugerido, que está publicado no BLOG da Numismática Bentes, e que por incrível que pareça, é a continuação e ou a complementação daquele texto já publicado em nosso BLOG, por isto, vou apenas copiar o texto daquele site e republicar aqui, para que todos leiam o incrível desta história que agora se fecha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimentos ao Roberto Keller pela LUZ e ao START que eu precisava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimentos especiais, ao Blog da Numismática Bentes, pelo mérito de tão brilhante texto que faço disponibilizar em meu BLOG aos meus leitores que na verdade são leitores com interesse na Numismática em Geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa leitura a todos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Gualberto Abib&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incrível história de uma moeda que não deveria existir – 1ª Parte. ( extraido do Blog Numismatica Bentes - sem imagens) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;12 02 2010 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Imagine que seu avô tenha sido um colecionador de moedas de ouro ou que tenha andado lá pelos EUA na década de 30 e que em meio aos seus pertences você encontrasse uma única moeda de ouro, pesando pouco mais de 30 gramas (como a da foto a seguir). Se for assin, então dê uma boa olhada na data ! Se for 1924 ou 1927, você pode até faturar uma graninha, vendendo-a por US$ 900 dólares. Mas muita atenção, pois se a moeda for igual à da foto abaixo (20 dólares) e a data for 1933, você acabou de conquistar sua independência financeira. Por que? Saiba a seguir! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Agora você irá conhecer o primeiro de dois capítulos de uma história fantástica no mundo do colecionismo. Uma história de emoções, paixões, furtos, desilusão, decepções, ansiedade, corrupção, reis e altos funcionários do governo americano, numa trama digna de um filme. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tomará conhecimento dos passos percorridos por uma fantástica moeda que, pela lei americana, jamais poderia existir mas que apesar disso, passou pelas mãos de funcionários da Casa da Moeda da Filadélfia, de um Rei, de pessoas comuns, de altos funcionários do governo americano, de agentes secretos, colecionadores e comerciantes de jóias e de moedas, até chegar à Stack’s e Sotheby’s e ser leiloada pela fantástica soma de 6,6 milhões de dólares, tendo seu comprador desembolsado quase 7,6 milhões devido às comissões das prestigiosas casas de leilão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Irá tomar conhecimento das investigações e de como algumas destas moedas foram parar, inexplicavelmente, num cofre privado, onde seus herdeiros sequer sabiam o tesouro que continha. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas deixemos de lado as considerações e passemos diretamente a esta fantástica narrativa ! A incrível e verdadeira história de uma moeda que jamais deveria ter existido. Boa leitura a todos ! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A fascinante história de uma raríssima moeda. O US Saint Gaudens Double Eagle de 1933. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O US Saint Gaudens Double Eagle de 1933 vendido no leilão de Stack’s e Sotheby’s em 30/07/2002. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O martelo do leiloeiro da venda sob ofertas organizada pela Stack’s e Sotheby’s em Nova York no dia 30 de julho de 2002 para vender uma única moeda – aparentemente a mais rara, e com certeza a mais disputada – parou no valor recorde de 6,6 milhões de dólares, uma soma nunca alcançada precedentemente, e que sobe a 7,59 milhões, se levarmos em conta também a comissão do leiloeiro. Mas o que levou um colecionador anônimo a desembolsar esta incrível soma, pagando “tanto” por uma única moeda de ouro de 20 dólares cunhada apenas 70 anos atrás. E, ainda, por qual razão uma moeda cunhada em quase meio milhão de exemplares se tornou tão rara e disputada? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta última pergunta já havia sido feita em 1944 por Ernest Kehr, jornalista responsável pela sessão de filatelia e numismática do New York Herald Tribune que, notando em uma lista de leilão o anúncio da venda de um extraordinário “double eagle de 1933”, pelo qual seu antigo proprietário havia pago um pouco mais de 2000 dólares (valor considerado altíssimo para a época em que foi adquirida), pensou que seria uma boa idéia dirigir-se à Casa da Moeda americana para saber quantos exemplares teriam sidos postos em circulação, e o que poderia justificar uma cotação do gênero. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi justamente a curiosidade de Kehr a dar início a uma das mais complexas aventuras numismáticas dos últimos tempos, rica de surpresas, decepções, euforia e desilusões. Uma história que depois de se perder nos anais do colecionismo por mais de 70 anos, ainda hoje não se concluiu definitivamente, e que teve como protagonistas colecionadores ricos e facultosos, comerciantes inescrupulosos, funcionários desonestos da casa da moeda de Filadélfia , agentes do serviço secreto americano, o rei Farouk do Egito , casas de leilão, e, por último, os herdeiros de um dos personagens originalmente envolvidos no “furto” e na venda de alguns exemplares desta moeda, mantidos entre seus bens herdados e trancados num cofre que continha 10 destas raríssimas e “proibidas” moedas. Mas procedamos com ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FIM DE UMA ÉPOCA &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;OS 445.500 exemplares do “Double Eagle de 1933” – última cunhagem em ouro das casas da moeda da Filadelfia, de San Francisco e de Denver que desde 1907, colocou em circulação mais de 70 milhões de moedas com desenhos do admirável escultor “Augustus Saint-Gaudens” (na foto ao lado, em seu atelier)– foram cunhadas em Filadélfia em 3 sessões, entre 15 de março e 19 de maio. O contingente tinha sido estabelecido pelo Tesouro Americano em base ao quantitativo de moedas de 20 dólares postas em circulação no ano anterior pelo Federal Reserve Bank, e a abertura dos cunhos se deu em Filadélfia, a partir de 18 de fevereiro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em teoria, a cunhagem dos 20 dólares com data 1933 sequer deveria ter sido processada. Logo após a sua eleição em 4 de março de 1933, de fato, o presidente “Franklin Delano Roosevelt” proibiu o uso do ouro (sob forma de moeda ou certificado) em pagamentos, na tentativa de por fim a grave hemorragia de metal amarelo que arriscava comprometer a credibilidade do sistema bancário americano (na semana ente o fim de fevereiro e início de março de 1933, companhias e privados tinham retirado dos bancos, para estocá-los ou transferi-los ao exterior, mais de 200 milhões de dólares em ouro, perfazendo um total – na cotação atual do ouro – cifra que supera os 6 bilhões de dólares). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Roosevelt anunciou a sua decisão (em vigor a partir do dia sucessivo) domingo, 5 de março, decretando ao mesmo tempo o fechamento de todos os bancos por quatro dias, enquanto o Secretário do Tesouro William H. Woodin (retratado na foto a seguir) telegrafava as casas da moeda de Denver, Filadelfia e San Francisco, ordenando que fossem suspensos quaisquer pagamentos em ouro. O Congresso, convocado urgentemente no dia 9 de março, aprovava no mesmo dia a decisão do presidente. A diretiva de Roosevelt proibia também o acumulo de ouro amoedado por parte dos privados e, mesmo que não especificasse qual fosse o limite quantitativo que fizesse com que um acúmulo chegasse a ser considerado um reato, sancionava a posse não autorizada de ouro em moedas ou certificados, com uma multa de até 10.000 dólares e uma pena de detenção de até 10 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A provisão não impunha explicitamente aos cidadãos americanos de restituir o ouro amoedado, que estivesse em sua posse, ao Federal Reserve Bank, mas que este fosse o seu preciso objetivo, nao restava qualquer dúvida, tanto que o público, respondendo ao apelo do presidente, do Congresso e das autoridades monetárias, e uma única semana fez afluir aos bancos mais de 300 mihões de dólares em ouro. A adesão inicial bem cedo perdeu parte do seu vigor e no dia 5 de abril, um mês depois da divulgação da provisão, o ouro “restituído” ao Tesouro chgava a um total de apenas 633 milhões de dólares. Segundo a estimativa do governo, ao apelo presidencial faltavam, pelo menos, mais um outro bilhão de dólares. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para acelerar o retorno do metal, que ainda estava circulando, aos cofres do Federal Reserve, no dia 5 de abril Roosevelt (foto ao lado) emanou uma nova diretiva que depois de ter precisado o teto cumulativo (100 dólares), impôs explicitamente aos privados a obrigação de restituir ao Tesouro Americano o ouro de que mantinham posse; uma exceção era consentida somente para as moedas de ouro “raras e inusuais” procuradas pelos colecionadores. As pressões pelo retorno do ouro nos cofres do Federal Reserve continuaram até que o Gold Reserve Act, aprovado pelo Congresso e assinado por Roosevelt no dia 30 de janeiro de 1934 estabelecesse definitivamente que todo o ouro amoedado (revalutado de 20,67 a 35 dólares a onça) pertencia ao governo dos E.U.A., que o transformaria em lingotes de peso e título estabelecidos pelo Secretário do Tesouro (refundindo portanto as moedas) destinando o produto final a ser estocado no novo depósito em construcão em Fort Knox. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já depois do primeiro decreto de 5 de março de 1933, a Casa da Moeda de Filadélfia poderia ter suspendido a cunhagem das moedas de ouro, não mais admitidas como instrumento de pagamento. Como a burocracia, porém, tem seus próprios tempos e inércias, um primeiro quantitativo de double eagles de 1933 foi cunhado entre 15 e 24 de março, seguidos por mais 200.000 entre 7 e 27 de abril e pelos últimos 145.500 entre 8 e 19 de maio. A inteira cunhagem, embalada em sacos de 250 moedas, cada um pesando cerca 8,4 quilos, foi trancada no cofre F da Casa da Moeda, de onde nunca mais sairia se não 3 anos depois para a refusão. A única exceção foram dois sacos contendo 500 peças ao todo de onde deveriam ser retirados os exemplares destinados ao laboratório da Casa da Moeda e à Comissão de análise para que fossem verificados o peso e o título do metal, tendo sido confiados aos cuidados do tesoureiro e fechados na sua caixa-forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESPERANDO PELA FUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sobre as 500 peças que ficaram sob o controle direto do tesoureiro-caixa – cargo que, depois da aposentadoria de Harry Powell no fim de 1933 e a saída de cena de seu sucessor designado Hibberd Ott, por motivos de saúde, foi assumido no dia 20 de março de 1934 por George McCann, figura chave nos acontecimentos sucessivos – que devemos voltar a atenção para entender como, quando e quantos “double eagles de 1933” tenham saído ilegalmente da Casa da Moeda de Filadélfia e alcançado o mercado, sempre à espera de oportunidades, por novidades e, com estas, as chances de lucro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como resulta da documentação do arquivo da casa da moeda de Filadélfia, 20 das 500 moedas foram enviadas a Washington, mais especificamente ao laboratório da casa da moeda dos EUA para o controle do título, exigência para a qual fossem todas refusas. Das que sobraram, 446 foram mantidas à disposição da Comissão de Análises, convocada na metade de fevereiro de 1934, enquanto outras 34 foram pegas por Edward McKernan, responsável pela câmara de segurança, em 2 de fevereiro. Nao ficou claro se estas moedas foram depositadas novamente nos cofres junto com o grosso do contingente ou se (hipótese mais provável, levando em consideração o reduzido quantitativo e as verificações ainda em curso), se tenham unido as outras em contemporânea custódia do caixa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Análise, reunida no dia 14 de fevereiro de 1934, destruiu 9 moedas para determinar o peso e o título, resultados ambos regulares segundo quanto o certificado do dia 15 de fevereiro, e no dia 20 as outras 437 foram restituídas a Hibberd Ott, caixa em função e que as repôs na própria caixa-forte junto aos 34 exemplares recebidos em precedência por McKernan (para um total de 471 peças).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reserva federal de ouro de Fort Knox. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O processo posto em movimento pelo Gold Reserve Act, enquanto isso continuava avançando inexoravelmente. No dia 4 de agosto de 1934 Nellie Tailoe Ross , diretora da Casa da Moeda dos EUA , telegrafou aos diretores dos estabelecimentos de Denver, Filadélfia e São Francisco para dar início à fusão de todo o estoque nacional de moedas de ouro, com a finalidade de tranformar o produto da fusão em lingotes de ouro 900‰ (mesmo teor das moedas, para “não perder temp e nem dinheiro”); uma missão que, devido aos consistência dos recursos e a capacidade das instalações, levaria mais de 2 anos, com uma previsão de conclusão que somente se daria em julho de 1937, com a chegada ao Fort Knox das cargas de lingotes escoltados pelas guardas armadas da Casa da Moeda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Baseado na documentação oficial, entre 6 de fevereiro e 18 de março de 1937, na Casa da Moeda de Filadélfia foram fundidas e transformadas em lingotes, precedidas por milhares de outras moedas de ouro de 2,5; 5; 10 e 20 dólares, 445.000 “double eagles” de 1933, que nunca saíram do cofre F, mais as 471 em posse do caixa. Das 471 moedas qu erestaram das análises e testes, se devem subtrair os dois exemplares que em 2 de outubro de 1934 George McCann enviou, sob a disposição da diretora Nellie Tayloe Ross, ao Smithsonian Museum, para serem inseridas na coleção numismática do referido museu. A conta, formalmente, estaria correta: das 445.500 moedas cunhadas, 29 foram hipoteticamente destruídas em testes, duas foram doadas ao Smithsonian (fato comprovado), e as outras 445.469 foram fundidas (?). Mais nenhum exemplar do double eagle de 1933 – nunca posto em circulação pela Casa da Moeda Americana – deveria ou poderia ter “sobrevivido”. Mesmo assim…..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMEÇA A CAÇA AO TESOURO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros indícios que mostravam que as coisas não tinham ocorrido em conformidade com os documentos oficiais afloraram a partir de abril de 1937, quando um periódico numismático declarou, indicando rumores dos ambientes do colecionismo, que alguns exemplares teriam escapado à fusão, e os que terminaram nas mãos de colecionadores e comerciantes vinham sendo tratados a preço “de afeição”. A notícia não suscitou particular estupor, nem reações por parte das autoridades monetárias. O mundo do colecionismo e do comércio numismático nao era tido sob particular consideração e nem mesmo quem havia desenrolado um papel importante durante a subtração das moedas destinadas à fusao, fazendo-as sair ilegalmente da casa da moeda teria qualquer interesse em “colocar lenha na fogueira”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um outro periódico reportou que, sempre em abril de 1937, o conhecido colecionador Fred Boyd teria mostrado algumas semanas antes, na reunião do New York Numismatic Club, um exemplar de double eagle de 1933 em sua posse. O próprio Boyd voltou a expor a moeda em 1938 em Columbus e no ano seguinte em Nova York. Nas revistas numismáticas começaram a aparecer os primeiros anúncios alusivos a quem gostaria de adquirir o último dos double eagles cunhados, e no número de fevereiro de 1941 de “Numismatist” apareceu a primeira proposta de venda; Smith &amp;amp; Son, comerciantes de Chicago, ofereciam (com várias fotos ilustrativas) um double eagle de 1933, “a mais rara da série – exceto pelo exemplar de 1849 – e um dos únicos 3 exemplares conhecidos até hoje. O preço só seria fornecido a pedido dos adquirintes interessados”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na época o anúncio não suscitou particular interesse (talvez por causa do preço pedido), tanto que a oferta foi repetida em março e em junho, quando finalmente apareceu um comprador. Nenhuma reação porém, mais uma vez, partiu das autoridades monetárias. Para que isso se verificasse, foram necessários que se passassem outros três anos. De fato, em 18 de março de 1944, Enest Kehr, folheando o catálogo da Casa de Leiloes Stack’s – a ser realizado no dia 25 do mesmo mês – foi pego pela curiosidade de saber o que fazia do lote 1681 (double eagle 1933) uma raridade, e teve a idéia de se dirigir ao escritório do diretor da Casa da Moeda para um esclarecimento. Em 20 de março a questão chegou aos ouvidos da diretora Ross, que pediu a Filadélfia uma resposta. Esta chegou no dia 22 sob forma de um relatório detalhado de 10 páginas, nas quais resultavam os números de moedas cunhadas, destruídas nos testes e refusas, além obviamente das duas entregues ao museu Smithsonian. Nenhuma moeda tinha sido entregue ao Tesouro (e deste aos bancos) para ser distribuída, portanto nenhuma podia, oficialmente se encontrar em circulação. Se isto estava acontecendo, se supunha que o lote oferecido por Stack’s era de uma moeda “falsa” ou “roubada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nellie Tayloe Ross, a primeira mulher americana a ser eleita ao cargo de governador (Wyoming em 1922) e primeira mulher a ser nomeada, pelo presidente Franklin Delano Roosevelt, diretora da Casa da Moeda, cargo que ocupou de 1933 a 1953.&lt;br /&gt;Neste ponto, a Casa da Moeda colocou a questão aos cuidados do serviço secreto, competente nesta matéria por ser o responsável pela repressão à violação ao Gold Reserve Act. Do caso se ocupou pessoalmente o diretor do serviço, Frank J. Wilson, que confiou as investigações aos agentes especiais Harry w. Strang e James Haley. Como estavam efetivamente em presença de um reato, era necessária uma medida veloz, pois ao leilão Stack’s faltavam somente dois dias. No dia 24 os dois agentes foram a Nova York para encontrar o jornalista cuja iniciativa tinha dado início ao caso. Mas Kehr não conseguiu fornecer nenhum outro elemento que pudesse auxiliar nas investigações. Tudo o que sabia, já havia sido relatado. Os agentes então se dirigiram à sede da Stack’s para interrogar os titulares. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Considerados totalmente estranhos a qualquer comportamento ilícito, os irmãos Joseph e Morton Stack não tiveram dificuldades em exibir a moeda em sua posse; além disso confirmaram que no catalogo do referido leilão havia um erro; diferentemente de quanto indicado, o precedente proprietário (o coronel Flanagan) não havia pago 2200 dolares pela moeda, mas sim 1250, como vieram a saber uma semana antes. Os irmãos Stack disseram também aos agentes que um outro exemplar da mesma moeda estava notoriamente em posse de Max Berenstein, um joalheiro cuja loja se encontrava a alguns quarteirões dali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atuais instalações da Casa da Moeda de Filadélfia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A este ponto o agente Strang explicou que, de acordo com as documentações do Tesouro, a moeda nunca teria sido posta em circulação, e portanto se tratava presumivelmente de um exemplar falso ou “roubado”, que o serviço secreto teria que sequestrar diante da expectativa de desenvolvimentos posteriores. Durante a tarde, após entregarem aos irmãos Stack, como seu álibi regular, uma fatura pelo double eagle de 1933, os dois agentes saíram da casa de leiloes dos irmãos para se dirigirem à joalheria de Berenstein. A caça ao tesouro ilegalmente “roubado” tinha começado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UMA INCRÍVEL COINCIDÊNCIA &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aqui é oportuno dar alguns passos atrás. Exatamente um mês antes, dia 25 de fevereiro de 1944 (o que ainda não era do conhecimento dos investigadores), um funcionário da embaixada egípcia em Washington tinha ido ao escritório da Casa da Moeda, no Ministério do Tesouro, para pedir a permissão de exportação de uma moeda que o seu soberano, o rei Farouk (foto ao lado), havia comprado dois dias antes, de um comerciante de Fort Worth, Texas, pagando 1575 dólares; tratava-se de um double eagle de 1933. Baseado no Gold Reserve Act, a exportação de moedas de ouro dos EUA era permitida somente se se tratava de exemplares de interesse especial para os colecionadores, “status” delegado pelo referido escritório da Casa da Moeda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois de um funcionário compilar o pedido e receber o double eagle de 1933, o escritório da Casa da Moeda entrou em contato com Theodore Belote, curador da coleção numismática do Smithsonian que, recordando, possuía os dois únicos exemplares “legais” do s20 dólares de 1933, entregues a este pela Casa da Moeda de Filadélfia. Isto a fim de obter um parecer necessário aos procedimentos formais, o que foi ultimado, sem dificuldades, como favorável à exportação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Completadas as formalidades burocráticas, em 29 de fevereiro a licença de exportação estava pronta e em 11 de março de 1944, o funcionário da embaixada do Egito retornou ao escritório da Casa da Moeda, a fim de retirar a moeda, acompanhada da referida licença. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Devido a uma fortuita e incrível coincidência temporal, a moeda adquirida pelo rei Farouk obtinha, desta forma, a permissão necessária para deixar legalmente o território dos EUA sendo que duas semanas mais tarde, tal procedimento teria sido certamente impossível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 24 de março de 1944, depois de terem deixado a sede da Stack’s, o sagentes do serviço secreto providenciaram o sequestro da moeda que estava na posse de Berenstein e depois de uma primeira perícia realizada na Assay Office de Nova York, as duas moedas foram confirmadas como autênticas e, coisa ainda mais importante, obtiveram do joalheiro os elementos necessários para iniciarem a reconstruir um quadro detalhado de toda situação; quantos eram os exemplares conhecidos no mercado, quem os possuía pelas mãos de quem haviam passado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nas três semanas sucessivas, assistidos por alguns colegas, Strang e Haley interrogaram colecionadores, numismatas, comerciantes e funcionários da Casa da Moeda em diferentes localidades dos EUA, e em 14 de abril já estavam prontos para apresentar ao seu superior um primeiro balanço das investigações; um elenco dos 10 primeiros exemplares dos 20 dólares de 1933 já haviam aparecido no mercado até aquele momento (três dos quais haviam sido sequestrados pelos agentes no decurso das investigações e um exemplar levado ao Egito com regular licença de exportação) e mais uma concreta série de indícios que conduziam a Israel “Izzy” Switt, um grande joalheiro da Filadélfia, como sendo a fonte comum de todas as moedas.&lt;br /&gt;Fim da 1ª Parte. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;NOTA: No post a seguir, você encontra a 2ª e última parte desta fascinante história que reserva momentos de emoção e surpresa em seu desfecho dramático e conclusivo, onde as pessoas envolvidas tramam, conspiram e elaboram estratégias para escaparem ao controle do governo federal dos EUA. Você vai conhecer a surpreendente história de um comerciante que pagou uma fantástica soma por esta moeda e viajou para fora do país, esperando que algum colecionador o contatasse, para tentar vendê-la pelo triplo do que havia pago. Os agentes secretos do tesouro americano irão armar uma estratégia digna de um filme de espionagem para botar suas mãos nesta moeda. Será que irão conseguir ?&lt;br /&gt;Não deixe de ler a segunda e última parte desta surpreendente e verídica história. Nela você ira conhecer o desenrolar final de “A incrível história de uma moeda que não deveria existir”. Tome fôlego, corra no baú do seu avô e quem sabe vc tira a sorte grande. Mas cuidado ! Não a mostre a qualquer um ! Caso voce seja daqueles que nasceu “virado prá lua”, escreva-me e por uam comisão de 15% te levo direto ao comprador na Europa que irá te pagar em dinheiro vivo. Mas não fale sobre o assunto a ninguém, pois o FBI ainda está à caça dos últioms exemplares que restam dessa raríssima moeda americana. Bom final de leitura na parte 2, a seguir !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incrível história de uma moeda que não deveria existir – 2ª Parte.  ( extraído do Blog da  Numismática Bentes, sem imagens)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;12 02 2010 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;…continuando…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A colocar os agentes na pista justa foi James Macallister, um numismata de Filadélfia que afirmou ter adquirido o primeiro exemplar de “double eagle de 1933” (moeda que nunca tinha aparecido em precedência no mercado). Comprou-o de Switt, no dia 15 de fevereiro de 1937 por 500 dólares, revendendo-o logo em seguida a Max Berenstein por 1600 dólares. Assim, quatro dias depois, em 19 de fevereiro, Macallister voltou à loja de Switt e comprou um segundo exemplar por 500 dolares, também este em seguida revendido (por 1100 dólares). Uma terceira moeda, sempre por 500 dólares, foi adquirida no início de julho de 1937, seguido por outros dois (um em julho e outro em dezembro) pelo qual a quantia a ser paga tinha subido a 550 dólares. Depois ele parou – disse Macallister aos agentes – não porque a fonte se tivesse exaurido, mas porque se convenceu que existiam muitos exemplares no mercado para se dizer que era uma moeda de extrema raridade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Switt foi interrogado pelo serviço secreto em 30 de março, mas mesmo assumindo a venda de 9 double eagles de 1933 no passado, declarou não se lembrar onde as adquiriu e de não ter conservado nenhuma documentação que pudesse ajudá-lo a identificar quando, de quem tivesse comprado, a quem tivesse vendido e por qual valor as tivesse adquirido. Mesmo sob pressão dos agentes, negou sempre de ter mantido contato com o pessoal da casa da moeda da Filadélfia, além do necessário requerido pela sua profissão (venda de restos de ouro para fundição), e declarou sob juramento que não possuia outros exemplares da moeda incriminada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nas semanas sucessivas os investigadores examinaram as escrituras contábeis de Switt, sem porém concluir nada de útil para suas investigações que, sem descartar possíveis alternativas, se dirigiam agora a um objetivo bem preciso: a investigação de uma ligacão entre Switt e alguém que tivesse tido acesso às moedas saídas ilegalmente do estabelecimento onde foram produzidas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na lista de suspeitos incluiu-se, em particular, o ex-caixa da Casa da Moeda de Filadélfia George McCann: um personagem que, além de ter sob sua custódia – por vários anos e na própria caixa-forte – centenas de exemplares do double eagle incriminado, tinha precedentes discutíveis, tendo sido preso em 1940 sob acusação de ter “roubado” do caixa 339,90 dólares em “trocados” retirados de circulação, levados à Casa da Moeda por privados e comerciantes para serem substituídos por moedas novas do cunho. Mccann se assumiu culpado, e foi condenado a um ano e um dia de prisão, mais uma multa de 500 dólares. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo não conseguindo provar um contato direto entre McCann e Switt, os agentes descobriram que quase seguramente existia um entre McCann e Edward Silver, cunhado e sócio de Switt cuja assinatura aparecia, entre outros, nos cheques girados por Macallister para pagar as moedas compradas pelo primeiro. Novamente interrogado, Macallister adicionou novos particulares ao caso: em ocasião de cada compra, Switt pretendia que o preço fosse primeiro aprovado por Silver e em num certo momento disse, a propósito dos double eagles de 1933, que “seu sócio Ed(ward Silver) poderia arrumar quantas quisesse”, já que tinha comprado 25 e revendido até então somente 14. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outras confirmações aos suspeitos vieram da análise da situação financeira de McCann, que entre fevereiro e junho de 1936 tinha registrado, sem uma justificativa aparente, entradas de mais de 9.800 dólares, uma soma equivalente a mais do triplo do seu salário anual, e quase coincidente com quanto retirado no mesmo período por Edward Silver de uma conta bancária sua. McCann, segundo a teoria desenvolvida pelos agentes do serviço secreto teve, por um longo tempo, acesso às moedas que provavelmente conseguiu fazer sair da Casa da Moeda, de pouco em pouco (na época não existiam detectores de metal), substituindo os double eagles de 33 com outros de data comum, para que pesos e números resultassem sempre regular no caso de um eventual controle; tinha mantido contato com Silver; tinha registrado em 1936 uma entrada conspícua e não justificada, contemporaneamente a uma equivalente saída de dinheiro da conta de Silver: os indícios era mais do que consistentes, mesmo se em ausência de uma confissão por parte dos suspeitos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No final de 1944 o trabalho dos investigadores já havia terminado, e os agentes tiveram uma conferência com o chefe dos Serviços Secretos, Frank Wilson, confiantes de poder começar a fase do plano que levaria os suspeitos para a cadeia. Em dezembro, Wilson mandou a própria relação ao Procurador Federal com o pedido de proceder, mas a resposta, que chegou em janeiro de 1945, foi negativa: os indícios eram sólidos, mas a decorrência dos termos punha os suspeitos ao reparo de qualquer tipo de incriminação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Medalha prêmio realizada por Augustus Saint Gaudens e Barber para a Exposição Colombiana de 1892-1893.&lt;br /&gt;A impossibilidade de perseguir os culpados pela subtração das moedas não mudava todavia uma coisa: os double eagles de 1933 em circulação nunca tinham sido emitidos, por isso eram propriedade do governo, do qual foram roubadas; o governo tinha portanto o direito de exigir a restituição e, caso o atual proprietário se negasse em fazê-lo, o governo poderia confiscá-las.&lt;br /&gt;Nem sempre os colecionadores – que para terem a moeda tinham desembolsado os “olhos da cara” – estavam dispostos a aceitar tal imposição. Entre junho de 1944 e agosto de 1952 o serviço secreto conseguiu todavia sequestrar , ou receber por “livre e espontânea restituição”, outros seis doubles eagles de 1933 que se encontravam na posse de cidadãos americanos: o único exemplar conhecido em circulação permanecia a tal ponto a moeda adquirida em 1944 pelo rei Farouk do Egito, transferida ao Cairo.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;A MOEDA QUE FALTAVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto internamente os pedidos de restituição das moedas sequestradas, encaminhados pelos colecionadores ao governo, eram negados, o Governo americano decidiu colocar as coisas em dia com o governo egipcio, onde o rei Farouk tinha perdido o trono no dia 23 de julho de 1952 depois de um golpe de estado. O novo governo fez saber imediatamente que tinha intenção de leiloar os bens do ex-soberano, e que o lucro deveria ser utilizado em benefício do povo. Entre tais bens constava a coleçao numismatica do ex-soberano, composta de mais de 8.800 moedas de ouro, sendo que entre as raridades estava o “double eagle de 1933”. A responsabilidade de cuidar do leilão, executado no dia 24 de fevereiro de 1954, foi dada a casa inglesa Sotheby’s, cujo catálogo denominado “Palace Collections of Egypt” (o nome do rei tinha sido retirado em consideração ao novo governo), reportava no lote número 185, junto com outros 16 double eagles, o exemplar “único” de 1933. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Página do catálogo da coleção Farouk, onde se vê o lote 185. Sublinhado em vermelho a data 1933, correspondente ao cobiòado Double Eagle Saint Gaudens . &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma cópia do catálogo acabou nas mãos do serviço secreto americano, que através do Departamento de Estado fez intervir a Embaixada do Cairo para retirar a moeda de venda. Somente 36 horas antes da realização do leilão a Embaixada conseguiu confirmar que o presidente egípcio Naguib tinha acolhido o pedido, se resevando todavia o direito de decidir sobre a sorte da moeda. Em 25 de fevereiro o lote 185, reduzido de 17 a 16 moedas, foi regularmente vendido por 2.800 libras; mas enquanto nos EUA a Casa da Moeda da Filadélfia começava a refundir, em agosto de 1956, em base as disposições do Gold Reserve Act, as nove moedas sequestradas pelo serviço secreto, a peça que pertenceu a Farouk desaparecia no nada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todas as pistas seguras do double eagle que faltava (aparentemente permanecia no Egito, com quem tinha acesso aos bens sequestrados de Farouk pelo governo nacionalista de Naguib e de seu sucessor Nasser), se perderam por quase quarenta anos, até 1994, quando André de Clermont, um ex-funcionário da Casa de Leilões inglesa Spink’s e por época já trabalhando pro conta própria, comentou com seu novo sócio Stephen Fenton, dono de uma loja numismática em Duke Street, de uma supreendente oportunidade: uma sua fonte egípcia (da qual já tivera a oportunidade de adquirir muitas moedas raras, algumas das quais certamente proveniente da coleção de Farouk), tinha mencionado a possibilidade de dispor também do 20 dólares de 1933. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A negociação – iniciada com um pedido do interlocutor egípcio de 325.000 dólares – começou a “esquentar” no tardo verão de 1995, e no dia 3 de outubro a negociação chegava ao seu clímax. Fenton transferiu para a conta do egípcio – um joalheiro do Cairo – 220.000 dólares, e, depois de 41 anos, entrou em posse da moeda retirada do leilão em 1954 (deste fato não se tem certeza absoluta, dado que a licença de exportação concedida em favor de Farouk não era acompanhada por uma documentação fotográfica, e nem no catálogo do leilão Sotheby’s de 1954 aparecia uma imagem da moeda; mas todas as circunstâncias levam a crer que a moeda nas mãos de Fenton fosse efetivamente a que pertenceu ao soberano egipcio). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando a adquiriu, o comerciante britânico tinha passado por um grande risco, ligado tanto a quantia paga, quanto ao “estado” ilegal da moeda (pelo menos, assim era, aos olhos do governo americano). O problema agora era encontrar um comprador, de preferência nos Estados Unidos, que pudesse garantir a ele e ao seu sócio De Clermont um lucro adequado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para resolver essa situação Fenton se dirigiu a um amigo na Alemanha que, depois de algumas tentativas em vão, obteve uma resposta interessada da parte de Jasper Parrino, titular de uma loja especializada em moedas raras em Kansas City, que acreditava haver um potencial cliente para a moeda na pessoa de Jack Moore, um mediador sempre a procura de moedas de ouro para um facultoso industrial em Oklahoma. No fim de 1995, Fenton começou a discutir com Parrino sobre a venda do double eagle em sua posse, pelo qual pretendia pedir 750.000 dólares. Parrino pediu a Moore o dobro, mas o caminho pelo qual se desenrolava o negócio conduzia na verdade a uma perigosa armadilha. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Moore, em parte incentivado por motivos de “vingança” (dizia que tinha sido enganado no passado por Parrino, com relação a algumas comissões de venda), se dirigiu a um agente do FBI informando-o que um comerciante estrangeiro estava oferecendo na praça um double eagle de 1933 por 1.500.000 dólares. O FBI o colocou prontamente em contato com o Serviço Secreto, que decidiu montar uma isca com o objetivo de sequestrar a moeda. Moore teria que fazer uma contra-oferta a Parrino, para ganhar tempo, mas sobretudo tinha que pedir que a transação ocorresse nos EUA onde o comprador poderia verificar a autenticidade da peça (na verdade, para o serviço secreto se apropriar da moeda). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois de um vai-e-vém de contatos e negociações, Fenton – que havia firmado o preço em 750.000 dolares – concordou em encontrar Parrino e o cliente final em 8 de fevereiro de 1996, em Nova York, em um apartamento do hotel Waldorf Astória que, a esta altura, já havia sido posto sob total vigilância pelo serviço secreto, com videocâmeras e registradores, com agentes que ocupavam um apartamento adjacente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma vez acertado que Fenton tinha efetivamente consigo a preciosa moeda, os agentes irromperam no apartamento onde a negociação estava em curso, e prenderam o numismata inglês, caído na armadilha sem haver levantado a menor suspeita, tanto é que, no início, temeu de ser vítima de um roubo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os agentes sequestravam o double eagle, Fenton foi algemado como um criminoso comum e levado ao subsolo do hotel, onde um automóvel o aguardava para conduzi-lo ao escritório do serviço secreto de Nova York, situado em uma das torres do World Trade Center. Fenton, convocado a se apresentar diante do juiz com a acusa de ter tentado vender uma propriedade roubada ao Governo dos EUA, foi solto graças ao intervento do advogado, e no fim de um dia alucinante, saiu das dependências do Serviço Secreto profundamente abalado com o acontecido, tendo em seu bolso uma fatura de um “artigo de contrabando” sequestrado pelo governo dos EUA, o double eagle no qual tinha investido 220.000 dolares (e com o qual esperava ganhar muito mais). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A disputa aberta entre Fenton (determinado a fazer prevalecer a propria boa fé e seus direitos) e a Casa da Moeda americana (também decidida a reentrar em posse da moeda roubada sessenta anos antes) se fechou somente cinco anos mais tarde, em 15 de janeiro de 2001, com um acordo extra-judicial em base ao qual Fenton cedia a moeda à Casa da Moeda e que essa se empenhava em colocá-la em venda, sendo o lucro relativo a esta venda dividido em partes iguais. A Casa da Moeda insistiu em inserir uma cláusula na qual se especificava que o compromisso feito com Fenton não teria se constituído num precedente para outro exemplar, eventualmente existente, do “20 dolares de 1933”. Caso aparecessem outros, seriam efetivamente sequestrados.&lt;br /&gt;O Federal Reserv Bank de Nova York. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a moeda estava sendo temporaneamente transferida por seguranças ao Fort Knox, ocorreu uma outra singular e trágica coincidência: se tivesse permanecido por alguns meses mais no escritório do serviço secreto em Nova York, a moeda se teria perdido seguramente devido ao atentado terrorista de 11 de setembro que destruiu as Twin Towers). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sotheby’s e Stack’s estavam sendo selecionadas para organizar o leilão onde, segundo as estimativas, a peça poderia chegar a um valor entre 4 e 6 milhões de dólares. O leilão público teve início às seis da tarde de 30 de julho de 2002 partindo de um preÇo inicial de 2,5 milhões de dólares. Exatos 6 minutos mais tarde, um colecionador anônimo arrematava a moeda mais disputada da história por 7.590.020 dólares. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aos 6,6 milhoes do preço de compra tinham que ser adicionados outros 990.000 dólares de direitos e outros 20 dólares devidos ao departamento do tesouro para “monetizar”, pela primeira e única vez, o double eagle de 1933.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;FIM DA HISTÓRIA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem por sonho!&lt;br /&gt;Prova disso é o novo “golpe de cena”, ocorrido em setembro de 2004. Pouco mais de dois anos depois do leilão que parecia ter posto um fim a longa e aventurosa história desta fantástica e bela moeda, se começava a desenrolar um novo (e imprevisto) capítulo. As declarações feitas por Switt a Macallister, e por este, em 1944, referida ao agente Strang, sobre o número total de double eagles de 1933 saídos ilegalmente da Casa da Moeda, deram uma tardia mas sensacional confirmação quando a casa da moeda reentrou em posse, de uma única vez, de outros 10 exemplares da mítica moeda. Isso mesmo ! Dez exemplares de uma só vez, encontrados apenas dois anos após do leilão milionário. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A se mostrar viva as autoridades foi Joan Switt Langbord, filha e herdeira do joalheiro Israel Switt (morto em 1990 com 95 anos), que através de seu advogado Barry H. Berke (o mesmo que tinha defendido os interesses de Fenton durante a longa disputa com a Casa da Moeda entre 1996 e 2001), informou ao governo e à Casa da Moeda americana do achado de 10 moedas entre os bens do pai, acreditando desta forma poder fazer o que bem quisesse e entendesse com os 10 exemplares. Os representantes da Casa da Moeda solicitaram então que a senhora Langbord entregasse as moedas com a desculpa de poder controlar a autenticidade das mesmas; um pedido que a senhora Langbord prontamente aceitou, em acordo realizado através de seu advogado, em troca de um documento no qual a Casa da Moeda se empenhava em reconhecer todos os direitos que Joan Switt Langbord e seus familiares poderiam ter sobre as moedas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois de te-las tranferidas a Washington em junho de 2005 para garantir a autenticidade, confirmada tanto pelas provas de laboratório quanto pela comparação com os exemplares do Smithsonian Institute, a Casa da Moeda anunciou publicamente em 11 de agosto, com grande tristeza para a senhora Joan Switt Langbord, a “recuperação” das moedas (retendo-as como propriedade do governo – a Casa da Moeda decidiu, obviamente, não usar os termos “sequestro” ou “requisição”), que foram mais tarde tranferidas ao Fort Knox, devendo ali permanecer, aguardando uma decisão sobre seus destinos. Três coisas são, de qualquer modo, certas: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1) Que as moedas não serao destruídas (o Gold Reserve Act foi abrogado por Nixon em 1971);&lt;br /&gt;2) Que não serão monetizadas (portanto o double eagle de 1933 vendido em leilão em 2002 será o único legal em posse de um cidadão privado);&lt;br /&gt;3) Que nao serão restituidos aos herdeiros de Switt. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado a Casa da Moeda pensa em valorizar os double eagles de 1933 recentemente recuperados como “manufatos históricos” em ocasião de mostras ou exposições, ou consignado-os a um certo número de museus, por outro lado o advogado da senhora Langbord proclama batalha; uma batalha que se mostra toda em subida, tendo em vista os precedentes invariavelmente a favor do governo (mesmo se o valor das moedas disputadas, estimável em muitos milhões de dolares, é tal que não justifica uma desistência incondicionada por parte dos Switt).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente americano Richard Nixon.&lt;br /&gt;Esperando para conhecer qual será o destino das 10 peças depositadas em Fort Knox, um outro interrogativo espera uma resposta:&lt;br /&gt;Afinal, quantos são os double eagles de 1933 em circulação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 2004 eram conhecidos somente 3 exemplares: os dois do Smithsonian, e o vendido em 2002 em leilão. Com o “achado” de 2004 o total sobe para 13, mas Israel Switt afirmou, na época das investigações, que teve à disposiçao 25 moedas, um número que hoje é impossível de se verificar, mas em conformidade com os 9.800 dólares embolsados pelo caixa Mc Cann em 1936 (mesmo sendo possivel que parte desta cifra tenha servido para pagar outros “favores” feitos ao dueto Switt-Silver). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Levando a sério as afirmações de Switt, e levando em conta que das 25 moedas passadas, segundo ele, pelas suas mãos, se devem subtrair nove fusas em 1956, uma vendida em leilão em 2002, e dez encontradas em 2004; isto significa que existem, em posse de um ou mais cidadãos, ainda desconhecidos graças a “prudência” ou simplesmente a sorte, outros 5 double eagles “proibidos”. Uma “presa” que permanece, em todos os casos, sob mira dos agentes do serviço secreto americano , prontos a confiscá-las assim que elas surjam da neblina que a sorte as circundou até hoje. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Da próxima vez que você for a uma numismática e verificar que existe um Double Eagle Saint-Gaudens à venda, certifique-se de que não seja o de data 1933. Afinal, ainda existem no mínimo 5 destes exemplares “perdidos” por aí. Talvez sejam bem mais do que apenas cinco. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;FIM&lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;Livros:&lt;br /&gt;Don Taxay: The Us Mint and Conaige, Arco Publishing Co., New York 1966.&lt;br /&gt;David Tripp: Illegal Tender – Gold, Greed, and the Mistery of the lost 1933 Double Eagle, Free Press, New York 2004.&lt;br /&gt;Allison Frankel: The epic story of the world’s most valuable coin, W.W. Norton, New York 2006.&lt;br /&gt;Revistas:&lt;br /&gt;Leon Worden: Barry Barke: 1933 double “legal”, in COINage Magazine, gennaio 2006.&lt;br /&gt;Catálogos de leilões:&lt;br /&gt;Sotheby’s: Palac Collection of Egypt, O Cairo, 25 de fevereiro de 1954.&lt;br /&gt;Sotheby’s New York, Stack’s: The 1933 Double Eagle, – July 30, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGRADECIMENTOS PELO TEXTO ACIMA DA NUMISMÁTICA BENTES. PUBLICADA EM SEU BLOG &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://numismaticabentes.blogspot.com/"&gt;HTTP://NUMISMATICABENTES.BLOGSPOT.COM&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-2157086964537094787?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/2157086964537094787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/02/incrivel-historia-da-moeda-de-ouro-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/2157086964537094787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/2157086964537094787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2010/02/incrivel-historia-da-moeda-de-ouro-de.html' title='A INCRÍVEL HISTÓRIA DA MOEDA DE OURO DE Us$ 20 “ DOUBLE EAGLE” DE 1933 - Continua parte I e II'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-5632009459209800113</id><published>2008-11-16T19:13:00.016-02:00</published><updated>2008-11-22T19:01:28.492-02:00</updated><title type='text'>AS PEÇAS ROUBADAS DO MUSEU HISTÓRICO NACIONAL EM  24 E 25/06/1937</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SScJJ6h0oUI/AAAAAAAAAJs/LRwdWAYMoVs/s1600-h/222.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271191954795045186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 175px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SScJJ6h0oUI/AAAAAAAAAJs/LRwdWAYMoVs/s320/222.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Se voce leu a matéria postada anteriormente, sobre GUILHERME GUINLE, em uma parte do texto, em 1925, seu gesto de generosidade atingiu ao máximo, colocando a disposição dos técnicos do Museu Histórico Nacional sua rica coleção numismática para que dela retirassem todas as peças que lhes interessassem, a título de doação. Foi extraída assim, 2.310 exemplares, na sua maioria em ouro, além de muitas barras do mesmo metal, oriundas de diversas Casas de Fundição do Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, para surpresa de todos, e para a infelicidade do doador pródigo, na noite de 25 de junho de 1937, foram roubadas desta coleção, 116 moedas e 17 barras em ouro, além de várias medalhas, também de ouro e ainda, títulos antigos do reinado de D. João VI e D. Pedro I do Império do Brasil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os gatunos que agiram durante a noite, de um sábado para domingo, e presume-se, eram conhecedores de numismática, ou ainda talvez, orientados por pessoa familiarizada com o assunto, pois, foram escolhidas as melhores peças, tanto em moedas como em medalhas, e especialmente, as melhores barras de ouro cunhadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo ainda, os jornais da época, atribuiram o roubo à falta de vigilância, e ainda relatavam que seus autores conheciam perfeitamente a localização da sala de exposição da Seção de Numismática. Pelas mesmas notícias divulgadas, os ladrões haviam entrado pelo telhado e levado apetrechos necessários para serrar as grades e arrombar as vitrines dos expositores. Coisa bem planejada e de gente do ramo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As autoridades policiais da época, nada conseguiram apurar e o ocorrido passou para o esquecimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem, mas o inusitado deste roubo, veio a tona 44 anos depois em 1981, um menino descobriu no quintal de uma casa no bairro do Grajaú uma das barras de ouro desaparecidas, procedente da Casa de Fundição de Mato Grosso, datada de 1818. Foi encaminhada à polícia pela proprietária do imóvel que a restituiu ao Museu Histórico Nacional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Revista Numismática, de 1937, nas páginas 246 a 250 relaciona as moedas e barras de ouro desfalcadas da preciosa coleção doada por Guilherme Guinle ao Museu Histórico Nacional ( dados colhidos no Gabinete de Investigações na Seção de Furtos e Roubos da Polícia Carioca), com a respectiva avaliação total do roubo em 218.000$000 ( duzentos e dezoito contos de réis).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os dados acima, inclusive com alguns trechos que foram transcritos integralmente, foram extraídos do livro entitulado de Ensaio Biográfico de Guilherme Guinle, 1882-1960 - de autoria de Geraldo Mendes de Barros no ano de 1982.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já sobre o mesmo assunto, o Kurt Prober, em seu livro entitulado de Ouro em Pó e em Barras, Meio Circulante do Brasil, 1754 - 1833 - publicado em 1990. Em capítulo separado como "capítulo E", dá a data do roubo no referido museu em 24 e 25 de JULHO e não em JUNHO, conforme texto anteriormente citado. Mas expõe a tona detalhes e pormenores e citam nomes de alguns envolvidos sobre o assunto, que achei por bem, publicar integralmente este capítulo para conhecimento de todos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E - ROUBO DE BARRAS E MOEDAS DE OURO 24/25.7.1937 NO MUSEU HISTÓRICO NACIONAL, RIO DE JANEIRO (RJ).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na noite de sábado para domingo, 24/25 de julho de 1937, houve um vultuoso ROUBO de moedas e de 20 BARRAS DE OURO no MUSEU HISTÓRICO NACIONAL, do Rio de Janeiro, pesando só as barras mais de TRES quilos. Este roubo NUNCA foi esclarecido, e, por incrível que pareça, o seu Diretor, GUSTAVO BARROSO, chefão INTEGRALISTA, movimento este que então se preparava para arrancar o poder das mãos do Presidente GETÚLIO VARGAS, nunca mexeu uma palha, digna de nota, para a elucidação deste rumoroso caso. Estavam os "integralistas" por demais empenhados em organizar, no Rio de Janeiro, o famoso "Desfile dos cinquenta mil ( 50.000) Camisas Verdes", movimento abortado em bôa hora por GETÚLIO.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por sinal, quando aconteceu o roubo, o Diretor Gustavo Barroso estava en viagem para o Norte do Brasil (Ceará), sendo o museu na ocasião dirigido pelo Sr. EDGAR DE ARAÚJO ROMERO, como Diretor Interino. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A primeira notícia foi, de que tinham sido surrupiadas 117 ( cento e dezessete) Moedas de Ouro e VINTE (20) BARRAS DE OURO das vitrines da Seção de Numismática, conforme foi reportado à Polícia, mas já no dia 28.07.1937 o Dr. ROMÉRO retificou, que somente 17 ( dezessete) BARRAS tinham sido furtadas, como declarou em entrevista publicada no Jornal "O GLOBO" deste dia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O chefe de polícia do Rio de Janeiro era então o Dr. FELINTO MULLER, e as investigações correram pelas autoridades do 5º Distrito Policial. O Diretor GUSTAVO BARROSO, NUNCA prestou nenhuma declaração, mesmo depois que voltou a dirigir aquele "nosocômio...." de politiqueiros daquela época.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em todas as investigações policiais, houve apenas DUAS pessoas indiciadas....Uma delas foi HENRIQUE CANDIDO FERREIRA, preso em 3.8.1937, logo em seguida tentanto sucídio, e cuja mulher - ROSA FERREIRA, o acusou frontalmente, mas por "motivos INEXPLICÁVEIS" nada se apurou, e o DE CUJOS pouco depois sumiu do cartaz, embora este indigitado assaltante tenha sido egresso da "Cadeia de Mar de Espanha" (MG). Funcionários e serventes do Museu foram presos, mas logo em seguida soltos, pois puderam provar sua inocência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas em princípio de OUTUBRO de 1937 a polícia portenha conseguiu prender um TURISTA...que tinha visitado o Museu, na pessôa de ANDRÉS SOLARES ABELLO, que pouco depois foi embarcado preso a bordo do navio "D.PEDRO II", para ser então apresentado à polícia do Rio. No dia 20.10.1937 o navio partia de SANTOS, com o preso algemado, e às 22 horas o comandante mandou soltar o preso...., quando se estava na altura da ILHA DA MOELA. Descobriu-se, então, que o preso tinha desaparecido, e sendo aceita a hipótese, que ele se tinha atirado ao mar, ali enfestado de tubarões...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não pode haver dúvida, que se trate de uma história "mal contada....", pois o desaparecido era um "estelionatário uruguaio" , que por ocasião do roubo estivera no Rio de Janeiro em companhia de um amigo, ERCÍLIO CARIMANDO, e que só em 29.7.1937 tinham voltado para Buenos Aires. Foi até descoberta uma carta, que SOLARES tinha escrito à dona da Pensão, da rua Corrêa Dutra, 52, no Rio, onde estivera hospedado, "...pedindo que ela fosse a polícia para declarar, que ele estivera acamado no dia 25.7.1937, dia do Roubo". Fato é que este elemento SUMIU POR COMPLETO, e sendo aceita a hipótese, que ele servira de " comida de tubarão..." &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acontece, que este melodrama, uma espécie de "ópera-bufa", teve um desfecho inesperado, em fins de abril de 1981. Noticiaram então os jornais, que havia sido encontrada uma BARRA DE OURO há um mês, ( barra esta que foi ilustrada) ( inclusive com imagem neste BLOG) enterrada no fundo do quintal da casa da rua Visconde da Santa Isabel, nº 578, no bairro do Grajaú, do Rio de Janeiro. Era a barra 1818-M-658, que em 25.7.1937 tinha sido roubada do Museu Histórico Nacional, do Rio, que, informado do achado, dei um "geito..." da peça lhe ser devolvida, conforme me informou o funcionário Sr. Câmara, pelo telefone, no dia 5.5.1981.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A casa era do Sr. Hassan Hadman, fazendeiro, e quem encontrou a barra foi o menino José de Almeida Ramos, que no dia 25.3.1981 brincava nos fundos da residência do Sr. Hassan, na ocasião em viagem no interior da Bahia. D. Alzira, esposa do Sr. Hassan, pensando tratar-se de "coisa roubada", comunicou o encontro logo à Polícia do 20º DP. A própria Polícia revolveu todo o terreno do quintal, ajudada até pela Polícia Militar, mas nada mais foi encontrado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Declarou o dono do prédio, "ainda", que não se lembra mais de quem comprou o imóvel há uns 40 anos, ocasião em que fez obras no prédio, nada tendo sido encontrado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para mim esta barra, pesando 229 gr. de ouro de quase 24 quilates, deve ter sido o pagamento que um dos participantes do roubo recebeu, e este com medo de ser descoberto, preferiu enterrar a peça neste quintal, talvez depois, esquecendo o local exato ou tendo morrido. A casa fica perto da encosta de uma favela. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eis a seguir a relação das 20 barras que teriam sido roubadas do Museu, conforme relação dada a Polícia, e que foi publicada nos jornais do Rio do dia 27.07.1937. (O Globo e Diário da Noite. Foram relacionadas sob n° 4° até 23°, não sabendo o que teriam sido os ítens 1° até 3°):&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;4°) - 1809 - S - 3558; 5°) - 1809 SF -4299; 6°) - 1812 - V - 531; 7°) - 1812 - S - 2388; 8°) - 1812 - S - 317; 9°) - 1813 - SF - 656; 10°) - 1813 - 2 - 347; 11°) - 1814 - S = 174; 12°) - 1814 - S - 1177; 13°) - 1814 - S - 1953; 14°) - 1815 - M - 241; 15°) - 1816 - G - 799; 16°) - 1818 - R - 202; 17° - 1818 - SF - 359; 18°) - 1818 - M - 658; 19°) - 1821 - C - 167; 20°) - 1819 - M - 102; 21°) - 1821 - G - 281; 22°) 1822 - G - 41; e 23°) 1822 - G - 229.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nota: As barras das referências n° 11 e 21 possuiam GUIA, sendo provável que a Guia da peça 11 1814 - S - 174 ainda esteja guardada em algum arquivo. Quanto a Guia da peça 21 veja mais adiante. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;IMPORTANTE: - Verificou-se depois, QUE NÃO TINHAM SIDO ROUBADAS AS BARRAS DAS Referencias, n° 4° - 8° - e 21° ( c/Guia), e tendo sido recuperada, em 1981, a barra ref. n° 18. Desapareceram efetivamente 16 ( dezesseis) Barras do Patrimônio Nacional, provavelmente FUNDIDAS pelos ladrões, e perdidas para sempre. Digo isto, porque os larápios tinham escolhido a dedo as barras mais PESADAS, como as peças de ref. 14, 15, 18. 19 e 20, pesando: 1.387, 279, 225, 262 e 179 gramas, respectivamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Houve muitas inexatidões nos pesos, números, quilates, etc. constantes na relação fornecida pelo Museu à Polícia, o que felizmente eu pude emendar nas respectivas fichas, pois em meus velhos guardados eu encontrei uma lista detalhada - MANUSCRITA - do Dr. Alfredo Solano de Barros, feita posteriormente, quando já se tornara funcionário graduado do Museu, lista esta, em que, com sua habitual meticulosidade, consertou todos os erros, e ainda fazendo os seus habituais comentários pitorescos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É interessante, porém, a observação que faz sobre as barras de 1822 - G - n°s 41 e 229 ( ref, 22 e 23), das quais diz terem sido do TESOURO DE JUNDIAÍ (....que teria sido encontrado em 1916....) barras estas que teriam sido quase desconhecidas e raras ANTES do encontro deste tesouro. Só mais tarde é que se veio a descobrir, que o dito tesouro só "...teria....sido" encontrado em 16.7.1921. Ambas estas peças tinham sido doadas ao Museu pelo Dr. Guilherme Guinle.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora, cá entre nós, continuo acreditando que o tesouro tenha sido achado bam antes de 1921, e que o dono só resolveu "botar a bôca no trombone"mais tarde, quando já tinha conseguido vender uma grande parte, e principalmente as moedas, das quais nunca se falou, sem ter de entregar a parte devida ao govêrno de tudo que achara. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Merece mensão ainda a observação do Dr. Solano, quando cita - como TAMBÉM ROUBADA, uma BARRINHA DE OURO, fundida na Casa da Moeda do Rio de Janeiro, no tempo do Império.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;n° 2409 de 8.4.1875 - Ouro - título: 965-1/2 milésimos - Pêso 87,70 gramas. Diz ele, ".....que na técnica é apenas uma curiosidade numismática, por não ser do tempo das Casas de Fundição...." Mas quer me parecer que esta peça NÃO foi roubada, pois encontrava-se numa outra vitrine, junto com duas barras do Império. E tendo encontrado em meu arquivo um "decalque" desta peça, também tirado pelo Guarda "BAIÃO". Trata-se, neste caso, de uma das muitas barrinhas que a Casa da Moeda, do Rio, mediante o pagamento de uma taxa, fundia com o ouro em pó, ou ouro "quebrado" que lhe era entregue para "fundição".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas lembra ainda, para finalizar, o mestre KURT PROBER: ....Mas a relação do Dr. Alfredo Solano de Barros é ainda mais interessante, pois nela achamos descritas também as outras barras do Museu, QUE NÃO FORAM ROUBADAS, e que são as seguintes:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1784 - M - 699; 1801 - S - 1752; 1804 - V - 1532; 1809 - S - 3558; 1814 - S - 174; 1818 - M - 658; 1821 - G - 281; 1828 - S - 130; 1831 - S - 105. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;PORTANTO DEVE O MUSEU HISTÓRICO NACIONAL, POSSUIR HOJE 9 ( NOVE) BARRAS DE OURO.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas a dúvida persiste, afinal, kurt Prober cita o mês de julho e já no livro de Geraldo Mendes Barros, em seu Ensaio Biográfico, cita o mês de junho. Verificando ainda, a Revista Numismática de 1937, às folhas 244, editada pela Sociedade Brasileira de Numismática, com o título "Vultuoso roubo no Museu Histórico Nacional", me parece que está dúvida esta dissipada, pois cita o mês de JUNHO. Parece que o Kurt Prober, por engano, acabou citando o mês errôneamente. A data correta, parece ser a de  24 e 25 de junho de 1937. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, por via das dúvidas, vou consultar os Jornais citados por Kurt Prober, para confirmar em definitivo qual mês realmente ocorreu este famoso roubo no Museu Histórico Nacional, no ano de 1937. Tão logo tenha o resultado, divulgo aqui nesta matéria.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-5632009459209800113?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/5632009459209800113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/11/as-peas-roubadas-do-museu-em-25061937.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/5632009459209800113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/5632009459209800113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/11/as-peas-roubadas-do-museu-em-25061937.html' title='AS PEÇAS ROUBADAS DO MUSEU HISTÓRICO NACIONAL EM  24 E 25/06/1937'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SScJJ6h0oUI/AAAAAAAAAJs/LRwdWAYMoVs/s72-c/222.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1784549868416216750</id><published>2008-11-07T21:19:00.010-02:00</published><updated>2008-11-10T20:27:30.384-02:00</updated><title type='text'>GUILHERME GUINLE - MAIOR DOADOR BRASILEIRO DE PEÇAS NUMISMÁTICAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SRTWuKtrMkI/AAAAAAAAAJU/zDTQeiyU9WU/s1600-h/guinle.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266069952941208130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 254px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SRTWuKtrMkI/AAAAAAAAAJU/zDTQeiyU9WU/s320/guinle.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1939, foi instituído pelo Decreto Lei 1.706 de 27 de outubro de 1939, O LIVRO DO MÉRITO, cuja função era de inscrever para a posteridade, nomes de pessoas que fizeram a diferença, por suas "doações valiosas", ou ainda, pela reconhecida prestação de serviços relevantes e que houvessem com notoriedade, contribuído para o enriquecimento do patrimônio material ou espiritual da Nação, e merecido assim, o testemunho público do seu reconhecimento. Para isto, se prestavam com homenagens, a inscrição de grandes nomes, no Livro do Mérito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este mesmo Decreto Lei, foi depois, regulamentado pelo Decreto 5.244 de 07 de janeiro de 1940. O parecer da primeira indicação, data de 26 de setembro de 1941, demonstrando que a Comissão agiu com extremo cuidado, não tendo pressa em apresentar nomes. Enquanto existiu o LIVRO DO MÉRITO, não chegou sequer, a duas dezenas de nomes homenageados por seus préstimos de alto grau de reconhecimento ao País. Mas, alguns nomes de alguns cientistas, como Cardoso Fontes, e Vital Brasil, juristas como Clóvis Beviláqua e Francisco Mendes Pimentel, o sertanista, General Cândido Mariano Rondon e pessoas dedicadas à assistência social, como, Rafael Levi de Miranda e Sinhá Junqueira, ficaram inscritos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas, entretanto, o primeiro nome inscrito neste Livro, foi o de Guilherme Guinle. O decreto da primeira inscrição, assinado pelo então Presidente Getúlio Vargas, estava assim redigido: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Considerando que o Decreto-Lei de 1.706, de 1939, instituiu o Livro do Mérito, destinado a receber a inscrição dos nomes das pessoas que, por doações valiosas ou pela desinteressada proteção de serviços relevantes, hajam cooperado notoriamente para o enriquecimento do patrimônio material ou espiritual da Nação e merecido o testemunho público do seu reconhecimento; considerando que o engenheiro GUILHERME GUINLE, conforme parecer da comissão do Livro do Mérito, é merecedor dessa alta distinção, resolve: Mandar inscrever o seu nome no livro do Mérito." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O diploma, executado em litografia, desenhado por J. Wast Rodrigues, noticia a imprensa da época, achava-se encerrado em artística caixa de jacarandá entalhado, com ornatos em prata cinzelada e seus dizeres eram os seguintes: " O Presidente da República, tendo em alto apreço os merecimentos do Sr. Dr. Guilherme Guinle, em testemunho público do reconhecimento nacional pelas doações valiosas e prestação de serviços relevantes para o enriquecimento do patrimônio material e espiritual do Brasil, mandou fosse feita sua inscrição no Livro do Mérito." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas, afinal, o que fez de grandioso este grande brasileiro, para entrar no Livro do Mérito e ainda, como o primeiro nome inscrito neste mesmo livro com tamanha distinção e honra?. Vamos ressaltar somente os registros das doações NUMISMÁTICAS, pois além de doações de hospitais, obras de artes, dinheiro para instituições de caridade, e outras coisas mil, ficaremos dias para relacionar a importância deste brasileiro exemplar, além de numismata e grande filatelista que foi em sua época.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Só para lembrar, nasceu em 1882 e faleceu em 1960. Foi presidente da CSN – Companhia Siderúrgica Nacional, foi presidente da Companhia Docas de Santos, foi fundador da Usina de Volta Redonda, foi o Presidente da Fundação Gaffrée e Guinle e de foi em foi, também ficaria horas para relacionar tudo isto. Vamos nos ater somente na parte Numismática. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O prazer que este grande homem tinha em fazer suas coleções, não se encerrava em si próprio, não era apenas pessoal e egoísta, pois, com o mesmo gosto que adquiria suas peças numismáticas, e diga-se de passagem, peças raras e algumas extremamente raras e ao final de sua catalogação, ele se satisfazia, ainda mais, ao transferir por doação ao patrimônio público nacional para que servisse para a educação do povo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 1921, fez sua primeira doação a Secção de Numismática da Biblioteca Nacional. Nas anotações do primeiro livro de registro de moedas, verifica-se que se compunha de 147 moedas portuguesas, que vão do reinado de D. Sancho II ( 1223-1248) a D. Manuel II (1908-1910), sendo 128 de prata e as demais de níquel, cobre e de outras ligas de metais. As referidas moedas se distribuem pelos seguintes reinados: D. Sancho ( 1223-1248); D. Fernando ( 1367-1838); D. João II ( 1481-1495); D. Manuel I (1495-1521), D.João III ( 1521-1557); D.Sebastião ( 1557-1578); D. Filipe II ( 1598-1621); D.João V ( 1640-1656); D. Afonso VI ( 1656-1683); D.Pedro II ( 1683-1706); D.João V ( 1706-1750); D. José ( 1750-1777); D. Maria I ( 1786-1799), D. Maria II ( 1834-1853), D. Luiz I ( 1867-1889); D. Carlos ( 1889-1908) e D. Manuel II ( 1908-1910). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Da coleção constavam, ainda, duas moedas da África Portuguesa: dois macutos de D. José I – 1762 e uma pataca de Moçambique. D. Maria II, octogonal, e seis moedas da Índia Portuguesa, sendo uma rúpia de D. Maria I ( cobre), cinco bazarucos de D. João V ( 1722) e cinco bazarucos de D. João V, sem data, ambos de calaim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 06 de abril de 1922, foi incorporada à seção de numismática da Biblioteca, nova doação de Guilherme Guinle, constando as seguintes moedas de ouro: moedas francesas – franco a pé, de Carlos V ( 1364-1380), um agnelo de Carlos VI ( 1380-1422), um escudo com o sol, de Francisco I ( 1515-1547), uma moeda do Condado de Flandres, real de dupla águia e uma moeda do Ducado da Toscana, sequim florentino, de prata. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quatro dias depois, registra-se, com todos os detalhes, outra grande doação de Guilherme Guinle, constante de 720 peças do Brasil- Colônia e do Brasil-Império, sendo 123 de prata e 597 de cobre. Tais moedas vão desde o reinado de D. Pedro II ( 1683-1706) até D. João VI ( as do Brasil-Colônia), as do Brasil-Império, abrangem os reinados de Pedro I e Pedro II, até o final da monarquia do Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já no Governo de Epitácio Pessoa, em 1922, criou-se o Museu Histórico Nacional, que se instalou a 12 de outubro no antigo Arsenal da Guerra. A seção de numismática, até então na Biblioteca Nacional, transferiu-se à nova instituição e as doações de Guilherme Guinle prosseguiram com a mesma e constante generosidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 02 de outubro de 1924, foi doado um conjunto de condecorações composto de 119 peças em ouro, prata dourada, esmalte e pedras preciosas, algumas das quais raríssimas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Já em 1925, seu gesto de dadivosidade alcança o máximo, colocou sua riquíssima coleção à disposição dos técnicos do Museu Histórico Nacional para que dela retirassem todas as peças que lhes interessassem, de que resultou a inclusão de 2.310 exemplares, na maioria de ouro, além de muitas barras do mesmo metal, procedentes de diversas Casas de Fundição do Brasil, que, como se sabe, circularam como moeda no tráfico comercial no período colonial. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ainda mais: ofereceu o mobiliário de imbuia para a sala de exposição das moedas brasileiras, que recebeu seu nome. O batismo foi procedido de correspondência entre o diretor do Museu, Gustavo Barroso, e o Ministro da Justiça, Afonso Pena Junior, No seu ofício, Gustavo Barroso diz que, entre outros doadores, Guilherme Guinle se tornou, desde a fundação do Museu, "seu incansável protetor, tendo lhe ofertado grande quantidade de objetos preciosos e uma rica coleção de condecorações e, agora, acaba de doar uma grande sala ricamente mobiliada e atapetada para a exposição das peças da numismática brasileira e todas as peças de ouro, prata e cobre que faltavam para completar a coleção". A fim de demonstrar gratidão a tão generoso doador, resolvera denominar "Guilherme Guinle" a referida dependência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não cessaram, porém, as contribuições do presidente da Docas de Santos. No dia 06 de setembro de 1943, ofertou ao Museu, nova coleção, agora, de medalhas esportivas, sendo: regatas, tiro ao alvo, ciclismo, futebol, water pólo, hipismo frontão, ginástica, luta romana, corrida a pé, marcha, xadrex, e ainda, medalhas maçônicas, somando ao todo 492 peças. Na mesma data, foram doadas: 368 medalhas de instrução, 844 medalhas reliogiosas e devocionais, 281 medalhas com emblemas de associações religiosas e comemorativas estrangeiras e papalinas, medalhas portuguesas (religiosas), italianas, francesas, alemãs, espanholas, gregas. E mais, 41 jetons do Brasil e 9 jetons estrangeiros, 138 reclames monetiformes, 35 distintivos diversos, 100 distintivos estrangeiros e 210 medalhas dos seguintes países: França (54), Inglaterra ( 19), Holanda (1), Bélgica (14), Espanha (14), Áustria (13), Suíça (1), Alemanha (10), Itália (12), Rússia (6), Suécia (12), Prússia (12), Portugal (4), Papado (9), Estados Unidos (12), México (1), Chile (3), Argentina (5), Brasil (18) e preconícios do Brasil (10). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No mesmo ano de 1943, conforme ainda anotações no Livro de Registro, chega ao Museu outra doação abrangendo 1.036 peças, compreendendo medalhas comemorativas, devocionais, de instrução, de exposições, insíginias de ordens honoríficas, medalhas maçônicas, medalhas comemorativas do México, Estados Unidos, Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Itália, Vaticano, Suíça, Cruz Vermelha da Suíça, Insígnias da Ordem Constantina de S. Jorge, da Ordem da Cruz de Ferro da Alemanha e da Legião de Honra da França. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 1944, registrou-se, ainda, novas doações de medalhas compostas de 46 peças. Ainda no mesmo ano, na página 260, as seguintes doações do grande benfeitor do Museu: medalha e estojo do Duque de Wellington, medalha da Ordem do Templários, sob o grão-mestrado do Palaport; medalhas espanholas de D. Carlos I e D. Felipe II; medalha da campanha South Africa; medalha da batalha do Marne; medalha do mérito do Internato Coração de Maria; medalha do Ano Santo ( 1935-1936).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As doações de peças históricas se iniciaram em 1924, e além das peças numismáticas, foram doadas peças de cerâmica, armaria, iconografia, mobiliário, vidraria, prataria, montaria, insígnias, indumentária e arquitetetura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Houve, ainda, doações a outros Museus, como o Museu Imperial de Petrópolis, Museu de Arte de São Paulo e doação inclusive, para a Academia Brasileira de Letras, neste caso, de um exemplar da edição "Princips" de Os Lusíadas. Houve, ainda, uma doação do retrato de Aleijadinho ao Arquivo Público Mineiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Mas todas estas doações a estes outros Museus, bem como, todas as peças já relatadas anteriormente, estão devidamente citadas numa única obra, que serviu de pesquisa para a feitura deste texto. Além da parte bem descritiva de todas as peças numismáticas que foram doadas a vários Museus, existe ainda, a descrição de inúmeras outras doações a diversas Instituições. Tudo isto compilado, no Ensaio Biográfico publicado pela Companhia Docas de Santos, com título de "Ensaio Biográfico de Guilherme Guinle, 1882 - 1960", de autoria de Geraldo Mendes de Barros editado pela Livraria Agir Editora no ano de 1982.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Esta obra é Biográfica, mas todos os numismatas deveriam elegê-la, também, como uma verdadeira obra numismática, pela riqueza de informações e, principalmente, pelas relações detalhadas de todas as peças doadas aos vários Museus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Por toda pesquisa que fiz, pelo menos até agora, não conheço um numismata de tamanha grandeza e tamanha generosidade, em doar suas coleções em vida, para as futuras gerações, aos Museus citados anteriormente.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Guilherme Guinle foi sem dúvida alguma o mais generoso dos numismatas, e&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;com certeza, foi o maior doador de peças numismáticas aos Museus Brasileiros.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A foto acima de Guilherme Guinle, data de 1959, extraída de uma das folhas da Obra Biográfica e agora, também, elevada a Obra Numismática, que estava escondida da maioria dos numismatas brasileiros, onde relata com pormenores, toda a vida deste grande brasileiro.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;--------------------------------------------------------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;(parte deste texto foi extraído desta importante obra, entitulada de Ensaio Biográfico e agora, conhecida pelos leitores deste BLOG, como uma verdadeira obra numismática.) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Obs. Tenho alguns exemplares originais da citada obra, de 1982, com 303 páginas, onde disponibilizo aos interessados, ao preço de R$ 120,00 com postagem incluída. Aos interessados pela cultura numismática, basta solicitar-me um exemplar, pelo e-mail: &lt;a href="mailto:abibonds@onda.com.br"&gt;abibonds@onda.com.br&lt;/a&gt; .&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1784549868416216750?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/1784549868416216750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/11/guilherme-guinle-maior-doador.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1784549868416216750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1784549868416216750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/11/guilherme-guinle-maior-doador.html' title='GUILHERME GUINLE - MAIOR DOADOR BRASILEIRO DE PEÇAS NUMISMÁTICAS'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SRTWuKtrMkI/AAAAAAAAAJU/zDTQeiyU9WU/s72-c/guinle.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-6095193390171560870</id><published>2008-11-01T14:09:00.003-02:00</published><updated>2008-11-02T21:04:11.118-02:00</updated><title type='text'>A História dos Bancos na Parahyba - Livro de Eduardo Cavalcanti de Mello</title><content type='html'>'&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SQyOJhTSXiI/AAAAAAAAAJM/rNE_Lvfef_Q/s1600-h/Bancos+Paraiba.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263738358698499618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 220px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SQyOJhTSXiI/AAAAAAAAAJM/rNE_Lvfef_Q/s320/Bancos+Paraiba.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi uma satisfação receber um exemplar da 1ª edição do livro " A HISTÓRIA DOS BANCOS NA PARAHYBA" lançado recentemente, em edição de 2008, pelo amigo numismata e filatelista, Eduardo Cavalcanti de Mello. Este livro dá uma abordagem iconográfica e histórica da evolução dos estabelecimentos bancários no Estado e sua comparação com a evolução da economia e do sistema bancário brasileiro e mundial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parabéns pela iniciativa do amigo, e sempre ressaltarei da importância dos colecionadores de além de terem o prazer, no simples "colecionar", de também nestas horas, que dispendem na organização de suas coleções, o que sempre é um momento de descobertas e ao mesmo tempo de aprendizado, terão sempre um ganho expressivo em conhecimento, e poderão assim, trazer à luz numa hora oportuna, ao meio que se vive, o resultado destas pesquisas e descobertas, em forma de publicações. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Iniciativa louvável, pois, mostra claramente que o conhecimento adquirido de suas próprias coleções, pode perfeitamente ser transferido para seus colegas que tenham o mesmo interesse. Este é o verdadeiro sentido do colecionismo, ou melhor, das pesquisas que se realizaram durante meses e até anos para se chegar neste resultado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recomendo a todos que procurem ter um exemplar destes, em suas coleções, pois vale a pena. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agradeço ao amigo Eduardo Cavalcanti, por franquear-me, um exemplar com dedicatória e autografo, em 28.10.08, deste seu importante e belíssimo trabalho de pesquisa. Que tenha certeza que este exemplar enriquecerá ainda mais minha biblioteca. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-6095193390171560870?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/6095193390171560870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/11/histria-dos-bancos-na-parahyba-livro-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/6095193390171560870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/6095193390171560870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/11/histria-dos-bancos-na-parahyba-livro-de.html' title='A História dos Bancos na Parahyba - Livro de Eduardo Cavalcanti de Mello'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SQyOJhTSXiI/AAAAAAAAAJM/rNE_Lvfef_Q/s72-c/Bancos+Paraiba.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-5245037445919859683</id><published>2008-10-27T20:13:00.015-02:00</published><updated>2008-10-28T19:42:05.881-02:00</updated><title type='text'>NUMISMATA, JOGADOR COM INCERTEZA NOS RESULTADOS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SQZgiMH92uI/AAAAAAAAAJE/C2chgpKS_LE/s1600-h/POSTAL+08.08+136.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261999355115461346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 241px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SQZgiMH92uI/AAAAAAAAAJE/C2chgpKS_LE/s320/POSTAL+08.08+136.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O numismata é uma pessoa estranha, geralmente, passa anos adquirindo peças para sua coleção, algumas vezes, resolve fazer um leilão de suas peças e sempre afirmando: "juro que não vou mais colecionar". Tão logo que suas peças são leiloadas, passa novamente a fazer novas coleções. Isto tudo, quando não vira de uma hora para outra um comerciante de peças numismáticas e assim, passa a viver deste mercado. Muitos, nestes momentos, sequer sabem se perderam ou ganharam entre suas compras e vendas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existe um outro tipo, que já atuou em várias atividades e já está sem muito o que fazer, e vê uma grande oportunidade de atuar num mercado para poucos, mas iluminados, e com uma certa garantia de obter um certa renda, ou até uma renda extra, na atual fase de vida e assim, atua na numismática com este fim. Tanto pode ter um final feliz, como um infeliz nos seus resultados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Observa-se também, um outro tipo, que não depende de nenhuma forma, fazer recursos financeiros de suas peças, e este, passa apenas a comprar, comprar e comprar. Na grande maioria, é pessoa de alto poder aquisitivo, já aposentado, ou até na ativa, que não tendo mais no que investir, passa a adquirir sem muito critério de preço, e assim, faz uma grande coleção de peças raras. Mas não se importa se terá resultado positivo ou negativo no final. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existe ainda o oportunista, aquele que vendo que dispõe de algum recurso, e não tendo mais no que investir, imagina que se comprar um estoque de peças numismáticas, a preços de atacado, acredita que vendendo estas, de forma fracionada, fará um grande investimento com um provável grande lucro. Com muita sorte consegue algum resultado positivo nesta empreitada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, todos, sem nenhuma exceção, já compraram gato por lebre. Quem é o numismata que não comprou determinada peça e na hora de avaliar se fez um bom ou um péssimo negócio, frustrou-se com sua compra? Alguns, até guardam grandes traumas psicológicos em suas vidas, contraídas, em sua longa ou curta fase do colecionismo numismático. Tenho amigos que guardam mágoas de alguns veteranos comerciantes, que se comportaram como verdadeiros algozes durante longos anos, e agora, é vista claramente que foi esta, a fase do "pedágio" que tiveram que pagar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma coisa é certa e unânime, todos, mas todos mesmo, já pagaram por um "pedágio", seja grande ou pequeno, para aprender um pouco, digo, pouco, pois não conheço nenhum colecionador que saiba tudo e de vez em quando, não volte a pagar "pedágio" novamente, não importando até sua longa experiência e conhecimento do ramo. Vacilo, todos acabam dando, mais de uma vez neste mercado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por outro lado, se existe o famoso "pedágio", existe também, aquele grande negócio, que geralmente acontece de caso fortuito, na compra de algum lote, que no meio deste, sempre vem uma peça especial, que traz e faz a alegria e a felicidade de todo numismata. Parece até um prêmio nesta hora para amenizar um pouco do prejuízo, pelas peças mal adquiridas, durante ao longo dos anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quase todos colecionadores têm uma história para contar, seja de frustração e ou alegria, de vacilo ou de perspicácia, vivida dentro deste mercado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta incerteza, digo, sim INCERTEZA, que tanto pode inclinar para o lado da alegria ou da tristeza, é que é o grande jogo, sim, repito, JOGO, a numismática, também não deixa de ser um jogo, e como todo jogo, pode VICIAR, ENRIQUECER OU EMPOBRECER. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas como um JOGO, deve ser bem dosado e interpretado o exercício da INCERTEZA. Quem não conhece aquele numismata, que entrou com tudo, de ajuntador, virou colecionador, de colecionador virou comerciante, alguns até COM PUBLICAÇÃO DE CATÁLOGOS, e depois, por desgraça perdeu-se tudo e saiu do ramo?? só ficaram os catálogos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem não conhece até, aqueles que já foram grandes colecionadores em algum período e hoje não querem nem ouvir falar em numismática. Aliás, se entrar nesse assunto, tem grande chance de se perder o amigo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com certeza, estes, também, carregam grandes traumas em suas vidas, além de terem feito uma grande carreira no mercado numismático, chegaram no ápice em determinada época, e hoje, alguns, por afastamento total do mercado, e até dos amigos, sequer sabemos notícias ou se já faleceram ou não. É um caso a ser estudado até do ponto de vista psicológico e social.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A numismática é virtuosa, para o bem ou para o mal. Conheci pessoas que há mais de 10 anos atrás, investiram grandes recursos, num consórcio de numismatas, em S. Paulo, e vendendo imóveis de suas propriedades, investiram uma pequena fortuna apostando na alta da prata, e assim, além de comprarem moedas de prata de várias origens, passaram até a comprar prataria em geral, e juntaram mais de uma tonelada do material. Passado dez anos, os imóveis triplicaram de valor e a prata, mostrou-se um mal negócio, mesmo tendo subido quase 80% do valor no período.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isto sim que é um JOGO, neste caso, foi prejuízo, mas na mesma época, outros numismatas passaram a comprar dobrões de ouro, e estes, se valorizaram bem mais que os imóveis, subindo quase 400% de seu valor. Este é o verdadeiro JOGO do mercado, mas afinal, todo e qualquer tipo de investimento baseia-se na incerteza e a numismática não poderia ser diferente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aquela figura do numismata, que compra peças baratas ao longo dos anos, e que seus investimentos neste tipo de colecionismo são dosados pela compra segura de apenas uma fração de seus salários, onde passam 10 - 20 e até 30 anos, para se fazer uma coleção, está cada vez mais raro no mercado, pois até estes, no meio do caminho, desistem de tudo e vendem suas coleções e estas, certamente, quando vendidas, sempre será por preço corrente do mercado, pois comprando peças unitárias ao longo do anos, praticamente, paga-se um pedágio permanente até o final. Certamente, para estes, será aferido resultado negativo sempre, entre compra e venda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A melhor fórmula de se fazer uma coleção, é aquela que se compra GRANDES LOTES, e se vende "parte" deste mesmo lote, assim, toda e qualquer peça que se vai acrescentando em sua coleção, esta, certamente, vai ficando subsidiada pelo lucro já auferido pelas peças que já foram vendidas. Garante-se nesta modalidade de colecionismo, a substituição permanente por peças melhores em conservação, daquelas já inseridas na coleção. Esta é a vantagem de o colecionador, nesta modalidade, ser também um comerciante, onde poderá carrear sempre as peças já descartadas de sua coleção para o mercado e de subsidiar permanentemente suas novas compras. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aquele ditado que diz: "dinheiro faz dinheiro", aplica-se muito bem nesta atividade, mas nunca devemos nos esquecer, para segurança de todos: JOGO, INCERTEZA E RESULTADO, são inerentes da própria atividade numismática, mas, para que este resultado seja POSITIVO, e para que os riscos sejam minimizados, o estudo e o saber numismático poderão equacionar um pouco das incertezas que virão e, principalmente, da qualidade daquilo que se compra e se insere nas coleções. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Texto de Joao Gualberto Abib, inserido originariamente neste BLOG&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-5245037445919859683?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/5245037445919859683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/10/numismata-jogador-com-incerteza-nos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/5245037445919859683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/5245037445919859683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/10/numismata-jogador-com-incerteza-nos.html' title='NUMISMATA, JOGADOR COM INCERTEZA NOS RESULTADOS'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SQZgiMH92uI/AAAAAAAAAJE/C2chgpKS_LE/s72-c/POSTAL+08.08+136.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-6160261781791539350</id><published>2008-10-24T22:28:00.004-02:00</published><updated>2008-10-24T23:03:59.751-02:00</updated><title type='text'>CRÍTICAS CONSTRUTIVAS À ATUAL DIRETORIA DA S.N.P.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje, dia 24 de Outubro de 2008, dia que acontece a Reunião Especial na sede da SNB – Sociedade Numismática Brasileira, para cujo evento fui convidado e infelizmente, por motivos de saúde, não poderei estar presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também dias atrás, nos dias 16, 17 e 18 de outubro aconteceu o encontro do Clube Filatélico e Numismático de Taquara, no RS, e lá também, não pude estar presente. Uma pena, pois queria rever os amigos e colocar os assuntos em dia e não pude participar daquele tão brilhante e organizado evento do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já, no encontro do Paraná, promovido pela SNP - Sociedade Numismática Paranaense, que ocorreu nos dias 26 e 27 de Setembro de 2008, estive presente, mas infelizmente o evento ficou prejudicado de público, pois nas mesmas datas, estava acontecendo o encontro fora do calendário numismático de 2008, em Blumenau – SC, e lá, pelas notícias que tivemos, estava bem melhor que o encontro do Paraná. Deveria estar mesmo, pois são inúmeros os associados e até diretores da Sociedade Numismática Paranaense, que embora tenham prestigiado com suas presenças no primeiro dia no encontro do Paraná e já no segundo dia, estiveram no encontro de Blumenau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve até comerciantes que colocaram mesa de negociação no Paraná, mas logo perceberam que a falta de público atrapalharia seus resultados e no segundo e terceiro dia, estiveram com mesa em Blumenau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto tudo é um sinal, um aviso, para a atual diretoria da SNP, que mudanças devem ocorrer, e ressalte-se, mudanças rápidas e radicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mesmo, por não ter tempo, tampouco saúde, disponíveis, achei por bem solicitar meu desligamento da Diretoria da SNP, não poderia ter agido diferentemente, pois, certamente, sentiria-me constrangido, em ter cargo de Diretoria e nada fazer pela SNP. Um cargo de Diretoria não pode ser FIGURATIVO, têm que se agir de fato, dentro daquilo que o cargo passa a exigir. Isto depende o sucesso de uma organização como a SNP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu não consigo entender, é que dentro da composição dos cargos de DIRETORIA da SNP, que sinceramente, não consigo entender a razão, tampouco a explicação, se é que há alguma explicação para tal, de alguns Diretores que muitas vezes, passam meses sem aparecer, e quando aparecem nada fazem. Patente fica para mim, que só isto, já é uma resposta do atual estágio da SNP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando existe sucesso absoluto em uma organização, explica-se aquela máxima, “em time que está ganhando não se mexe”, mas em time que dá sinais de enfraquecimento a cada dia que passa, já está mais do que na hora de fazer mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes Diretores FIGURATIVOS e que não podem fazer algo pela sociedade, deveriam ter a hombridade de fazer o que eu mesmo fiz, peçam suas demissões, abram espaços para os que querem fazer, ou por outro lado, assumam por inteiro suas funções. Só assim, o time começará a dar sinais de força e vitalidade e com isto dar a volta gloriosa que se espera da SNP de outrora, com encontros numismáticos que ficam na história e verdadeiramente com SUCESSO garantido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que eu pedi ao Marcos Lepca, numa destas reuniões da SNP, num sábado, que demitisse todos os diretores que nada fazem pela Sociedade, mas mesmo assim, ninguém foi demitido e tudo transcorre na mais harmoniosa PAZ entre todos os diretores da SNP e seu Presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quem interessa que tudo fique como dantes no quartel de abrantes? Para que mudanças, afinal?? Os Encontros são um sucesso absoluto. Os mesmos, a cada ano que passa está crescendo com um público cada vez maior. Os comerciantes que colocam mesa de negociação, não têm do que se queixar, pois fazem vendas fantásticas, e seus lucros cobrem todos os custos de mesa, hotel e viagens. É o ilusionismo sendo operado a todo vapor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada me surpreenderia, se aos poucos, daqui por diante, os atuais membros da SNP, começassem a pedir suas baixas como sócios, pois, até 60 a 70 Reais anuais, podem fazer falta para muitos se os encontros continuarem como estão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para lembrar, a SNP foi fundada em 1991 e já faz 17 anos de existência. Neste período só tivemos dois Presidentes, um, o saudoso Cícero de Lima e o atual, Marcos Lepca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou mudanças acontecem rapidamente ou os acontecimentos farão as mudanças, como o esvaziamento de público, de comerciantes e até de sócios junto da SNP.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-6160261781791539350?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/6160261781791539350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/10/crticas-construtivas-diretoria-da-snp.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/6160261781791539350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/6160261781791539350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/10/crticas-construtivas-diretoria-da-snp.html' title='CRÍTICAS CONSTRUTIVAS À ATUAL DIRETORIA DA S.N.P.'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-7058533096354891635</id><published>2008-10-15T15:39:00.005-03:00</published><updated>2008-10-15T19:25:19.960-03:00</updated><title type='text'>FRAGMENTOS DE UM DIÁRIO DE ALFÂNDEGA DE 1835 a 1837 - 1ª PARTE</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SPZBuG5zWeI/AAAAAAAAAI8/_TUPhBaofo0/s1600-h/diario+de+alfandega+001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257461875384474082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SPZBuG5zWeI/AAAAAAAAAI8/_TUPhBaofo0/s320/diario+de+alfandega+001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Compreende-se o período de registro deste diário do dia 21 de junho de 1835 a 29 de dezembro de 1837, num total de 145 páginas, registradas por funcionários graduados da Alfândega de Rio Grande e de S. José do Norte na então Província de São Pedro do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;Nestas 145 folhas de registro, coincide com o tempo conturbado que viveu a Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, pelo movimento dos rebeldes, capitaneada pelo então Coronel Bento Gonçalves da Silva, que servindo ao Império Brasileiro, resolve se rebelar e organiza um movimento armado e político para a independência da Província e a fundação da República Rio-grandense. Sonho que durou de 1836 a 1845.&lt;br /&gt;Conforme prometido e em partes, vamos publicando estes fragmentos:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;PARTE I &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. Snr. Para bem satisfazer a requisição que me faz o Snr. Coronel Bento Gonçalves da Silva, cumpre que V. Sª. me informe com a brevidade possível, se o ex Presidente Braga mandou retirar desta repartição as Letras e o dinheiro arrecadado até o dia do seu embarque bem como o quanto existe em dinheiro e Letras no cofre desta repartição até hoje. Deus guarde a V. Sª. Alfândega do &lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Rio Grande, 23 de outubro de 1835&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;= Ilmo. Snr. José Joaquim Leite de Castro 2º escriturário servindo de ajudante do Inspetor da Alfândega desta cidade e São José do Norte = O escrivão servindo de inspetor Antonio dos Santos Paiva.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. Snr. = Acuso a recepção do ofício de V. Sª. datado em 22 do corrente mês e sobre o seu conteúdo cumpre-me responder quanto à primeira parte que o ex Presidente Antonio Rodrigues Fernandes Braga nenhum dinheiro levou consigo desta repartição e sim por ordem deste se despendeu em diferentes dias a quantia de 15:846$140. E quanto à segunda, que existe &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;no cofre desta repartição até hoje 21:916$030, a saber: em dinheiro 4:699$646 e em Letras 17:216$72* por se não ter dado cumprimento a Portaria do Inspetor interino desta Alfândega como das cópias inclusas. Deus guarde a V. Sª. Alfândega do &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Rio Grande, 24 de outubro de 1835&lt;/span&gt; = Ilmo. Snr. Bento Gonçalves da Silva, Coronel Comandante das Forças de Operações = O escrivão servindo de inspetor Antonio dos Santos Paiva.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. Snr. = Tenho presente o ofício de V. Sª de ontem ao qual passo a responder: Não posso informar a V. Sª. se foi por ordem do ex Presidente Doutor Antonio Rodrigues Fernandes Braga que se retirou o dinheiro e Letras arrecadado por esta Alfândega até o dia do seu embarque e só sim posso certificar a V. Sª. que recebi do ajudante do Inspetor José Joaquim de Freitas uma chave de gaveta onde existia a &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;quantia de três mil e quatrocentos réis em cobre&lt;/span&gt; e um fica (ilegível) por José Maria Nunes de &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;dezessete mil e cem réis e vários papéis&lt;/span&gt;. O cofre se achava aberto, passei disso a fazer um inventário na presença do Juiz de Paz e mais empregados desta Alfândega, o que tudo fiz ver ao Ilmo. Snr. Coronel Bento Gonçalves da Silva, segundo a requisição do mesmo Snr. em data de 22 do que rege. O rendimento que depois tem havido dos Direitos arrecadados por esta Alfândega até hoje, soma a &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;quantia de quarenta e dois mil, novecentos e noventa réis&lt;/span&gt;. E o quanto se me oferece informar a V. Sª. Deus guarde a V. Sª. Alfândega do Norte, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;24 de outubro de 1835&lt;/span&gt;. = Ilmo. Snr. Antonio dos Santos Paiva, Inspetor interino das Alfândegas do Rio Grande e Norte = O 2º Escriturário servindo de ajudante do Inspetor José Joaquim de Leite e Castro. Registre-se. Rio Grande, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;26 de outubro de 1835&lt;/span&gt; = Santos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. Sr. = Remeto a V. Sª. as Certidões do rendimento desta Alfândega no mês próximo findo. Deus Ge. a V. Sª. Rio Grande, 7 de novembro de 1835 = Ilmo. Sr. Inspetor da Tesouraria desta Província = O Escrivão interino servindo de Inspetor Antonio dos Santos Paiva. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. Sr. = Remeto a V. Sª. o Balancete demonstrativo do estado do cofre desta Alfândega até o ultimo dia outubro próximo findo. Deus Guarde a V. Sª. Rio Grande, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;7 de novembro de 1835&lt;/span&gt; = Ilmo. Sr. Inspetor da Tesouraria desta Província = O Escrivão interino servindo de Inspetor Antonio dos Santos Paiva. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. Sr. = Para satisfazer a requisição do Sr. Inspetor da tesouraria Provincial, cumpre que V. Sª. &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;me informe com urgência, que quantia em Dinheiro e em Letras se achava em cofre &lt;/span&gt;até o dia do embarque do Inspetor interino José Joaquim de Freitas e se este (ilegível) retirar da (ilegível) do cofre essas mesmas quantias. Quantos empregados dessa repartição se acham em licença do ex-presidente Braga, quantos existem com parte de doentes, quantos se acham na repartição sem empregos, que lugares ocupam esses na falta dos que se acham ausentes e o estado finalmente da escrituração desta Alfândega. Ds. Ge. a V. Sª. Alfândega do Rio Grande, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;12 de novembro de 1835&lt;/span&gt;. = Ilmo. Sr. José Joaquim Leite de Castro, 2º Escriturário servindo de Ajudante do Inspetor das Alfândegas do Rio Grande e Norte. O Escrivão interino servindo de Inspetor Antonio dos Santos Paiva.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. Sr. = Respondendo ao ofício que me foi dirigido por V. Sª. em data de 21 (ou 12?) do mês próximo findo remeto por cópia o ofício que recebi do 2º Escriturário que serve de Ajudante do Inspetor d’Alfândega do Norte e por ele verá V. Sª., o estado daquela repartição e quais os empregados que ali existem depois da retirada do ex Presidente Braga. E quanto a esta Alfândega despendeu-se por ordem do Ex Presidente a quantia de 15:866$140 Réis cujos documentos serão remetidos a Tesouraria em ocasião oportuna pela relação do ponto dos empregados desta mesma alfândega do mês próximo findo remetida no meu ofício de 7 do corrente. Conhecendo a V. Sª. quais os empregados que se acham licenciados e quais os que se conservam em ativo serviço, restando-me asseverar a V. Sª. que nesta Alfândega se acham os livros a ela tendentes escrituradas e em dia, como do relatório que necessariamente tem de dar a Comissão encarregada de inspecionar as Repartições de Fazenda desta cidade e Vila de São José do Norte. Melhor será V. Sª. informado. = Deus Guarde a V. Sª. = Alfândega do Rio Grande, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;17 de novembro de 1835&lt;/span&gt; = Ilmo. Sr. Inspetor interino da Tesouraria desta Província = O Escrivão interino servindo de Inspetor Antonio dos Santos Paiva.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. e Exmo. Sr. = Foi por mim recebido o ofício de V. Sª. datado de 9 do regente mês o qual me convence da confiança que V. Excia. depositou no meu indivíduo, nomeando-me Inspetor das Alfândegas desta cidade e Vila de São José do Norte até que chegue o nomeado pelo Governo de S. M. o Imperador. Cumpre-me dizer a V. Excia. que submisso sempre às ordens dos meus superiores, passei no dia 23 do corrente a tomar sobre as minhas débeis forças o melindroso encargo por V. Excia. ordenado, certificando mais que, se no curso interino de minha administração não satisfazer completamente os deveres inerentes a tão importante emprego, posso desde já afiançar a V. Excia. que sobra em mim o desejo de acertar, o respeito à Lei e o amor ao meu país. = Deus guarde a V. Excia. por muitos anos. = Rio Grande, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;24 de novembro de 1835&lt;/span&gt;. = Ilmo. e Exmo. Sr. Dr. Marciano Pereira (ilegível), Vice-presidente desta Província = o Inspetor interino Américo José Ferreira Cambuim.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. Sr. = Em virtude de um ofício do Exmo. Snr. Vice-Presidente desta Província, no qual me ordena uma maior vigilância com as embarcações vindas dos Portos Estrangeiros e entrando nesta barra no dia 22 do corrente o &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;bergantim americano Elbe&lt;/span&gt; e &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;tendo eu notícia que esta embarcação conduzia moedas de cobre por contrabando&lt;/span&gt; mandei depositar a bordo dois guardas avulsos e dois Municipais permanentes e vendo o Capitão da dita embarcação e o Cônsul (ilegível) vir consignada as providências que havia dado a respeito, vergonhosamente tem negado aos ditos guardas até o sustento da vida o que é digno de admirar &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;que este procedimento nasça de uma nação civilizada e tão devedora ao Brasil&lt;/span&gt;; por isso me vi na necessidade de mandar de terra comedoria para os ditos guardas a bordo afim de que não morressem de fome os súbditos da Nação Brasileira quando ocupados em seu serviço e espero que V. Sª. aprovará este meu procedimento e consentir que os mesmos continue afazer em idênticas circunstancias entrando esta despesa no expediente d’Alfândega respectiva. Deus guarde a V. Sª. por muitos anos. Rio Grande, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;30 de novembro de 1835&lt;/span&gt;. = Ilmo. Sr. Joaquim Manoel de Azevedo, Inspetor interino da Tesouraria desta Província. = O Inspetor interino Américo José Ferreira Cambuim.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. Sr. Achando-se nesta cidade um escaler que me consta custara a Nação o valor de 850$ réis e vendo eu que esta embarcação de todo se poderia perder, visto estar em princípio de ser carcomida do bicho, podendo aliás servir ainda oito para dez anos mandando-se reparar e representando-me o Escrivão desta Alfândega que tinha tencionado quanto antes Inspetor interino de mandar comprar visto a necessidade em que o dito escaler se achava, tomei por isso a deliberação com o acordo de todos os oficiais mesa, de o mandar forrar de cobre e assim mais as necessárias tintas: tudo com a maior economia possível a benefício da Nação. O que participo a V. Sª. e espero que seja aprovado este meu procedimento visto ser fundado em conservação dos bens do Estado. Deus guarde V. Sª. por muitos anos. Rio Grande, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;30 de novembro de 1835&lt;/span&gt;. = Ilmo. Sr. Joaquim Manoel de Azevedo, Inspetor interino da Tesouraria desta Província = O Inspetor interino Américo José Ferreira Cambuim. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. Sr. = Em virtude de informação que pude colher de que José Joaquim de Freitas, Inspetor Geral d’Alfândega de São José do Norte, atrasara por contar da Fazenda Pública, três edifícios por preços assas exorbitantes a ponto de servirem de Armazéns da mesma Alfândega &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;com tanto escândalo e descaramento que morava no sobrado de um destes pela quantia de 40$000 réis por ano quando a Nação pagava de aluguéis pelo pequeno armazém que lhe fica por baixo, a soma de 360$000 réis anuais; julguei acertado a vista de semelhante monstruosidade determinar ao atual Inspetor José Joaquim Leite de Castro que entregasse as chaves&lt;/span&gt; de dois armazéns de propriedade de Serafim Ferreira da Silva e Antonio de Sá (ilegível) passando assim a Fazenda Nacional a quantia de 42$800 réis que mensalmente despendia pelo criminoso comportamento daquele Freitas cuja entrega teve lugar no dia 30 do mês corrente. Deus guarde V. Sª. por muitos anos. Rio Grande, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;3 de dezembro de 1835&lt;/span&gt;. = Ilmo. Sr. Joaquim Manoel de Azevedo, Inspetor interino da Tesouraria desta Província. = O Inspetor interino Américo José Ferreira Cambuim.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilmo. Sr. = Acuso recebido o ofício de V. Sª. de 28 de novembro próximo passado que acompanhou a Ordem do Tribunal do Tesouro sob nº 59 restando-me afirmar a V. Sª. que nesta repartição &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;somente se tem isentado da Taxa do Selo nos papéis, os despachos dos gêneros de produção brasileira exportados de umas para outras províncias&lt;/span&gt; = Deus guarde a V. Sª. Alfândega do Rio Grande, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;4 de dezembro de 1835&lt;/span&gt; = Ilmo. Sr. Inspetor interino da Tesouraria desta Província = O inspetor interino Américo José Ferreira Cambuim. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Texto Originariamente publicado no Boletim n° 34 da SNP Sociedade Numismática Paranaense - Páginas 42 a 52. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A continuação destes fragmentos serão publicados em época oportuna neste BLOG, só não é feito agora, a publicação, pelo fato de que está sendo ainda estudado e tão logo eu tenha formalizado os textos, já serão disponibilizados aos amigos leitores. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-7058533096354891635?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/7058533096354891635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/10/fragmentos-de-um-dirio-de-alfndega-de_15.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/7058533096354891635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/7058533096354891635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/10/fragmentos-de-um-dirio-de-alfndega-de_15.html' title='FRAGMENTOS DE UM DIÁRIO DE ALFÂNDEGA DE 1835 a 1837 - 1ª PARTE'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SPZBuG5zWeI/AAAAAAAAAI8/_TUPhBaofo0/s72-c/diario+de+alfandega+001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1359137626160601247</id><published>2008-10-13T16:15:00.004-03:00</published><updated>2008-10-15T16:21:47.236-03:00</updated><title type='text'>LIVRO DAS MOEDAS DO BRASIL 12ª EDIÇÃO 2008</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Aos Caros Amigos, Claudio Amato e Irlei Soares das Neves:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta feira passada, dia 10 de Outubro de 2008, confirmei meu interesse em fazer um anúncio na 12ª Edição do Livro das Moedas do Brasil, que se espera sair sua publicação, ainda, antes do término deste ano. Um acontecimento de suma importância, esta renovação de catálogos, e já estava na hora, pois a 11ª Edição foi no ano de 2004. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quero dizer da simbologia para mim, como numismata profissional, que atua na compra e venda de moedas, cédulas, medalhas, e outras curiosidades numismáticas, de quão importante é estar presente neste mercado e, principalmente, com anúncio neste tão conceituado catálogo, assim como, com anúncio já publicado no catálogo das Cédulas do Brasil, editado pelos mesmos amigos, em edição de 2007. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O amigo Cláudio Amato, em 02 de Setembro de 2008, honrou-me com sua visita no meu BLOG, &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.abibonds.blogspot.com/"&gt;&lt;strong&gt;http://www.abibonds.blogspot.com/&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; , na matéria sobre a IMPORTÂNCIA DOS ENCONTROS NUMISMÁTICOS, postada neste BLOG, no dia 28 de agosto de 2008, e desta forma, passou-me um e-mail dizendo: “ Abib V. acabou de dar em primeira mão, a notícia do lançamento da 12ª Edição. Gostaria que V. e seus amigos nos enviassem sugestões para o aperfeiçoamento do Catálogo, pois apesar de sermos os autores, o Livro pertence aos colecionadores brasileiros. Abraços, Claudio Amato”.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primeiramente, fiquei pensando muito sobre sua missiva, e logicamente, que para mim foi uma honra ficar sabendo de Cláudio Amato, um dos editores, que fui eu que dei a notícia, “em primeira mão”, mesmo que em BLOG, sobre a edição do Catálogo de 2008. Mas, ao mesmo tempo, minha responsabilidade ficou ainda maior, pois ele na missiva, pedia sugestões para o aperfeiçoamento da tão esperada edição. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nada fiz a respeito, embora, fiquei muito pensativo sobre o que eu poderia ou deveria fazer, sugestionando ou não, alguma coisa. Mas, ao mesmo tempo ponderei sobre o que é na verdade o Livro das Moedas do Brasil, na atualidade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bem, um livro para mim, é como uma obra de arte, somente o artista deve fazê-lo, e aos críticos de arte, cabem analisar e opinar a grandiosidade ou não da obra. Desta forma, achei por bem em respeito a este meu entendimento, não fazer nenhum sugestionamento sobre o aperfeiçoamento desta grandiosa e importante edição. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas lembrando sobre a importância que teve e sempre terá em minha vida, como numismata que sou, ao adquirir como primeira obra, o LIVRO DAS MOEDAS DO BRASIL, e acreditando, que tanto para mim, como para muitos outros numismatas, esta importância deu-se da mesma forma, e marcou nossas vidas. Sendo a primeira obra numismática adquirida, foi assim, a porta de entrada para o conhecimento, foi ainda, pelas pequenas, digo, pois são tão pequenas as distorções existentes nesta obra, e elas, sem dúvida alguma, aguçaram-me ainda mais a sede de conhecimento, para me tornar um colecionador e leitor assíduo de variadas obras numismáticas, e assim, hoje, ter o conhecimento que tenho, sobre nossa numismática brasileira. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo isto, posso afirmar, que devo ao Livro das Moedas do Brasil, pois, introduziu-me neste mundo fantástico, que é a numismática. Esta obra, sempre será lembrada, como àquela que me franqueou a abertura para as demais obras existentes sobre numismática no Brasil, a que deu o pontapé inicial para o aprofundamento do conhecimento sobre numismática, esta seara de informações, que a cada dia mais, fascina a todos os estudiosos do assunto, e que hoje tenho a honra de poder participar. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por isso tudo, meus amigos, Cláudio Amato e Irlei Soares da Neves, esta obra só deve sofrer alguma alteração, se os artistas o assim quiserem, a importância dela em nossas vidas já é patente, e em nada que se mude agora, perderá a importância que já tem e sempre terá no mundo numismático brasileiro. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desta forma, só poderia eu, agradecer por participar como anunciante neste catálogo, LIVRO DAS MOEDAS DO BRASIL – 12ª Edição e concordar com o Cláudio Amato, “este livro já pertence aos colecionadores brasileiros” e eu complementaria, ainda, “aos também, amantes da numismática brasileira”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações e sucessos aos Caros Amigos editores, Cláudio e Irlei.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1359137626160601247?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/1359137626160601247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/10/livro-das-moedas-do-brasil-12-edio-2008.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1359137626160601247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1359137626160601247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/10/livro-das-moedas-do-brasil-12-edio-2008.html' title='LIVRO DAS MOEDAS DO BRASIL 12ª EDIÇÃO 2008'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-2406085752321389099</id><published>2008-10-09T14:59:00.008-03:00</published><updated>2008-10-15T19:24:07.378-03:00</updated><title type='text'>FRAGMENTOS DE UM DIÁRIO DE ALFÂNDEGA DE 1835 a 1837 - INTRODUÇÃO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SO5Py0f_V9I/AAAAAAAAAIs/1kxs82FV_Vg/s1600-h/diario+de+alfandega+001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255225549692819410" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SO5Py0f_V9I/AAAAAAAAAIs/1kxs82FV_Vg/s320/diario+de+alfandega+001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Foi primeiramente uma grande emoção e prazer adquirir há mais de um ano, de um comerciante de antiguidades da cidade de Pelotas, um diário de alfândega, no caso do porto da cidade de Rio Grande, na então Província de São Pedro do Rio Grande do Sul. Compreende-se o período de registro deste diário do dia 21 de junho de 1835 a 29 de dezembro de 1837, num total de 145 páginas, registradas por funcionários graduados da Alfândega de Rio Grande e de S. José do Norte na então Província de São Pedro do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestas 145 folhas de registro, coincide com o tempo conturbado que viveu a Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, pelo movimento dos rebeldes, capitaneada pelo então Coronel Bento Gonçalves da Silva, que servindo ao Império Brasileiro, resolve se rebelar e organiza um movimento armado e político para a independência da Província e a fundação da República Rio-grandense. Sonho que durou de 1836 a 1845.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas afinal, o que interessa para a Numismática Brasileira estes fatos registrados? Pois bem, nestas 145 páginas registradas naquele período, é riquíssima em &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;registros sobre moedas FALSAS de COBRE&lt;/span&gt;, sobre o &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;recebimento das cédulas do troco do cobre e sua posterior devolução ao Rio de Janeiro&lt;/span&gt;. &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Razão pela qual, pouquíssimas cédulas desta Província se tem notícia na mãos de colecionadores e estes registros dão resposta satisfatória para a CIÊNCIA Numismática e quando publicado entrará para os Anais da Numismática.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Existe ainda registro de &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;entrada de patacões por aquela Província, dando nome dos Navios e suas origens&lt;/span&gt;. &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Registra inclusive o dia, o nome do Navio e nome do Comandante que por determinação do Império, levou de volta as cédulas do troco do Cobre de volta ao Rio de Janeiro, e as razões que levaram a esta determinação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todas estas DESCOBERTAS, através desta documentação histórica, será publicada aos poucos no Boletim da Sociedade Numismática Paranaense, de forma simples e direta, mostrando imagens dos fragmentos e sua digamos assim, tradução, para um melhor entendimento destes fatos registrados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste período também, está registrada a &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;primeira máquina a vapor que entrou na Província de São Pedro do Rio Grande do Sul&lt;/span&gt;, dando dia e a origem de qual País foi importada e outros detalhes mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este trabalho que será divulgado aos poucos, é um exemplo da importância da PESQUISA sobre novos fatos da Numismática Brasileira. Deve sempre ser incentivada e fomentada, pois pode corrigir ao longo dos tempos, distorções históricas, com novos registros sobre estas novas descobertas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É este tipo de pesquisa que pretendo obter através de premiação pelas sociedades Numismáticas, aos estudantes de último ano de Direito, História e Economia junto as Universidades do Paraná. (vide matéria sobre Numismática neste mesmo Boletim). ( Boletim 33 Dezembro/2007 da SNP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso conto com a participação direta de todos os associados da SNP, para que consigamos completar o fundo de doações de que precisamos todos os anos, para a premiação de novas pesquisas em Numismática.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já no próximo boletim, publicaremos a primeira parte das descobertas, dos FRAGMENTOS DE UM DIÁRIO DE ALFÃNDEGA de 1835/1837. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Obs.: Texto originariamente publicado no Boletim de n° 33 da SNP - Sociedade Numismática Paranaense em Dezembro de 2007, folhas 11 e 12. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-2406085752321389099?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/2406085752321389099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/10/fragmentos-de-um-dirio-de-alfndega-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/2406085752321389099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/2406085752321389099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/10/fragmentos-de-um-dirio-de-alfndega-de.html' title='FRAGMENTOS DE UM DIÁRIO DE ALFÂNDEGA DE 1835 a 1837 - INTRODUÇÃO'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SO5Py0f_V9I/AAAAAAAAAIs/1kxs82FV_Vg/s72-c/diario+de+alfandega+001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-243247315598335579</id><published>2008-10-02T07:43:00.013-03:00</published><updated>2008-10-11T17:27:13.343-03:00</updated><title type='text'>O CAPITALISMO NUNCA MAIS SERÁ O MESMO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SPEMA7zR5ZI/AAAAAAAAAI0/_8ZkAGwZVNI/s1600-h/DolarBlog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255995450310387090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SPEMA7zR5ZI/AAAAAAAAAI0/_8ZkAGwZVNI/s320/DolarBlog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SOTLr1p3jgI/AAAAAAAAAIk/zbtbTXiu0O0/s1600-h/dolar.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sobre a crise financeira mundial, com as quebras de vários bancos ao redor do mundo e principalmente nos Estados Unidos da América e até, alguns da Europa, penso eu, que com esta ajuda financeira de 700 Bilhões de dólares que será injetada nos bancos americanos, que até ontem era uma esperança, e hoje está mais perto da realidade, pois, já foi aprovada pelo Senado Americano ontem à noite, e certamente, também, vai ser aprovada nos próximos dias pelo Congresso, será a maior interferência de um Governo sobre o capitalismo mundial.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que se pensa ser uma ajuda e a eliminação dos problemas, poderá causar mais aborrecimentos do que solução propriamente dita. Afinal, os investidores aplicam seu dinheiro em EXPECTATIVAS de mercado e estas, foram QUEBRADAS. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desde a adoção do atual capitalismo no mundo todo, um sistema complexo e que se ajustava pelo MERCADO, a cada minuto e a cada hora e que sobrevivia de quebras em quebras, e que se ajustava novamente, trazendo ordem ao caos a cada momento de crise, foi colocado em "xeque" (de xadrez mesmo), agora, pelo governo americano.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que o mundo vai contemplar mesmo, é a quebra de solução que um MERCADO com a inerência do próprio sistema então vigente, poderia oferecer, como por exemplo, a absorção destes bancos que foram a BANCARROTA, por outros bancos com dinheiro em caixa e investidores ao redor do mundo, que estavam de plantão e à espera de oportunidades para farejar e abocanhar bons negócios e que já haviam começado a fazer novos investimentos com estas novas oportunidades que surgiam, e assim SOLUCIONARIAM-SE os problemas. Como exemplo, cito o investimento de um grande investidor americano, no auge da crise na semana passada, no valor de 5 Bilhoes de dólares em um banco americano que acabou sofrendo com uma quebra.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Não podemos esquecer que mesmo com perdas ou ganhos, o ajuste sempre ocorria e o próprio mercado absorvia o resultado negativo ou positivo, que diluído entre vários investidores, sempre passávamos por estas turbulências. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Era o CAPITALISMO agindo de forma natural, onde as oportunidades de novos investimentos surgiam a cada momento e a mobilização financeira mundial já de plantão, diagnosticava aonde poderia injetar recursos, e o sistema se ajustava por si só. Ou melhor, o próprio MERCADO se encarregava de se ajustar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isto era ( sim era, falo no passado) o puro capitalismo que vivíamos, quando alguns setores da economia quebravam e não falo somente de BANCOS, mas de INDÚSTRIAS e empresas de COMÉRCIO em geral, quando estes segmentos quebravam, abriam-se novas possibilidades para novos investidores ao redor do mundo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo isto será quebrado com esta injeção de recursos no SISTEMA FINANCEIRO MUNDIAL, onde com o tamanho de injeção de recursos, premia-se àquele investidor que corria o RISCO, mas também em caso de perdas, abria-se novas oportunidades a outros investidores e assim sucessivamente. Afinal, perder ou ganhar, era inerente aos riscos que se corria no atual (agora passado) estágio do capitalismo vigente. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esta é minha opinião como um LEIGO, pois afinal, não possuo nenhum conhecimento aprofundado sobre o capitalismo e sobre as economias mundiais, mas sempre fui muito intuitivo, e assim, sempre pude optar em qual caminho seguir.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se como leigo, tenho esta opinião NEGATIVA sobre esta injeção de recursos na economia mundial, arrisco até em afirmar pelo pouco que conheço, que em nada vai interferir esta montanha de dinheiro para a crise internacional que se instalou, pois pelas observações, esta crise que estamos ainda COMEÇANDO, sim é o INÍCIO da crise, pois, como o mercado busca investir em expectativas, e estas, foram quebradas com esta injeção de recursos, o que o mercado consertaria por si só, deixa de ser uma oportunidade de negócios e passam a ser, estes bancos socorridos, apenas observados, sem interferência e aposta do mercado. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Com apenas esta observação pelo mercado, daqui por diante, estes bancos socorridos, serão olhados com uma certa reserva pelos investidores, como ainda, doentes terminais, e com esta ajuda governamental, apenas um rémedio, mas sem uma solução definitiva e alijada do mercado, estes bancos socorridos, ficarão com uma patente desconfiança pelos investidores e sucumbirão mais dias ou menos dias.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O mercado capitalista mundial nunca mais será o mesmo, pois o que se vai ver e é muito natural, pelo quadro que se apresenta, é que os investidores busquem novas aplicações para seus recursos e em novos mercados, e acabarão desta forma, fugindo do mercado financeiro. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Oferta de dinheiro como vimos até agora no Brasil, com financiamentos a longo prazo para compra de veículos, de até 72 meses, certamente, reduzirar-se-ão para patamares mais plausíveis, talvez de 24 meses e pela escassez de crédito que ocorrerá, com novos critérios para os tomadores e juros mais elevados.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aposto na elevação dos preços dos metais, (ouro, prata, cobre, ferro e etc,) pois estas aplicações como não houve interferência, ainda, do governo americano, tornar-se-ão um jogo salutar, afinal, nós seres humanos, sempre procuramos o risco, afinal risco e grandes lucros sempre andam juntos, e os metais ainda oferecem este jogo e com uma grande oportunidade de lucros, nesta hora de crise. &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Aposto também, nas altas dos imóveis em geral, e consequentemente, nos aluguéis. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A inflação será inevitável ao redor do mundo, afinal, injeção de capital ( falo dos 700 Bilhões de dólares) não deixa de ser uma emissão de dinheiro e estas, como todos sabem, sempre causam inflação, mas certamente, na casa dos dois dígitos anuais em vários Países.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desemprego em consequência do fechamento de vários negócios ao redor do mundo, ocorrerá com certeza, mas nada que um ajuste natural de mercado não absorva em várias outras atividades criadas, esta leva de mão de obra disponível. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As bolsas, mesmo com esta injeção monstruosa de recursos continuarão caindo, contra toda a lógica, pois afinal, as expectativas foram quebradas, e estas, eram a grande vertente da sustentação dos investimentos. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assim, caminhará a humanidade, e encontrará novas formas de sobrevivência, mas que o CAPITALISMO NUNCA MAIS SERÁ O MESMO, isto com certeza não SERÁ. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Texto de Autoria de João Gualberto Abib - Originariamente postado neste BLOG.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-243247315598335579?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/243247315598335579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/243247315598335579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/10/o-capitalismo-nunca-mais-ser-o-mesmo.html' title='O CAPITALISMO NUNCA MAIS SERÁ O MESMO'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SPEMA7zR5ZI/AAAAAAAAAI0/_8ZkAGwZVNI/s72-c/DolarBlog.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1817803608912108469</id><published>2008-09-28T09:40:00.013-03:00</published><updated>2008-09-28T20:53:08.799-03:00</updated><title type='text'>O QUE REPRESENTA O PASSADO EM RELAÇÃO AO FUTURO, PARA A NUMISMÁTICA BRASILEIRA?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SN-dJav3NKI/AAAAAAAAAIU/dUPbe-TWQFE/s1600-h/boletim+35.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251088475661743266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SN-dJav3NKI/AAAAAAAAAIU/dUPbe-TWQFE/s400/boletim+35.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Exercitando o pensamento, e dar uma resposta simples, curta e direta, sobre o que representa o passado em relação ao futuro, ficamos com a definição de que no futuro, o passado representa apenas e tão somente, as nossas lembranças.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ou melhor definindo, as lembranças já são o passado. Do ponto de vista numismático, para que num futuro haja estas lembranças, vivas, é de suma importância que os relatos sejam publicados, e de preferência nos Boletins das Sociedades Numismáticas, só assim, preservaremos esta memória dos fatos passados, para as gerações futuras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recebi no encontro da Sociedade Numismática Paranaense, que se realizou, nos dias 26 e 27 de Setembro de 2008, o Boletim de nº 35 daquela sociedade, a qual tenho a honra de participar, e para minha surpresa e felicidade, todos os textos que enviei, a partir deste BLOG, foram publicados naquele Boletim. Uma publicação exemplar, de apresentação gráfica moderna e de excelente bom gosto, deixando para trás aquelas publicações tupiniquins que os associados estavam recebendo a cada edição do Boletim da SNP. Tínhamos um conteúdo excelente até então, e uma forma gráfica de publicação, que deixava a desejar. De agora em diante, contempla-se boas matérias, com exímia apresentação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando pedi meu afastamento da Diretoria de Divulgação, por falta de tempo para dedicação, o Marcos Lepca, Presidente da Sociedade, ainda demorou algumas semanas para encontrar a pessoa certa para que viesse a assumir esta importante missão, mas foi feliz em nomear o Sr. Ederson Sobânia, também membro de SNP, o qual parabenizo pela edição deste Boletim, pois foi e será um marco histórico, uma divisão de aguas, entre o VELHO e o NOVO boletim da SNP. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas voltando ao assunto inicial, em que no futuro, o passado representará apenas e tão somente lembranças em nosso pensamento. Já do ponto de vista numismático, temos que fazer de tudo para que os estudos já publicados, desde de 1933 pela SNB, até agora, e pelas outras sociedades numismáticas, através de seus Boletins, e até por publicações autônomas, de numismatas, bem como de todos os catálogos numismáticos publicados até então, que digamos assim, este conjunto de obras, forma-se em definitivo os verdadeiros ANAIS DA NUMISMÁTICA BRASILEIRA, existentes até agora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas deseja-se que todas estas informações não se percam e ao mesmo tempo, sejam compiladas de uma forma lógica, para que num momento de pesquisa, seja de fácil acesso a todos. Este é um grande desafio que paira sobre os estudiosos da numismática brasileira. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já estamos trabalhando numa reunificação de matérias publicadas sobre diversos assuntos, desde a origem da numismática brasileira até ao presente, e esperamos, que com esta reunificação, aos poucos sendo divulgadas, em matérias de Boletins, ou em publicação neste BLOG, ou talvez, até, numa publicação em Livros, passaremos a entender melhor sobre tudo o que aconteceu de forma histórica, mas de uma forma racional e bem embasada, sempre do ponto de vista numismático.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se faz necessário esta reavivação de memória, pois como tivemos várias publicações nos seus variados Boletins, publicados por diversas sociedades numismáticas, algumas das quais, nem existem mais, e se pegarmos um único assunto, como por exemplo: A CRIAÇÃO DO PATACÃO 960 RÉIS, vamos nos deparar, certamente, com informações conflitantes e até com algumas, que sem nenhum critério de avaliação histórica, nos faz acreditar uma coisa, e na verdade pode ser apenas o exercício exacerbado do pesquisador que nos levou a acreditar numa mentira que passou a ser verdade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para aguçar um pouco mais, e despertar a curiosidade, sobre a importância da revisão destas matérias até então publicadas, e seus conflitos históricos, vou citar apenas uma: A questão de que D. João VI chegou ao Brasil e criou o 960 Réis com a finalidade de lucrar uma diferença entre um valor e outro em relação aos 8 Reales, para sustentar a Corôa e a grande maioria dos nobres que vieram com ele para cá. Carece de estudo lógico esta afirmação e tudo vai ser desvendado a seu tempo. É sobre estas lembranças que se deve dar um ordenamento histórico e lógico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O passado representa também o futuro. Lógico que tudo o que se publicou em Numismática no Brasil, é hoje um vasto acêrvo de pesquisa, mas a comparação de um mesmo assunto sendo analisado também do ponto de vista histórico, econômico e cultural, pode nos trazer à tona o conflito das informações. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta reunificação dos assuntos, será também um marco, assim como o dispêndio para sua divulgação, mas enquanto houver forças físicas e mentais, e porque não, até financeiras, estes estudos aos poucos serão publicados. Pode-se demorar dias, meses, anos ou décadas, para se alcançar este objetivo, mas em nada se alterará esta determinação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim se deseja construir uma verdadeira numismática no Brasil, pois não podemos esquecer jamais: a numismática é uma ciência, e como tal, deve ser reconhecida e acima de tudo, estudada, e principalmente, que todos os estudos sejam divulgados em forma de publicações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para finalizar: se as lembranças já são fruto do passado, que ao menos estas lembranças sejam corretas, e principalmente, construídas de forma racional, bem embasadas históricamente e que não sejam no futuro, como agora, contestadas em alguns aspectos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Texto de autoria de Joao Gualberto Abib - Originariamente publicada neste BLOG.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1817803608912108469?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1817803608912108469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1817803608912108469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/o-que-representa-o-passado-em-relao-ao.html' title='O QUE REPRESENTA O PASSADO EM RELAÇÃO AO FUTURO, PARA A NUMISMÁTICA BRASILEIRA?'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SN-dJav3NKI/AAAAAAAAAIU/dUPbe-TWQFE/s72-c/boletim+35.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1608913366201896524</id><published>2008-09-25T16:01:00.003-03:00</published><updated>2008-09-25T16:34:41.750-03:00</updated><title type='text'>CAROLUS III, CAROLUS IV E FERDIN VII - MAS AFINAL, QUEM FORAM AS TRÊS FIGURAS?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNvkIIYvgiI/AAAAAAAAAII/zFSAHRG_nS4/s1600-h/3+figuras.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250040618971791906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNvkIIYvgiI/AAAAAAAAAII/zFSAHRG_nS4/s400/3+figuras.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;De tanto examinar com lentes de aumento, na finalidade de certificar recunhos, dos nossos patacões 960 Réis e sempre se deparar com busto de Carolus III, com certa escassez, e Carolus IIII, na grande maioria comum e com extrema raridade quando aparece com a grafia CAROLUS IV e ainda, com FERDIN VII, na grande maioria comum e com certa escassez FERDINANDUS VII e com certa raridade quando aparece FERDND VII e FERDIND VII, achei por necessidade pesquisar sobre estas três figuras, na verdade sobre estes três que foram Reis da Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que já faz parte de nosso cotidiano observar seus bustos nas moedas que examinamos, foi assim interessante pesquisar e saber algo sobre eles. Encontramos suas biografias publicadas no Catalogo de Monedas de Plata, Columnarias y de Busto – Ceca de Potosi 1767 a 1825, de autoria de Oscar Marotta e Miguel A. Morucci Buenos Aires – Argentina, 1995.  Livro editado na língua espanhola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solicitei assim, ao meu amigo Roberto Keller, também membro da Sociedade Numismática Paranaense e que trabalha em colaboração comigo, que traduzisse estas Biografias do espanhol para o português e achei por bem, solicitar a SNP a publicação destes textos biográficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lendo as Biografias, chama a atenção: “Carlos III era robusto, com a sua feiúra agravada por um enorme nariz”, coisa que constatamos todos os dias, mas leiam abaixo e descobrirão outras coisas bizarras sobre estes três Reis da Espanha e ou sobre os três “FIGURAS”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIOGRAFIA - CAROLUS III&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu em Madri em 20 de janeiro de 1716 como filho mais velho de Felipe V e de sua segunda esposa, Isabel de Farnesio.  Por causa da guerra de sucessão na Polônia, entrou em Nápoles e logo depois de renunciar aos Ducados de Toscana, Piacenza e Parma, converteu-se em Rei de Nápoles e das duas Sicílias, de 1734 até 1759.  Sua etapa napolitana deu-lhe uma sólida formação cultural e uma proveitosa experiência, incentivando as escavações arqueológicas de Pompéia, tornando-se fã das Belas Artes, especialmente a gravação e sendo muito amado por seus súditos.&lt;br /&gt;Em 10 de agosto de 1759 converte-se em Rei da Espanha aos 43 anos, sucedendo no trono a seu irmão biológico, Fernando VI. Havia se casado em 1736 com Maria Amália de Sajonia com quem teve vários filhos, o segundo dos quais, Carlos Antonio, sucedeu-o no reinado em 1788 como Carlos IV.  Carlos III era robusto, com a sua feiúra agravada por um enorme nariz, de inteligência mediana e fã de caçadas, dos estudos de economia e de temas agrícolas e industriais.&lt;br /&gt;Seu reinado é o mais característico dos chamados Déspotas Esclarecidos e apesar de sua política exterior não ter sido favorável à Espanha, na política interna, alguns ministros discretos que o serviram ajudaram-no a sanear a administração, manter a economia e favorecer a cultura. Com respeito à moeda, não houve reformas importantes na Espanha, salvo a introdução dos maravedis de cobre de 1770, cuja vigência chegaria até a metade do século XIX. Em 1771 regulou-se a Lei do Ouro, que passou de 22 para 21,42 quilates: na prata, baixou-se a Lei de 11 dinheiros para 10 dinheiros e 20 grãos e as marcas de ensaiador, valor e casa de cunhagem passaram para o reverso. Foi importante a unificação do valor da Onça em 320 reais de vellon, como a que teria na América Hispânica em 1779.  Carlos III cunhou com o título de Carlos IV em Navarra. Também é importante, apesar de não se conseguir praticar totalmente, a disposição de mandar retirar da América, toda a moeda macuquina. Na Casa da Moeda de Potosí, produz-se a cunhagem das “Colunárias” de mundos e mares desde 1767 até 1770, sendo logo substituídas em 1773 em cumprimento de uma Cédula Real de 18 de março de 1771 e Pragmática de 29 de maio de 1772, por novas peças com o busto real “a la romana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIOGRAFIA - CAROLUS IV&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido em Portici, Nápoles, em 11 de novembro de 1747 e era filho de Carlos III e de Maria Amália de Sajonia. Contraiu matrimônio com a sua prima Maria Luisa de Bourbon-Parma em 1765, tiveram 13 filhos, um dos quais, Fernando Maria, sucedeu-o no trono da Espanha como Fernando VII.  Carlos IV converteu-se em Rei da Espanha em 14 de dezembro de 1788 aos 40 anos de idade, por incapacidade de seu irmão mais velho Felipe.  O rei era robusto de corpo, porém fraco de caráter, pouco inteligente, fã de música e dos trabalhos manuais; sua esposa Maria Luisa era ambiciosa, carecia de beleza física e de dotes morais.  Carlos IV costumava deixar o governo em mãos alheias e seu reinado significou a dissolução do extenso mundo onde a Espanha reinava: um império que compreendia as Américas (exceto o Brasil) e no norte, a Luisiana, Arizona, Novo México e México além de extensos territórios na Oceania.  Recebeu um país empobrecido pelas guerras, oscilando entre as ambições da Inglaterra e França e sua política não foi a mais acertada para recuperar a solidez econômica.  Não enfrentou os desdobramentos das mudanças provocadas pela Revolução Francesa e pela Independência dos Estados Unidos. Goya, o grande pintor daqueles tempos, refletiu cruamente o caráter e o aspecto físico de Carlos IV e sua família no célebre quadro do Museu do Prado.  Finalmente, em 1808 acontece o motim de Aranjuez que obrigou o Rei a abdicar em favor de seu filho Fernando em 19 de março de 1808: exilado na Itália, nunca mais voltou para a Espanha já que seu filho Fernando VII proibiu-o e morreu em Nápoles em 19 de janeiro de 1819.  As moedas cunhadas por Carlos IV continuaram como as que já existiam, com as alterações lógicas de busto e inscrição; as emissões de ouro e prata foram normais em Madri e Sevilha.  Na América fizeram emissões irregulares e póstumas em 1789 e 1790 com o busto de Carlos III e a legenda “CAROLUS IV”, pelo falecimento do monarca anterior, passando-se vários meses até Potosi receber os cunhos com a efígie do novo rei.  Também continuou circulando a moeda macuquina devido à escassez das de busto; esta série começou em 1794 em Potosi, com a emissão de uma moeda pequena e diferente, o quartilho; em 1778 cunharam-se nesta mesma casa da moeda as primeiras peças de ouro de 1-2-4 e 8 Escudos(Onça).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIOGRAFIA - FERDINANDUS VII&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nasceu no Escorial em 12 de outubro de 1782 e era o filho mais novo de Carlos IV e de Maria Luisa de Parma.  Casou-se quatro vezes: em 1802 com Maria Antonia de Nápoles de quem enviuvou em 1806, logo voltou a contrair matrimônio em 1816 com Maria Isabel de Bragança; em 1819 casa-se com Maria Josefa Amália de Sajonia que morreria em 1829 para finalmente casar-se pela quarta vez, no mesmo ano, com sua sobrinha Maria Cristina de Nápoles, que assim que o rei faleceu, em Madri no dia 14 de setembro de 1833, garantiu que a filha deste casamento, a infanta Maria Isabel, seria a futura Rainha da Espanha como Isabel II.  Fernando VII cresceu aborrecendo e tramando contra seu pai e sua mãe, com o motim de Aranjuez conseguiu destrona-los e converteu-se no Rei da Espanha em 19 de março de 1808. Os primeiros anos transcorreram sob o domínio de Napoleão que era o verdadeiro senhor da política espanhola; refém em 1814, após a guerra da independência, pode regressar a Espanha para retomar o poder.  Entre 1814 e 1820 desenrola-se o período marcado pelo absolutismo de Fernando, perseguindo aos liberais que defendiam a constituição de 1812; finalmente em 1820, depois de uma série de agitações revolucionárias, conseguem que o rei jure a constituição, abrindo um período de 3 anos de obediência fingida por parte do rei.  Em outubro de 1823, depois de Fernando conspirar com as potências da Santa Aliança, conseguiu que um exército francês invadisse a Espanha e devolvesse os poderes absolutos, como monarca. Iniciou-se então, a chamada “década vergonhosa” que foi de 1823 até 1833, em que se registraram movimentos absolutistas incentivados pelo clero e pelo seu irmão Carlos que se anunciava como seu sucessor. Porém, seu ultimo casamento acabou com as pretensões deste.  Não houve novidades nas cunhagens de Fernando VII em Madri e Sevilha até a guerra da independência. Em 1818 autorizou-se a circulação de moedas francesas que estavam em curso no país.  As mudanças aconteceram na etapa constitucional, com a cabeça desnuda do rei e mudando a redação em latim para castelhano “Por la gracia de Dios” a que se acrescentou “y la constitución”.  Valencia emitiu uma bela peça obsidional e emissões semelhantes apareceram em Mallorca e outras casas de cunhagem, o que produziu uma quantidade variada de retratos de Fernando VII.  Na Casa de Cunhagem Imperial de Potosi continuaram as peças de busto com o novo monarca sendo que nos primeiros anos (1808 e 1809) só a fizeram em 2 e 8 reales; quando Fernando VII se afirma no poder após as guerras napoleônicas, regulariza-se a emissão de todos os valores (1/2 – 1 – 2 – 4 e 8 reales) em Potosi, a partir de 1816 indo até 1825, ano da independência da Bolívia.  As peças de ouro de 1 – 2 – 4 e 8 Escudos com o busto de Fernando VII só foram cunhadas em 3 anos, de 1822 a 1824.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Texto: JOAO GUALBERTO ABIB – Numismata, Membro da SNP e da SNB. Publicado originariamente no Boletim n° 29 de agosto de 2006 da SNP.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1608913366201896524?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/1608913366201896524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/carolus-iii-carolus-iv-e-ferdin-vii-mas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1608913366201896524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1608913366201896524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/carolus-iii-carolus-iv-e-ferdin-vii-mas.html' title='CAROLUS III, CAROLUS IV E FERDIN VII - MAS AFINAL, QUEM FORAM AS TRÊS FIGURAS?'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNvkIIYvgiI/AAAAAAAAAII/zFSAHRG_nS4/s72-c/3+figuras.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1347433885077106692</id><published>2008-09-23T16:59:00.004-03:00</published><updated>2008-09-23T17:23:51.568-03:00</updated><title type='text'>960 RÉIS - UM ENIGMA SEMPRE A SER DESCOBERTO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNlPK29MMCI/AAAAAAAAAH4/NAesCLlv6Wg/s1600-h/960+para+BLOG.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5249313888646475810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNlPK29MMCI/AAAAAAAAAH4/NAesCLlv6Wg/s320/960+para+BLOG.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Uma grande paixão de alguns colecionadores é colecionar os 960 Réis. Moeda brasileira cunhada entre 1809 a 1834, conhecida entre todos como patacão ou três patacas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curiosidade e o enigmático nestas moedas é que entre 1809, na verdade entre 1810 a 1827, pode-se afirmar que talvez mais de 99% delas foram recunhadas sobre moedas Hispano-Americanas e outras que falaremos mais adiante. A exceção da regra é encontrar 960 Réis que não foram cunhados sobre outras moedas, quando encontrado nesta classificação, são chamados de “ disco próprio” e não deixa de ser uma raridade, ou ao menos uma escassez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, o enigma, a curiosidade e a grande riqueza, está em afirmar certamente, que não existe neste período de recunho nenhum PATACÃO, um igual ao OUTRO. São peças únicas, mesmo as quais coincidem as mesmas variantes e os mesmos recunhos. Sempre haverá algum detalhe que não bate com o outro patacão na sua comparação. Todas são peças únicas como os mais belos quadros e obras de arte existentes no mundo. Nestas condições é que sempre são estudados ao longo dos anos, definindo-se suas variantes e a origem das moedas base.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta condição sui-generis, eleva o patacão 960 Réis de talvez, ser a moeda dentre todas do Brasil, a mais estudada ao longo dos anos, pelos numismatas e estudiosos do assunto há pelo menos 150 anos. Basta pegar em mãos e já desperta a curiosidade natural de observação. Pelas ranhuras, espera-se detectar a moeda base, pelo desenho, quer se descobrir as variantes e assim a exploração da descoberta se inicia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao diâmetro e peso, também variou muito durante todo período de recunho. Observa-se a existência de diâmetros entre 37 a 44 mm., mas que oficialmente deveria ter somente 40 mm. Observa-se peso que varia também entre 23 a 30 gramas de peso, mas que oficialmente deveria pesar somente 27 e 28 gramas em certos períodos. Temos ainda o teor da Prata, que em alguns períodos tinham teores de 917, 896 e 900.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos recunhos conhecidos, foram a grande maioria, sobre moedas de 8 Reales Hispano-Americanos, tipo busto, Carolus III, Carolus IIII e Ferdin VII, Reis da Espanha. Sendo os de Potosi, atual Bolívia; Lima do Peru; Cidade do México; Santiago do Chile; estes citados são os mais comuns. Os mais raros são os de Nueva Guatemala atual Guatemala; e o extremamente raro os de Popayan da atual Colômbia. Os considerados não menos raros, temos do “Peru Libre” entre 1822 e 1823 e mais raros ainda sobre “República Peruna” entre 1825 e 1826, embora alguns considerem o “Peru Libre” mais raro que “República Peruana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve também os classificados como escassos, os sobre 8 Reales e 8 Soles de Províncias Del Rio de La Plata atual Argentina onde aparecem somente em dois anos os de 1813 e 1815, conhecido como “Sol Argentino”. Nesta categoria de escasso aparecem sobre 1 Peso do “Chile Independiente”, ocorridos entre 1817 a 1823, embora sobre estas moedas da República do Chile pudessem ser encontradas até 1826. No México também, além da casa de cunhagem da Cidade do México, tinham as casas de Durango; Guanajuato; Zacatecas; Guadalajara, esta casas, exceto a de cidade do México são escassas e raras, mas verdadeiras raridades são as ocorridas no Império de Itúrbide – Augustinus, que durou menos de um ano, contudo teve moedas cunhadas entre 1822 e 1823, e as da República Mexicana cunhadas somente em três anos, 1823, 1824 e 1825 em três casas Cidade do México, Guanajuato e Durango.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já as Hispano conhecidas como moedas Espanholas, tiveram moedas cunhadas nas casas de cunhagem de Madri; Sevilha; Valencia, Catalunha, Cádiz e Barcelona. As mais raras destas da Espanha são as de Valência, Barcelona e Catalunha e a escassa sobre Madri Cunhagem de Vellón entre 1809 a 1813, com busto de J. Napoleão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tivemos ainda alguns recunhos extremamente raros sobre 1 Dóllar Americano de 1798 e 1799, sobre moedas Francesas, 1 Ecu Luís XVI de 1790, sobre 5 Francs Napoleão 1º Cônsul ano 12 de 1803 e 1804, 5 Francs Napoleão Impedor de 1812 e 5 Francs Luís XVIII de 1814, sobre moedas Italianas, 1 Tallero Pietro Leopoldo – Toscana - de 1784 e 5 Liras Reinado de Napoleão de 1812. Temos ainda sobre Áustria, 1 Thaler Maria Theresa 1780 e sobre um ducado de 1805 de República Batava (província Utrecht) e Holanda sobre 1 ducado de Holanda Unida 1771 e 1791 e sobre 1 patagon Brabante talvez de 1710. E provavelmente sobre outras moedas ainda desconhecidas e não relatadas; razão do estudo contínuo e prazeroso de muitos numismatas ainda nos dias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todos os estudos sobre os “recunhos” dos 960 Réis no Brasil, opino que o melhor deles é o Livro de David André Levy e de seus colaboradores; estudo amplo sobre a matéria de recunhos e recomendaria que todo colecionador e numismata aficcionado dos 960 Réis, deveria ter um exemplar sempre as mãos para consulta, livro este, lançado com somente 500 exemplares no ano de 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já sobre as “variantes” dos 960 Réis com Letra Monetária “R” recomendaria o Livro Catálogo descritivo dos patacões da Casa da Moeda do Rio, Volume I e Volume II, do saudoso numismata Lupércio Gonçalves Ferreira editado em 1981, com somente 500 exemplares numerados e rubricados pelo autor de 001 a 500.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto sobre as “variantes” dos 960 Réis com Letra Monetária “B” recomendaria o Livro Catálogo Descritivo dos 960 Réis da Casa da Moeda da Bahia, dos numismatas, José Serrano Junior e Flávio Barbosa Rebouças, lançado em 2003, cujo trabalho, veio a atualizar as variantes já identificadas pelo saudoso numismata Renato Berbert de Castro, em seu trabalho editado em 1970.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até aqui, foi feito um pequeno resumo sobre o Patacão ou Três Patacas ou 960 Réis, como queiram chamar. Deixamos de fora ainda qualquer comentário sobre carimbos e moedas base carimbadas, que também serviram como base dos nossos Patacões, pois se adentrássemos mais, neste assunto, mereceria outro texto. Também não falamos sobre todas as casas de cunhagem dos 960 Réis. Assuntos que ficarão para uma próxima oportunidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicado originariamente no Boletim n° 29 de Agosto de 2006 da SNP.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Texto de autoria de João Gualberto Abib, Numismata sediado em Curitiba- PR e membro da SNP - Sociedade Numismática Paranaense e da SNB - Sociedade Numismática Brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1347433885077106692?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/1347433885077106692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/960-ris-um-enigma-sempre-ser-descoberto.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1347433885077106692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1347433885077106692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/960-ris-um-enigma-sempre-ser-descoberto.html' title='960 RÉIS - UM ENIGMA SEMPRE A SER DESCOBERTO'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNlPK29MMCI/AAAAAAAAAH4/NAesCLlv6Wg/s72-c/960+para+BLOG.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-7662324756491108356</id><published>2008-09-22T21:51:00.017-03:00</published><updated>2008-09-24T08:46:27.248-03:00</updated><title type='text'>Royal Silver Mines of Potosi -  Debênture 113 de 1891 doada a S.N.P. - Sociedade Numismática Paranaense.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNj-WGWnKEI/AAAAAAAAAHg/XiMjicBOOlo/s1600-h/DSC04793.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5249225021316343874" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNj-WGWnKEI/AAAAAAAAAHg/XiMjicBOOlo/s320/DSC04793.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Em agosto de 2005, portanto, há mais de 3 anos, quando resolvi me associar à Sociedade Numismática Paranaense, pensei no que eu poderia dar de presente e a título de doação para a sociedade, que viesse a marcar minha entrada de uma forma simbólica, mas que ao mesmo tempo ficasse marcada para sempre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Primeiramente, tive que levar em consideração, que minha trajetória no mundo do colecionismo numismático até então, era quase que exclusivamente no mundo da Scripophilia, (coleção de papéis de emissão de valor), mundo este, que eu tinha iniciado em 1994 e em 2005, já fazia 11 anos, somente neste tipo de colecionismo. Nesta época tinha eu, em minha coleção, pouquíssimas peças numismáticas, e a maioria delas eram patacões 960 réis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi daí, com a intenção de expandir minha coleção, que resolvi começar a me associar às Sociedades Numismáticas, e assim, vim a me filiar primeiramente da S.N.P. e depois da S.N.B. - Sociedade Numismática Brasileira, dentro daquele mesmo ano de 2005. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas pensei, o que poderia simbolizar numa mesma peça, a Numismática e a Scripophilia, que para muitos, ainda, é um colecionismo desconhecido, e que consagrasse por importância histórica ambas? Não foi muito difícil a escolha, e logo percebi a linha tênue que separa e ao mesmo tempo une uma coisa da outra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Escolhi assim, "as Minas de Potosi", pois, certamente, haveria de ter algum documento de Scripophilia, afinal a EXPLORAÇÃO comercial de uma MINA, teria captacão de recursos e a emissão de algum documento que representasse a captação de recursos financeiros, necessários para a exploração desta atividade extrativista mineral e principalmente, para a extração de PRATA, cuja mina, foi de maior e suma importância para a numismática, não só a Brasileira, mas para a numismática mundial. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem não sabe, a grande maioria dos moedas espanholas e dos Países sul americanos, foram cunhadas em PRATA extraída quase que exclusivamente, daquela grandiosa Mina, que pertenceu ao Vice Reinado do Perú, de domínio espanhol e hoje localiza-se geograficamente na atual Bolívia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muito lógico que não viria a encontrar um documento do período de exploração da prata, do mesmo tempo que este metal era utilizado no fabrico das moedas potosinas, mas como simbologia, acabei encontrando um documento do ano de 1891, que foi uma emissão para captação de recursos para a exploração desta grandiosa mina de Potosi.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi fazendo buscas em sites especializados na Europa e em várias lojas do ramo numismático e de scripophilia, que acabei achando esta peça então doada, em um leilão no Ebay. Não pensei duas vezes, acabei arrematando esta Debênture e quando chegou em minhas mãos, já no início do mês de Agosto, fiz um resumo sobre a Mina de Potosi em 13 de agosto de 2005 e logo em seguida, mandei emoldurá-la, e acabei fazendo a doação no dia 20 de agosto de 2005, num sábado "par", na S.N.P., na presença de alguns sócios presentes naquele dia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem hoje visita a sede da sociedade, esta lá fixado, este quadro, em exposição na parede do lado direito de quem entra. Esta debênture, hoje rara, têm um certo valor histórico e cultural, pois pertence ao mundo numismático e de scripophilia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi desta forma que consegui achar algo para doar para a SNP em agosto de 2005, que ao mesmo tempo simbolizasse o que eu já colecionava e também que contemplasse aquilo que eu viria nestes poucos anos a colecionar: as peças numismáticas brasileiras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pena, que este registro histórico, tenha sido feito por mim mesmo, neste BLOG, pois já se passaram mais de 3 anos e não recebi oficialmente por parte da SNP, nenhum registro desta doação. Também, verificando os Balanços da mesma sociedade, (pelo menos os afixados no mural da mesma), não há nenhum registro deste recebimento, e também, não há referência em nenhum Boletim publicado pela sociedade de 2005 até o presente momento, que citasse o recebimento por parte da mesma, desta linda peça de coleção. Talvez, pelos dirigentes da sociedade, seja muito comum receberem doações e não fazerem nenhum registro. Talvez, até não deram nenhuma importância, por considerarem não ser importante mesmo, e isto eu respeito. Mas para mim, este singelo oferecimento desta peça de coleção, entrou para minha história numismática. Por isto faço este registro.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O relato, que aparece logo ao lado da &lt;strong&gt;IMAGEM&lt;/strong&gt;, desta linda peça de coleção é o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;BREVE RELATO HISTÓRICO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de pilhar o ouro dos Incas no Peru e dos Astecas no México, os conquistadores espanhóis descobriram em 1544 uma montanha fabulosamente rica em prata no altiplano da Bolívia: Cerro Rico de Potosi. Situada a 4.824 metros de altitude, produziu mais de 70.000 toneladas de prata durante mais de 400 anos! Mais de 1 milhão de escravos índios e negros morreram na extração e processamento ao longo dos quase 300 anos de dominação colonial espanhola. Vapores de mercúrio e fumaça de fundição reduziam a vida útil dos escravos mineradores para menos de 6 meses, nesta, que foi a maior mina subterrânea do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tesouros em moedas de prata, barras, chapas, dobrões de ouro e peças de 8 reales, cunhadas na Casa de la Moneda de Potosi, era carregado em lhamas e transportado para o porto de Lima, uma jornada de mais de 1.000 quilômetros. O tesouro era então transferido para galeões que navegavam pelo Oceano Pacífico, rumo ao norte, para o Panamá onde era novamente descarregado e posto no lombo de mulas para cruzar o país para o leste, seguindo o roteiro onde hoje existe o Canal do Panamá. Recolocado mais uma vez dentro de galeões, iniciando uma perigosa jornada pelo Mar do Caribe e o Oceano Atlântico em direção à Espanha, se os piratas assim o permitissem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 1865 a mineração de prata entrou em declínio. A prata cedeu lugar para o estanho. A extração e o processamento do estanho em grande escala iniciou-se em 1895 e a Bolívia abastecia 48% da demanda mundial em 1945.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em 18 de julho de 1884, um grupo de investidores liderados por Edward Norman e Mateo Clark fundaram a Royal Silver Mines of Potosi, Bolívia Limited com capital inicial de £ 600,000 formado a partir de 30.000 ações preferenciais de £10 e 6.000 ações de £50 além de £71,200 em Debêntures Hipotecárias de £100, com 8% juros anuais, entre 1889 e 1890. Com sede em Londres no 19 Coleman Street, deixou de operar em 1915.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na revolução ocorrida em 1952 na Bolívia, a mina de Potosi foi nacionalizada e hoje, 45 mineradores locais ainda exploram, de maneira artesanal, pequenos túneis onde retiram estanho da Mina Candelária, localizada na metade do caminho entre a cidade de Potosi e a entrada principal do Cerro Rico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Debênture ao lado de número 113 datada de 1891, representou a captação de Recursos externos para a exploração da Mina de Potosi. O documento possui na atualidade imenso valor histórico e cultural e é de muita raridade, constitui-se em peça de colecionismo de SCRIPOPHILIA. A peça ao lado foi adquirida em Leilão na Europa, pelo MEMBRO DA SOCIEDADE NUMISMÁTICA PARANAENSE, o Colecionador Sr. João Gualberto Abib, o qual fez questão de doar esta peça à mesma sociedade, fazendo este breve relato histórico. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;CURITIBA, PR 13 DE AGOSTO DE 2005.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-7662324756491108356?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/7662324756491108356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/royal-silver-mines-of-potosi-debnture.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/7662324756491108356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/7662324756491108356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/royal-silver-mines-of-potosi-debnture.html' title='Royal Silver Mines of Potosi -  Debênture 113 de 1891 doada a S.N.P. - Sociedade Numismática Paranaense.'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNj-WGWnKEI/AAAAAAAAAHg/XiMjicBOOlo/s72-c/DSC04793.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-283314869356593250</id><published>2008-09-17T21:02:00.010-03:00</published><updated>2008-09-18T10:51:30.059-03:00</updated><title type='text'>5º Encontro de Multicolecionismo do Ceará 2008</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNG5jB-NftI/AAAAAAAAAHY/vt6cNTPsms0/s1600-h/fortaleza.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247179052339265234" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNG5jB-NftI/AAAAAAAAAHY/vt6cNTPsms0/s320/fortaleza.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Foi realizado entre os dias 11 a 13 de Setembro de 2008, no hotel Praia Centro, Praia de Iracema em FORTALEZA, o 5º Encontro de Multicolecionismo do Ceará, do qual participei à convite. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lembro que mesmo não sendo sócio da sociedade numismática e filatélica daquele Estado, tive mesa de negociação e pude rever grandes e potenciais clientes que tenho naquela região, que não os conhecia, apenas negociava até então, somente pelo mercado virtual, como o do Mercado Livre. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desta forma minha ida foi muito bem proveitosa do ponto de vista financeiro, e muito bem recompensada, por conhecê-los pessoalmente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim como eu, vários comerciantes de numismática, filatelia, telecartofilia, e outros, do multicolecionismo em geral, certamente, muitos estavam na mesma situação que a minha, sem serem associados naquele estado e tiveram a honra de participarem daquele MAGNÍFICO EVENTO, como convidados e todos foram muito bem recebidos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi uma lição para mim, sobre o que deve ser feito para o sucesso de um EVENTO daquele porte. Lá mesmo, quando já instalados em nossas mesas de negociação, observamos que o evento estava sendo coberto por várias cadeias de televisão, rádios e jornais, inclusive alguns de fora da localidade. Eram "flashes" de iluminação de fotógrafos, com a presença de vários repórteres, de rádios e de televisão, onde tudo era perfeitamente divulgado, com a interação de todos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Logicamente, que com esta total cobertura da imprensa em geral, observamos também, uma super-população de estranhos junto às mesas de negociação, alguns certamente leigos no assunto do colecionismo, mas bem curiosos para perguntar sobre tudo e principalmente saber como funciona a atividade. Respondi todas as perguntas e não me senti em nenhum momento ameaçado pela super-população de "Gabirús" como diz o mestre Antonio Tomaz, da sociedade do Paraná. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acredito que todo colecionador, antes de ter decidido começar sua coleção, sendo numismata e ou filatelista, já foi também um "Gabirú", e muitos, acendeu o interesse no colecionismo em eventos desta magnitude, como foi o de Fortaleza.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recebemos também, uma leva de alunos que vieram de várias escolas, acompanhados de seus professores e monitores, onde até, alguns alunos arriscaram a comprar algumas cédulas, daquelas de 1 a 2 reais. Lógico que compraram a título de pura curiosidade, mas assim é que se começa um novo colecionador. Falei muito com algumas professoras e professores que acompanhados de seus alunos, e a pedido deles, fiz uma explanação sobre as cédulas do Império do Brasil, todos os alunos observavam. &lt;strong&gt;Nada foi comprado por eles, mas a semente do colecionismo foi vendido a todos. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois destas visitas de alunos, e das entrevistas, o salão começou a se encher de pessoas vindas de várias regiões, onde numa dessas ondas de pessoas, apareceu uma delas, vendendo um lote de cédulas, e para minha curiosidade, fiz uma proposta indecorosa e ela foi aceita, para meu espanto. Examinando melhor o lote, tinha uma cédula bem escassa que rapidamente levei ao Irlei Neves, que acabou comprando pelo valor que eu havia pago no lote todo, assim, meu lucro foi as cédulas que restaram. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Logo em seguida, chegou um rapaz de uns 15 a 17 anos, e me apresentou um patacão 960 Réis e pedia 600,00 reais pelo mesmo, logo fui falando: neste preço só se o patacão for raro. Peguei minha lupa e examinando melhor o recunho, vi que tratava-se sobre um recunho de PERÚ LIBRE, que é de uma certa escassez, mas achei por bem não comprar, mas indiquei o amigo Irlei Neves, ao rapaz e o mesmo acabou fazendo negócio. Este mesmo rapaz, acabou voltando a minha mesa e comprou aquele restante de cédulas, que era o meu lucro daquela operação anterior. Acabei vendendo, afinal ele estava com o dinheiro da venda do patacão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Logo depois, uma hora talvez, encontrei este mesmo rapaz, na mesa do Cléber Coimbra de Brasília, e ele acabou me dizendo que aquele lote de cédulas que havia comprado, já tinha vendido algumas e com lucro, a outros comerciantes alí mesmo no salão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Cléber dirigiu-se a mim, na presença dele e disse:  Olhe ABIB, este menino, começou a colecionar com uns 12 anos de idade e é meu cliente também e hoje já é um colecionador de peças numismáticas. Esta é uma semente da qual plantei e hoje se colhe. Foi num destes eventos promovidos aqui no Ceará, que acendeu o interesse deste menino pelo colecionismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que eu pretendo demonstrar com toda esta história??&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É que os encontros devem ser divulgados, e ABERTAMENTE, pois somente assim, teremos NOVOS COLECIONADORES. Parabéns ao Cléber, por ter conseguido fazer um colecionador jovem ainda e com grande potencial de amanhã, ser talvez, um grande comerciante, pois talento e sorte já demonstrou que tem. Peço ao Cléber que se ler este artigo, faça um comentário e se lembrar do episódio, divulgue o nome deste rapaz. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, o multicolecionismo é a salvação da lavoura de muitos comerciantes, pois eu mesmo, acabei vendendo, desde: selos, moedas, cédulas, medalhas, livros numismáticos, cartões postais, imagens litografadas, até apólices da dívida pública, ações históricas de empresas centenárias e títulos de maçonaria. Este é o futuro do mercado, O MULTICOLECIONISMO, e o pessoal de Fortaleza saiu na frente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos três dias do encontro, foi exaustivo, pois afinal levei mais de 90 quilos de mercadorias colecionáveis e voltei com menos de 60 quilos, mesmo assim, tive que pagar excesso de bagagem na ida e na volta, nas companhias aéreas, mas financeiramente, foi altamente rentável, pois comprei várias coleções e lá mesmo, consegui vender a outros comerciantes e colecionadores. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Do Paraná, ligado à numismática, estava somente eu e o Dr. Arno, e até com o amigo, comprei um lote de patacões 960 Réis e em menos de 2 horas, já havia vendido lá mesmo, mas o Dr. Arno ganhou na rapídez, pois levou menos de 15 minutos para comprar de outra pessoa e me repassar o lote. Realmente este encontro foi uma festa para todos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com este meu relato, não preciso mais falar sobre o sucesso do evento. Mas vou relatar mais, pois neste encontro foi lançado um catálogo chamado de CATÁLOGO ADRIANO DE CARTÕES TELEFÔNICOS TELEBRÁS 2008, de autoria de Adriano Vasconcelos que é publicitário e telecartofilista, e foi vendido lá no encontro a R$ 60,00 cada exemplar, um trabalho bem elaborado, com 141 páginas. O Exemplar nº 00000 foi a leilão pelos organizadores do encontro e eu como coleciono catálogos de números iniciais, acabei arrematando em leilão. Logicamente, com um pouco de ágio ao preço inicial de venda do catálogo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também foi lançado 10 cartões comemorativos (de propaganda) do 5º Encontro de Multicolecionismo do Ceará, cuja série teve menos de 100 exemplares cada uma e adquiri uma série completa, sendo uma de cada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cumprimentos pelo sucesso absoluto deste evento do qual participei, aos organizadores, na pessoa do Sr. Sérgio e ao Sr. Flávio, e aos demais colaboradores. Certamente voltarei no evento do próximo ano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-283314869356593250?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/283314869356593250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/5-encontro-de-multicolecionismo-do-cear.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/283314869356593250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/283314869356593250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/5-encontro-de-multicolecionismo-do-cear.html' title='5º Encontro de Multicolecionismo do Ceará 2008'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SNG5jB-NftI/AAAAAAAAAHY/vt6cNTPsms0/s72-c/fortaleza.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-3981262554651995216</id><published>2008-09-09T21:33:00.008-03:00</published><updated>2008-09-09T23:27:18.322-03:00</updated><title type='text'>VISCONDESSA DE CAVALCANTI - MÃE DA NUMISMÁTICA BRASILEIRA</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SMcqps8SM1I/AAAAAAAAAGg/hnG2zTdZKAA/s1600-h/viscondessa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244207187023246162" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SMcqps8SM1I/AAAAAAAAAGg/hnG2zTdZKAA/s320/viscondessa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aos amigos da numismática, e especialmente aos que se dedicam aos estudos da medalhística brasileira, transcrevo aqui o biografia da Viscondessa de Cavalcanti, extraída do site do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, de cuja instituição a mesma foi membro ativa e prestou grandes serviços a comunidade geográfica e histórica, bem como à ciência auxiliar da história, a numismática.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se Julius Meili foi agraciado pela comunidade numismática como PAI DA NUMISMÁTICA BRASILEIRA, poderíamos ao menos reconhecer também, com justiça, o título à Viscondessa de Cavalcanti, como a MÃE DA NUMISMÁTICA BRASILEIRA. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Vamos inicialmente à sua Biografia:&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;D.Amélia Machado de Coelho e Castro nasceu no Rio de Janeiro, filha do Dr. Constantino Machado Coelho de Castro e de D. Mariana Barbosa de Assis Machado. Foi a sexta mulher a ingressar no Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, em 5 de agosto de 1905, após Marie Rennotte (1901), Mary Robinson Wright (1901) Júlia Lopes de Almeida (1902), Veridiana Valéria da Silva Prado (1902) e Ibrantina Cardona (1905).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Célebre por sua beleza e elegância, D. Amélia foi considerada uma das mais notáveis damas da corte no segundo reinado. Um fato pitoresco, que lhe diz respeito, envolveu o nome de Pedro Luiz Pereira de Sousa, poeta, jornalista e político de muito prestígio no Rio de Janeiro. Conta-se que, numa recepção no Palácio Isabel, Pedro Luiz valsava com Amélia, futura Viscondessa de Cavalcanti, quando, inesperadamente, entrou na Salão Nobre o Imperador D.Pedro II. Na vertigem da valsa e encantado com sua parceira, Pedro Luiz fingiu não ter visto D. Pedro II, tendo acenado à orquestra para que continuasse a tocar, fato que não passou despercebido ao Imperador. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meses depois, o nome do jornalista e político foi lembrado para ocupar importante cargo, tendo sido imediatamente vetado pelo monarca com esta frase irônica: “O Pedro Luiz é um homem que ainda valsa”. Pedro Luíz era parente de Washington Luíz, último presidente da República Velha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amélia casou-se com o senador Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque (1829 – 1899), filho de Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque e de Angela Sophia Cavalcanti Pessoa. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Olinda, Diogo Velho foi deputado provincial, deputado geral, Senador do Império pelo Rio Grande do Norte e Ministro de Estado, tendo sido agraciado com várias comendas. Pelos serviços prestados ao Império, D. Pedro II concedeu-lhe o título de “Visconde com honras de grandeza”, por decreto imperial de 30 de maio de 1888. Os Viscondes de Cavalcanti, Diogo e Amélia, foram co-proprietários do engenho Baixa Verde, Comarca de Nazaré da Mata, em Pernambuco, tendo vendido parte dessas terras a “&lt;strong&gt;The Great Western Co. of Brazil Ltda&lt;/strong&gt;.“, necessária à construção da &lt;strong&gt;estrada de ferro Nazaré-Timbaúba&lt;/strong&gt;.“Tudo ajudava àquele casal para o sucesso social que o assinalava, desde a inteligência do futuro Visconde às finas graças e formosura de D. Amélia Cavalcanti... O grande fulgor do Salão da Viscondessa de Cavalcanti durou de 1875 a 1878, período em que seu marido foi Ministro, mas, depois disso, continuou a ser um dos mais elegantes centros da alta sociedade do Rio, às quintas e aos domingos”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na fase final da Monarquia, em 1889, às vésperas da República, com o intuito de prestar homenagem à dedicação e lealdade de Diogo Velho, D. Pedro II nomeou-o Comissário do Brasil junto à Exposição Universal em Paris. Estabelecido o regime republicano, os Viscondes preferiram permanecer na França. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O advento da República interrompeu, assim, a carreira de um homem de Estado que, aos cinqüenta anos, já havia ocupado os mais importantes cargos político – administrativos no Brasil, e que teve o comovente mérito de jamais abandonar seu amigo, o Imperador destronado.Ao adoecer, com grave prognóstico, o Visconde expressou o desejo de regressar ao Brasil, tendo falecido em Juiz de Fora, Minas Gerais, em junho de 1899. Pouco se disse dele na época, apenas algumas sentidas orações fúnebres por parte daqueles que tiveram o privilégio de privar de sua intimidade. Convinha à conspiração republicana e aos adeptos do sistema vigente apagar a memória desse grande estadista da monarquia. Viúva, a Viscondessa decidiu voltar para a França, onde residiu durante 26 anos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Catálogo de Medalhas Em 1889, a Viscondessa de Cavalcanti publicou no Rio de Janeiro, o “&lt;strong&gt;Catálogo das Medalhas Brasileiras e das Estrangeiras Referentes ao Brasil&lt;/strong&gt;”, de sua coleção particular. &lt;strong&gt;Foram impressos 25 exemplares, 5 em papel Japão e 20 em papel de Holanda. Essa rara publicação descreve 115 medalhas, cujas datas vão de 1596 a 1888&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Em 1910, uma segunda edição aumentada e ilustrada, com tiragem de 100 exemplares, foi publicada em Paris. Nela, descrevem-se 294 medalhas, com datas de 1596 a 1903, incluindo-se o período do Brasil República.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lê-se na segunda edição:“Les médailles ne sont pas seulement des objects d’art, ce sont aussi des monuments historiques. Les événements y sont marqués plus sûrement que dans les livres, et leur témoignage, sans être irrécusable, est plus naif et plus authentique, plus sûr que celui de l’histoire parce qu’il ne faut qu’un instant et un trait de plume pour écrire une erreur ou un mensonge, tandis qu´íl en coûte tant de peines et de jours pour les modeler et les fondre, encore pour les graver! Chaque medaille est un abrégé de la petite histoire écrite en marge de la grande, et qui est celle des individualités marquantes dont les traits sont désormais transmis à la posterité par la main du sculpteur ou du graveur (Charles Blanc)”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As medalhas estão descritas em termos dos seguintes períodos históricos: Brasil Colonial, Ocupação Holandesa; Brasil Colonial, Domínio Português; Brasil Império, Primeiro Reinado – D. Pedro I; Segundo Reinado – D. Pedro II; Brasil República, este incluído na segunda edição.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algumas classificações apresentam subtítulos temáticos.As medalhas da coleçãoÉ interessante mencionar as duas medalhas mais antigas da coleção da Viscondessa, referentes ao Brasil Colonial durante a ocupação holandesa, cunhadas no ano de 1596. Trata-se da “SIDERE PROFICIANT DEXTRO NEPTUNIA REGNA”, a qual diz respeito às expedições comerciais dos holandeses. Em guerra contra o rei da Espanha e Portugal, estes organizaram uma expedição marítima à América portuguesa para fazer um carregamento de pau brasil, com conivência de portugueses da Colonia, que desconsideraram as severas ordens do Reino. Nesse mesmo ano, a “NUNC SPE NUNC METU” comemorou a esquipação da primeira frota holandesa destinada ao Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Viscondessa possuía, também, a primeira medalha referente ao Brasil Colonial, no domínio português. Trata-se da “RENÉ DUGUAY-TROUIN”, cujo nome relaciona-se à história do Brasil, pela expedição realizada ao Rio de Janeiro. Perpetua a memória de sete naus de guerra, oito fragatas e dos 5.684 homens que conquistaram a cidade em 1711.As medalhas sobre Portugal começaram a surgir a partir do ano de 1800. Em nota de rodapé, no Catálogo, &lt;strong&gt;menciona-se o nome de Zeferino Ferrez, como a primeira pessoa a introduzir a gravura de medalhas no Brasil, em 1820.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A propósito dos valiosos catálogos publicados pela Viscondessa, no volume XV da Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, 1910, pág. 455, lê-se: “ A Exma. Sra. Viscondessa de Cavalcanti ofereceu sua obra em dois volumes sob o título Catálogo de Medalhas Brasileiras...” Infelizmente, os dois volumes oferecidos pela Viscondessa ao Instituto não foram encontrados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Museu Mariano Procópio "Sala Viscondessa de Cavalcanti" O Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora, o primeiro a ser criado em Minas Gerais, marco de pioneirismo da cidade, é obra de Alfredo Ferreira Lage (1865-1944). Primo de Amélia Cavalcanti, Alfredo era filho de Mariano Procópio Ferreira Lage, construtor da primeira estrada de rodagem macadamizada no Brasil, no período de 1856 a 1861, ligando Juiz de Fora a Petrópolis. A Sala da Viscondessa de Cavalcanti, nesse Museu, possui 95 peças. Da coleção doada, fazem parte moedas greco-romanas com a efígie do imperador Júlio César e raros exemplares de medalhas cunhadas na Europa, referentes à ocupação holandesa na Bahia, em 1624, e em Pernambuco em 1631. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os principais acontecimentos no Brasil - com destaque para os períodos colonial e imperial - estão retratados em moedas e medalhas, cunhadas em ouro, prata e bronze, nessa magnífica coleção. São peças referentes à aclamação de Dom João VI, como rei de Portugal, Brasil e Algarves (1820), à chegada de Dona Leopoldina, arquiduquesa da Áustria, ao Brasil (1817), e à coroação de Dom Pedro II (1841).Além das medalhas que pertenceram à Viscondessa, encontra - se nessa sala um curioso objeto pessoal. Trata-se de um leque, de madeira e papel, com 102 cm de abertura por 35 cm de raio, contendo 69 mensagens escritas por personalidades brasileiras e estrangeiras durante um período de 55 anos. O primeiro a assinar esse leque foi Dom Pedro II, em 1890. Nele se encontram mensagens da Princesa Isabel, de Tommaso Salvini, Carlos Gomes, Alberto Santos Dumond, Alexandre Dumas Filho, Machado de Assis, Eça de Queiroz, Getúlio Vargas e outros. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Viscondessa assinou seu leque em 1945, um ano antes de sua morte. Devidamente protegido, o leque permite observar as assinaturas em ambos os lados. Museu Nacional de Belas Artes o riquíssimo acervo do Museu Nacional de Belas Artes originou-se da pequena coleção de 54 telas, trazidas para o Brasil pela Missão Artística Francesa, em 1816, às quais logo se acrescentaram outras obras de propriedade do Dom João VI. A coleção compõem-se primordialmente de pinturas brasileiras do século XIX e início do século XX., muito embora haja, também, uma pequena, mas representativa, coleção de pintura estrangeira, com quadros da Escola Barroca italiana e telas de Eugène Boudin.O conjunto de pintura brasileira reúne obras de Rodolfo Amoedo, Antonio da Silva Parreiras, Víctor Meireles, Henrique Bernardelli, Eliseu Visconti, Dario Vilares Barbosa, João Zeferino da Costa, Pedro Américo, Décio Vilares e Almeida Júnior. Aí se encontram obras-primas, como O Último Tamoio, de Amoedo, Primeira Missa no Brasil e Batalha de Guararapes, de Meireles, Maternidade, de Bernardelli, Gioventù, de Visconti, Óbulo da Viúva, de João Zeferino da Costa, e A Batalha do Avaí, de Pedro Américo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse Museu, encontra-se o retrato da Viscondessa de Cavalcanti, pintado por Léon Bonnat (1833-1922), em 1889, e doado no ano de 1926. O instituto Histórico e Geográfico Paraíbano possui retratos a óleo da Viscondessa de Cavalcanti e de seu marido, ambos da autoria de Labatut, os quais haviam pertencido anteriormente à D. Virgínia Cavalcanti de Albuquerque, irmã do Visconde. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este breve relato mostra alguns fatos relevantes da vida de Amélia Machado de Coelho e Castro, cuja presença marcou profundamente a sociedade brasileira pelo seu vivíssimo talento, por sua beleza e generosidade. Estrela que não se apaga, a Viscondessa de Cavalcanti merece ser lembrada pelo muito que fez pela cultura de nosso País. A Snra. Viscondessa de Cavalcanti não cedeu nunca de seu império de distinção, elegância e formosura. E, ainda hoje, é pena que apareça tão pouco, porque reinaria ainda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;Fontes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Wanderley Pinho, 1942 - Bibliografia Barata, Almeida C. E. de, e Cunha Bueno, A.H., Dicionário das Famílias Brasileiras, Ibero América, s.d.Blake, A. V. Alves Sacramento, Dicionário Bibliográfico Brasileiro. Edição do Conselho Federal de Cultura. Guanabara, 1970. Catálogo das medalhas brazileiras e das estrangeiras referentes ao Brazil, da colleção numismática pertencente à Viscondessa de Cavalcanti. 2ª edição augmentada e illustrada, Pariz, 1910. Collecção Numismática Brazílica pertencente à Viscondessa de Cavalcanti. Catálogo das medalhas brazileiras e das estrangeiras referentes ao Brazil, 1889. Pinho, W., Salões e damas do segundo reinado, com desenhos de J. Wasth Rodrigues, Livraria Martins Editora São Paulo, 1942.Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. X , p. 588, 1905.Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. XV, p. 455, 1910.Taunay, Affonso de E., O Senado do Império, Senado Federal, DF, 1978.Veiga Júnior, J., Os Viscondes de Cavalcanti, Revista do Instituto Histórico e Geográfico Paraíbano. Palestra realizada em sessão de 22 de agosto de 1937, p. 85- 92.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Agora uma reflexão:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Comunidade Numismática Brasileira, concedeu o &lt;strong&gt;título de Pai da Numismática Brasileira, ao Julius Meili&lt;/strong&gt;, pelo fato de que o mesmo editou o primeiro catálogo de peças brasileiras, e podemos &lt;strong&gt;também por analogia, conceder o título de Mãe da Numismática Brasileira à Viscondessa de Cavalcanti. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste particular, até com mais propriedade e justiça, pois a mesma, sendo mulher, além de editar o primeiro catálogo de Medalhas Brasileiras, &lt;strong&gt;doou sua coleção à Museus Brasileiros que até hoje preservam sua coleção. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já as trapalhadas de nosso Pai da Numismática, além de editar seu catálogo em lingua germânica, doou toda sua coleção a um museu SUIÇO e este, além de não preservar a coleção, e com o intuito de entrar na posse de dinheiro, justificou a venda: "por lei, só devemos colecionar ANTIGUIDADES SUIÇAS, esta coleção, embora muito valiosa, é em nosso acêrvo um " CORPO ESTRANHO" (veja texto publicado neste BLOG sobre peças a leilão de Julius Meili em 1939 e desdobramentos desta história toda). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sendo assim, acredito que a Viscondessa têm todos os requisitos necessários para ser considerada nossa MÃE DA NUMISMÁTICA BRASILEIRA, afinal, a história de suas peças até hoje honram nossa numismática, na exposição em Museus Brasileiros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aguardo comentários a respeito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Saudações numismáticas a todos &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;João Gualberto Abib.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-3981262554651995216?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/3981262554651995216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/viscondessa-de-cavalcanti-me-da.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/3981262554651995216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/3981262554651995216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/viscondessa-de-cavalcanti-me-da.html' title='VISCONDESSA DE CAVALCANTI - MÃE DA NUMISMÁTICA BRASILEIRA'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SMcqps8SM1I/AAAAAAAAAGg/hnG2zTdZKAA/s72-c/viscondessa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-506921754354563652</id><published>2008-09-03T07:50:00.007-03:00</published><updated>2008-09-03T21:30:36.155-03:00</updated><title type='text'>MEDALHAS DO PARANÁ EDIÇÃO DE 1959</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SL5z8bsycFI/AAAAAAAAAF4/WNZU1l-fxGA/s1600-h/medalhas+parana.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5241754498370793554" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SL5z8bsycFI/AAAAAAAAAF4/WNZU1l-fxGA/s320/medalhas+parana.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SL5ydOI5xvI/AAAAAAAAAFQ/rln82-vyVdM/s1600-h/medalhas+parana.jpg"&gt;&lt;/a&gt;MEDALHAS DO PARANÁ edição de 1959, editado pelo Museu Paranaense, então sob mandato universitário. OBRA ESQUECIDA da Numismática Brasileira, de autoria de Ernesto Germano Lange e Júlio Estrella Moreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta obra realizada, é inédita pela edição e desconhecida pela maior parte dos numismatas do Brasil, certamente, pelo número reduzido de sua impressão, embora não haja citação do número de exemplares, presume-se que não passe de 500 exemplares.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tratou-se de catalogar 263 medalhas, somente de forma descritiva sem imagens, todas elas, produzidas em terras Paranaenses e ainda, por artistas gravadores que viveram e tiveram, na grande maioria, inspiração e aprendizado com grandes mestres que aportaram em solo deste Estado. Este catálogo possui 130 páginas no total.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como mestres gravadores, de então, relacionamos: Pedro Mario Setragni; Eugênio Gellert; Emílio Gugich; José Péon; Frederico Tod; Henrique Kaminski; Eduardo Mueller Jr.; José Tortatto; João Muelleken; Cristiano Winters; José Mansur Karam e Dinéas Dinaldo Tod.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta obra sem dúvida alguma, ainda inédita para muitos, precisa ser atualizada, pois reporta-se sobre medalhas entre os anos de 1889 a 1958, e de lá para cá, já são mais 50 anos para se atualizar na história numismática Paranaense.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, esta edição de 1959, por ser já de raridade, custa no mercado entre R$ 300 a 400 Reais o exemplar original, e ainda assim, quando se tem sorte de encontrar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vou fazer gestão junto ao Museu Paranaense, uma autorização para reproduzir 200 exemplares numerados, desta mesma publicação de 1959, para ofertar aos numismatas brasileiros interessados em medalhística, e para reforçar o pedido, peço aos interessados que externem seu interesse real por esta edição suplementar, caso for autorizada, ao custo de R$ 80,00 Reais, nos "comentários" desta matéria neste BLOG.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desta forma, caso seja autorizada a reprodução LIMITADA, já vai se formando uma fila para estes poucos exemplares.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Texto de autoria de João Gualberto Abib.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-506921754354563652?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/506921754354563652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/medalhas-do-paran-edio-de-1959.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/506921754354563652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/506921754354563652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/09/medalhas-do-paran-edio-de-1959.html' title='MEDALHAS DO PARANÁ EDIÇÃO DE 1959'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SL5z8bsycFI/AAAAAAAAAF4/WNZU1l-fxGA/s72-c/medalhas+parana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-8320197578239015315</id><published>2008-08-31T10:16:00.011-03:00</published><updated>2008-09-01T16:18:49.559-03:00</updated><title type='text'>RESPOSTAS SOBRE O LEILÃO JULIUS MEILI EM 1939 E SOBRE A HONRA DE HERMANN PORCHER.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SLw-DRgkvKI/AAAAAAAAAFI/Nq3g7jf7Xxo/s1600-h/CHARGE.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5241132292312972450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SLw-DRgkvKI/AAAAAAAAAFI/Nq3g7jf7Xxo/s320/CHARGE.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Hoje, a exatamente 30 dias atrás, postei neste BLOG, ( veja íntegra da notícia postada em 30/07/08 - Leilão da Coleção Julius Meili em 1939), uma notícia sobre as principais peças da coleção Julius Meili, e encerrei o texto com a seguinte dúvida: &lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;".......AFINAL ESTE LEILÃO DE 1939, FOI OU NÃO FOI O GRANDE LEILÃO DAS PEÇAS DA COLEÇÃO JULIUS MEILI?? AS QUAIS DEPOIS DE IDAS E VINDAS, ACABOU MESMO SENDO VENDIDA 30 ANOS DEPOIS DE SUA MORTE, NO BRASIL MESMO.???&lt;br /&gt;GOSTARIA QUE OS ENTENDIDOS NO ASSUNTO ME RESPONDESSEM........SE ISSO ACONTECEU MESMO OU HÁ UM MAL ENTENDIDO NISTO TUDO.&lt;br /&gt;A NUMISMÁTICA BRASILEIRA PRECISA DESTA RESPOSTA."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem durante o decorrer destes 30 dias, houve somente um única resposta postada no próprio BLOG, "nos comentários" (vide no final daquele texto), onde o numismata e filatelista Márcio Rovere Sandoval, que é sócio correspondente da AFSC - Associação Filatélica e Numismática de Santa Catarina, e que morou muitos anos em Florianópolis e atualmente mora no exterior há seis anos, e atento as coisas numismáticas no Brasil, fez o seguinte comentário: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"&lt;a onclick="" href="http://www.blogger.com/profile/04172341433866828756" rel="nofollow"&gt;&lt;em&gt;Sterling Numismatic&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; disse... (postada resposta em 17/08/2008)&lt;br /&gt;Muito interessante a informação sobre este leilão das peças da Coleção Julius Meili. O primeiro leilão que temos conhecimento referente a Meili ocorreu em Amsterdã em 1910, realizado por J. Shulman. Houveram outros leilões, como o de 1926 pela mesma empresa de Amsterdã. A maioria das peças da antiga Coleção Julius Meili estão no Museu Histórico Nacional no Rio de Janeiro (moedas) e no CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil (papel-moeda), me parece, que no Museu do Banco Central em Brasília existem algumas peças da Coleção Meili ou por ele incluídas no seu livro – O Meio Circulante no Brasil, Parte III - A Moeda Fiduciária no Brasil, publicado pela primeira vez em 1903 (Zürich), com reedição recente pelo Senado Federal. Peças desta coleção se dispersaram e foram vendidas tanto no Brasil como no exterior. Um grande abraço, Marcio Rovere Sandoval Numismata &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:marciosandoval@hotmail.com"&gt;&lt;em&gt;marciosandoval@hotmail.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;."&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com esta resposta acima, a qual agradecemos ao colaborador, passamos a nos questionar que por de trás desta história toda deveria ter mais coisas a ser elucidada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fomos ao encontro Numismático de S. Paulo, ocorrido entre 21 a 23 de agosto ( veja postagem sobre este encontro no artigo anterior postado neste mesmo BLOG) e lá encontrei-me com o veterano numismata Dr. Roberto Vilella Lemos Monteiro, de S. Paulo, o qual é leitor e entusiasta dos textos numismáticos publicados pela SNP - Sociedade Numismática Paranaense, o qual é associado também, cujo Boletim, sempre colaboro com artigos e desta forma, nos conhecemos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entreguei-lhe a cópia do catálogo do Leilão das peças de Júlio Meili, ocorrida em 1939. O Dr. Roberto Vilella pegou o assunto como um desafio, o de dar-me uma resposta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para minha surpresa, recebi sua ligação em meu escritório em Curitiba, logo após o evento de S.Paulo, cerca de dois a três dias do término, e o resultado é que a dedicação deste colecionador veterano, em pesquisas em sua biblioteca de livros numismáticos, tão rapidamente, trouxe para mim e para a plebe da Numismática Brasileira, respostas sobre tudo o que pairou sobre a coleção Julius Meili. Isto é um exemplo de cidadania numismática, ou melhor, do comprometimento das coisas numismáticas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao amigo Dr. Roberto Vilella, e ao Sr. Márcio Rovere Sandoval, meus sinceros agradecimentos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A resposta elucidativa sobre a coleção de Julius Meili, também reconhecido no meio numismático como "PAI DA NUMISMÁTICA BRASILEIRA", toda esta questão sobre idas e vindas de sua coleção, por pesquisa e indicação do Dr. Roberto Vilella, estava publicada em 1990 no livro "Ouro em Pó e em Barras - Meio Circulante no Brasil" de autoria de KURT PROBER ou ISA CH'AN (nome de batismo na maçonaria), às páginas 35 a 37 daquela edição. Cujo texto reproduzo integralmente a seguir:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Coleção "Julius Meili" - Suiça - 1890 - 1907&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este colecionador era cidadão suiço, nascido em 13.03.1837 e falecido em 26.09.1907. No ano de 1870 veio ao Brasil ( Rio de Janeiro), tornando-se um excelente estudioso de nossa lingua e um numismata aficcionado e pioneiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por volta de 1875 estabeleceu-se em Salvador (BA), como sócio da firma "Meili, Diethelm &amp;amp; Co." e algum tempo depois, tornou-se Consul da Suiça, na Bahia, onde foi aumentando a sua formidável coleção numismática brasileira e portuguesa, matéria sobre a qual ele foi paulatinamente publicando 8 obras de verdadeiro mestre, hoje consideradas "CLÁSSICAS", e que acabaram por lhe dar o cognome de PAI DA NUMISMÁTICA BRASILEIRA.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já em 1890 tinha publicado o "Catálogo" de sua Coleção Brasileira de Medalhas do Império, com 37 pranchas (tamanho 4º), descrevendo 229 peças. Mas já desde 1905 vinha preparando um CATÁLOGO GERAL do mesmo setor (medalhística). que lamentavelmente não conseguiu terminar. Chegou a imprimir mais de 130 pranchas de ilustrações de medalhas para esta nova edição, faltando apenas imprimir a numeração das peças nestas pranchas, para então ser preparada a parte descritiva. A impressão tinha sido feita em folhas de cartão gessado de 24 x 32 cm. de forma impecável, pois Meili não costumava tirar fotos de suas peças, mas sim, de todas ele fazia MOLDES DE GESSO, que arrumados, eram fotografados pela clicheria como página completa, não ocasionando o "gesso fosco" os tão desagradáveis reflexos de luz. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tendo falecido o autor, a tipografia depois naturalmente inutilizou todo este estoque de pranchas já impressas, mas alguém.......guardou o original e alguns jogos destas pranchas avulsas, e foram encontradas por volta de 1950 pelo livreiro ERICH EICHNER , numa de suas viagens pela Europa. Ele comprou todo este rebutalho e o trouxe para sua livraria KOSMOS, no Rio de Janeiro, Mais tarde me chamou para separar tudo em lotes vendáveis. Além do ORIGINAL, manuscrito, consegui formar 3 jogos de pranchas incompletos, que depois foram aqui vendidos, tendo eu conseguido comprar o jogo mais completo ( com 131 pranchas), que ainda tenho em minha biblioteca. Ainda hoje sou grato ao meu falecido Ir.: Eichner, há muito falecido. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DAQUI PARA FRENTE COMEÇAM A APARECER AS RESPOSTAS ( Grifo e título do Blogueiro)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Continuação do Texto de KURT PROBER/ ISA CH'AN.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao falecer, Julius Meili doou a sua fenomenal coleção de MOEDAS, MEDALHAS, PAPEL MOEDA, BIBLIOTECA e todos os seus Medalheiros ao SCHWEIZERISCHES LANDESMUSEUM, de Zurich ( Suiça), com a condição deste acêrvo NUNCA SER RETALHADO.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas o aludido MUSEU não soube respeitar a intenção altruística do doador, que queria ver preservado pela sua pátria, a SUIÇA, a maior coleção do mundo, então, de numismas brasileiros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já em 10.10.1910, o "honorável MUSEU tinha mandado vender em leilão, pela firma J. SCHULMAN, de Amsterdan ( Holanda) a magnífica biblioteca numismática de Julius Meili, repleta de obras raras, e em 3.4.1911 ainda, foram leiloadas as moedas Portuguesas e o que presumivelmente tenham sido pseudo-duplicatas ou peças da coleção que não constavam dos livros impressos, o que em inglês costuma chamar-se: de "ODDS and ENDS".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passaram mais 20 anos, e de há muito a 1ª Guerra Mundial, quando o Museu , em 29.5.1931, escreveu uma carta ao Consul ALBERT GERTSCH, da Suiça no Rio de Janeiro, em que encarrega o consulado de encontrar aqui no Brasil um comprador para a famosa COLEÇÃO MEILI, que em 1907 recebera em doação, pois de repente achavam, que o material não lhes interessava, por não ser SUIÇO, e que preferiam beneficiar-se com os 50.000 Francos Suiços que o conjunto (então) deveria valer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Rio de Janeiro o único possível comprador gabaritado financeiramente, o Dr. Guilherme Guinle, não se interessou , pois não quis assumir o compromisso de NÃO RETALHAR A COLEÇÃO futuramente, como me contou em 1940. O Museu Histórico Nacional incipiente, que formou a sua seção de Numismática com o acêrvo vindo da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, mal tinha conseguido pagar a coleção de PEDRO MASSENA (.....que teve de esperar 8 ou 10 anos pelo dinheiro....), por sua vez não tinha verba para compra de tal vulto, e além disto, estava "saturado" com as doações vultuosas recebidas do Dr. Guilherme Guinle.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Finalmente o Consulado Suiço encontrou um comprador, na pessoa do cidadão suiço PEDRO SPOERY, residente em São Paulo, que pensava fazer um belo negócio, mas acabou sendo ludibriado por sua inabilidade de negociar o conjunto, ainda mais depois da Revolução Constitucionalista de São Paulo de 1932. Era um conjunto GRANDE DEMAIS, para o ambiente numismático da época ( e ainda hoje seria...), sem ser retalhado para venda, impossível. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, depois de 1932 o Sr. Spoery sumáriamente começou a vendendo particularmente certas peças raras, mas o que pensou ser fácil, para ele se tornou impossível na prática.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nestas condições, a partir de 1936 o Sr. Pedro Spoery resolveu entregar a Coleção MEILI, desfalcada de algumas peças raras que ele já vendera diretamente ao sr. HERMANN PORCHER, e nesta última, durante 1947/1948 apenas, participei como "comanditário" etc..., para mim a pior experiência de minha vida. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois bem, com a Coleção MEILI, organizou o seu primeiro leilão em 20.03.1937, começando a retalhar a famosa coleção no setor OURO,PRATA, etc. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Daqui por diante, o DESTEMIDO KURT PROBER ( Veja texto que escrevi sobre sua morte - 1º texto publicado neste BLOG) faz uma pequena (nota) como ele cita, mas com uma CERTA DOSE DE SAGACIDADE próprio do PROBER, onde na defesa das causas numismáticas e de suas próprias causas, DESTRÓI REPUTAÇÕES E LANÇA CALÚNIAS, muitas vezes sem explicação lógica, no meio de seus vários textos de Numismática, que desta forma, chega até a transmitir ao leitor um certo desequilibrio do autor.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em quase todas as suas OBRAS, chega-se a um ponto, onde ele o "destemido", pede um aparte e descasca toda sua fúria sobre alguém, assim, durante toda sua trajetória, acumulou muitos admiradores, mas também muitos inimigos e desafetos. Caberia até a um estudioso das obras de Prober, tentar ao menos desvendar "entender" este espírito, nas várias acusações que lançou, como "apartes" ou "notas". Algumas, devidas e outras de pura calúnia, manchando para sempre as reputações de alguns numismatas, através de suas obras. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;(((Continuação de Prober.....NOTA) - Este cidadão era de nacionalidade guatemalteca, nascido em 1.9.1902, de conformidade com a Certidão de Nascimento nº 1958398, de 15.6.1925, do Registro Livro 42, Fls 417 de 4.9.1902, tinha o nome de GERMAN ROMANO, NOME, RETRATO, E ASSINATURA QUE AINDA USAVA NO PASSAPORTE DE 21.1.1926, nº 59 livro 108 fls 59. Mas pela Certidão nº 2311903 de 19.5.1925 se verifica, que em 19.12.1925 revolvera, ele próprio, fazer uma "NOVA INSCRIÇÃO" ( sem fazer qualquer referência ao registro de nascimento primitivo....), simplesmente DECLARANDO chamar-se GERMAN ROMANO PORCHER. Ao imigrar para o Brasil, poucos anos depois, aqui simplesmente adotou o nome de HERMANN PORCHER, e ao naturalizar-se BRASILEIRO, em Dezembro de 1953 ( veja jornal "O Estado de S.Paulo de 12.12.1953), mais uma vez mudou o nome para HERMANN PORCHER FILHO, nome que depois nunca usou. Toda esta documentação ORIGINAL está em meu arquivo. Já é falecido há cerca de 10 anos.)))&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pouco depois, já "inventou" uma Lista de Preços Fixos nº LXVII (67), e em abril de 1938 emitindo a lista seguinte....com o nº 78, em Dezembro de 1938 seguida pela de nº 89. Já na lista de fevereiro de 1939, ( nº 90), foram oferecidas as Barras de Ouro de Meili, nº 1815-V-167 por R$ 5:000$000 e nº 1816-SF-218 por R$ 4:500$000.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 10.4.1940 mimeografou o Boletim-Leilão nº 101, de preço fixo, e nele já anunciou a venda de vários "Medalheiros" avulsos, e dois deles COMPLETOS com a COLEÇÃO DE MOEDAS DE COBRE etc...1.070 peças pela bagatela de R$ 6:500$000. Veio em seguida um outro Leilão nº 6 em 30.11.1940, em que os dois medalheiros já eram vendidos a preços reduzidos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Continuou fazendo listas de venda para em 31.12.1942 apresentar o Leilão nº 7, em que foi oferecido no lote nº 525 a Coleção Meili de "Moedas Portuguesas" ( 400 peças desde 1367 de prata) por RS 2:500$000 e o lote nº 528 com a Coleção MEDALHAS E CONDECORAÇÕES DO IMPÉRIO ( 1.097 peças, sendo 13 de Ouro) por Rs 10:000$000, e isto , quando em 31.3.1943, um Dobrão de Minas 20$000 - 4m 1725 era oferecido a por CR$ 2.500,00. Por sinal neste mesmo leilão já foi oferecida por CR$ 60.000,00 a Barra de Ouro de Meili nº 1830-SF-35, consignada por Waldemar Thiesen, do Rio Grande ( RS), que em 1935 a tinha comprado diretamente de Spoery.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fui tão explícito neste relato, para preservar para as gerações futuras a verdadeira história e o triste fim da famosa coleção de JULIUS MEILI, que será sempre lembrado como o verdadeiro "Pai da Numismática Brasileira", e isto com muita justiça. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tinha sido ele possuidor das seguintes barras de Ouro, por mim catalogadas ( nº 33 até 112)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barra 1817 - V - 997 c/ guia ( 33)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barra 1816 - S - 2050 c/guia ( 61) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barra 1811 - SF - 770 s/ guia (66) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barra 1817 - S - 2311 s/ guia (34)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barra 1814 - S - 1672 s/ guia ( 62) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barra 1816 - SF - 218 s/ guia ( 66)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barra 1820 - SF - 20 s/ guia ( 35)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barra 1816 - S - 3032 s/guia ( 63)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barra 1830 - SF 25 c/ guia ( 112)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barra 1804 -R - 1324 c/guia ( 60)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barra 1815 - V - 167 s/ guia ( 64) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda, para preservar para a posteridade , vai a seguir transcrito a tradução da carta de 29.5.1931 do Museu Suiço , vendendo a Coleção Meili.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao Embaixador da Suiça no Brasil &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sr. Albert Gertsch &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rio de Janeiro&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resp. Sr. Ministro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por recomendação do Conselheiro Dr. G. Keller, de AARAU, membro da Comissão do Museu Cantonal, e autorizado por esta, tomo a liberdade de me dirigir a vós, sobre um assunto do Museu Cantonal SUIÇO.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como talvez seja de seu conhecimento, o Dr. Julius Meili, falecido em 1907 em Zuerich, durante a sua permanência como CONSUL da Suiça no Rio de Janeiro, organizou uma Coleção de Moedas e Medalhas e Papel Moeda Brasileiros, que foi por ele descrita em uma obra de 2 volumes com o título de "O MEIO CIRCULANTE BRASILEIRO". ( NOTA: Na verdade em 4 volumes).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pela herança de MEILI, o Museu Cantonal da Suiça entrou em posse desta grande coleção. Como a nossa instituição, por lei, só deve colecionar ANTIGUIDADES SUIÇAS, esta coleção, embora muito valiosa, é em nosso acêrvo um " CORPO ESTRANHO".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, sendo, as "autoridades administradoras" do Museu consultaram os herdeiros, se não lhes seria permitido VENDER ESTA COLEÇÃO, e denominando as antiguidades com o dinheiro como DOAÇÃO DA HERANÇA MEILI. Isto nos foi permitido, mas com a condição de ".....SER A COLEÇÃO VENDIDA EM BLOCO A UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA, seja do Govêrno ou a um MUSEU, POR SUA VEZ COM A CONDIÇÃO, QUE O CONJUNTO NÃO PODERIA SER RETALHADO.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Compreenderá V. Excia., que isto para nós é um problema de muito difícil solução, por se tratar de um valor relativamente elevado. Uma firma de renome mundial, de LONDRES, nos fez uma oferta de....50.000 Francos Suiços em OURO. Achamos, porém, que esta oferta É MUITO BAIXA, e além disto o comprador não nos poderia dar a garantia de não ser a coleção retalhada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabemos, que atualmente a situação do Brasil não é "brilhante", mas não obstante tomamos a liberdade de nos dirigir a V, Excia. com a pergunta, se não vos seria possível entrar em contato com as autoridades do Governo, com a indagação, se não estariam interessados na aquisição desta coleção. O preço poderia ser discutido posteriormente. Pensamos numa base de 80.000 Francos Suiços.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para sua orientação, permita-nos dar vos uma idéia do que seja esta coleção:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;516 peças - Barras e Moedas de Ouro, Pêso total 6.163,83 Gr. Isto na cotação do ouro seriam&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;19.500,00 Francos Suiços;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;729 peças - Moedas de Prata;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;1814 peças - Moedas de Cobre, Latão, Chumbo, Alumínio e Estanho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Total de 3.059 peças.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além disto há ainda o acêrvo, uma coleção MENOR de MEDALHAS e uma COLEÇÃO COMPLETA de Moeda Fiduciária.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agradecendo, Sr. Ministro, antecipadamente os seus préstimos, pelo que desde já vos expressamos o nosso agradecimento, subscrevemo-nos, &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;MUSEU CANTONAL DA SUIÇA em ZUERICH - assinatura: O Diretor, em 29.05.1931&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nota do Prober: Esquecido....da LEI que lhe proibia colecionar ANTIGUIDADES ESTRANGEIRAS, o Museu se tinha APRESSADO em receber a doação, e com tôda a proibição do conjunto ser retalhado, já em 1910 e 1911 se tinha vendido "pedaços" em leilões de Amsterdam. E finalmente agora ( 1931) 20 anos depois, ao invês de passar o ACÊRVO a um MUSEU GOVERNAMENTAL DA SUIÇA, colecionando objetos ESTRANGEIROS, estavam "preferindo" VENDER TUDO para entrar na posse do dinheiro....; LÁ COMO CÁ, MÁS FADAS HÁ... Nota: A coleção foi recebida por DOAÇÃO...., portanto, com anuência do MUSEU e NÃO por HERANÇA.".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nota do BLOGUEIRO: Assim termina todas as dúvidas sobre a COLEÇÃO MEILI, suas idas e vindas e o RETALHAMENTO de sua coleção, a qual o próprio MEILI, doou sua coleção a um MUSEU SUIÇO, achando que iria ser preservada e acabou sendo vendida em pedaços e por vários anos, pelo menos em 40 anos subsequentes depois de sua morte, em virtude da grandiosidade de sua Coleção. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Neste mesmo livro de Kurt Prober, ele às páginas 64, continuava a falar sobre HERMANN PORCHER seu então DESAFETO, mas o curioso é que o PORCHER já havia falecido há dez anos quando em 1990 o Prober, ainda com muitos "ressentimentos" acusava uma pessoa que já não podia se defender: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Diz ele ainda: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;HERMANN PORCHER. O que tinha a dizer sobre este cidadão, já foi dito no capítulo D) Ref. 1 ( Coleção Julius Meili). Mas devo esclarecer, que de Março de 1947 até 1949, estive associado (comanditário), organizando-lhe 9 leilões por correspondência ( nº 1 a 9) , tendo de desmanchar esta ligação, quando descobri, "que meu dinheiro vinha sendo usado para a compra de BOITES noturnas" , e não mais estava disponível para a compra de coleções numismáticas. A declaração por ele assinada no final do leilão nº 9 de 31.5.1949 foi a pá de cal do nosso relacionamento. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Durante este período de minha presença na firma NUNCA SE VENDEU NENHUMA BARRA "FALSIFICADA", embora várias nos tem sido oferecidas. Vendemos apenas as barras autênticas 1813-G-327 ; 1818-v-641 e 1932 SF - 114 ( com guia).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Em 1945 um conhecido colecionador, diretor de importante Banco no Rio de Janeiro, cansado de ser explorado, mandou fazer pelo "cartoonista Roland", duas magníficas "charges" sobre "moedas" e "barras" FALSAS, que vinham sendo impingidas aos numismatas, cujos "originais" recebi mais tarde, ao comprar os restos de sua coleção. Em 1953 já tinha mudado para a rua Cap.Salomão, 40 6º andar sala 602. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A "charge" de um "fardado contramarcando moedas", já foi publicada na Revista Numismática da S.N.B., de S. Paulo em 1947, num artigo "MARTELADA EM FALSO", e na época todo mundo reconheceu o "herói". A outra era um "negociante oferecendo uma barra FALSA" que ele mesmo publicou em 1945, num folheto ofensivo, é que depois distribuiu. No momento não encontro em meu arquivo nem o folheto nem o interessante desenho satírico. Mas se o encontrar, será naturalmente só a "charge" sem qualquer comentário, publicado na Introdução do Catálogo das "Barras Falsificadas e outras coisitas", pensando ter podido transmitir aos numismatas de hoje, e principalmente aos estudiosos do futuro, tudo o que revelaram as minhas pesquisas de mais de 50 anos, e muitos dados ainda complementados pelo Sr. Hans Kochmann, de São Paulo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sei que muita gente "bôa" não irá gostar da revelação de todas estas particularidades, mas para sanear uma numismática "vítima da exploração por parte de cidadões "irresponsáveis", ainda hoje, é preciso que a verdade seja dita, e ....divulgada.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;ESTE é o VERDADEIRO KURT PROBER. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ps. Vou ver se acho estas CHARGES e divulgo as imagens neste BLOG. Ele falava de dois comerciantes, um deles era o HERMANN PORCHER e o OUTRO era o SANTOS LEITÃO, do catálogo de moedas, sobre este último a história é longa e o PROBER, não poupa nem um pouco a honra dele. Talvez num futuro, passo a divulgar mais esta história sobre o SANTOS LEITÃO.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Abraços a todos.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;João Gualberto Abib em 31/08/2008.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Obs. Charge inserida no BLOG em 01/08/2008, extraída da Revista Numismática do ano de 1947 em matéria de Kurt Prober/Isa Ch'an com título "Marteladas...em Falso...."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-8320197578239015315?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/8320197578239015315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/08/resposta-sobre-o-leilo-julius-meili-em.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/8320197578239015315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/8320197578239015315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/08/resposta-sobre-o-leilo-julius-meili-em.html' title='RESPOSTAS SOBRE O LEILÃO JULIUS MEILI EM 1939 E SOBRE A HONRA DE HERMANN PORCHER.'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SLw-DRgkvKI/AAAAAAAAAFI/Nq3g7jf7Xxo/s72-c/CHARGE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1195538238329386545</id><published>2008-08-28T07:18:00.021-03:00</published><updated>2008-08-28T17:34:54.295-03:00</updated><title type='text'>A IMPORTÂNCIA DOS ENCONTROS NUMISMÁTICOS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SLbdGh1_PdI/AAAAAAAAAFA/aM7b5OaHLUA/s1600-h/imagem+joÃ£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239618320725917138" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SLbdGh1_PdI/AAAAAAAAAFA/aM7b5OaHLUA/s320/imagem+jo%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; AMIGOS DA COMUNIDADE NUMISMÁTICA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estive em S. Paulo, a convite da SNB - Sociedade Numismática Brasileira, entre os dias 21 a 23 de Agosto, evento que se realizou no Hotel Grand C'adoro, localizado no início da Rua Augusta em S. Paulo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como sempre, nestes encontros nacionais é o momento ideal de troca de idéias com outros colecionadores e de suma importância para o aprimoramento do Numismata profissional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como, nestes encontros estão sempre presentes as grandes estrelas da Numismática Brasileira, com mesa de negociação, nós que somos iniciantes no ramo, temos a possibilidade do comércio daquelas peças que não conseguimos vender no mercado virtual, e lá nestas ocasiões, quando uma raridade está em suas mãos, sempre aparece um candidato para a compra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O inverso também ocorre, àquela peça que você sempre procurou no mercado virtual ( leilões do mercado livre e lojas numismáticas virtuais) e já esta cansado de procurar e nunca acha, nestes encontros, sem muitas surpresas, sempre tem alguém que possui a raridade desejada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em S. Paulo, também, por ser a capital Numismática Brasileira, (onde concentra-se o maior número de comerciantes da área), o conterrâneo e sempre saudoso Cícero de Lima, sempre falava: "São Paulo é a Méca", e se lá não encontrar a peça que procura, somente com muita sorte encontrará em outros eventos numismáticos, pois nestes encontros de S. Paulo vêm colecionadores de toda parte do Brasil e do Mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por isso, que nestes encontros promovidos por várias sociedades e associações numismáticas pelo Brasil afora, é definida uma vez ao ano, na famosa reunião de PRESIDENTES, que acontece sempre quando do principal evento brasileiro, o Congresso Latino-Americano de Numismática. Assim, é divulgado oficialmente o CALENDÁRIO NUMISMÁTICO dos eventos para o ano seguinte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Temos ainda, por se realizar os seguintes encontros OFICIAIS até o final do ano de 2008. A saber:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) 12 a 13 de Setembro - Encontro de Multicolecionismo do Ceará - em Fortaleza;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) 26 a 27 de Setembro - Encontro Nacional da SNP Sociedade Numismática Paranaense;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;c) 17 a 19 de Outubro - Encontro Nacional de Taquara - RS promovido pela CFNT;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;d) 25 de Outubro - Reunião Social Dedicada - da S.N.B.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;e) 04 a 07 de Dezembro - VI Congresso Latino Americano de Numismática pela S.N.B.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há ainda, outros encontros promovidos por outras sociedades numismáticas, com datas determinadas fora da reunião de presidentes, e que acabam mais atrapalhando do que ajudando, pois certamente, e infelizmente, acabam marcando datas coincidentes com outras datas já definidas pelo Calendário Oficial. Uma verdadeira bagunça.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como exemplo, cito o encontro numismático de BLUMENAU em Santa Catarina que vai ocorrer em data coincidente com o encontro do Paraná, agora em setembro. Eu mesmo, gostaria de ir ao encontro de BLUMENAU, mas, não poderia deixar de prestigiar o encontro oficial do meu estado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como resultado, ambos os encontros, ficam comprometidos de público frequentador.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não que não se deva fazer eventos fora do Calendário, mas desde que se observe a data oficial dos outros eventos. Como exemplo, cito o evento que vai se realizar nos dias 07 a 09 de novembro deste ano, em Brasília, promovido pelos amigos de lá, o Cléber Coimbra e o Luiz Gonzaga Teixeira Borba. Sucesso a ambos, e com certeza os outros eventos de Brasília já estarão definidos para o próximo ano no Calendário Oficial. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aconselho a todas as sociedades, associações e ou clubes numismáticos, sediadas em território nacional, que participem da reunião de presidentes, que acontece sempre no CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE NUMISMÁTICA, para definirem o calendário de uma forma OFICIAL, evitando assim, esta confusão de acontecer dois eventos na mesma data em lugares distintos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, voltando ao encontro ocorrido em S. Paulo entre 21 a 23 de agosto, lá, estive com mesa de negociação compartilhada com o conterrâneo Adriano Guimarães. Pois, fui ao encontro de S. Paulo meio que no improviso, sem confirmar presença e sem reservar mesa, mas lá chegando, encontrei o amigo Adriano e já fui perguntando se ele me cederia a metade da mesa e pela sua concordância, tudo transcorreu com mais tranquilidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ir aos encontros numismáticos, é acima de tudo, um INVESTIMENTO, mas como todo investimento, há necessariamente de se ter RETORNO, pelo menos para mim, que sou numismata profissional e tenho pretensão de ter rendimentos oriundos desta atividade. Em cada encontro, conta muito a logística do transporte das peças que se leva, da distância kilométrica do evento, da decisão do tipo de transporte, se vai de avião ou de carro, do excesso de bagagem que sempre se paga às companhias aéreas e ao custo do hotel e ao número de dias que se ficará no evento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por isto, desta vez, acabei indo de carro, convidei o meu amigo Roberto Keller para ir junto, pois além dele ter familiares naquela cidade, não gastaria nada de hotel e o que é melhor, ele conhece S.Paulo como a palma da mão. Foi me guiando até o Hotel C'adoro. O Roberto é meu amigo pessoal e de minha grande estima, já foi meu funcionário quando iniciei na numismática, mas infelizmente, pelos parcos lucros na atividade, resolvi dispensá-lo, agora, ele além de ser meu amigo, também é entusiata da numismática e, eventualmente, contribui ainda com pesquisas numismáticas em geral. Pessoa que só tenho a agradecer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, o melhor deste encontro de S. Paulo, foi rever o amigo Cristiano Bierrembach, que veio ao Brasil pela Heritage de Dallas, onde trouxe grande quantidade de peças de ouro e prata. Até arrisquei comprar algumas peças. Pessoa de grande importância para a Numismática Brasileira, foi Diretor Técnico da SNB e entra para a História Numismática, como o primeiro brasileiro a assumir um cargo de direção numa empresa de leilões internacionais. Uma raridade neste mundo profissional de numismática. Parabéns pela sua magnífica carreira e esperamos que sempre venha aos encontros brasileiros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lá, neste encontro, também revi os amigos Cláudio Amato e o Irlei Soares das Neves, editores dos Catálogos, tanto de Cédulas do Brasil, como o de Moedas do Brasil. A edição do Catálogo de Cédulas foi atualizada em 2007, e o de Moedas do Brasil a última edição foi em 2004, mas agora, pela iniciativa deles, será feita a edição atualizada de 2008, cuja decisão foi divulgada a todos em forma de convite aos numismatas para fazerem seus anúncios neste novo Livro das Moedas do Brasil (catálogo). Com certeza, farei anúncio e não preciso dizer que o mercado como um todo já esperava esta iniciativa. Com o falecimento do Arnaldo Russo, predecessor do catálogo, que fazia todos a usarem a expressão AR nº ____ por vários anos, agora se firma o AI nº_____ ( AI é a referencia do Catálogo de Amato e Irlei) eu mesmo passei a usar a expressão AI____ desde o ano de 2005 nos meus anúncios do Mercado Livre e também nos envelopes das moedas que comercializo. Parabéns a ambos pela salutar iniciativa da renovação deste catálogo, que é imprescindível seu uso por todos os colecionadores de moedas brasileiras. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não poderia de deixar de registrar o encontro com o veterano numismata Dr. Roberto Vilella Lemos Monteiro, de S. Paulo, o qual é leitor e entusiasta dos textos numismáticos publicados pela SNP - Sociedade Numismática Paranaense, o qual é associado também, cujo Boletim, sempre colaboro com artigos e desta forma, nos conhecemos. Entreguei-lhe a cópia do catálogo do Leilão das peças de Júlio Meili, ocorrida em 1939 e como este assunto é matéria já publicada neste BLOG, (veja Leilão das peças de Julius Meili em 1939) cujo texto desafia a elucidação de alguns aspectos. O Dr. Roberto Vilella pegou o assunto como um desafio, o de dar-me uma resposta. Para minha surpresa, recebi sua ligação em meu escritório em Curitiba e falamos sobre o assunto. A dedicação deste colecionador veterano, trouxe para mim e para a plebe da Numismática, respostas sobre tudo o que pairou sobre a coleção Julius Meili e vou publicar logo, logo, sobre isto neste BLOG. Isto é um exemplo de cidadania numismática, ou melhor, do comprometimento das coisas numismáticas. Ao amigo Dr. Roberto Vilella, meus sinceros agradecimentos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem, vou parando por aqui, dei um pouco de informações sobre o evento realizado em S. Paulo. Parabéns a todos que participaram deste evento, inclusive o leilão (venda sob ofertas) promovido pela SNB Sociedade Numismática Brasileira, com várias peças raras, cuja venda deu-se com muito sucesso, objeto da capa do catálogo de Leilão, publicada no início deste texto, neste BLOG. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;texto de : Joao Gualberto Abib.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1195538238329386545?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/1195538238329386545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/08/importncia-dos-encontros-numismticos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1195538238329386545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1195538238329386545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/08/importncia-dos-encontros-numismticos.html' title='A IMPORTÂNCIA DOS ENCONTROS NUMISMÁTICOS'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UFL2OTukLE0/SLbdGh1_PdI/AAAAAAAAAFA/aM7b5OaHLUA/s72-c/imagem+jo%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1846720705170812033</id><published>2008-08-26T17:43:00.002-03:00</published><updated>2008-08-26T18:05:33.804-03:00</updated><title type='text'>NUMISMÁTICA –  CRESCIMENTO COMO CIÊNCIA E COMO MERCADO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;                            Afinal, o que é Numismática? Do ponto de vista acadêmico, é uma “ ciência auxiliar da história”. Já do ponto de vista do colecionismo, alguns pensam de uma forma simplista, acreditando ser apenas a abrangência de coleção de Moedas, Cédulas e Medalhas e para outros com a inclusão das Ordens Honoríficas, ditas Condecorações e ainda elementos de Heráldica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                             Na verdade é tudo isto junto e indivisível, a CIÊNCIA  e o MERCADO, mas nunca esqueçamos que da primeira deriva a segunda e ambas devem crescer e caminhar juntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                             Vou até mais longe, não acredito que a CIÊNCIA numismática cresça sem crescer o MERCADO e vice e versa. Pois um depende do outro, sem estudo não há como se determinar a raridade, um elucida o outro, um dá LUZ ao outro, traduz-se em sabedoria e conhecimento e disso tudo deriva o MERCADO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                              Sua denominação advém de NUMUS ou NUMISMA, que significa em latim – MOEDA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                               É salutar assim, entender uma afirmativa do grande Mestre Dr. Álvaro da Veiga Coimbra, que foi professor da cadeira de Numismática da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo em 1956 e que sem dúvida, talvez, tenha sido o associado mais culto e preparado, no exercício da Presidência da Sociedade Numismática Brasileira. Vejamos sua afirmação já no início do seu livro lançado em 1957 sobre Noções de Numismática:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;“É  imprescindível ao numismata, possuir uma sólida cultura geral, nomeadamente histórica. O Numismata, como especialista que é do estudo de uma determinada espécie de objetos, neste caso a MOEDA, que faz parte da vida do homem e desempenha papel preponderante nas relações comerciais, tem necessidade de enquadrá-la no meio histórico social onde nasceu e estudá-la como um produto que é do viver dos povos a que pertence.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                           A Numismática é uma ciência e comprovadamente é mesmo. Acredito que somente com estudos constantes se dá o aprimoramento intelectual e profissional dos numismatas, principalmente no entendimento histórico e no discernimento da interpretação sobre estes conhecimentos adquiridos e que devem ficar registrados para as futuras gerações. Destas novas pesquisas virão novos conhecimentos e talvez, até novas descobertas não registradas nos anais da Numismática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                            Mas afinal, o que quero dizer com isso? Quero com esta introdução até aqui explanada, chamar a atenção dos numismatas que a Numismática não é só COLECIONISMO, é antes de tudo, a PESQUISA e devemos por OBRIGAÇÃO incentivá-la, pois somente através dela descobriremos coisas novas na Numismática Brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                             Numa destas reuniões aos sábados, expus uma idéia na Sociedade Numismática Paranaense, da qual sou membro e também Diretor de Divulgação, perante nosso presidente Sr. Marcos Lepca e com presença do Sr. Antonio Tomaz Secretário da SNP e do associado e amigo Roberto Keller, onde propunha que a SNP deveria incentivar a PESQUISA NUMISMÁTICA com prêmios em dinheiro, prêmios anuais, no valor talvez de R$ 18.000,00 no TOTAL, sendo R$ 10.000,00 para o primeiro lugar, R$ 5.000,00 para o segundo lugar e R$ 3.000,00 para o terceiro lugar,  onde junto a comunidade acadêmica divulgássemos estes prêmios, com o intuito de assim  incentivar a  PESQUISA NUMISMÁTICA e com elas FAZER NOVAS DESCOBERTAS, envolvendo docentes e alunos de último ano de faculdades de História, Economia e Direito junto as Universidades do Paraná. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                             Vejam o grau de envolvimento destes Universitários de último ano, onde atingiríamos uma gama de pessoas e despertaríamos todos para um MERCADO até então pouco divulgado. Sem dúvida criaria todos os anos uma grande CORRIDA de todos na PESQUISA com o intuito de se chegar em primeiro, segundo e terceiro lugar. Afinal, quem não quer ganhar um prêmio em final de curso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                            Faríamos coincidir a entrega dos prêmios num dos encontros nacionais de Numismática, promovidos pela SNP, com solenidade e entrega dos prêmios e com acompanhamento de um Diploma aos participantes. Nestes encontros estariam juntos, a CIÊNCIA representada pelos acadêmicos e mestres universitários, e o MERCADO, representados pelos colecionadores e comerciantes de Numismática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                             Parece uma idéia maluca? Primeiramente vamos em outras atividades das ciências, observar o que acontece. Salvo engano, existem prêmios para a comunidade científica nas áreas de Farmacologia e de Medicina. O que motiva por si só a PESQUISA nestas áreas é o alcance destes prêmios e a dedicação exímia de todos os envolvidos. Assim sempre cresce as ciências médicas e a de novas descobertas medicamentosas, cresce portanto a CIÊNCIA E O MERCADO. Um caminha ao lado do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                     Já na Numismática, imaginem, Professores Universitários, alunos de último ano, familiares destes alunos, todos imbuídos em apresentar NOVAS DESCOBERTAS para se ganhar um prêmio. Certamente com isso, despertaria em todos os envolvidos a descoberta de catálogos, de mercado, de Sociedades Numismáticas e o resultado disso tudo, seriam novas filiações nestas Sociedades e um crescimento até, porque não, do Mercado Numismático como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                    Mas, para esta idéia ser posta em prática, esbarramos num ponto crucial: de onde sairiam os recursos para estes prêmios?? Eu respondo sem dúvida alguma. Sairiam de doações voluntárias entre os Associados.                                    Pois bem, mas com qual interesse eles fariam as doações?? Ainda mais voluntárias?? Eu respondo com uma pergunta: Qual associado comerciante de moedas não quer o crescimento do mercado Numismático?                                                                                                 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                                    Somente com prêmios em PESQUISA solucionaríamos dois problemas com o mesmo trabalho.Vamos ter resultados em NOVAS DESCOBERTAS, que resultarão em novas publicações, assim crescerá a PESQUISA como um todo e como prêmio por este sucesso, sem dúvida crescerá o MERCADO, coisa que todo comerciante sempre reclama, mas nada faz para entender a DINÂMICA das coisas na Numismática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                   Com a certeza do sucesso da implantação desta idéia junto a SNP – Sociedade Numismática Paranaense, eu mesmo como membro  desta mesma sociedade proponho a doação voluntária de R$ 1.000,00 ( Hum Mil Reais). Faltam agora somente R$ 17.000,00 ( Dezessete Mil Reais) que se tivermos doações de 250,00 – 500,00 e 1.000,00 Reais, logo temos a totalidade dos prêmios para o lançamento desta idéia, que sem dúvida pode mudar o rumo da Numismática brasileira..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                    Com esta dinâmica entrarão novos personagens, com novos pensamentos, novas pesquisas e certamente, novos resultados. Com certeza, com este envolvimento todo, nascerão novos colecionadores que impulsionarão o Mercado para um crescimento constante, pois estes prêmios serão anuais e  esperamos que continuadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                 Caso os associados que leiam esta matéria, estejam de acordo com a propositura destas idéias ou queiram ainda, subsidiar com novas opiniões e até de pronto demonstrar que se for para valer, estarão dispostos a colaborar, fiquem à vontade para fazer suas doações voluntárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                              Estamos abertos para ouvir e receber críticas, sugestões ou  até demonstrações de apoio a causa proposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                              Lembro que esta idéia é um CAMINHO, que do meu ponto de vista deve ser TRILHADO por todos, tanto pela SNP quanto pelas outras Sociedades Numismáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                               Aguardo assim, notícias e apoio a respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato: João Gualberto Abib - Diretor de Divulgação da SNP. (então diretor hoje demissionário)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;TEXTO PUBLICADO ORIGINARIAMENTE NO BOLETIM n° 33 DA S.N.P. -  Sociedade Numismática Paranaense, em Dezembro de 2007,  folhas 07 a 10.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;NÃO PRECISO DIZER O RESULTADO DESTA PROPOSTA, POIS POUCOS COMERCIANTES SABEM QUE NUMISMÁTICA É CIÊNCIA, PENSAM QUE É SÓ COMÉRCIO DE COLECIONÁVEIS. UMA LÁSTIMA EM TÊRMOS CULTURAIS E CIENTÍFICOS, O ATUAL MOMENTO VIVIDO.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;GOSTARIA MUITO QUE AS PESSOAS QUE APROVAM ou DESAPROVAM ESTAS MINHAS PROPOSTAS, EXERCESSEM SEU PONTO DE VISTA NESTE BLOG.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1846720705170812033?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/1846720705170812033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/08/numismtica-crescimento-como-cincia-e.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1846720705170812033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1846720705170812033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/08/numismtica-crescimento-como-cincia-e.html' title='NUMISMÁTICA –  CRESCIMENTO COMO CIÊNCIA E COMO MERCADO'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-6019306462201606930</id><published>2008-08-20T07:30:00.031-03:00</published><updated>2008-08-25T06:49:39.249-03:00</updated><title type='text'>VENDA SOB OFERTA VIRTUAL DE 19 PATACÕES 960 RÉIS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Olá Amigos da Comunidade Numismática e já clientes do ABIBONDS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESTA VENDA SOB OFERTA É SÓ PARA CONVIDADOS QUE JÁ RECEBERAM E-MAIL DE CONFIRMAÇÃO.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESTA VENDA INICIOU-SE DIA 20/08/08 E FOI ENCERRADA ÁS 22:00 HORAS do DIA 24/08/2008.&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;O RESULTADO FINAL  DAS OFERTAS  É O ABAIXO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 01 - João Frediani de Macaé - RJ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTES 02 - 04 - 05 - 06 - 07 - 09 - 10 - 11 - 12 - 13 - 15 - 18 - Pedro Henrique Fontelles de Albuquerque de Fortaleza - CE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 03 - Marcus Venícius Feitosa - Vilarouca de Fortaleza - CE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 08 - Samuel Otávio Moreira Ribeiro - de Belo Horizonte - MG &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTES 14 e 16 - Paulo Márcio Costa - Rio de Janeiro - RJ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTES 17 e 19 - Ildemar Margraf de Ponta Grossa - PR &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AGRADEÇO A TODOS QUE PARTICIPARAM DESTA "VENDA SOB OFERTAS", INCLUSIVE E ESPECIALMENTE AOS QUE NÃO CONSEGUIRAM NENHUMA PEÇA, MAS TERÃO NOVAS OPORTUNIDADES  E SERÃO CONVIDADOS NOVAMENTE.&lt;br /&gt;AGRADEÇO PELA PARTICIPAÇÃO DE TODOS E A CONFIANÇA DEPOSITADA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATT. Joao Gualberto Abib&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Abraços e boa sorte a todos, vejam os lotes abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Lote 01 - 960 Réis 1824 R - 28 tulipas, Recunhado sobre Lima - Ferdin VII - J.P. 18?? MBC - AI 505&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;26,5 Gramas e 40mm. de diâmetro ( com toque de tentativa de furo ao lado da corôa)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960040.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960040.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960041.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960041.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor inicial de leilão = R$ 70,00&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;a) tenho OFERTA de R$ 70,00 pelo Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) tenho OFERTA de R$ 80,00 pelo Rui Ribeiro Nunes de Belo Horizonte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) tenho OFERTA de R$ 82,00 pelo Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho OFERTA de R$ 100,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;f) Tenho OFERTA de R$ 105,00 do Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;g) Tenho OFERTA de R$ 120,00 do Ary Alexandre de Floripa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;h) Tenho OFERTA de R$ 130,00 do Joao Frediani de Macaé - RJ &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 02 - 960 RÉIS 1818 R - Galhos Duplos - Recunho s/ Sol Argentino de 1813 - MBC/SOBERBA - AI 476B&lt;br /&gt;26,5 Gramas e 40 mm de diâmetro - Variante GD2A (Galhos Duplos) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960038.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960038.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960039.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960039.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 150,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Tenho OFERTA de R$ 180,00 do ARY ALEXANDRE Florianópolis - SC&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Tenho OFERTA de R$ 240,00 do Guaragna de Porto Alegre - RS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Tenho OFERTA de R$ 250,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 03 - 960 RÉIS 1815 R - Recunhada s/ Santiago F.J. " Sº " Variante 18 J escassa - MBC - AI 425&lt;br /&gt;26,7 Gramas e 40 mm de diâmetro (obs. sobre Chile Independente é comum, sobre Santiago Sº é mais difícil)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960036.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960036.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960037.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960037.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 90,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) tenho OFERTA de R$ 90,00 do Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;b) tenho Oferta de R$ 100,00 do Ari Alexandre de Floripa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;c) Tenho OFERTA de R$ 105,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;e) Tenho OFERTA DE R$ 110,00 do Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 04 - 960 RÉIS 1814 R - Recunhada s/ Santiago F.J. Ferdin VII 1814 - (DATA S/ DATA) MBC - AI 424&lt;br /&gt;26,9 Gramas e 40mm. de diâmetro ( obs. s/Chile Independente é comum, sobre Santiago Sº é mais difícil)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960018.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960018.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960019.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960019.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 90,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Tenho OFERTA de R$ 90,00 do Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;b) Tenho OFERTA de R$ 105,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LOTE 05 - 960 RÉIS 1819 R - Recunhado s/ Peso Chile Independente 1817 (aparente) MBC AI 477&lt;br /&gt;26,9 Gramas e 40 mm. de diâmetro (bem aparente o recunho) Linda peça. Variante 20A CR&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960014.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960014.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960015.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960015.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 80,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) tenho OFERTA de R$ 80,00 pelo Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) tenho OFERTA de R$ 83,00 pelo Renault do RJ &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) tenho OFERTA de R$ 90,00 pelo Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho OFERTA de R$ 105,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 06 - 960 RÉIS 1819 R - Recunhado s/ Chile Independente 1817 MBC++ AI 477&lt;br /&gt;26,7 Gramas e 40mm. de diâmetro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960016.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960016.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960017.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960017.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 80,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) tenho OFERTA de R$ 80,00 do Renaut do RJ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;b&lt;strong&gt;) tenho OFERTA de R$ 100,00 de Samuel Otavio de MG&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;c) tenho OFERTA de R$ 120,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;d) tenho OFERTA de R$ 130,00 d0 Samuel Otávio M.Ribeiro de MG &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;e) tenho OFERTA de R$ 140,00 do Guaragna de Porto Alegre &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;f) Tenho OFERTA de R$ 150,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 07 - 960 RÉIS 1818 R (GALHOS DUPLOS) Recunhado s/ Chile Independente 1817 - MBC AI 476B&lt;br /&gt;26,9 Gramas e 40mm. de diâmetro.Galhos Duplos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960020.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960020.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960021.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960021.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 100,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Tenho oferta de R$ 100,00 de Samuel Otavio de MG&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;b) Tenho Oferta de R$ 120,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 08 - 960 RÉIS 1818 R (GALHOS SIMPLES) Recunhado s/ Chile Independente 1817 - MBC AI 476&lt;br /&gt;27,0 Gramas e 40 mm de diâmetro - Galhos simples&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960022.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960022.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960023.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960023.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 80,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) tenho OFERTA de R$ 80,00 do Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) tenho OFERTA de R$ 83,00 do Renault do RJ &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) tenho OFERTA de R$ 90,00 do Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;d) &lt;strong&gt;Tenho OFERTA de R$ 100,00 do Samuel Otávio de MG&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;e) Tenho OFERTA de R$ 120,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;f) Tenho OFERTA de R$ 130,00 do Samuel Otávio M. Ribeiro de MG&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;g) Tenho Oferta de R$ 140,00 do Guaragna de Porto Alegre &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;h) Tenho OFERTA de R$ 150,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;i) Tenho OFERTA de R$ 160,00 do Samuel Otávio de Minas Gerais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 09 - 960 RÉIS 1818 R - Recunhado s/ Chile Independente 1817 - e Cunho Rachado MBC AI 428&lt;br /&gt;26,9 Gramas e 40mm de diâmetro - Variante 27A&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960024.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960024.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960025.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960025.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 80,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) tenho OFERTA de R$ 80,00 do Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) tenho OFERTA de R$ 83,00 do Renault do RJ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) tenho OFERTA de R$ 90,00 do Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho OFERTA de R$ 105,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 10 - 960 RÉIS 1818 R - Recunhado s/ chile Independente 1817 - MBC - AI 428&lt;br /&gt;26,5 Gramas e 40mm de diâmetro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960026.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960026.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960027.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960027.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 80,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) tenho OFERTA de R$ 82,00 do Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) tenho OFERTA de R$ 83,00 do Renault do RJ &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) tenho OFERTA de R$ 86,00 do Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho Oferta de R$ 95,00 do Guaragna de Porto Alegre&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho OFERTA de R$ 105,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 11 - 960 RÉIS 1818 R -GALHOS DULOS Recunhado s/ Chile Independente 1817 - MBC - AI 476B&lt;br /&gt;26,5 Gramas e 40 mm. de diâmetro - Variante 18 B&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960030.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960030.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960031.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960031.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 100,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Tenho OFERTA de R$ 150,00 do Guaragna de Porto Alegre&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;b) Tenho OFERTA de R$ 170,00 do Ari Alexandre de Florianópolis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;c) Tenho OFERTA de R$ 180,00 de Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 12 - 960 RÉIS 1818 R - (DATA SOBRE DATA) Recunhado s/ Chile Independente 1818 - MBC - AI 476&lt;br /&gt;26,7 Gramas e 41 mm de diâmetro - Disco maior 41mm. e MOEDA C/ FURO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960032.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960032.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960033.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960033.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 100,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Tenho OFERTA de R$ 130,00 do ARY ALEXANDRE de Florianópolis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;b) Tenho OFERTA de R$ 140,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 13 - 960 RÉIS 1819 R - Recunhado s/ Chile Independente 1818 - SOBERBA - AI 477&lt;br /&gt;27,3 Gramas e 40mm. de diâmero - (recunho aparente e peça muito bonita)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960028.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960028.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960029.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960029.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 80,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) tenho OFERTA de R$ 80,00 do Renault do RJ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) tenho OFERTA de R$ 85,00 do Rui Ribeiro Nunes - Belo Horizonte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) tenho OFERTA de R$ 94,00 do Renault do RJ&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho OFERTA de R$ 110,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;e) Tenho OFERTA de R$ 120,00 do Renault do Rio de Janeiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;f) Tenho OFERTA de R$ 130,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;g) Tenho OFERTA DE R$ 140,00 do Samuel Otávio de Minas Gerais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;h) Tenho OFERTA de R$ 145,00 d0 Guaragna de Porto Alegre &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;i) Tenho OFERTA de R$ 150,00 do Samuel Otavio de Minas Gerais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;j) Tenho OFERTA de R$ 170,00 do Guaragna do Porto Alegre &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;k) Tenho OFERTA de R$ 180,00 do Pedro Henrique de Fortaleza &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 14 - 960 RÉIS 1815 B (BAHIA) - Recunho sobre Sevilha 1808 - mbc/sob - AI 400&lt;br /&gt;26,9 Gramas e 40mm de diâmetro - Peça muito bonita.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960010.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960010.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960011.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960011.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 100,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Tenho OFERTA de R$ 100,00 do Paulo Marcio Costa do Rio Janeiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;b) Tenho OFERTA de R$ 110,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;c) Tenho OFERTA de R$ 115,00 d0 Vilarouca de Fortaleza.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho Oferta de R$ 130,00 do Pedro Henrique de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;e) Tenho Oferta de R$ 136,oo do Paulo Marcio Costa do Rio Janeiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LOTE 15 - 960 RÉIS 1816 R (RIO) - Recunho sobre Sevilha C.J.1816 (DATA S/ DATA) MBC AI 426&lt;br /&gt;26,7 Gramas e 40mm. de diâmetro - (DATA SOBRE DATA) É ESCASSA. variante 53&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960008.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960008.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960009.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960009.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 100,00&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;a) Tenho OFERTA de R$ 100,00 de Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;b) Tenho OFERTA de R$ 130,00 do Ary Alexandre de Floripa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;c) Tenho Oferta de R$ 140,00 do MARGRAF de Ponta Grossa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho OFERTA de R$ 150,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 16 - 960 RÉIS 1816 B ( BAHIA) - Recunho sobre 20 Reales de Joseph Napoleão - mbc/sob AI 401&lt;br /&gt;26,7 Gramas e 39 mm. de diâmetro - Joseph Napoleão cunhados em 1808 e 1809 na Espanha&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960006.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960006.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960007.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960007.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 120,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Tenho OFERTA de R$ 120,00 d0 Paulo Marcio Costa do Rio de Janeiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;b) Tenho OFERTA de R$ 130,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;c) Tenho OFERTA de R$ 140,00 do Jayme Paiva do Rio de Janeiro &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho OFERTA de R$ 150,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;e) Tenho OFERTA de R$ 154,00 do Paulo Marcio Costa do Rio de Janeiro &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 17 - 960 RÉIS 1815 B (BAHIA) - Recunho sobre 20 Reales de Joseph Napoleão1809 - mbc/sob. AI 400&lt;br /&gt;26,7 Gramas e 40 mm. de diâmetro - Joseph Napoleão de 1809 . A.I. - Variante 5 C&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960002.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960002.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960003.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960003.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 120,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Tenho OFERTA de R$ 120,00 do MARGRAF de Ponta Grossa - PR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Tenho OFERTA de R$ 130,00 do Paulo Márcio Costa do Rio Janeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Tenho OFERTA de R$ 140,00 do Ildemar MARGRAF de P.Grossa-PR&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho OFERTA de R$ 150,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;e) Tenho OFERTA DE R$ 160,00 do Jaime Paiva do Rio de Janeiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;f) Tenho OFERTA de R$ 170,00 do MARGRAF de P. Grossa.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;g) Tenho OFERTA DE R$ 180,00 do Pedro Henrique de Fortaleza.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;h) Tenho OFERTA de R$ 190,00 do MARGRAF de Ponta Grossa.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 18 - 960 RÉIS 1816R - Recunho sobre Sevilha e ou Cádiz (ano 1813) Ferdin VII - mbc - AI 426&lt;br /&gt;26,8 Gramas e 39mm. de diâmetro ( disco menor) Variante 5 A&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960004.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960004.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960005.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960005.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 100,00&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;a) Tenho OFERTA de R$ 100,00 de Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;b) Tenho OFERTA de R$ 100,00 do Vilarouca de Fortaleza&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;c) Tenho OFERTA de R$ 110,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho OFERTA de R$ 115,00 d0 Vilaroucade Fortaleza.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;e) Tenho OFERTA DE R$ 120,00 do Pedro Henrique de Fortaleza &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOTE 19 - 960 RÉIS 1823 R - Recunho sobre Sevilha C.N. 1809 Ferdin VII - MBC - AI 504&lt;br /&gt;26,9 Gramas e 40 mm. de diâmetro - OBS Pagina 56 nº 24 do Levy André Levy Marca USD 400,00 dólares&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960001.jpg"&gt;http://s295.photobucket.com/albums/mm147/abibonds/moedas/?action=view&amp;amp;current=moeda960001.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Inicial de Leilão = R$ 190,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Tenho OFERTA de R$ 190,00 do MARGRAF de Ponta Grossa - PR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Tenho OFERTA de R$ 220,00 do Guaragna de Porto Alegre &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) tenho OFERTA de R$ 240,00 do MARGRAF de Ponta Grossa - PR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d) Tenho OFERTA de R$ 250,00 do Guaragna de Porto Alegre&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;e) Tenho OFERTA de R$ 260,00 do MARGRAF de Ponta Grossa-PR&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;f) Tenho OFERTA de R$ 280,00 do Pedro Henrique Albuquerque de Fortaleza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;h) Tenho OFERTA de R$ 290,00 do MARGRAF de Ponta Grossa - PR &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;i) Tenho OFERTA de R$ 330,00 do Guaragna de Porto Alegre &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;j) Tenho Oferta de R$ 350,00 do MARGRAF de Ponta Grossa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;k) Tenho OFERTA de R$ 370,00 do Guaragna de Porto Alegre&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;l) Tenho OFERTA de R$ 380,00 do MARGRAF de Ponta Grossa.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VENDA ENCERRADA ÀS 22:00 DE 24/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-6019306462201606930?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/6019306462201606930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/08/leilo-virtual-de-19-pataces-960-ris.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/6019306462201606930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/6019306462201606930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/08/leilo-virtual-de-19-pataces-960-ris.html' title='VENDA SOB OFERTA VIRTUAL DE 19 PATACÕES 960 RÉIS'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-1551420009836706810</id><published>2008-08-17T22:51:00.009-03:00</published><updated>2008-08-20T06:36:42.265-03:00</updated><title type='text'>QUEM INICIOU A NUMISMÁTICA BRASILEIRA DE FORMA PROFISSIONAL ?</title><content type='html'>QUEM, QUANDO, E DE QUE FORMA, A NUMISMÁTICA PROFISSIONAL NO BRASIL INICIOU-SE COMO TAL?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há como se falar em um início da Numismática Brasileira, sem falar sobre um personagem que está vivo ainda entre nós, pelos seus ensinamentos sobre a numismática.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este cidadão, de origem Portuguesa, nasceu em 4 de agosto de 1852, na antiga villa de Cabeceiras de Basto, Freguezia de S. Nicolau, na então Província do Minho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pelas pesquisas, quando tinha ainda 13 anos de idade, em 1865, veio para o Brasil, e veio morar no Rio de Janeiro. Foi trabalhar no ramo comercial de uma pequena casa de couros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com espírito empreendedor, muito disciplinado e determinado em vencer na vida, em poucos anos juntou economias, e aliadas ainda, ao bom crédito que desfrutava, pelo seu prestígio que então conquistara, veio a fundar uma loja do mesmo ramo que trabalhava até então, na rua S. Pedro nº 99.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com o decorrer dos anos, já bem sucedido em seus negócios, passou a dar vida a seus desejos e caprichos, dedicando-se com esmero e alegria nas horas de lazer, que então foi sua paixão predileta, a Numismática Brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veio a iniciar sua coleção em 1885, com 33 anos de idade, embora o momento fosse desfavorável, pois na época o colecionador ou o numismata já era considerado como um "maníaco", mesmo assim, com fé e idealismo ele não desanimou e aguardou o momento certo, para divulgar e expor suas coleções.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pouco a pouco e com a ajuda de seus amigos, também mestres e estudiosos no assunto como ele, no caso Julius Meili e Pedro Massena, acabou tornando possível, a todos, este momento propício. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, já em 1903 ele já tinha uma notável coleção de moedas, medalhas e cédulas brasileiras, além de outras coleções de autógrafos, jornais antigos, de assuntos de mineralogia e outros. Tinha também, uma modesta coleção de moedas e medalhas portuguesas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas como trabalhava com artigos de Couros, resolveu inaugurar um setor dentro de sua propria loja, para a permuta e venda de artigos colecionáveis, com certeza, a primeira e a única loja numismática existente naquela época no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já no início de 1905, resolve liquidar sua loja de Couros e substituir seus couros, peles e pelicas, por sua nova atividade comercial, e dali por diante, passou a dedicar-se exclusivamente, a Numismática Brasileira, a ponto de que sua residência na rua Bella de São Joao 115-b, passou a ser ponto de reunião de todos os aficcionados pelo colecionismo numismático. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, nasceu a "Numismática Brasileira" de forma oficial, ou melhor, de forma profissional, podemos afirmar que foi a primeira pessoa que passou a ser um Numismata Profissional, pois seus sustentos já adviam desta nova atividade comercial. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não que outros não fizessem seu negócios numismáticos, mas os outros faziam de forma esporádica e não exclusiva e profissional como ele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com seu tempo exclusivo para se dedicar a Numismática e fazendo exatamente o que gostava, em pról da sua mais elevada paixão, passou a produzir apreciadíssimos trabalhos e passou a ter vastíssimas relações, conseguindo assim "contagiar" muitas pessoas cultas e de destaque social, que alguns, diga-se de passagem, tornaram-se seus discípulos e também discípulos da grande seita dos "maníacos numismáticos", e da qual, ele, era o grande sacerdote.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desta forma, lutando contra preconceitos, conquistando novos adeptos para o colecionismo numismático e encantando a todos com seus trabalhos publicados, a Numismática Brasileira, passou a ser respeitada e assim, passou à perenidade suas idéias, e podemos afirmar que se firmou a Numismática Brasileira tal qual como é hoje, por este começo e rumo, dado por este cidadão que no auge de suas atividades comerciais, teve a coragem, a perseverança, de carrear os recursos financeiros que então conquistara e apostar suas fichas e sua inteligência em prol da Numismática, dali por diante, de uma forma profissional. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas não parou aí, já em 1906, foi encarregado pelo Consulado Geral de Portugal, no Rio de Janeiro, de classificar e catalogar a Colleção Numismática do espólio de Joaquim Gomes de Souza Braga, toda ela de peças Portuguesas, cujo catálogo, bem organizado e contendo 250 páginas e 232 gravuras, foi publicado nesse mesmo ano e mereceu elogiosas referencias do erudito numismatógrafo Portugues, Dr. José Leite de Vasconcellos, que o cita em seu notável livro "Da Numismática em Portugal" página 230.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com esta prática exercida e desta forma, adquiriu vastos conhecimentos e resolveu aprofundar-se ainda mais e passou a estudar e a se dedicar somente à sua Coleção Brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As obras de seu amigo e mestre, Julius Meili, eram todas escritas em alemão, assim, resolveu escrever o seu catálogo de sua coleção em português, e foi um grande acerto esta sua iniciativa, pois desde logo passou a se avaliar as suas verdadeiras proporções e vantagens a todos os brasileiros e principalmente aos adeptos e seus discípulos que só aumentavam, dali por diante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1908, publicou sua mais importante obra, o Catálogo de sua coleção, a monumental obra "Catálogo da Collecção Numismática Brasileira", Ilustrada com as principais peças de sua coleção e de exposição clara, abrindo assim, os horizontes para todos os outros estudos e catálogos sobre numismática brasileira, inclusive os mais recentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamos em 2008, já passaram 100 anos e este catálogo ainda é um dos mais completos até hoje. Este vasto trabalho, feito sob a mais rigorosa ordem histórica e cronológica, representa o resultado de pacientíssimos trabalhos de longos anos, e não mediu esforços, no dispêndio monetário para sua realização.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na sua organização, procedeu a um plano de elevada observação técnica, e embora seguindo a obra de Julius Meili, seu inspirador e mestre, modificou alguns preceitos anteriormente estabelecidos, fez uma ampliação, deu modernidade, ofereceu assim, novas vantagens, e procedendo assim, formou uma obra de mérito que em nada desmerece com a de seu ilustre predecessor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A imprensa da época, teceu-lhe os mais francos elogios, por esta grandiosa obra e o Juri Superior da Exposição Nacional de 1908, veio a lhe conferir o Grande Prêmio " por ser esse trabalho o primeiro do gênero no Brasil". Também foi premiado por este mesmo Juri, com o dintiguido "Grande Prêmio" pela coleção exposta pelo autor e "extra catálogo" a qual era aumentada com mais de 320 peças metálicas. ( moedas e medalhas).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seu Catálogo de 1908, teve 500 exemplares, todos numerados e rubricados pelo autor, em esmerada edição. Sabe-se que o catálogo de nº 001 está de posse do Museu Histórico Nacional, o de nº 002 está em minha coleção particular e os demais exemplares, nas mãos dos 498 mais afortunados numismatas nacionais e internacionais, que devem se orgulhar por esta grande conquista, o de ter um exemplar deste catálogo que foi o marco inicial da Numismática Brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como é de se esperar, nesta altura do texto, todos os leitores já devem saber de quem estou falando, do colecionador e numismata que contribuiu com a criação da Numismática Brasileira. Refiro-me ao reconhecido numismata, AUGUSTO DE SOUZA LOBO, o primeiro numismata profissional, que abdicou-se de suas atividades de comerciante de Couros, Peles e Pellicas, para se dedicar como profissional, na Numismática Brasileira, com loja e endereço conhecido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Souza Lobo, fez várias viagens à Europa e à América, sempre em pesquisa de raridades numismáticas brasileiras, e manteve incessante correspondência com os mais adiantados colecionadores nacionais e internacionais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Catálogo da Collecção Numismática Brasileira, de Augusto de Souza Lobo, Illustrada segundo o sistema do insigne Numismatographo Sr. Julius Meili. Dividida da seguinte forma: I PARTE - Carimbos e Moedas coloniais desde 1643 a 1822; II PARTE - Moedas do Império, moedas e carimbos falsos, carimbos e moedas particulares, desde 1822 a 1889; III PARTE - Moedas da República, moedas falsas, moeda fiduciária e emissões abusivas. Rio Janeiro, 1908 - Esta obra compõe-se de um grosso volume "in-folio", papel glacê, com 302 páginas de texto + 5 retratos + 118 estampas, com 2.171 cliches de moedas, barras, moedas particulares, moedas falsas, carimbos, etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda hoje, em 2008, pela importância da obra, pela grandiosidade de informações, é o mais completo catálogo de informações históricas do gênero.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;AUGUSTO DE SOUZA LOBO, nasceu em 1852 e morreu em 1922. vitimado por uma syncope cardíaca, a morte ocorreu em 30 de Junho de 1922 na cidade do Rio de Janeiro, quando ainda cheio de entusiasmo, trabalhava em uma nova obra numismática. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Texto de autoria do numismata João Gualberto Abib, Membro da SNB - Sociedade Numismática Brasileira e da SNP - Sociedade Numismática Paranaense, em texto consultado, modificado e adaptado em partes, do texto original de autoria de Carlos D'Almeida Braga, publicado em 1933 na Revista Numismatica Brasileira, sobre a vida de Souza Lobo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7100610214829719845-1551420009836706810?l=abibonds.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abibonds.blogspot.com/feeds/1551420009836706810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/08/como-se-iniciou-numismtica-brasileira.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1551420009836706810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7100610214829719845/posts/default/1551420009836706810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibonds.blogspot.com/2008/08/como-se-iniciou-numismtica-brasileira.html' title='QUEM INICIOU A NUMISMÁTICA BRASILEIRA DE FORMA PROFISSIONAL ?'/><author><name>João Gualberto Abib ABIBONDS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05020920228543100795</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp1.blogger.com/_UFL2OTukLE0/SI-Aq7gZSZI/AAAAAAAAABg/n-GmPPaJAlI/S220/foto+site.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7100610214829719845.post-943131457465693295</id><published>2008-08-16T23:22:00.003-03:00</published><updated>2008-08-17T00:34:10.797-03:00</updated><title type='text'>DESLIGAMENTO DA DIRETORIA DA SNP - Sociedade Numismática Parana
