25 de jul de 2010

ANO 1854 - MAIS UM FALSÁRIO DE CÉDULAS DO THESOURO APORTA NO BRASIL.


Ministro dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, José Tomás Nabuco de Araújo Filho, Rio de Janeiro, 22 de Agosto de 1854, comunica ao Presidente da Província do Piauhy, (em caráter reservado), “ Constando que José Maria da Costa ou José Maria Leite, subdito Portugues, tendo-se evadido da torre de São Julião em Portugal, procurava terras do Império para refugiar-se, e tendo certo que esse indivíduo, quando morador em Barcelos, Província do Minho, falsificava notas do Banco de Lisboa, e também do Thesouro do Brasil, manda o Governo Imperial, que V. Excia, expeça as ordens convenientes para descobrir, se ele, se acha nesta Província, e ser vigiado escrupulosamente e seu procedimento, convindo que, no caso de retirar-se para outra, V. Excia, comunique ao respectivo Presidente. Em tempo lhe serão enviados os sinais do referido José Maria da Costa ou José Maria Leite ”.

Vejam amigos leitores deste BLOG, em 1854, mais falsários de cédulas, tanto portuguesas, como as brasileiras, aportavam no Brasil, e o Governo Imperial, não media esforços para vigiá-los.

Por este documento, mais um nome, neste caso, de um cidadão de origem Portuguesa, se divulga, para o conhecimento dos amantes da numismática Brasileira.

Vejam com atenção o documento histórico de 1854, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.

O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.

Preço deste documento que o possuidor autorizou vendê-lo, separadamente do conjunto, exatamente este da imagem divulgada, antes que me perguntem, é de R$ 2.500,00 Reais, e logicamente, já está incluída minha comissão.
Boa Leitura a todos.

João Gualberto Abib

abibonds@onda.com.br


José Tomás Nabuco de Araújo Filho


Biografia - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


José Tomás Nabuco de Araújo Filho (Salvador, 14 de março de 181319 de março de 1878) foi um magistrado e político brasileiro. Era filho do também senador José Tomás Nabuco de Araújo e pai do historiador, diplomata e político abolicionista Joaquim Nabuco.
Foi deputado geral, presidente de província, ministro da Justiça e senador do Império do Brasil de 1858 a 1878.


Como jurisconsulto, foi-lhe confiada pelo Governo Imperial, em 1872, a incumbência estafante de organizar um projeto de Código Civil para o país, já que o projeto de Teixeira de Freitas não teve o êxito adequado. Seu Código, segundo ele mesmo, não seria criação de um puro filósofo e, sim de um estadista, pois mais se preocupava do efeito prático da legislação, do seu alcance social, da clareza, compreensão e vastidão da lei, do que da metafísica do Direito. Por essa e outras razões, sua obra, de codificador, seria diferente da de Teixeira de Freitas, pois Nabuco de Araújo jamais se isolara do Direito, considerando-o sempre como uma relatividade social, subordinada à existência da comunhão. Sua morte, contudo, impediu-o de realizar tal designação. [1]


Seu filho consagrou-lhe o livro Um estadista do Império, considerado uma das grandes obras de referência para se conhecer a história da política brasileira.





Ano 1852 Moedas Falsas de Portugal, Espanha e Inglaterra vindo ao Brasil


Ministro dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, José Ildefonso de Sousa Ramos, Barão das Três Barras, Rio de Janeiro, 13 de Agosto de 1852, comunica ao Presidente da Província do Piauhy, (em caráter reservado), “ Por comunicação da Legação Imperial em Portugal, teve o Governo, notícia de se terem descoberto na cidade do Porto, vários cunhos de moeda Portuguesa, Inglesa e Espanhola, todos perfeitos, sendo porem da maior perfeição os de soberanos ingleses, também se descobriu e apreendeu, uma porção de moedas falsas já cunhadas. Cumpre, pois, que V. Excia, tome as necessárias providências para prevenir a entrada de tais moedas, nessa Província, e igualmente, para fazer capturar os introdutores.”
Vejam amigos leitores, mais notícias sobre falsificação de moedas, agora as de Portugal, Espanha e Inglaterra, vindo ao Brasil em 1852.

Vejam com atenção o documento histórico de 1852, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.

O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.

Preço deste documento que o possuidor autorizou vendê-lo, separadamente do conjunto, exatamente este da imagem divulgada, antes que me perguntem, é de R$ 2.500,00 Reais, e logicamente, já está incluída minha comissão.
Boa Leitura a todos.

João Gualberto Abib

abibonds@onda.com.br



Biografia extraída da WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre.


José Ildefonso de Sousa Ramos, barão das Três Barras e 2.º visconde com grandeza de Jaguari, (Baependi, 28 de setembro de 181223 de julho de 1883) foi um advogado e político brasileiro. Formou-se na Faculdade de Direito de São Paulo em 1834.
Foi deputado geral, presidente das províncias de Piauí, Minas Gerais e Pernambuco, ministro da Justiça e senador do Império do Brasil de 1852 a 1883. Foi também conselheiro da seção de justiça do Conselho de Estado em 1872, emitindo parecer pela cessação da escravidão nos casos de graça imperial para crimes com prisão perpétua.
Filho de Tomé Venâncio Ramos e de Ana Leonor de Sousa, casou-se com Henriqueta Carolina de Sousa Ramos. Cavaleiro e grã-cruz da Imperial Ordem da Rosa e comendador e grã-cruz da Imperial Ordem de Cristo, recebeu o baronato por decreto imperial de 19 de outubro de 1867, cujo nome provém de sua fazenda em Valença, e o viscondado com grandezas por decreto imperial de 15 de outubro de 1872.

ANO 1851 - NOME DO FABRICANTE E OU INTRODUTOR DE MOEDA FALSA, NO IMPÉRIO DO BRASIL.



Ministro dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara, Rio de Janeiro, 03 de janeiro de 1851, comunica ao Presidente da Província do Piauhy, (em caráter reservado), “ que constando por ofício que foi dirigido pelo Presidente da Província da Bahia, que muito difícil se tornou capturar naquela Província, o indivíduo de nome José da Rocha Medrado, fabricante ou introdutor de moeda falsa e ainda possível e até mesmo provável, que o mesmo José da Rocha Medrado, apareça em Paranaguá, ou para visitar a família, ou a negócios, como V. Excia, comunicou ao Presidente da Província da Bahia, muito convém e recomenda a V. Excia, que todas as providências para que seja preciso, seja efetuada, se o dito Medrado aparecer no termo de Paranaguá, ou em outro qualquer desta Província”.

Vejam amigos leitores deste BLOG, em 1851, agora temos um nome, de uma pessoa que talvez fosse residente na cidade de Paranaguá, e que, estava sendo capturado a pedido do Ministro dos Negócios da Justiça do Imperio do Brasil.

Este, até agora, foi o primeiro documento de que trata de moeda falsa e divulga um nome de um provável falsificador. Os demais documentos, falam em moedas falsas, mas não divulgam nenhum nome. Sem dúvida, um documento valioso e importante para o estudo da numismática Brasileira.

Talvez e provavelmente, este é o primeiro nome divulgado, de um provável falsificador e ou introdutor de moeda no Brasil, isto no ano de 1851.

Vejam com atenção o documento histórico de 1851, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.

O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.

Preço deste documento que o possuidor autorizou vendê-lo, separadamente do conjunto, exatamente este da imagem divulgada, antes que me perguntem, é de R$ 2.500,00 Reais, e logicamente, já está incluída minha comissão.
Boa Leitura a todos.

João Gualberto Abib

abibonds@onda.com.br


Abaixo a Biografia obtida através da WIKIPEDIA, a enciclopédia Livre.

Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara[2] (São Paulo de Luanda, 1812Rio de Janeiro, 7 de maio de 1868) foi um magistrado e político brasileiro. Foi ministro da Justiça (1848-1852) e, neste cargo, foi o autor de uma das mais importantes leis do império, a Lei Eusébio de Queirós, que reprimia o tráfico negreiro e estabelecia sua posterior.

Era filho de Eusébio de Queirós Coutinho da Silva e Catarina Matoso de Queirós Câmara. Seu pai, assim com seu avô, exerceram o cargo de ouvidor-geral da comarca de Angola.Quando tinha apenas três anos de idade, sua família mudou-se para o Rio de Janeiro, cidade onde estava a corte do Príncipe Regente de Portugal, futuro rei D. João VI. Seu pai, depois de exercer diversos cargos de juiz, foi eleito representante de Angola às Cortes Portuguesas em 1821, mas logo aderiu ao movimento de Independência do Brasil e fez parte do primeiro corpo de ministros do Supremo Tribunal de Justiça do Brasil.Casou-se com Maria Custódia Ribeiro de Oliveira Queirós que era filha do rico capitalista e comendador Manuel José Ribeiro de Oliveira e de Engrácia Maria da Costa Ribeiro Pereira, futura condessa da Piedade (casada, em segundas núpcias, com José Clemente Pereira).Seu filho Eusébio de Queirós Matoso Ribeiro casou com uma filha do seu aliado político José Carneiro da Silva,[3] o primeiro barão e primeiro visconde de Araruama, líder do partido conservador do Rio de Janeiro. Seu outro filho, Manuel de Queirós Matoso Ribeiro, casou com uma filha de Manuel Carneiro da Silva, o segundo barão e visconde de Ururaí, a qual também era neta de José Carneiro da Silva, o primeiro barão e visconde de Araruama, e do duque de Caxias.[3] Sua filha Catarina Matoso da Câmara casou com o conselheiro Rodrigo Augusto da Silva, filho do aliado político José Manuel da Silva, o barão de Tietê, líder do partido conservador de São Paulo. O conselheiro Rodrigo Augusto da Silva foi autor e co-assinante da lei Áurea.Foi bisavô de Eusébio Matoso, empreendedor da capital paulista.

QUANTO A PESQUISA DA GRAFIA DA ASSINATURA, ele assinava Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. Errou o senado Federal e errou a Wikipédia.
Olhem os links abaixos:

· Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - Resultado da Pesquisa de livros do GoogleInstituto Histórico e Geográfico Brasileiro ... - 1839 - ArtEusebio de Queirós Coitinho Mattoso Camara: — «Que so convidem os Srs. Joaquim Gonçalves Ledo, Jose Clemente Pereira e Januario da Cunha Barbosa, ...books.google.com.br/books?id=InoYAAAAYAAJ...

· Policing Rio de Janeiro: repression and resistance in a ... - Resultado da Pesquisa de livros do GoogleThomas H. Holloway - 1993 - History - 369 páginasros Eusébio de Queirós Coitinho da Silva e Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. Rio de Janeiro, 1885. Richardson, James F. ...books.google.com.br/books?isbn=0804720568...· [PDF]

“CERTAME DE ATLETAS VIGOROSOS”: UMA ANÁLISE DOS PROCESSOS DE ...Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - Visualização rápida(2002) Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Câmara (Verbete). Dicionário de Educadores no Brasil. Da Colônia aos Dias Atuais. FÁVERO E BRITO (Orgs). 2ª ...www.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/569InaraGarcia.pdf· [PDF]

DISPOSITIVOS DISCIPLINARES NA CORTE IMPERIAL E EM MATO GROSSO: A ...Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - Visualização rápidaEusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. In: FÁVERO, M.L.A.; BRITO J.M. (2002). 2ª ed. Dicionário dos educadores no Brasil: da colônia aos dias atuais. ...www.faced.ufu.br/.../anais/.../478AngelicaBorges_DimasNeves.pdf - Similares· All Resources Search Results

EUSEBIO DE QUEIROS COITINHO MATTOSO CAMARA - International Genealogical Index / AF Gender: Male Birth: 27 DEC 1812 Sao Paulo De Loanda, Luanda, Angola ...www.familysearch.org/Eng/.../ancestorsearchresults.asp?last... - Em cache

· Currículo do Sistema de Currículos Lattes (Inára de Almeida Garcia ...Verbete de Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. Dicionário de Educadores do Brasil da Colõnia Aos Dias Atuais, Rio De Janeiro, p. 316-325, 2002. ...sistemas3.usp.br/tycho/curriculoLattesMostrar?... - Em cache - Similares

24 de jul de 2010

Ano 1850 Moedas Falsas de Ouro na Bahia e Piauhy


O Ministro dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara, Rio de Janeiro, 17 de junho de 1850, comunica ao Presidente da Província do Piauhy, (em caráter reservado) que ficou inteirado das providencias que fora dado e reclamado da Presidência da Província da Bahia, para facilitar a prisão de falsificadores e introdutores de moeda de ouro, que se estabeleceram nos limites das Províncias da Bahia e Piauhy, e em resposta tem a significar que só não aprovou tais medidas, como louvou o zêlo com que se promove a perseguição de criminosos tão importantes, restando recomendar que se prossiga com as diligencias, encarregando as pessoas em bem compreender o alcance das medidas tomadas, certo de que serão aprovadas as despesas que se fizer e forem necessárias para o bom resultado destas diligencias.

Como se vê meus amigos leitores deste BLOG, também se falsificavam moedas de ouro naquela época, e a prova, está no texto ora reproduzido com atualizações.

Vou nas bibliotecas me aprofundar mais sobre este documento, pois a assinatura está com a grafia EUSÉBIO DE QUEIRÓS COITINHO MATTOSO CAMARA, e algo está errado, pois seria COUTINHO e não COITINHO, e o MATTOSO está com dois “T” e não somente com um “T”.

Vou me aprofundar melhor, sobre a grafia da assinatura deste documento.

( Obs. Resultado da pesquisa já feita, em 25/07/2010, olhe ao final do trabalho.)

Vejam com atenção o documento histórico de 1850, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.

O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.

Preço deste documento que o possuidor autorizou vendê-lo, separadamente do conjunto, exatamente este da imagem divulgada, antes que me perguntem, é de R$ 2.500,00 Reais, e logicamente, já está incluída minha comissão.
Boa Leitura a todos.

João Gualberto Abib

abibonds@onda.com.br

Abaixo a Biografia obtida através da WIKIPEDIA, a enciclopédia Livre.


Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara[2] (São Paulo de Luanda, 1812Rio de Janeiro, 7 de maio de 1868) foi um magistrado e político brasileiro. Foi ministro da Justiça (1848-1852) e, neste cargo, foi o autor de uma das mais importantes leis do império, a Lei Eusébio de Queirós, que reprimia o tráfico negreiro e estabelecia sua posterior.

Era filho de Eusébio de Queirós Coutinho da Silva e Catarina Matoso de Queirós Câmara. Seu pai, assim com seu avô, exerceram o cargo de ouvidor-geral da comarca de Angola.
Quando tinha apenas três anos de idade, sua família mudou-se para o Rio de Janeiro, cidade onde estava a corte do Príncipe Regente de Portugal, futuro rei D. João VI. Seu pai, depois de exercer diversos cargos de juiz, foi eleito representante de Angola às Cortes Portuguesas em 1821, mas logo aderiu ao movimento de Independência do Brasil e fez parte do primeiro corpo de ministros do Supremo Tribunal de Justiça do Brasil.
Casou-se com Maria Custódia Ribeiro de Oliveira Queirós que era filha do rico capitalista e comendador Manuel José Ribeiro de Oliveira e de Engrácia Maria da Costa Ribeiro Pereira, futura condessa da Piedade (casada, em segundas núpcias, com José Clemente Pereira).
Seu filho Eusébio de Queirós Matoso Ribeiro casou com uma filha do seu aliado político José Carneiro da Silva,[3] o primeiro barão e primeiro visconde de Araruama, líder do partido conservador do Rio de Janeiro. Seu outro filho, Manuel de Queirós Matoso Ribeiro, casou com uma filha de Manuel Carneiro da Silva, o segundo barão e visconde de Ururaí, a qual também era neta de José Carneiro da Silva, o primeiro barão e visconde de Araruama, e do duque de Caxias.[3] Sua filha Catarina Matoso da Câmara casou com o conselheiro Rodrigo Augusto da Silva, filho do aliado político José Manuel da Silva, o barão de Tietê, líder do partido conservador de São Paulo. O conselheiro Rodrigo Augusto da Silva foi autor e co-assinante da lei Áurea.
Foi bisavô de Eusébio Matoso, empreendedor da capital paulista.




QUANTO A PESQUISA DA GRAFIA DA ASSINATURA, ele assinava Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. Errou o senado Federal e errou a Wikipédia.
Olhem os links abaixos:
· Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - Resultado da Pesquisa de livros do Google
Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro ... - 1839 - ArtEusebio de Queirós Coitinho Mattoso Camara: — «Que so convidem os Srs. Joaquim Gonçalves Ledo, Jose Clemente Pereira e Januario da Cunha Barbosa, ...books.google.com.br/books?id=InoYAAAAYAAJ...
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Thomas H. Holloway - 1993 - History - 369 páginasros Eusébio de Queirós Coitinho da Silva e Eusébio de Queirós Coitinho Mattoso Camara. Rio de Janeiro, 1885. Richardson, James F. ...books.google.com.br/books?isbn=0804720568...
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ANO 1845 - CÉDULAS FALSAS PARA O TROCO DO COBRE NA PROVÍNCIA DO PIAUHY


Em 8 de fevereiro de 1845, o Conde do Rio Pardo, Presidente da Província do Pauhy, comunica ao Sr. Angelo Carlos Muniz, então Vice-Presidente da Província do Maranhão, - “.....que entrou em circulação no giro daquela Província de uma grande porção de notas de 20$000Réis da 1ª e 2ª Série da 2ª Estampa, e de 100$000 Réis, também da 2ª Estampa e haver-se encontrado nos cofres da Thesouraria a avultada quantia de 21:400$000 Réis das primeiras e muitas das segundas, entre a quantia de 49:700$000 Réis, as quais segundo os exames procedidos constantes dos impressos, que acompanharão o dito ofício, são suspeitas de falsidade”.

Como se observa, meus amigos leitores deste BLOG, trata-se de falsidade das cédulas para o Troco do Cobro, do ano de 1833. Depois de 12 anos da emissão das primeiras cédulas brasileiras, já havia peças falsas circulando, isto no ano de 1845 na Província do Piauhy.

No caso, vejam com atenção ao documento histórico de 1845, cujo documento faz parte de um acervo de vários documentos que tratam sobre cédulas e moedas e falsidades destas, que serão todas divulgadas com imagens e textos como este, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.

Vejam com atenção o documento histórico de 1845, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.

O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.

Preço deste documento que o possuidor autorizou vendê-lo, separadamente do conjunto, exatamente este da imagem divulgada, antes que me perguntem, é de R$ 2.500,00 Reais, e logicamente, já está incluída minha comissão.

Boa Leitura a todos.

João Gualberto Abib

abibonds@onda.com.br



Resumo da Biografia do Conde do Rio Pardo, que assina tal documento, como Presidente da Província - dados extraidos da WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre.


Tomás Joaquim Pereira Valente, 1.º barão e Conde de Rio Pardo (Porto, 1790Rio de Janeiro, 30 de agosto de 1849) foi um militar e político nascido em Portugal e naturalizado brasileiro.
Participou da Guerra Peninsular, chegando a sargento-mor, em 1813. Em 1817 foi transferido para o 3° Batalhão de Caçadores, que foi transferido para o Brasil, chegando em 1818, ficando sob o comando do Marquês de Angeja. Logo em seguida foi promovido a tenente-coronel.
Em 21 de abril de 1821 foi nomeado para governar a capitania de Santa Catarina, assumindo o governo em 20 de julho de 1821, permanecendo no cargo até 22 de maio de 1822, foi o último governador colonial de Santa Catarina.
Agraciado barão em 18 de outubro de 1825 e a conde em 12 de outubro de 1828. No mesmo ano foi nomeado governador das armas da corte e do Rio de Janeiro, cargo que exerceu até 4 de dezembro de 1829, quando foi empossado Ministro da Guerra.
Em 19 de março de 1831 foi dispensado do cargo. Passou a residir no Rio Grande do Sul em outubro de 1833. Lá chegando, fundou uma filial da Sociedade Militar, um clube com simpatia pelo Império, e até mesmo suspeito de simpatizar com a restauração de D. Pedro I. A criação da Sociedade acirrou os ânimos locais, já em vias de estourar na Revolução Farroupilha, os estancieiros rio-grandenses não a viram com bons olhos, pedindo que o governo provincial a colocasse na ilegalidade.
Retornou a corte em 15 de janeiro de 1839, voltando à provincia em outubro do mesmo ano. Fo nomeado comandante em chefe do exército em operações no Rio Grande do Sul em 24 de março de 1841, dois dias depois é promovido a marechal. Tinha a seu comando somente 5000 homens, número que achava insuficiente para combater os republicanos na Revolução Farroupilha, necessitando pelo menos 12 000 homens para formar três colunas. Neste período ocorreram poucas vitórias, normalmente comandadas por Chico Pedro. Nunca foi a campanha, sendo finalmente demitido em maio de 1842, tendo então se retirado para a corte.
Em 1844 foi nomeado presidente da província do Piauí, permanecendo no cargo de 9 de setembro de 1844 a 20 de junho de 1845.
Naturalizado brasileiro após a independência, foi promovido a coronel. Recebeu o título de Conde de Rio Pardo, foi ministro da Guerra de 1829 a 1831. Grande dignitário da Imperial Ordem da Rosa, comendador da Ordem de Cristo e da Ordem de São Bento de Avis.


ANO 1837 - CHEGADA DAS CÉDULAS PARA O TROCO DO COBRE NA PROVÍNCIA DO PIAUHY

Embora o primeiro ano das primeiras cédulas brasileiras, fosse o ano de 1833, certamente, pelo documento abaixo divulgado, elas chegaram somente no ano de 1837, na Província do Piauhy.

Não, o documento assinado pelo Barão de Parnaíba, então Presidente da Província do Piauhy, em data de 8 de Julho de 1837, não afirma isso, mas pela simples leitura, pode ser que isto seja verdade, que chegou somente em 1837, ou até que esta, era uma remessa posterior do mesmo modelo de cédulas do ano de 1833, distribuidas para todas as Províncias anteriormente. Pelo sim, pelo não, o fato é que chegou pelas mãos do soldado Patrício Antonio, do Batalhão de Caçadores nº 4 da 1ª Linha do Exército e que veio acompanhando o ajudante Gregório Lopes Pereira, condutor do "caixão das cédulas do novo padrão" no ano de 1837. Documento assinado pelo então Presidente da Província do Piauhy, informando ao Presidente da Província do Maranhão sobre o ocorrido.

Estas cédulas ficaram conhecidas, como cédulas para o troco do cobre e foram confeccionadas para coibir as moedas de cobre falsas, que circulavam em abundância, e apareciam em todas as províncias do Império do Brasil.


Já desde o ano de 1827, em virtude das falsificações das moedas falsas de cobre que circulavam na Província da Bahia, levou o Governo Imperial a determinar a emissão, já pelo então criado "THESOURO NACIONAL", com a finalidade de distribuir as cédulas então criadas e recolher o máximo de moedas, evitando assim, um desequilíbrio nas economias financeiras das Províncias.


Mas, certamente, pelas distâncias entre as Províncias naquela época, as cédulas do Novo Padrão, poderiam ter chegado na Província do Piauhy no ano de 1837, ou neste ano, talvez, tenha chegado uma nova remessa destas mesmas cédulas do mesmo padrão.


Vejam com atenção o documento histórico de 1837, o qual faz parte de um acervo de seis documentos, dos anos de 1837 – 1845 – 1850 – 1851 – 1852 e o último de 1854, todos documentos oficiais, assinados por então, Ministros dos Negócios da Justiça do Império do Brasil, versam sobre o assunto de cédulas e moedas e falsidades destas, que foram divulgadas em texto e imagens, separadamente, para o conhecimento dos amantes da numismática brasileira.

O possuidor deste acervo de documentos, nos cedeu gentilmente as imagens, embora, todo o acervo esteja a venda separadamente, mas como meus parcos recursos não pode cobrir estas aquisições, já fico feliz em poder divulgar o conteúdo dos mesmos.

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João Gualberto Abib
abibonds@onda.com.br


Abaixo: resumo biográfico do Barão da Parnaíba, que assinou tal documento em 1837.
Pesquisa extraída de wikipedia site livre.

Manuel de Sousa Martins[1], primeiro barão e visconde com grandeza da Parnaíba, (Oeiras, 8 de dezembro de 176720 de fevereiro de 1856) foi um militar e político brasileiro.
Foi uma importante personagem da independência da província do Piauí, tendo presidido a junta governativa piauiense de 1823-1824, de 24 de janeiro de 1823 a 20 de setembro de 1824, tendo sido seu primeiro governante, de 20 de setembro de 1824 a 9 de dezembro de 1828, tendo sido presidente da província outras duas vezes, de 13 a 15 de fevereiro de 1829 e de 7 de fevereiro de 1831 a 30 de dezembro de 1843.


Presidência do Piauí (1831 a 1843)

"CONJUNTO" DE NUMISMAS BRASILEIROS REGISTRADO EM LIVRO












Este Blogueiro, teve a satisfação de receber o texto abaixo, sobre a edição do Catálogo de Coleção, do R.L.M. edição do Autor, cuja edição já nasceu rara, com apenas 30 exemplares, cujo texto abaixo é de autoria do amigo, Claudio Schroeder de Porto Alegre - RS, comentando sobre esta valiosa e importante publicação. Lembro-me, que edição semelhante, foi publicada pelo reconhecido colecionador Dr. Guilherme Guinle em 1949 e aquela edição teve, somente, 30 exemplares, também, numerados e rubricados de 1 a 30. Mas o blogueiro confessa que possui o nº 01 daquela edição de 1949, ( Livro RARÍSSIMO), mas esta do R.L.M., deste ano de 2010, não teve a felicidade de receber, ainda, um exemplar para sua coleção. Quem sabe, com carinho, respeito, pleito, amizade e leve insistência, consiga também um exemplar? Vocês sabem, a esperança, também neste meio, é a ultima que morre.


Boa leitura aos amigos:

“CONJUNTO” DE NUMISMAS BRASILEIROS REGISTRADO EM LIVRO

Conjunto de Moedas, Barras e Medalhas – RLM. Edição do Autor, Campo Grande, 2010. Capa dura, 21x30 cm, n p (95 páginas, papel couche, completamente ilustradas a cores), tiragem de 30 exemplares numerados e rubricados pelo Autor.

Claudio Schroeder

A História do Brasil registra que desde o passado os pioneiros da conhecida Terra dos Bandeirantes foram importantes para o desenvolvimento do nosso país. Isso se confirma, atualmente sendo esse Estado o principal referencial de desenvolvimento entre os demais Estados do Brasil. Desenvolvimento esse em diversas áreas e especialmente na numismática contando com algumas das principais coleções públicas e particulares. O colecionador RLM, o atual sócio mais antigo da Sociedade Numismática Brasileira, resgata o espírito dos pioneiros colecionadores do passado - divulgar a sua grandiosa e importante coleção - com a publicação desse livro. O Autor desde 1954, com dedicação, procura e bom gosto, vem mantendo esse “conjunto” de numismas brasileiros seguindo o exemplo dos colecionadores do passado (entre outros cito: Julius Meili 1839-1907, Souza Lobo 1852-1922, Viscondessa de Cavalcanti 1852-1946, Guilherme Guinle 1882-1960, Kurt Prober 1909-2008) e atualmente Carlos Marques da Costa. Seguindo a seqüência cronológica dos períodos da história brasileira, Colônia, Reino Unido, Império e República, a publicação, por meio de ótimas fotografias, registra para as futuras gerações um belíssimo e rico “conjunto” de moedas e medalhas relacionadas com o Brasil. A obra inicia com exemplares de moedas, somente de ouro, dos diferentes períodos da história do Brasil. São ilustradas quase todas as principais peças, algumas com detalhes aumentados. Em especial cito a Peça da Coroação e a sua prova em cobre, cinco barras sendo uma acompanhada com a guia datada de 1812 e o 10.000 réis de 1922. Em vez de descrever as demais peças repito aquela frase clássica: Uma foto vale por mil palavras. A segunda parte do livro trata de medalhas relacionadas com a História do Brasil e reforça ainda mais o seu pioneirismo citado anteriormente. Seguindo a seqüência cronológica da nossa História são ilustradas as principais peças então conhecidas e algumas inéditas. Aqui repito aquela frase clássica outra vez: Uma foto vale por mil palavras. Desde 1910 esse é o principal registro a tratar, com belíssimas imagens atualizadas, as medalhas relacionadas com o Brasil. Para terminar essa nota faço uma única ressalva ao livro, uma crítica construtiva, que, com todo o respeito, já foi comentada com o autor: A tiragem dessa edição é pequena. Registro que os trinta exemplares dessa obra, que já é uma fonte de referencia importante, foram distribuídos graciosamente pelo autor para as principais entidades relacionadas com a numismática no Brasil e no Exterior. RLM repete outro ato dos antigos e pioneiros colecionadores: visando ampliar a divulgação da numismática brasileira divulga informação que vai aumentar o conhecimento das atuais e futuras gerações de colecionadores. Segue algumas imagens da publicação.


Obs. Imagens acima.




COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO: Por respeito, ao grande colecionador e editor do livro que apresenta a sua coleção particular, amealhada, certamente, no decorrer de meio século ou mais, e como o tenho na mais alta e profunda admiração e respeito, achei por bem, em não divulgar seu nome completo, se ele, autor do livro apenas colocou suas iniciais, R.L.M., assim o será. Tive o prazer de recebê-lo por mais de uma vez em minha mesa nos encontros da SNB, Sociedade Numismática Brasileira, e ainda, que nestes encontros, ele demonstrou já ter apreciado alguns textos por mim publicados nos Boletins da Sociedade Numismática do Paraná, o que me engrandece como numismata que sou. Havido estes contatos e em nossas discussões sobre o futuro dos estudos numismáticos no Brasil, pelo fato do falecimento do venerável, Kurt Prober, vislumbrava ele, a falta de novos estudiosos sobre o asssunto no Brasil. Naquela ocasião, já enaltecia o trabalho do estudioso e amigo Cláudio Schroeder, o que concordo, em gênero, número e grau. Nesta ocasião, também, declarei a ele que tinha o Livro do Guilherme Guinle, o número 01 de 30 exemplares somente, e ele havia comentado, que talvez, tivesse o de número 30. Assim, tive o prazer de conhecê-lo.


ABRAÇOS E PARABÉNS AO AMIGO R.L.M. PELA EDIÇÃO DE SEU LIVRO, E AGRADECIMENTOS AO CLAUDIO SCHROEDER , PELO TEXTO QUE VEIO ABRILHANTAR ESTE BLOG.

E AINDA,

AGRADECIMENTOS ESPECIAIS AOS QUE VISITAM E LÊEM ESTE BLOG. ( QUE FOI O 1º BLOG NUMISMÁTICO NO BRASIL).

Atenciosamente,
JOÃO GUALBERTO ABIB